♪ Posta nas lojas pela gravadora Som Livre neste mês de março de 2015, a coletânea É festa funk - Non-stop junta no disco - e na pista - gravações de nomes como Anitta, Koringa, Ludmilla, Naldo Benny e até Sandra de Sá. Pioneira voz feminina dos bailes da pesada, a cantora carioca figura na compilação em Freneticão, fonograma dividido por Sandra com DJ Detonna, seu parceiro no tema. Já Anitta abre a compilação com Na batida (Jefferson Junior, Umberto Tavares e Anitta), hit de seu segundo álbum de estúdio, Ritmo perfeito (Warner Music, 2014). Ludmilla aparece na seleção com Sem querer, música de autoria da própria Ludmilla. Já Naldo Benny comparece com Te pego de jeito. Por sua vez, Koringa é o único nome ouvido em duas músicas, de sua autoria, Dance mais um pouco e Ostentando o amor, esta gravada com MC Bola. A festa funk também é animada ao som de fonogramas de MC Sapão (Doidelícia, de Sapão e Thiago Alves) e Mali (Se prepara, de Mali), entre outros nomes associados ao funk carioca de tonalidade mais pop e popular.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Jane dá voz a uma canção de Fátima Guedes em gravação para CD de Navas
♪ A cantora paraense Jane Duboc gravou hoje à tarde no Drum Studio, no Rio de Janeiro (RJ), sua participação no décimo álbum do cantor paulistano Carlos Navas, Crimes de amor, já em fase de finalização. Na gravação realizada na tarde desta sexta-feira, 27 de março de 2015, Jane fez dueto com Navas em canção de Fátima Guedes, Óbvio, lançada na voz da cantora Juliana Martins em disco de 2003. Com som calcado nas cordas de violões e contrabaixos, o CD Crimes de amor tem lançamento previsto para maio, em edição independente que será distribuída pela Tratore. O disco tem 13 músicas.
Dez inéditas autorais vão dar na praia do terceiro álbum do carioca Cícero
♪ Com foto de Daryan Dornelles na capa, o terceiro álbum do cantor e compositor carioca Cícero, A praia, já está disponível para download gratuito e legalizado no site oficial do artista. Sucessor de Sábado (Deck, 2013), A praia alinha dez músicas inéditas e autorais formatadas pelo próprio Cícero nos estúdios El Rocha (em São Paulo - SP) e Tambor (no Rio de Janeiro - RJ) em produção dividida com Bruno Schulz. Cícero assina todas as músicas e letras de A praia. Pela ordem do CD lançado nesta última semana de março de 2015, as dez músicas de A praia são Frevo por acaso nº 2, A praia, Camomila, De passagem, O bobo, Soneto de Santa Cruz, Isabel (Carta de um pai aflito), Albatroz, Cecília & a máquina e Terminal Alvorada. O álbum sai pela Deck.
Kim Lírio assina com Universal Music para lançar CD com Santa Hellena
♪ Finalista da terceira temporada no programa The Voice Brasil, o cantor e compositor gaúcho Kim Lírio assinou esta semana o contrato que acordara com a gravadora Universal Music após a final do reality musical exibido pela TV Globo em 2014. Esse contrato prevê a edição pela Universal Music do CD gravado por Lírio com a banda gaúcha Santa Hellena desde fevereiro deste ano de 2015 no estúdio Soma, em Porto Alegre (RS). O repertório do disco de Kim Lírio & Santa Hellena inclui uns covers entre músicas autorais. Seguem a guerra e Viver por viver figuram entre as músicas autorais do disco. Lírio faz som calcado no rock, como mostrou ao público do The Voice.
quinta-feira, 26 de março de 2015
Com o fado na ponta da língua lusa, Jussara se banha em águas límpidas
Título: Água lusa
Artista: Jussara Silveira (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Theatro Net Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 23 de março de 2015
Cotação: * * * *
♪ Foi na penumbra que Jussara Silveira abriu a apresentação carioca do show Água lusa cantando um dos mais belos fados de todos os tempos, Foi Deus (Alberto Janes, 1952), com sua voz límpida sendo emoldurada somente pelos sons sintetizados tirados pelo pianista Sacha Ambach dos teclados. Ali, naquele pungente número inicial, a cantora mineira (de vivência baiana) já ganhou o público que foi na noite de 23 de março de 2015 ao Theatro Net Rio, no Rio de Janeiro (RJ), assistir à estreia carioca do show baseado no disco Água lusa (Dubas Música / Universal Music, 2013). Neste álbum, Jussara se banhou de portugalidade ao dar sua voz a fados e a canções portuguesas que têm em comum o fato de terem versos do poeta Tiago Torres da Silva. Compositor, Tiago pôs novas letras em melodias de fados tradicionais como o Fado Margaridas, tema dos anos 1930 que, desde 2013, passou a se chamar também Na companhia de fadistas por conta da parceria póstuma de Tiago com o compositor português Miguel Ramos (1904 - 1982) lançada por Jussara no disco. Em cena, tendo como mote a própria língua portuguesa, Água lusa também abarca músicas brasileiras e temas angolanos gravados pela cantora em seus álbuns Ame ou se mande (Joia Moderna, 2011) e Flor bailarina (Maianga Discos, 2012), respectivamente. Uma das grandes cantoras do Brasil, Jussara Silveira não canta fado em tom magoado de dor e de pranto. Ao contrário, seu canto é delicado, mas, pelo filtro dessa suavidade, passam os sentimentos contidos em versos como os de Tenho dó das estrelas, escritos pelo poeta português Fernando Pessoa (1888 - 1935) e recentemente musicados pelo compositor paulista José Miguel Wisnik para feitura de canção de 2011, levada por Jussara no ritmo da morna, ritmo de Cabo Verde, país africano que se avizinha do Brasil pela lusofonia. Mesmo que tenha tropeçado nos versos da canção A voz do coração (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 2011) e do fado Beijo alentejano (Carlos Gonçalves e Tiago Torres da Silva, 2013), Jussara jamais deixou de se portar em cena como a grande cantora que sempre foi. Jussara nunca perdeu a classe em cena, seja cantando clássico fado-canção como Confesso (José Galhardo e Frederico Valério, 1952), número feito sem a percussão sutil de Marcelo Costa, seja caindo no semba angolano em temas como Canta meu semba (Paulo Flores, 1996). Número de voz e piano (o de Sacha Amback), O mar fala de ti (Ernesto Leite e Tiago Torres da Silva, 2013) engoliu com sua beleza pungente qualquer eventual resistência dos espectadores ao nobre repertório português reunido por Jussara em roteiro que somente pareceu sair do tom em Babylon (Zeca Baleiro, 2000), já que a prosódia informal da canção de Baleiro se banha em outra praia, mais pop. Babylon foi um dos números cantados por Jussara com Emanuelle Araújo, convidada da apresentação carioca de Água lusa. Fora das águas movidas por seu grupo Moinho, a baiana Emanuelle mostrou boa presença vocal e cênica no canto de Doce esperança (Roberto Mendes e J. Velloso, 1992). O violonista Fabio Nin também entrou em cena, a partir de Meu amor abre a janela (Fado Santa Luzia) (Armando Machado e Tiago Torres da Silva, 2013), e permaneceu no palco na maior parte dos números, ajudando Jussara a harmonizar fados, canções e sembas com unidade, delicadeza e até algum humor, detectável no maroto Fado da contradição (João Nobre e Lourenço Rodrigues, 1957), tema do repertório da fadista Hermínia Silva (1907 - 1993). No fim, quando arrematou o bis com citação a capella de Maria particularmente (Luiz Melodia, 1991) quando já estava saindo de cena, Jussara Silveira sintetizou o espírito do show. Em Água lusa, o fado esteve (quase sempre) na ponta da língua (lusa) e o samba - ou o semba... - na ponta do pé, emergindo de águas límpidas.
'Água lusa' de Jussara abarca Brasil, Angola e Emanuelle na cena do Rio
♪ Álbum lançado por Jussara Silveira há dois anos, Água lusa (Dubas Música / Universal Music, 2013) tem se esparramado pela cena nacional em belo show cujo roteiro abarca as músicas brasileiras do disco Ame ou se mande (Joia Moderna, 2011) e os temas angolanos do CD Flor bailarina (Maianga Discos, 2012) em arco que se completa pelo repertório ter em comum a língua portuguesa. No Rio de Janeiro (RJ), onde o show Água lusa aportou pela primeira vez no cais do Theatro Net Rio na noite da última segunda-feira, 23 de março de 2015, a cantora mineira (de criação baiana) misturou músicas desses seus três últimos álbuns em roteiro que também trouxe para a cena a voz da atriz e cantora baiana Emanuelle Araújo, convidada de Doce esperança (Roberto Mendes e J. Velloso, 1992) e de Babylon (Zeca Baleiro, 2000). No bis, Emanuelle voltou a se juntar com Jussara - e com o trio formado pelos músicos Fabio Nin (violão), Marcelo Costa (percussão) e Sacha Ambach (teclados) - para cantar o fado Coimbra (É uma lição) (José Galhardo e Raul Ferrão, 1947). Sagaz citação a capella de Maria particularmente, música lançada por Luiz Melodia em seu álbum Pintando o sete (PolyGram, 1991), arrematou e de certa forma sintetizou a costura do repertório do belo show em que a cantora une Portugal, Brasil e Angola. Eis o roteiro seguido por Jussara Silveira - com Emanuelle Araújo na foto de Rodrigo Goffredo - na estreia carioca de Água lusa no Theatro Net Rio, no Rio de Janeiro (RJ), em 23 de março de 2015:
1. Foi Deus (Alberto Janes, 1952)
2. A voz do coração (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 2001)
3. Ifá (Cezar Mendes e José Carlos Capinam, 2011)
4. Tenho dó das estrelas (José Miguel Wisnik sobre poema de Fernando Pessoa, 2011)
5. Na companhia de fadistas (Fado Margaridas) (Miguel Ramos e Tiago Torres da Silva, 2013)
6. Meu amor abre a janela (Fado Santa Luzia) (Armando Machado e Tiago Torres da Silva, 2013)
7. Uma canção por acaso (Pedro Jóia e Tiago Torres da Silva, 2005)
8. Confesso (José Galhardo e Frederico Valério, 1952)
9. O mar fala de ti (Ernesto Leite e Tiago Torres da Silva, 2013)
10. Beijo alentejano (Carlos Gonçalves e Tiago Torres da Silva, 2013)
11. Fado da contradição (João Nobre e Lourenço Rodrigues, 1957)
12. Doce esperança (Roberto Mendes e J. Velloso, 1992) - com Emanuelle Araújo
13. Babylon (Zeca Baleiro, 2000) - com Emanuelle Araújo
14. Canta meu semba (Paulo Flores, 1996)
15. Lemba (José Manuel Canhanga, 2006)
16. Ramiro (Givago, 1989)
17. Cantiga do ladrão (Rão Kyao e Tiago Torres da Silva, 2013)
Bis:
18. Nem às paredes confesso (Artur Ribeiro, Francisco Ferrer Trindade e Maximiano de Souza, 1957)
19. Coimbra (É uma liçao) (José Galhardo e Raul Ferrão, 1947) - com Emanuelle Araújo
20. Maria particularmente (Luiz Melodia, 1991)
Disco roqueiro de inéditas, 'Dia 16' repõe Odair José no seu devido lugar
Resenha de CD
Título: Dia 16
Artista: Odair José
Gravadora: Saravá Discos
Cotação: * * * 1/2
Título: Dia 16
Artista: Odair José
Gravadora: Saravá Discos
Cotação: * * * 1/2
♪ Antes minimizado pela crítica elitista que nos anos 1970 julgava tudo e todos pelos padrões estéticos da MPB, hoje superestimado por conta de aura cult que encobre os vícios de seu cancioneiro às vezes repetitivo, o cantor e compositor goiano Odair José alcança bom momento artístico com seu álbum de inéditas Dia 16, lançado neste mês de março de 2015 pelo selo Saravá Discos, de Zeca Baleiro. Produzido por Alexandre Fontanetti, o disco repõe Odair no seu devido lugar com 12 canções inéditas e autorais compostas com a simplicidade de sempre e gravadas com espírito roqueiro. Aos 66 anos, o ídolo das empreguetes da década de 1970 faz pulsar novamente a veia roqueira que, com maior ou menor força, bombava nos discos feitos por Odair em seus áureos tempos, sobretudo no ambicioso álbum O filho de José e Maria (RCA-Victor, 1977), concebido como ópera-rock. Não por acaso, uma música composta para este (comercialmente) fracassado disco de 1977, mas descartada na seleção final, Fera, reaparece em Dia 16 com sutil acento bluesy e com a pegada roqueira que é amplificada na música-título Dia 16. Em Fera, Odair fala de sexo ("Seu amor é tão gostoso") da forma direta com que sempre abordou temas-tabus em suas músicas. Em Dia 16, um dos assuntos em pauta é a paixão de homens velhos por mulheres jovens. Odair parte em defesa dos tiozinhos na canção cujo título, A moça e o velho, já exemplifica a habilidade do compositor de ir sempre direto ao ponto, sem fazer rodeios em suas letras escritas sem metáforas. Por mais que traga no repertório eventuais rocks como Começar do zero, faixa que ecoa influências de Erasmo Carlos e Paul McCartney na obra do artista, Dia 16 é, em essência, um disco em que o rock está mais presente em espírito jovial do que pelo toque das guitarras (também presentes, diga-se). As canções dominam o repertório de tom pop radiofônico. Conduzida pela levada do ukelele tocado pelo produtor Alexandre Fontanetti, Encontro vislumbra bonanças em verso feito em tom de autoajuda ("Depois de todo deserto, sempre tem um jardim"). Se Cores tem tonalidades solares, avisando no arremate do disco que é tempo de amor, Me desculpe se revela a clássica balada banhada por lágrimas de trivial chororô romântico. Com mais atitude na letra, Odair afasta o sofrimento de amor na melodiosa balada Sai de mim. Já Morro do Vidigal é flash nostálgico que rememora, em clima folk, amor vivido na comunidade da cidade do Rio de Janeiro (RJ) que dá nome à balada. Há também toque de folk em Deixa rolar, composição na qual Odair receita dicas de bem-viver. Mais melancólica, Lembro é canção impregnada de nostalgia em que o artista expia a dor da saudade da mãe com lembranças dos carinhos da infância. Já Sem compromisso celebra a música influente do cantor e compositor norte-americano Roy Orbinson (1936- 1988) mais para o country do que para o rockabilly. Enfim, Dia 16 prova que ainda há inspiração no calendário de Odair José. Sem trair a ideologia do artista, o disco sinaliza que o cantor permanece em ebulição, embora já acomodado em seu devido lugar.
Eis as faixas do CD gravado ao vivo por Roberto em show em Las Vegas
♪ Canção norte-americana composta por Jimmy McHugh (1894 - 1969) com letra de Dorothy Fields (1905 - 1974), lançada há 80 anos no filme Às oito em ponto (Estados Unidos, 1935) e desde então regravada por alguns dos maiores cantores dos Estados Unidos e da Europa, o standard I'm in the mood for love ganha a voz de Roberto Carlos. Ao lado do samba-exaltação Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939), enfim registrado em disco pelo cantor capixaba, I'm in the mood for love é a maior novidade do CD e DVD Roberto Carlos em Las Vegas. O CD duplo chega ao mercado fonográfico a partir de 7 de abril de 2015 com distribuição da Sony Music. O DVD correspondente sai na sequência, ainda no mês de abril. Eis, na ordem do CD, a disposição das músicas captadas ao vivo no show de repertório poliglota feito por Roberto Carlos na MGM Gran Garden Arena, em Las Vegas (EUA), em 6 de setembro de 2014, e ordenadas em 19 faixas:
1. Abertura (pot-pourri instrumental com sucessos de Roberto Carlos)
2. Emoções (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1981)
3. Como vai você? (Antonio Marcos e Mário Marcos, 1972) /
Que será de ti? (versão em espanhol de Como vai você?)
4. Detalhes (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) /
4. Detalhes (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) /
Detalles (versão em espanhol de Detalhes)
CD 2
5. Desabafo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1979) /
Desahogo (versão em espanhol de Desabafo)
Desahogo (versão em espanhol de Desabafo)
6. Mulher pequena (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1992) /
Mujer pequeña (versão em espanhol de Mulher Pequena)
7. Proposta (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1973)
Mujer pequeña (versão em espanhol de Mulher Pequena)
7. Proposta (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1973)
8. Cóncavo y convexo
- versão em espanhol de O côncavo e o convexo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1983)
9. O calhambeque (Road hog)
9. O calhambeque (Road hog)
(John Loudermilk e Gwen Loudermilk, 1962, em versão de Erasmo Carlos, 1964)
10. Canzone per te (Sergio Endrigo e Sergio Bardotti, 1968)
CD 2
1. El gato que está triste y azul (1979)
- Versão em espanhol de Un gatto nel blu (Totò Savio e Giancarlo Bigazzi, 1972)
2. I'm in the mood for love (Jimmy McHugh e Dorothy Fields, 1935)
3. Breakfast (1981)
2. I'm in the mood for love (Jimmy McHugh e Dorothy Fields, 1935)
3. Breakfast (1981)
- Versão em inglês de Café da manhã (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1978)
4. Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)
4. Cavalgada (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)
5. Esse cara sou eu (Roberto Carlos, 2012) /
- Ese tipo so yo (Roberto Carlos em versão em espanhol de Roberto Livi, 2014)
6. Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939)
7. El día que me quieras (Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, 1934)
8. Amigo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)
9. Jesus Cristo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970)
6. Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939)
7. El día que me quieras (Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, 1934)
8. Amigo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1977)
9. Jesus Cristo (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970)
quarta-feira, 25 de março de 2015
Pethit despluga músicas de CD de rock em EP que tem duo com Flanders
♪ Parceiro de Thiago Pethit em Romeo (2014), balada do repertório do álbum roqueiro lançado por Pethit em novembro de 2014, Rock'n'roll sugar darling (Independente), o cantor e compositor mato-grossense Hélio Flanders deu voz à sua música ao lado do seu colega de criação. O dueto de Pethit e Flanders em Romeo é destaque do EP digital lançado pelo cantor e compositor paulistano nesta quarta-feira, 25 de março de 2015. No EP gravado para a série Rdio sessions, espécie de unplugged da plataforma sueca de streaming Rdio, Pethit despluga quatro músicas do repertório de seu disco mais roqueiro e recria Moon (Thiago Pethit, 2012) - música de seu segundo álbum, Estrela decadente (Independente, 2012) - em estilo lo-fi que lembra o primeiro álbum do artista, Berlim, Texas (Independente, 2010). Além de Romeo e de Moon, passaram pelo filtro acústico no estúdio da gravadora YB Music, em São Paulo (SP), Quero ser seu cão (Thiago Pethit, 2014), Save the last dance (Thiago Pethit, 2014) e 1992 (Thiago Pethit, 2014). Clique aqui para ouvir o EP gravado por Pethit na série Rdio sessions e aqui para ler a resenha do show do cantor.
iTunes já vende single com música inédita gravada por Bethânia para novela
♪ Com timing e agilidade, a gravadora Biscoito Fino já está comercializando, em formato por ora somente digital, o fonograma da música Eu te desejo amor, gravada por Maria Bethânia para a trilha sonora da novela Babilônia. Antes de a gravadora Som Livre pôr à venda do CD com as músicas da novela exibida pela TV Globo às 21h, a Biscoito Fino lançou esta semana o single com a gravação inédita de Bethânia, já à venda no iTunes. Tema do casal lésbico formado na trama por Estela (Nathália Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro), Eu te desejo amor é versão em português de Nelson Motta de Que reste-t-il de nos amours? (1942), música do repertório do cantor e compositor francês Charles Trenet (1913 - 2001), parceiro de Léo Chauliac (1913 - 1977) na composição lançada em francês na voz de Trenet. Na sua versão em português, Motta se baseou na versão em inglês feita por Albert Beach e lançada em 1957 com o título I wish you love. Eu te desejo amor pode ser ouvida por meio do lyric video já posto em rotação no YouTube simultaneamente com a venda do single no iTunes. A versão dessa canção foi lançada por Bethânia no show Abraçar e agradecer, ora em turnê pelo Brasil.
Guinga vai gravar disco com Maria João, na Alemanha, no segundo semestre
♪ A discografia de Guinga cada vez mais abarca títulos gravados fora das largas fronteiras brasileiras, geralmente na Europa. O próximo passo fonográfico do cantor, compositor e violonista carioca vai ser gravar na Alemanha, no segundo semestre de 2015, álbum com a cantora portuguesa Maria João, com quem tem feito desde 2012 o show Mar afora. O repertório do disco será centrado na obra de Guinga.
Zé Pi lança single de álbum, produzido por Gustavo Ruiz, que sai em abril
♪ Cantor e compositor egresso da banda Druques que ganhou certa projeção na cena indie há cinco anos, ao participar do primeiro álbum de Tulipa Ruiz (Efêmera, YB Music, 2010) na música Só sei dançar com você (Tulipa Ruiz, 2010), Zé Pi - em foto de Jonas Tucci - se prepara para lançar seu primeiro álbum solo em abril de 2015 em edição da YB Music. Gravado no estúdio El Rocha em São Paulo (SP), com produção de Gustavo Ruiz, o álbum se chama Rizar. O primeiro single, Fique à vontade (Zé Pi), já está no YouTube. A música foi gravada com quarteto de cordas.
terça-feira, 24 de março de 2015
De seu cabaré 'hot', Mazzer arremessa ótimo disco no império pop liquidação
Resenha de CD
Título: Férias em videotape
Artista: Simone Mazzer
Gravadora: Pimba / Dubas Música
Cotação: * * * * 1/2
Título: Férias em videotape
Artista: Simone Mazzer
Gravadora: Pimba / Dubas Música
Cotação: * * * * 1/2
♪ "Vou esfregar um tango / No seu jeitinho serenata de encomenda / ... / No seu império pop liquidação". Os versos de Tango do mal (Luciano Salvador Bahia, 2014) já dão a pista do tom passional do canto teatral de Simone Mazzer. Não por acaso, o Tango do mal está alocado na abertura do primeiro álbum da artista, Férias em videotape, como se fosse a carta de princípios musicais de Mazzer. Cantora de Londrina (PR) que milita no universo musical desde 1989, tendo integrado a banda Chaminé Batom na década de 1990, Mazzer se projetou primeiramente como atriz da prestigiada Cia. Armazém de Teatro. A partir de 2012, a artista começou a investir na carreira de cantora fora das fronteiras paranaenses com show em que se revelou, para ouvidos cariocas, grande intérprete. Temporada no teatro Café Pequeno, no Rio de Janeiro (RJ), chamou a atenção de críticos e formadores de opinião, culminando três anos depois com a edição do disco produzido por Leonel Pereda para o selo Pimba, da gravadora Dubas Música. Com repertório baseado no roteiro desse show, o CD é excelente. Embora a cantora se expresse de forma mais plena no palco, até por ser (também) atriz, Férias em videotape confirma o talento de Mazzer, cantora de voz potente e de tons quentes, intérprete perfeita para realçar a teatralidade já originalmente embutida numa música como Parece que bebe (1994), uma das muitas joias de Itamar Assumpção (1949 - 2003), compositor hábil na desconstrução do canto formal com sua obra de prosódia meio falada. Contudo, Mazzer sabe expor a teatralidade das músicas mesmo quando essa dramaticidade está menos aparente, escondida sob levada vivaz. A prova é que ela tira Camisa listrada (Assis Valente, 1939) da cadência bonita do samba para escancarar o drama conjugal da personagem à mercê de marido malandro. Sem anular sua história musical, Mazzer prioriza no disco compositores paranaenses, situados longe demais das capitais. De Robinson Borba, a cantora revive - em clima de flamenco - Mente, mente, música lançada em 1986 na voz de Ney Matogrosso. De Bernardo Pellegrini, Mazzer canta Essa mulher - música em que divide os vocais com a carioca Elza Soares, outra cantora pautada pelos tons da paixão - e Dei um beijo na boca do medo, música que exemplifica o tom de cabaré que pauta o disco e o show de Mazzer. Nesse sentido, a artista segue a trilha aberta no Brasil pela cantora e atriz paulista Cida Moreira, pioneira saloon singer desses trópicos. Não por acaso, há música em comum nos repertórios das artistas. No momento mais óbvio do disco, Mazzer interpreta Back to black (Amy Winehouse e Mark Ronson, 1996), carro-chefe do repertório da cantora inglesa Amy Winehouse (1983 - 2011). Mazzer também nada faz pelo já batido mambo Babalu (Margarita Lecuona, 1939). Férias em videotape soa mais surpreendente quando rebobina o que ainda não é trivial. Mazzer tem voz e personalidade suficientes para se jogar na pista anos 1990 de Hyper Ballad (Björk, Nellee Hooper e Marius De Vries,1995) e, no mesmo disco, iluminar Estrela blue, sensato blues do compositor Maurício Arruda Mendonça. É como se o canto enérgico de Mazzer se situasse entre o sublime e o terror, para parafrasear verso de Você não sacou (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 1997), música que parece ter sido feita para essa cantora de tons incisivos que somente abre a guarda no fim do disco, imersa na melancolia recitativa da música-título Férias em videotape (Elton Mello, Silvio Ribeiro e Simone Mazzer). Enfim, em outros tempos, este álbum poderia credenciar Simone Mazzer a ocupar lugar nobre no olimpo das cantoras do Brasil. No atual momento, diante da progressiva diluição do mercado fonográfico, pode ser que nada mais aconteça além de elogios entusiasmados da crítica e de reportagens de capa em suplementos culturais dos jornais. De todo modo, o fato é que Simone Mazzer - furacão com voz, personalidade e força para atirar ao vento as dezenas de cantoras do mundinho cool - arremessa um grande álbum, um disco quente como o Brasil, no nativo império pop liquidação.
Montenegro abre 'A porta da alegria' em single digital precedido por clipe
♪ Oswaldo Montenegro abre A porta da alegria para download pago em single lançado hoje, 24 de março de 2015, nas plataformas digitais via ONErpm. A música é parceria do cantor e compositor carioca com o conterrâneo Mongol, nome artístico do cantor, compositor, ator e dramaturgo carioca Arlindo Paixão. Amigo e colega de Montenegro nos palcos desde os anos 1970 e parceiro do artista em músicas como Agonia, apresentada em festival de 1980, Mongol assina a melodia da música para a qual o Menestrel escreveu a letra. A edição do single A porta da alegria foi precedida, na semana passada, pelo lançamento do clipe da música. Filmado nos estúdios da Visom Digital, no Rio de Janeiro (RJ), o clipe ostenta fotografia de André Horta, tendo sido gravado com orquestra regida por Sérgio Chiavazzoli. O clipe da composição está em rotação no YouTube.
Aubiografia de Midani é reposta no mercado com adição de dois capítulos
♪ Lançada em 2008 pela editora Nova Fronteira com o título Música, ídolos e poder - Do vinil ao download, a autobiografia de André Midani - importante homem do disco da indústria fonográfica do Brasil, de origem síria, mas em solo nacional desde dezembro de 1955 - está sendo reposta em catálogo. Com o abreviado título Do vinil ao download, a edição revista e ampliada suprime o trecho do texto que provocou a retirada do livro de circulação - uma menção nada elogiosa a Enrique Lebendiger na condução da carreira fonográfica de Chico Buarque quando Lebendiger respondia pelas ações da extinta gravadora RGE - e, em contrapartida, acrescenta ao texto dois capítulos. Um versa sobre o encontro de Midani, em Londres, com o britânico Brian Epstein (1934 - 1967), o lendário empresário do grupo inglês The Beatles (1960 - 1970). O outro capítulo narra a aventura de Midani na cidade de Manchester, também na Inglaterra, à procura do selo do grupo New Order. Mas o supra-sumo do livro - inspirador da série de TV sobre Midani exibida às terças-feiras pelo canal GNT - continuam sendo as histórias de Midani com ídolos da música brasileira como Elis Regina (1945 - 1982), Erasmo Carlos e Gilberto Gil no período em que o executivo foi um dos homens-fortes da gravadora Philips antes de se transferir em 1976 para a Warner Music, companhia na qual investiu no (então emergente) pop rock brasileiro. O livro inclui caderno de fotos.
Pedro Bismark participa de 'Ser humano', álbum que Zeca vai lançar em abril
♪ A IMAGEM DO SOM - A foto de Murillo Tinoco mostra o ator e humorista mineiro Pedro Bismark (à esquerda) no estúdio Cia. dos Técnicos, no Rio de Janeiro (RJ), em gravação com Zeca Pagodinho. Intérprete de Nerso da Capitinga, uma das personagens mais queridas do extinto programa de TV Escolinha do Professor Raimundo (TV Globo, 1990 / 1995), Bismark participa de Ser humano, álbum de músicas inéditas que o cantor e compositor carioca vai lançar na segunda quinzena de abril de 2015, em edição da gravadora Universal Music. Bismark encarna sua personagem no CD, já pronto.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Duo Gisbranco entra no 'templo' de Chico César ao gravar seu primeiro DVD
♪ A IMAGEM DO SOM - Dúvida cruel (Chico César e Itamar Assumpção, 1995) e Templo (Chico César, Tata Fernandes e Milton de Biasi, 1996) são as duas músicas do cantor e compositor paraibano Chico César incluídas pelo Duo Gisbranco no roteiro do show gravado ao vivo no Teatro Municipal de Niterói (RJ), em 12 de março de 2015, para dar origem ao primeiro DVD do duo carioca de pianos. Ambas tiveram a adesão de Chico na gravação. A foto de Camilla Guimarães flagra o artista em cena, ao violão, ao lado das pianistas Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco. O DVD sai ainda este ano.
Angela revive hit de Waldick com Márcio antes de gravar CD de voz e violão
♪ A caminho dos 86 anos de vida, a serem completados em 13 de maio deste ano de 2015, Angela Maria permanece em cena com agenda cheia. Enquanto se prepara para gravar disco de voz & violão a ser produzido por Thiago Marques Luiz para sua gravadora Nova Estação, a cantora fluminense registrou em estúdio de São Paulo (SP) sua participação no CD que o cantor carioca Márcio Gomes vai lançar este ano. Márcio - escalado para fazer shows em dupla com a Sapoti - gravou com Angela a bela cançãoTortura de amor (1962), de autoria do cantor e compositor baiano Waldick Soriano (1933 - 2008), lançada há 53 anos na voz do próprio Waldick. Intitulado Eternas canções, o disco de Márcio Gomes tem produção assinada por Thiago Marques Luiz e vai chegar às lojas no segundo semestre.
Sá faz barulho ao unir sexo, suingue black e eletrônica em 'BLAM! BLAM!'
Resenha de CD
Título: BLAM! BLAM!
Artista: Jonas Sá
Gravadora: Coqueiro Verde Records / Pommelo Distribuição / RockIt!
Cotação: * * * * 1/2
Título: BLAM! BLAM!
Artista: Jonas Sá
Gravadora: Coqueiro Verde Records / Pommelo Distribuição / RockIt!
Cotação: * * * * 1/2
♪ Ao lançar seu primeiro álbum, Anormal (Slap / Som Livre, 2007), Jonas Sá foi apresentado com pompa ao mercado fonográfico por Arnaldo Antunes em texto escrito pelo ex-titã para integrar o material promocional do disco. Mas o fato é que o cantor e compositor carioca - irmão do guitarrista Pedro Sá - se mostrou normal demais naquele álbum irregular em que Sá pareceu tão somente ecoar o popsambalanço de Lulu Santos. Oito anos depois, Jonas Sá faz enfim barulho bom com BLAM! BLAM!. Em seu segundo (ótimo) álbum, pilotado pelo próprio Jonas Sá com coprodução do mano Pedro, o artista se desvia do trilho pop de Anormal com explosiva mistura de sexo, eletrônica e suingue black - o que justifica a exposição alegórica da genitália feminina na capa criada por Júlia Rocha a partir de foto de Jorge Bispo (e também dos peitos vistos na colagem do poster-encarte assinada pelo artista argentino Molokid). "Ouço a tua carne / O som da respiração / O ranger da cama / Acende a minha emoção", dispara Jonas no canto em falsete de Gigolô (Jonas Sá), faixa introduzida por instrumental à moda do som do cantor norte-americano Barry White (1944 - 2003). A matéria-prima de BLAM! BLAM! é o balanço da música negra norte-americana. Há ecos de James Brown (1933 - 2006) e cia. ao longo das 13 faixas do álbum. É impossível, por exemplo, ouvir Sexy Savannah (Jonas Sá e Ricardo Dias Gomes) sem pensar no suingue funky da música de Prince - até porque a música foi feita em inglês. Mas BLAM! BLAM! passa o balanço dessa música negra pelo filtro contemporâneo da eletrônica. Nesse sentido, Fundo de olhar (Jonas Sá e Alberto Continentino) mostra bem como produtor e músicos beberam da fonte do som da Motown sem cair na tentação de fazer remake desse som em BLAM! BLAM!. As interferências eletrônicas saltam aos ouvidos neste disco quente. Já na música que abre o CD, 8 bit (Jonas Sá), ruídos ocupam os 25 segundos iniciais da faixa até que a voz de Jonas entra em cena para cantar os versos de letra nervosa, tensa. Em sintonia com a inquietude das músicas, a sonoridade de BLAM! BLAM! é incisiva, como mostra a trama de sintetizadores e guitarras que pauta Não vai rolar (Jonas Sá e Domenico Lancellotti), música cantada em uníssono por Jonas com Ana Cláudia. Jonas pilota boa parte dos instrumentos, mas a sonoridade estupenda de BLAM! BLAM! é resultado da junção de dream team de músicos da cena contemporânea. Tocam no disco Alberto Continetino (baixo), Domenico Lancellotti (bateria), Gustavo Benjão (guitarra), Pedro Sá (violão e guitarra), Rafael Rocha (percussão) e Stéphane San Juan (bateria), parceiro de Jonas em J'espère, Adéle, canção levada em francês de tom lânguido. Um dos destaques do repertório inédito e autoral de BLAM! BLAM!, Chat roulette (Jonas Sá e Mariano Marovatto) explicita o conteúdo sexual do disco na batida funky que sustenta o canto próximo do passo do rap. Ruídos eletrônicos esquentam mais o clima da faixa. Em temperatura mais amena, Safo (Jonas Sá) esboça atmosfera de latinidade romântica para mostrar, como diz a letra, o lado feminino do galanteador. Com sonoridade construída apenas com os vocais de Jonas e o baixo acústico de Alberto Continentino, Egoísmo (Jonas Sá) volta a esbanjar testosterona para explicitar nos versos "Só penso em mim / Sumindo / Dentro de você" as verdadeiras intenções do ególatra. Sim, BLAM! BLAM! é um disco que pensa somente naquilo, entranhado em becos maus da Copacabana que serve de cenário noturno para a aventura de sexo e morte narrada por Perdidas na noite (Jonas Sá). O desejo também pulsa e move Ah, Monalisa!, música de Jonas letrada por Arnaldo Antunes no clima do disco. Já Asesino (Jonas Sá) leva BLAM! BLAM! para universo distante - a mente atormentada de um matador - com seus versos em espanhol e levada meio western. Mesmo uma canção de formato mais convencional e (quase) pop, como Tua cor (Jonas Sá), ganha ruídos eletrônicos e o tom vermelho do tesão que impregna o repertório. No fim, Não é adeus (Jonas Sá) promete a volta do artista, funcionando como anticlímax de disco quente, sexual e desbocado. BLAM! BLAM! é disco para quem gosta de cair no suingue do ranger acalorado da cama.
Karla da Silva documenta frutos do álbum 'Quintal' no seu primeiro DVD
♪ Em 2013, a cantora carioca Karla da Silva lançou seu primeiro álbum, Quintal, por vias independentes. Em 2014, a artista colheu os frutos de Quintal ao sair em turnê por quatro capitais do Brasil - Salvador (BA), São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ) - com patrocínio obtido através do projeto Natura musical. Essa miniturnê está registrada por Karla em seu primeiro DVD, Quintal ao vivo. Dirigido pela cineasta Marina Gante, o DVD tem tom documental. Além de músicas como Duas palavrinhas (Evandro Navarro), Hoje só volto amanhã (João Bernardo) e Para celebrar (Pedro Ivo), Quintal ao vivo exibe imagens da turnê - captada no show do Rio de Janeiro (RJ) - em narrativa cinematográfica que abrange também cenas colhidas ao longo da excursão e takes sobre as origens musicais e familiares da artista. DVD é independente.
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