Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


segunda-feira, 11 de abril de 2016

Aos 65 anos, Amado revisa 40 de sucesso em DVD ao vivo e CD (de estúdio)

Aos 65 anos, completados em 17 de fevereiro deste ano de 2016, Amado Batista revisa quatro décadas de sucesso no CD e DVD 40 anos, postos nas lojas pela gravadora Som Livre. Ambos trazem as mesmas 20 músicas, sendo que três - À pé na estrada (Amor pobrezinho) (Amado Batista e Vicente Dias, 1980), Sou igualzinho a você (Elias Wagner) e Peão de obra (Reni Santos, Zel Moreira e Pepe Moreno) - são inéditas na voz do cantor e compositor goiano, com a ressalva de que À pé na estrada é composição antiga de autoria de Amado, lançada em 1980 pela dupla sertaneja Valderi & Mizael. Contudo, há crucial diferença entre o CD e o DVD. Intitulado 40 anos ao vivo em Brasília, o DVD exibe show captado na capital do Brasil em 2015 - 40 anos após Amado lançar o primeiro disco, um compacto duplo que passou despercebido. Já o CD 40 anos alinha gravações feitas em estúdio das 20 músicas. Ao vivo ou em estúdio, Amado revisa obra de tom popular romântico que influenciou todo o universo sertanejo desde 1976, ano em que o artista gravou o primeiro disco bem-sucedido, um compacto simples com duas músicas compostas por Amado em parceria com Reginaldo Sodré, Desisto (Obrigado a desistir) e Tarde solitária. Desisto se tornou hit e abriu caminho para que Amado lançasse o primeiro álbum em 1977, consolidando trajetória fonográfica que alcançou picos de popularidade e vendas nas décadas de 1970 e 1980. Casa bonita (Amado Batista e Reginaldo Sodré, 1983), Casamento forçado (Amado Batista e Reginaldo Sodré, 1984) e Morro de ciúme dela (Amado Batista e Reginaldo Sodré, 1991) são três das 17 músicas rebobinadas por Amado em CD e DVD que omitem grandes sucessos - já regravados em anteriores projetos de tom revisionista - deste cantor que mobilizou multidões em tempos idos.

9 comentários:

Mauro Ferreira disse...

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ADEMAR AMANCIO disse...

No interior ele continua sendo muito popular.

Rafael M. disse...

Brega demais!!! Cruzes!!!

Daทilo disse...

A música de Amado Batista é honesta. Feita de iletrados para iletrados. Representa muita gente. Tem dignidade. Tem meu respeito.

Luca disse...

ele foi um fenômeno, não é mais

Douglas Carvalho disse...

Como deus, o mundo e a torcida do Flamengo já devem saber, detesto os bregas e detesto mais ainda a valorização do brega, transformando em cult música que é apenas ruim.

Mas adorei a foto da capa.

Roberto de Brito disse...

Quanto preconceito!

Pedro Bó disse...

Adoro :)

Zell Stefany disse...

Obrigado…Abraços