Mauro Ferreira no G1

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Fagner e Wanderléa cantam álbuns dos 70 em shows que serão gravados

Atrações da 9ª edição da Virada Cultural de São Paulo (SP), os shows em que Fagner e Wanderléa cantam os repertórios de álbuns marcantes em suas carreiras - Manera Fru Fru, manera (1973) no caso do artista cearense e ...Maravilhosa (1972) no caso da cantora - vão ganhar registro ao vivo feito pelo Canal Brasil para posterior exibição dos shows na TV e para gerar edição de CD e DVD. Produzidos por Thiago Marques Luiz, ambos os shows vão ser apresentados no Teatro Municipal de São Paulo. O de Fagner - agendado para as 21h de sábado, 18 de maio de 2013 - vai contar com as participações de Zeca Baleiro e Zélia Duncan. Músicas inéditas da época da gravação do histórico primeiro álbum do artista - descobertas recentemente - poderão integrar o roteiro. Já o show em que Wanderléa vai reviver o álbum que marcou sua fase de desbunde - o disco com o qual a artista rompeu com a imagem da Ternurinha propagada na Jovem Guarda - vai ser feito com banda de 11 músicos e figurinos da época. O show da cantora está programado para as 9h da manhã de domingo, 19 de maio.

7 comentários:

Mauro Ferreira disse...

Atrações da 9ª edição da Virada Cultural de São Paulo (SP), os shows em que Fagner e Wanderléa cantam os repertórios de álbuns marcantes em suas carreiras - Manera Fru Fru, manera (1973) no caso do artista cearense e ...Maravilhosa (1972) no caso da cantora - vão ganhar registro ao vivo feito pelo Canal Brasil para posterior exibição dos shows na TV e para gerar edição de CD e DVD. Produzidos por Thiago Marques Luiz, ambos os shows vão ser apresentados no Teatro Municipal de São Paulo. O de Fagner - agendado para as 21h de sábado, 18 de maio de 2013 - vai contar com as participações de Zeca Baleiro e Zélia Duncan. Músicas inéditas da época da gravação do histórico primeiro álbum do artista - descobertas recentemente - poderão integrar o roteiro. Já o show em que Wanderléa vai reviver o álbum que marcou sua fase de desbunde - o disco com o qual a artista rompeu com a imagem da Ternurinha propagada na Jovem Guarda - vai ser feito com banda de 11 músicos e figurinos da época. O show da cantora está programado para as 9h da manhã de domingo, 19 de maio.

Geraldo disse...

Além das músicas conhecidas, Fagner gravou Caixa de Segredos, Romanza (que fez parte do disco Orós de 77), O Canto da Ema, Quatro graus e Amém Amém. Seria muito bom ouvir alguma dessas músicas no show. Aliás, será muito bom ver o show Manera Fru Fru.

Geraldo disse...

A ideia de Fagner cantando o repertório de Manera Fru Fru é muito boa. São deste LP músicas definitivas a exemplo de Canteiros, Penas do Tiê, Mucuripe, Cavalo Ferro, O ÚLtimo Pau de Arara. Também um poema de Patativa do Assaré (SIna), dois duetos com Nara Leão, uma regravação de uma versão de Erasmo Carlos (Nasci para chorar)... O fato de Fagner se dispor a mergulhar neste repertório é algo louvável. Das sobras do Manera, vale destacar a inédita Caixa de Segredos (parceria de Fagner com Belchior), Romanza (que acabou entrando no disco Orós de 77), Amém Amém, Quatro Graus (as duas saíram num compacto lançado antes do Manera Fru Fru) e O canto da Ema (do repertório de Jackson do Pandeiro, fonograma nunca lançado). Enfim, ao mergulhar no repertório do início da carreira, poderá haver uma saudável renovação no set list dos shows de Fagner.

Coisas do Sertão disse...

Emanuel Andrade disse

Moto I também é de arrebentar. Mas melhor ainda seria se entrassem os clássicos do disco que tem Conflito e Ave Noturna pra incrementar o repertório.

lurian disse...

Sou fã dessa fase de Wanderléa. Quanto a Fagner, é seu melhor momento.

Eduardo Cáffaro disse...

Que legal, mas tadinha da Wandoca, fazer show as 9 da manhã ? ninguém merece né ? devia ser pelo menos a tarde.

Rafael disse...

Achei interessantíssima a ideia de se fazer um registro ao vivo desses 2 emblemáticos discos desses grandes artistas. Espero que ideias tão boas como essas se estendem a discos como "Transa", do Caetano, "Expresso 2222", do Gil, e a tantos outros discos clássicos do cancioneiro popular nacional.