Mauro Ferreira no G1

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Terceiro álbum de Ed Motta, 'Entre e ouça', retorna em vinil via Polysom

Terceiro álbum do cantor, compositor e músico carioca Ed Motta, Entre e ouça - disco lançado em 1992 pela Warner Music - ganha reedição em formato de vinil. Editado na série Clássicos em vinil, da Polysom, o LP vai chegar ao mercado fonográfico em novembro de 2014. Com dez músicas autorais, como Noir em tons pastéis e O nu que valeEntre e ouça foi álbum produzido pelo próprio Ed ao lado de Bom Bom, guitarrista e baixista da banda Conexão Japeri, com a qual o cantor se lançou no mundo da música em 1988 com o álbum que emplacou hits como Manuel e Vamos dançar. Em Entre e ouça, Ed Motta fez uso pela primeira vez de instrumentos de toque vintage - opção que seria recorrente em sua futura discografia.

4 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ Terceiro álbum do cantor, compositor e músico carioca Ed Motta, Entre e ouça - disco lançado em 1992 pela Warner Music - ganha reedição em formato de vinil. Editado na série Clássicos em vinil, da Polysom, o LP vai chegar ao mercado fonográfico em novembro de 2014. Com dez músicas autorais, como Noir em tons pastéis e O nu que vale, Entre e ouça foi álbum produzido pelo próprio Ed ao lado de Bom Bom, guitarrista e baixista da banda Conexão Japeri, com a qual o cantor se lançou no mundo da música em 1988 com o álbum que emplacou hits como Manuel e Vamos dançar. Em Entre e ouça, Ed Motta fez uso pela primeira vez de instrumentos de toque vintage - opção que seria recorrente em sua futura discografia.

Felipe dos Santos disse...

Sério candidato a melhor trabalho do dito cujo, na minha opinião - mas não sei escolher entre esse, "Um contrato com Deus" e "Manual prático...". Também marca o começo das músicas instrumentais em que Ed só faz uso dos scats, aquilo do "ed-mottês", em "Noir em tons pastéis".

Aliás, Ed Motta esteve tocando "Se até as onze", faixa que fecha o disco, com KL Jay (Racionais) nas picapes, esses tempos.

Quando o trabalho foi relançado em CD, em 2001, naquela série "Arquivos Warner", monitorada por Charles Gavin, teve umas faixas bônus interessantes, coisas gravadas num show em Paris e até demos. Papas finas.

Felipe dos Santos Souza

Mauro Silva disse...

Ed Motta é muito fraquinho, não tem personalidade musical...ele vive na "sombra" daqueles discos antigos que ele coleciona, mas tá longe...muito longe de ter o talento do Tio, não que ele tenha que ser um outro Tim Maia não é isso, a questão é que o Tim Maia tinha talento e ele não tem talento, só forçação de barra :(

Fernando Sobreira Rala disse...

De fraco esse chapa de fato não tem nada bixo. Pra mim esse é o melhor álbum dele, super musical e o que mais me agrada o timbre desse disco é muito massa, não só os instrumentos vintage mas a mix dele tem um som quente bem valvuladão !! com um chiado de fita lindão nos silêncios. Mas é ai que o bicho pega... Polysom... sera?? comprei a reedição do "Afrociberdelia" Nação Zumbi e "Maria Fumaça" da banda Black Rio. Cara que master zuada, o timbre é longe de ser gostoso, os dois discos não tocam legal e são irritantes. esses 180g é fachada... podia ser 1Kg a prensagem é tosca. Vale lembrar que os masters são digitais (o que não é novidade na grande maioria das reedições) mas uma coisa é certa vontade não falta de experimentar "isso daai"