Mauro Ferreira no G1

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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Gonzaguinha 'encarna' na pele de ator ao ser homenageado em prêmio no Rio

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945 - 1991), o Gonzaguinha, foi revivido mais uma vez pelo ato gaúcho Júlio Andrade. Aplaudido pela convincente interpretação do cantor e compositor carioca no filme Gonzaga - De pai para filho (Brasil, 2012) Andrade vestiu novamente a pele do artista na cerimônia da 27º edição do Prêmio da Música Brasileira, dirigida pelo empresário José Maurício Machline, criador da premiação existente desde 1987. À vontade da interpretação do texto escrito pela roteirista do evento, Zélia Duncan, o ator fez várias intervenções na cerimônia caracterizado como Gonzaguinha - como visto na foto de Caíque Cunha - e falando como se fosse o compositor. A cada aparição de Andrade-Gonzaguinha, a plateia de convidados foi sendo informada de passagens marcantes da vida e obra do artista. Mais tarde, quase ao fim da cerimônia, o ator ainda virou cantor e deu voz a uma música do compositor, Guerreiro menino (Um homem também chora) (Gonzaguinha, 1983), propagada há 33 anos na voz do cantor cearense Raimundo Fagner. Apresentada pela atriz Dira Paes, que ainda assumiu a pele de Dina (mãe adotiva de Gonzaguinha) em cena feita com o ator, a cerimônia do 27º Prêmio da Música Brasileira ratificou o talento versátil, imenso, de Júlio Andrade. Foi como se Gonzaguinha estivesse presente, como narrador,  na premiação em que foi homenageado.

3 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945 - 1991), o Gonzaguinha, foi revivido mais uma vez pelo ato gaúcho Júlio Andrade. Aplaudido pela convincente interpretação do cantor e compositor carioca no filme Gonzaga - De pai para filho (Brasil, 2012) Andrade vestiu novamente a pele do artista na cerimônia da 27º edição do Prêmio da Música Brasileira, dirigida pelo empresário José Maurício Machline, criador da premiação existente desde 1987. À vontade da interpretação do texto escrito pela roteirista do evento, Zélia Duncan, o ator fez várias intervenções na cerimônia caracterizado como Gonzaguinha - como visto na foto de Caíque Cunha - e falando como se fosse o compositor. A cada aparição de Andrade-Gonzaguinha, a plateia de convidados foi sendo informada de passagens marcantes da vida e obra do artista. Mais tarde, quase ao fim da cerimônia, o ator ainda virou cantor e deu voz a uma música do compositor, Guerreiro menino (Um homem também chora) (Gonzaguinha, 1983), propagada há 33 anos na voz do cantor cearense Raimundo Fagner. Apresentada pela atriz Dira Paes, que ainda assumiu a pele de Dina (mãe adotiva de Gonzaguinha) em cena feita com o ator, a cerimônia do 27º Prêmio da Música Brasileira ratificou o talento versátil, imenso, de Júlio Andrade. Foi como se Gonzaguinha estivesse presente, como narrador, na premiação em que foi homenageado.

Mauro Silva disse...


Gonzaguinha merece todas as homenagens possíveis!

Foi um grande cantor e compositor que passou como um cometa(muito rápido) para iluminar e acrescentar muito a nossa música popular Brasileira.
Eu tive a sorte de pegar um pouquinho da época dele em vida e conviver com o lançamento de alguns álbuns que eram consumidos de maneira imediata.Lembro de "Caminhos do Coração" de 1982, na vitrine da antiga loja Mesbla aqui em SP, foi um disco muito vendido. Lembro dele no Chacrinha também, era incrível as pessoas na platéia cantando aos berros as suas músicas.

A Obra de Gonzaguinha não tinha essa coisa chata de hoje, que separa o intelecto do popular, ele queria com a sua poesia ser popular mesmo e atingir o coração de diferentes pessoas, de diferentes culturas.
Tenho certeza que ele conseguiu isso!

Que saudade!
Salve Gonzaguinha :)

Rhenan Soares disse...

Achei fofinho, porque eu também sou fofo e fico sentimental com essas coisas, mas meio piegas, né? Apesar de o Julio ser ótimo e tudo. Dira idem.