Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


sábado, 18 de janeiro de 2014

Após o Carnaval, Vanessa da Mata lança disco de inéditas feito em 2012

Vanessa da Mata vai lançar neste primeiro semestre de 2014, com distribuição da Sony Music, o disco de inéditas autorais que gravou no segundo semestre de 2012 entre Brasil e Estados Unidos. Uma primeira música vai ser lançada ainda neste mês de janeiro. Produzido por Kassin com Liminha, o álbum seria lançado em 2013, mas foi arquivado pela cantora e compositora mato-grossense para dar vez ao CD Vanessa da Mata canta Tom Jobim, registro (de estúdio) do show com o qual a artista percorreu o Brasil ao longo de 2013. Concluído em dezembro de 2012, o álbum - sétimo título da discografia da cantora - está sendo remexido pela artista e teve o repertório alterado. Vanessa voltou ao estúdio para gravar músicas inéditas que compôs ao longo de 2013. Essas músicas novas entrarão no lugar de algumas faixas gravadas em 2012.

14 comentários:

Mauro Ferreira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fa Numero 1 disse...

AAA vc sabia que o Disco do Tom é o um dos mais vendidos em 2013, concorrendo com Pagodes Anittas Padres e afins !!! Orgulhos não ??? fica a dica Muhaaa

aguiar_luc disse...

Glória Glória Aleluia! Esse foi um parto complicado! Adoro a Vanessa e o Tom Jobim, porém esse Projeto foi tão sem emoção!
Não achei a Vanessa tão a vontade nele!
Esperando novo show, já que DVD do Bolos, bicicletas e outras alegrias não rolou!

Mauro Ferreira disse...

Sim, Aguiar, Vanessa tem dois shows gravados (o do 'Bicicletas', no Vivo Rio) e o do Tom Jobim (na Praia de Ipanema). Mas tem optado por discos de estúdio - o que eu particularmente acho uma decisão acertada. Abs, MauroF

ADEMAR AMANCIO disse...

Vanessa cantando Tom, vendeu bem?Milagres acontecem.

Estalactites hemorrágicas disse...

Concordo com vc Mauro.
Vanessa deve gravar SEMPRE em estúdio, por que ao vivo é tão expressiva quanto uma caixa de papelão com produtos da Natura e, além do mais, desafina e pedala igual a uma bicicleta ladeira abaixo.

Ricardo Sérgio

Mauro Ferreira disse...

Bom, Ricardo, lendo seu comentário, acho que não me fiz entender no meu. Gosto de Vanessa ao vivo (ela já teve ótimas resenhas de shows aqui no Notas Musicais). Quando falei em 'decisão acertada', quis dizer que acho que tem muita gravação ao vivo no mercado fonográfico. A maioria é redundante. Na minha opinião, um artista deve intercalar a edição de um DVD com pelo menos três discos de estúdio. Isso vale para Vanessa ou para qualquer outro cantor. Abs, MauroF

Rhenan Rodrigo disse...

Não vejo nenhum problema com os registros audiovisuais, ainda que redundem. É bastante democrático, aliás. Vanessa ao menos ainda grava (para posteridade?), e os que sequer produzem esses arquivos?

Acho uma pena que se perca tanta coisa. Tudo deveria ser excessivamente documentado! Este país já é desmemoriado o bastante.

O que se deveria dispensar é a pompa com que esses lançamentos são feitos.

Rhenan Rodrigo disse...

Não vejo nenhum problema com os registros audiovisuais, ainda que redundem. É bastante democrático, aliás. Vanessa ao menos ainda grava (para posteridade?), e os que sequer produzem esses arquivos?

Acho uma pena que se perca tanta coisa. Tudo deveria ser excessivamente documentado! Este país já é desmemoriado o bastante.

O que se deveria dispensar é a pompa com que esses lançamentos são feitos.

Victor Moraes, disse...

Acho que Vanessa fica ótima no autotune. Ao vivo também não gosto muito, como na maioria dos comentários aqui.
Com o Mário concordo sob a redundância dos discos ao vivo - para todos os artistas. Acho CD ao vivo até preguiçoso, as mesmas músicas se repetindo em infinitas captações.
Já o DVD acho sempre válido o registro de um show quando o conceito estético muda de uma turnê para outra. Mas, desnecessário o CD vir junto quando o repertório não é todo inédito (como o Viva Elis e o Viva Tom, se a Vanessa desse conta como a Maria Rita). Enfim, sou averso ao cd ao vivo nos demais casos.

Sobre o assunto principal, espero que os produtores não tentem fazer o disco "Sim" pela terceira vez (porque "bolos, bicicletas" já foi uma tentativa)

Victor Moraes, disse...

Acho que Vanessa fica ótima no autotune. Ao vivo também não gosto muito, como na maioria dos comentários aqui.
Com o Mário concordo sob a redundância dos discos ao vivo - para todos os artistas. Acho CD ao vivo até preguiçoso, as mesmas músicas se repetindo em infinitas captações.
Já o DVD acho sempre válido o registro de um show quando o conceito estético muda de uma turnê para outra. Mas, desnecessário o CD vir junto quando o repertório não é todo inédito (como o Viva Elis e o Viva Tom, se a Vanessa desse conta como a Maria Rita). Enfim, sou averso ao cd ao vivo nos demais casos.

Sobre o assunto principal, espero que os produtores não tentem fazer o disco "Sim" pela terceira vez (porque "bolos, bicicletas" já foi uma tentativa)

Victor Moraes, disse...

Acho que Vanessa fica ótima no autotune. Ao vivo também não gosto muito, como na maioria dos comentários aqui.
Com o Mário concordo sob a redundância dos discos ao vivo - para todos os artistas. Acho CD ao vivo até preguiçoso, as mesmas músicas se repetindo em infinitas captações.
Já o DVD acho sempre válido o registro de um show quando o conceito estético muda de uma turnê para outra. Mas, desnecessário o CD vir junto quando o repertório não é todo inédito (como o Viva Elis e o Viva Tom, se a Vanessa desse conta como a Maria Rita). Enfim, sou averso ao cd ao vivo nos demais casos.

Sobre o assunto principal, espero que os produtores não tentem fazer o disco "Sim" pela terceira vez (porque "bolos, bicicletas" já foi uma tentativa)

Victor Moraes, disse...

Acho que Vanessa fica ótima no autotune. Ao vivo também não gosto muito, como na maioria dos comentários aqui.
Com o Mário concordo sob a redundância dos discos ao vivo - para todos os artistas. Acho CD ao vivo até preguiçoso, as mesmas músicas se repetindo em infinitas captações.
Já o DVD acho sempre válido o registro de um show quando o conceito estético muda de uma turnê para outra. Mas, desnecessário o CD vir junto quando o repertório não é todo inédito (como o Viva Elis e o Viva Tom, se a Vanessa desse conta como a Maria Rita). Enfim, sou averso ao cd ao vivo nos demais casos.

Sobre o assunto principal, espero que os produtores não tentem fazer o disco "Sim" pela terceira vez (porque "bolos, bicicletas" já foi uma tentativa)

Fabio disse...

Não tem como deletar esses posts repetidos???