Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


sábado, 21 de março de 2015

Centenário de Haroldo Barbosa expõe cancioneiro imortal do compositor

É provável que poucos brasileiros saibam hoje quem foi Haroldo Barbosa (21 de março de 1915 - 5 de setembro de 1979), compositor carioca que atuou também como radialista e redator de programas de humor da TV Globo. Mas muitos brasileiros cantam as músicas deste artista multimídia sem ligar o nome de Haroldo às suas composições imortais. Adeus, América (Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, 1948), Bar da noite (Haroldo Barbosa e Bidu Reis, 1953), Canção da manhã feliz (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1962), De conversa em conversa (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves, 1943), Devagar com a louça (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1963), Eu quero um samba (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida, 1945), Nossos momentos (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1960), Notícia de jornal (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1961), Palhaçada (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1961), Pra que discutir com madame? (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida, 1956) e Tim tim por tim tim (Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, 1951) são sambas e sambas-canção que eternizaram na história da música brasileira o nome deste compositor que hoje completaria 100 anos. Exímio letrista, Haroldo Barbosa se destacou também como versionista de músicas estrangeiras. Lançada sobretudo dos anos 1940 aos anos 1960, a obra musical do compositor sobrevive incólume ao tempo nas vozes de cantores como Elizeth Cardoso (1920 - 1990) e Miltinho (1928 - 2014). Mesmo que os brasileiros desconheçam a importância de Haroldo Barbosa, sua obra está aí - viva - para atestar a relevância da contribuição do artista para a música do Brasil.

6 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ É provável que poucos brasileiros saibam hoje quem foi Haroldo Barbosa (21 de março de 2015 - 5 de setembro de 1979), compositor carioca que atuou também como radialista e redator de programas de humor da TV Globo. Mas muitos brasileiros cantam as músicas deste artista multimídia sem ligar o nome de Haroldo às suas composições imortais. Adeus, América (Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, 1948), Bar da noite (Haroldo Barbosa e Bidu Reis, 1953), Canção da manhã feliz (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1962), De conversa em conversa (Haroldo Barbosa e Lúcio Alves, 1943), Devagar com a louça (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1963), Eu quero um samba (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida, 1945), Nossos momentos (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1960), Notícia de jornal (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1961), Palhaçada (Haroldo Barbosa e Luís Reis, 1961), Pra que discutir com madame? (Haroldo Barbosa e Janet de Almeida, 1956) e Tim tim por tim tim (Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, 1951) são sambas e sambas-canção que eternizaram na história da música brasileira o nome deste compositor que hoje completaria 100 anos. Exímio letrista, Haroldo Barbosa se destacou também como versionista de músicas estrangeiras. Lançada sobretudo dos anos 1940 aos anos 1960, a obra musical do compositor sobrevive incólume ao tempo nas vozes de cantores como Elizeth Cardoso (1920 - 1990) e Miltinho (1928 - 2014). Mesmo que os brasileiros desconheçam a importância de Haroldo Barbosa, sua obra está aí - viva - para atestar a relevância da contribuição do artista para a música do Brasil.

Rafael M. disse...

Acho "Adeus, América" uma das canções mais lindas do repertório do compositor. Logicamente que existem outras, mas esta é especial.

Cláudio disse...

Mauro, vc errou ao digitar o ano de nascimento. Esse erro é insignificante no contexto mas...

Mauro Ferreira disse...

Grato pelo toque do erro de digitação, Claudio. Abs, MauroF

Marcelo Barbosa disse...

Beleza de lembrança, Mauro. Por essas e outras que eu não deixo por nada esse blog. Abs

ADEMAR AMANCIO disse...

Me parece que a sua contemporaneidade e prestígio se deve às gravações de João Gilberto.