Mauro Ferreira no G1

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quinta-feira, 19 de março de 2015

Alcione grava ao vivo show de canções francesas que vira DVD em 2016

Radicada no Rio de Janeiro (RJ) desde 1968, Alcione começou a cantar na noite carioca em 1969. Nessa época, a cantora maranhense interpretava nas boates músicas de todos os estilos, ritmos e idiomas - inclusive canções em francês recolhidas dos repertórios de cantores como Charles Aznavour, Michel Legrand e Yves Montand (1921 - 1991). É a esse cancioneiro em francês que a cantora volta em show idealizado para a edição de 2015 do projeto Inusitado e programado para 7 e 8 de abril de 2015 em apresentações no Teatro de Câmara da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ). As apresentações serão gravadas ao vivo pelo Canal Bis para gerar CD e DVD previstos para serem lançados em 2016 através de parceria da gravadora Biscoito Fino com o selo da cantora, Marrom Music. Sob a direção de Solange Nazareth, que se inspirou na obra do pintor francês Toulouse Lautrec (1864 - 1901) para criar o cenário do show, Alcione vai dar sua voz a músicas compostas em francês como L'été 42 (Michel Legrand e Jean Dréjac, 1971), Ne me quitte pas (Jacques Brel, 1959), Non, je ne regrette rien (Charles Dumont e Michael Vaucaire, 1956) e Ton nom (Eric Channe e Tony Golan, 1962), embora algumas sejam de origem belga, casos de Ne me quitte pas e de Ton nom.  Alcione vai fazer o show na companhia de músicos da Banda do Sol.

7 comentários:

Mauro Ferreira disse...

Radicada no Rio de Janeiro (RJ) desde 1968, Alcione começou a cantar na noite carioca em 1969. Nessa época, a cantora maranhense interpretava nas boates músicas de todos os estilos, ritmos e idiomas - inclusive canções em francês recolhidas dos repertórios de cantores como Charles Aznavour, Michel Legrand e Yves Montand (1921 - 1991). É a esse cancioneiro em francês que a cantora volta em show idealizado para a edição de 2015 do projeto Inusitado e programado para 7 e 8 de abril de 2015 em apresentações no Teatro de Câmera da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ). As apresentações serão gravadas ao vivo pelo Canal Bis para gerar CD e DVD previstos para serem lançados em 2016 através de parceria da gravadora Biscoito Fino com o selo da cantora, Marrom Music. Sob a direção de Solange Nazareth, que se inspirou na obra do pintor francês Toulouse Lautrec (1864 - 1901) para criar o cenário do show, Alcione vai dar voz a músicas compostas em francês como L'été 42 (Michel Legrand e Jean Dréjac, 1971), Ne me quitte pas (Jacques Brel, 1959), Non, je ne regrette rien (Charles Dumont e Michael Vaucaire, 1956) e Ton nom (Eric Channe e Tony Golan, 1962), embora algumas sejam de origem belga, casos de Ne me quitte pas e de Ton nom. Alcione vai fazer o show na companhia de músicos da Banda do Sol.

Rafael M. disse...

Cantores e cantoras brasileiros: gravem outras canções de Jacques Brel (do qual sou fã confesso) e não apenas "Ne Me Quitte Pas". Tem uma dele lindíssima, chamada "La Chanson Des Vieux Amants". "Ne Me Quitte Pas" já está batida...

Rafael M. disse...

Por falar em canções francesas, no ano passado o Trio Esperança gravou um belíssimo CD de canções francesas chamado "Doce França". Recomendo a todos escutarem essa obra-prima!

Marcelo Barbosa disse...

Grande sambista! Kkkkkkkkkkkkkkk

Dona Emengarda disse...

Alcione é eclética porque tem gogó pra isso!
É considerada uma das maiores do samba, mas pode se dar ao luxo de cantar de tudo!

lurian disse...

Alcione já foi crooner, é verdade que ficou conhecida no samba, mas também acho que pode cantar tudo. No mais concordo com o Rafael, Ne me quittez pas já está batida demais, e acrescento: quem vai deixar de ouvir com Maysa?

Vitor Salz disse...

No Brasil, essa mania de rotular artistas é nojenta! Alcione, há tempos paquerava essa seara e seus fãs esperavam um trabalho dedicado a um repertório fora do samba, com canções além do habitual. Sugeriram várias vezes que ela gravasse um disco só de jazz como as grandes divas norte-americanas, mas ela elegeu repertório francês. Que bom! Que lindas ficarão essas canções em sua maravilhosa voz! Se "Ne me quitte pas" é batida ou não, não se pode deixar de relevar o gosto pessoal e as emoções próprias da intérprete. Ela canta isso divinamente! Vale o registro! E o que o fato dela optar em gravar, deveríamos deixar de ouvir a gravação eterna e inesquecível de Maysa?! Meu Deus! Ouçamos as duas, as três, porque Angela Ro Ro já gravou de forma espetacular também. Liberdade pra dentro e fora da cabeça!