Mauro Ferreira no G1

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Polysom e Discobertas (re)editam o compacto duplo lançado por Gil em 1963

Embora a discografia de Gilberto Gil comece a rigor em 1962, ano em que gravou compacto simples pela gravadora baiana JS Discos, o próprio artista baiano considera que seu real disco de estreia é o compacto duplo Gilberto Gil - Sua música, sua interpretação, gravado e lançado em 1963 pela mesma JS Discos. Com quatro músicas de autoria do então emergente cantor e compositor (Serenata de teleco-teco, Vontade de amar, Maria tristeza e Meu luar, minhas canções), o compacto está sendo reeditado pela Polysom no formato de vinil neste mês de junho de 2015 - com a capa e arte gráfica originais - em edição viabilizada através de parceria entre a fábrica e o selo Discobertas, de Marcelo Fróes, pesquisador musical carioca que desencavou nos anos 1990 essas gravações da pré-história musical de Gil, feitas numa época em que o artista ainda estava profundamente influenciado pela Bossa Nova e bem distante das experiência tropicalista que iria expandir o seu universo musical a partir de 1967.  Na época, o som de Gil era a bossa da Bahia.

7 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ Embora a discografia de Gilberto Gil comece a rigor em 1962, ano em que gravou compacto simples pela gravadora baiana JS Discos, o próprio artista baiano considera que seu real disco de estreia é o compacto duplo Gilberto Gil - Sua música, sua interpretação, gravado e lançado em 1963 pela mesma JS Discos. Com quatro músicas de autoria do então emergente cantor e compositor (Serenata de teleco-teco, Vontade de amar, Maria tristeza e Meu luar, minhas canções), o compacto está sendo reeditado pela Polysom no formato de vinil neste mês de junho de 2015 - com a capa e arte gráfica originais - em edição viabilizada através de parceria entre a fábrica e o selo Discobertas, de Marcelo Fróes, pesquisador musical carioca que desencavou nos anos 1990 essas gravações da pré-história musical de Gil, feitas numa época em que o artista ainda estava profundamente influenciado pela Bossa Nova e bem distante das experiência tropicalista que iria expandir o seu universo musical a partir de 1967. Na época, o som de Gil era a bossa da Bahia.

Mauro Silva disse...

Ah não Discobertas...Vinil NÃOOOOOOOO!!!! Relancem a obra do Gil em CD, aqueles Box's remasterizados em CD...que foram lançados são ótimos! Mas estão fora de catálogo a anos luz. Bem que eles poderiam voltar as lojas ou quem sabe uma caixa nova do Gil ??? O Gil merece e nós também merecemos :)

Rafael M. disse...

O compacto é ótimo, mas não vejo necessidade nenhuma de uma reedição do mesmo...

Vladimir disse...

Eu entendi bem? A gravação é em vinil? Por favor!!!

ADEMAR AMANCIO disse...

O ser humano caminha pra trás.Daqui a pouco vão lançar discos de goma-laca,liga de cera e o escambal.

Fabio Ferreira disse...

Fiquem com seus cd's e MP3, se não gostam de vinil e sim de som digital procurem outra matéria, pois o lugar de vcs felizmente não é aqui.

Mauro Silva disse...

O nosso lugar é aqui sim, estamos em 2015 e o Homem trabalhou muito pra chegar ao som puro, ao som digital, isso não pode ser ignorado. Quem quiser vinil vai no Sebinho comprar coisa 'véia' usada. É uma delícia escutar um trabalho antigo REMASTERIZADO EM CD, escutar a voz do artista sem nenhum tipo de estalinho ou ruído.Viva o CD e o som DIGITAL! Essa moda precária de vinil, vai passa e o dinheiro de vocês também vai passar, por que o preço dos 180gramas, é um assalto à mão armada. Mas é o preço que se paga... para quem quer ficar debruçado do passado, é um preço bemmmmmm alto. Dá tempo de olhar pra frente e investir em coisas mais importantes.