Mauro Ferreira no G1

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Segundo álbum solo de Gal Costa vai ser reeditado em vinil via Polysom

Segundo álbum solo de Gal Costa, o roqueiro e psicodélico Gal - disco lançado em 1969 pela Philips - está de volta ao formato original de LP. A Polysom produziu reedição em vinil de 180 gramas - prevista para chegar ao mercado fonográfico neste mês de setembro de 2014 - deste antológico álbum gravado pela cantora baiana sob direção musical do maestro carioca Rogério Duprat (1932 - 2006). Duprat é o autor dos arranjos de músicas como Cinema Olympia (Caetano Veloso) - composição que abre o disco em clima roqueiro, com o canto de Gal em tom janisjopliano - e Tuareg (Jorge Ben Jor), tema incluído pela cantora no seu atual show Espelho d'Água. Imerso no universo tropicalista, Gal é o álbum em que a cantora gravou pela primeira vez Meu nome é Gal, música feita por Roberto Carlos e Erasmo Carlos para a artista.

3 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ Segundo álbum solo de Gal Costa, o roqueiro e psicodélico Gal - disco lançado em 1969 pela Philips - está de volta ao formato original de LP. A Polysom produziu reedição em vinil de 180 gramas - prevista para chegar ao mercado fonográfico neste mês de setembro de 2014 - deste antológico álbum gravado pela cantora baiana sob direção musical do maestro carioca Rogério Duprat (1932 - 2006). Duprat é o autor dos arranjos de músicas como Cinema Olympia (Caetano Veloso) - composição que abre o disco em clima roqueiro, com o canto de Gal em tom janisjopliano - e Tuareg (Jorge Ben Jor), tema incluído pela cantora no seu atual show Espelho d'Água. Imerso no universo tropicalista, Gal é o álbum em que a cantora gravou pela primeira vez Meu nome é Gal, música feita por Roberto Carlos e Erasmo Carlos para a artista.

ADEMAR AMANCIO disse...

Eu já disse,e vou repetir.A regravação de "Meu nome é Gal" de 79 é infinitamente melhor.E Cinema Olympia,em que pese a perfeição de Gal,quem deu o recado definitivo foi Elis Regina.É claro que é só uma opinião - não decretei nenhuma sentença.

Mauro Silva disse...

Gente, considerando e respeitando os gostos de cada um, eu não troco a versão remasterizada em CD dos discos da Gal por nada deste mundo. O Projeto do Marcelo Fróes do Box da Gal de 2010 é impecavél, com total fidelidade aos discos originais da cada época.Trazendo encarte, contra-capa e até mesmo encarte do vinil que foi lançado. Além do som remasterizado que traz aquela pureza e transparência em cada disco. Quando vou as lojas comprar CD, converso com os vendedores dessas lojas que também vendem vinil e vejo que o público que consome vinil de 180g é a moçada de hoje. Por que quem teve o vinil na época,e viveu a época do vinil(que foi muito bom, mas já foi), hoje tem o "deleite" desses Box's que são lançados com a discografia REMASTERIZADA de cada artista. O CD quando surgiu no fim da década de 80 aqui no Brazil era muito ruim, mas no fim da década de 90 pra virada de 2000, isso melhorou muito, esses processos de remasterização deixou os graves e toda a instrumentação com uma base perfeita para a qualidade da música, é claro que estou falando de um CD original e não de MP3 ou músicas baixadas da internet.Acredito que essa questão de Vinil e CD se prende ao gosto particular de cada um e não mais a uma discussão do que é melhor ou pior :)