Mauro Ferreira no G1

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sexta-feira, 8 de março de 2013

Ao gravar segundo CD solo, Ellen Oléria recebe Brown em música de Milton

 Cantora brasiliense que venceu a primeira edição do programa The voice Brasil, exibida pela TV Globo em 2012, Ellen Oléria foi contratada pela gravadora Universal Music e começou a gravar neste mês de março de 2013, no Rio de Janeiro (RJ), o segundo álbum solo de estúdio, o sucessor de Peça (Independente, 2009). Logo na primeira semana de gravação, a cantora recebeu no estúdio Carlinhos Brown - um dos jurados do The voice Brasil na primeira temporada desta moderna versão dos programas de calouros - para gravar dueto na música Aqui é o país do futebol, parceria de Milton Nascimento com Fernando Brant, lançada em 1970 na bela voz do próprio Milton.

7 comentários:

Mauro Ferreira disse...

Cantora brasiliense que venceu a primeira edição do programa The voice Brasil, exibida pela TV Globo em 2012, Ellen Oléria foi contratada pela gravadora Universal Music e começou a gravar neste mês de março de 2013, no Rio de Janeiro (RJ), seu segundo CD de estúdio, o sucessor de Peça (2009). Logo na primeira semana de gravação, a cantora recebeu no estúdio Carlinhos Brown - um dos jurados do The voice Brasil na primeira temporada desta moderna versão dos programas de calouros - para gravar dueto na música Aqui é o país do futebol, parceria de Milton Nascimento com Fernando Brant, lançada em 1970 na voz do próprio Milton.

Carla_ disse...

Estranho seria se não o convidasse.
Gosto da Ellen voz incrível.

Unknown disse...

Não assisti o programa e só fui ver a moça cantar depoies de "ganhada".

Detestei. Tem boa voz, é afinada, mas tem a mesma mania da Wanessa Jackson tem querer decalcar cantora de soul e R&B americana, uma coisa Aretha Franklin tupiniquim que me soa extremamente cansativa, gritada.

Por causa das Olérias da vida que cada vez mais gosto da Roberta Sá com aquela voz doce e brasileira. Sei que há detratores, mas Roberta Sá não ganhou o programa "Fama", mas levou o prêmio.

Maria disse...

Também não gosto de cantores brasileiros que cantam desse modo americanizado acho um saco!

Daniel disse...

Ela tem voz boa, mas o repertório é um saco. A Maria Christina deveria ter ganho, mas resolveu ser polêmica justo na final cantando Eu Comi a Madona, acho que o ato politico a fez perder o programa, haja vista que ela era bem mais carismatica e com repertorio mais popular. Independente disto, fará sucesso agora com padrinhos como Lulu Santos e Ana Carolina (além de Luiza Possi, Gadu e outros amigos de antes).

Daniel disse...

PS: Mauro se acha a versão brasileira interessante, mudaria sua visão ao ver a versao australiana ou até mesmo a americana. Além da produçao inegavelmente melhor quanto a estrutura de palco, convidados e tudo mais. Os técnicos sao bem mais entrosados, organizados e informados (todos entendem mesmo de musica e fazem comentários pertinentes...o Daniel ou ficava calado ou vinha com aquele papo do coraçao...), e lá fora há de fato um embate pelos melhores participantes, eles argumentam, discutem...na ediçao brasileira, era muito um clima de tanto faz, de tá tudo lindo. Além do mais, nos outros paises os técnicos eram realmente mentores, escolhiam todas as musicas e detalhes das aprsentaçoes...no Brasil parece que depois cada um cantava o que queria. No fim tava um saco, em plena final eles cantando uns sambas desconhecidos estranhos, eita falta de feeling artistico. Vídeo da Australia que exemplifica a o abismo (detalhe que nenhum desses dois chegou sequer à final, tamanho o nivel de lá)

http://www.youtube.com/watch?v=siK5jI-4aGU

agora aqui o video da primeira audição da vencedora...todas as cadeiras viradas em 5 segundos
http://www.youtube.com/watch?v=L-QdjnA2vtI

KL disse...

o problema maior está no fato de, no Brasil, imperar um racismo velado absurdo, que trata o artista negro com desprezo. Na maioria das vezes, está nas entrelinhas que o negro deve cair no sambão. O que é um absurdo. A saída é mesmo radicalizar adotando um repertório cool, uma interpretação contida, bons arranjadores e, principalmente, boas canções - o que está cada vez mais difícil, pois hoje não se salva ninguém no panorama da mpb, nem brancas-xerox-de-Marisa-Monte-sabor-alface nem glamourosas negras-chocolate. Boa sorte, Oléria!