Mauro Ferreira no G1

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Janaina Fellini abre sua casa, construída por Villares e adornada por Letieres

Com capa criada pela artista gráfica Adriana Alegria a partir de ilustração de Pupillas, o segundo álbum da cantora paranaense Janaina Fellini, Casa aberta, chega ao mercado fonográfico neste mês de outubro de 2015. Produzido por Beto Villares e arranjado pelo maestro baiano Letieres Leite, o disco foi gravado com recursos obtidos no programa Rumos Itaú Cultural. A gravação foi feita ao longo de seis dias - de 19 a 25 de fevereiro deste ano de 2015 - em residência artística na chácara Asa Branca, situada em Campina Grande do Sul (PR), município do interior do Paraná. Além de produzir o disco, Villares pôs voz e violão em Árida (Janaina Fellini, Beto Villares, Estrela Leminski, Téo Ruiz e Bernardo Bravo), música composta durante a residência que gerou o disco, gravado com os músicos Alonso Figueroa (teclados e acordeom), Denis Mariano (bateria), Du Gomide (guitarra e viola), Glauco Solter (baixo) e Sérgio Monteiro Freire (sorpos). Já Letieres tocou flauta transversal em Preta (José Paes de Lira, 2006), música do repertório do extinto grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado, regravada por Janaina em Casa aberta entre duas releituras do cancioneiro do compositor paulista Itamar Assumpção (1949 - 2003) - Sutil (Itamar Assumpção, 1988) e Quem (Itamar Assumpção e Alice Ruiz, 1996) - e inéditas como Infinito efêmero (César Lacerda) e Promessa (Bruno Capinan e Luisão Pereira). A cantora também dá voz a uma música de Gilberto Gil lançada pelo grupo Doces Bárbaros em 1976, O seu amor. Eis, na ordem do disco, as dez músicas abrigadas pela artista em Casa aberta, álbum que sucede Janaina Fellini (Independente, 2012) na discografia da cantora, que debutou no mercado fonográfico há três anos:

1. Varanda (Alessandra Leão, 2009)
2. Infinito efêmero (César Lacerda, 2015)
3. O seu amor (Gilberto Gil, 1976)
4. Promessa (Bruno Capinan e Luisão Pereira, 2015)
5. É sempre bom se lembrar (Lucas Santtana, 2012)
6. Sol das lavadeiras (Zé Manoel e Mavi Pugliesi, 2012)
7. Árida (Janaina Fellini, Beto Villares, Estrela Leminski, Téo Ruiz e Bernardo Bravo, 2015)
8. Sutil (Itamar Assumpção, 1988)
9. Preta (José Paes de Lira, 2006)
10. Quem (Itamar Assumpção e Alice Ruiz, 1996)

3 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ Com capa criada pela artista gráfica Adriana Alegria a partir de ilustração de Pupillas, o segundo álbum da cantora paranaense Janaina Fellini, Casa aberta, chega ao mercado fonográfico neste mês de outubro de 2015. Produzido por Beto Villares e arranjado pelo maestro baiano Letieres Leite, o disco foi gravado com recursos obtidos no programa Rumos Itaú Cultural. A gravação foi feita ao longo de seis dias - de 19 a 25 de fevereiro deste ano de 2015 - em residência artística na chácara Asa Branca, situada em Campina Grande do Sul (PR), município do interior do Paraná. Além de produzir o disco, Villares pôs voz e violão em Árida (Janaina Fellini, Beto Villares, Estrela Leminski, Téo Ruiz e Bernardo Bravo), música composta durante a residência que gerou o disco, gravado com os músicos Alonso Figueroa (teclados e acordeom), Denis Mariano (bateria), Du Gomide (guitarra e viola), Glauco Solter (baixo) e Sérgio Monteiro Freire (sorpos). Já Letieres tocou flauta transversal em Preta (José Paes de Lira, 2006), música do repertório do extinto grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado, regravada por Janaina em Casa aberta entre duas releituras do cancioneiro do compositor paulista Itamar Assumpção (1949 - 2003) - Sutil (Itamar Assumpção, 1988) e Quem (Itamar Assumpção e Alice Ruiz, 1996) - e inéditas como Infinito efêmero (César Lacerda) e Promessa (Bruno Capinan e Luisão Pereira). A cantora também dá voz a uma música de Gilberto Gil lançada pelo grupo Doces Bárbaros em 1976, O seu amor. Eis, na ordem do disco, as dez músicas abrigadas pela artista em Casa aberta, álbum que sucede Janaina Fellini (Independente, 2012) na discografia da cantora, que debutou no mercado fonográfico há três anos:

1. Varanda (Alessandra Leão, 2009)
2. Infinito efêmero (César Lacerda, 2015)
3. O seu amor (Gilberto Gil, 1976)
4. Promessa (Bruno Capinan e Luisão Pereira, 2015)
5. É sempre bom se lembrar (Lucas Santtana, 2012)
6. Sol das lavadeiras (Zé Manoel e Mavi Pugliesi, 2012)
7. Árida (Janaina Fellini, Beto Villares, Estrela Leminski, Téo Ruiz e Bernardo Bravo, 2015)
8. Sutil (Itamar Assumpção, 1988)
9. Preta (José Paes de Lira, 2006)
10. Quem (Itamar Assumpção e Alice Ruiz, 1996)

Rafael M. disse...

Bonita capa do disco... Belo desenho...

BIGODE disse...

Eu não conheço essa cantora, mas achei essa capa linda demais, daquelas que dá vontade de ter o album só pela capa

Repertório interessante vou ouvir