♪ Primeiro sucesso do compositor carioca Noel Rosa (1910 - 1937), lançado na voz do próprio autor em gravação feita com a Orquestra Guanabara e posta no mercado fonográfico em janeiro de 1931, o samba Com que Roupa? ganha a voz de Anitta e toque de funk no arranjo de André Moraes e Vivian Aguiar-Buff. A cantora carioca gravou o samba para a trilha sonora de Apaixonados, filme que tem estreia agendada nos cinemas do Brasil para a próxima quinta-feira, 3 de março de 2016.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Com DJ Tubarão, Anitta afia garra como mina ainda louca pelo funk erotizado
Título: Pra todas elas
Música: Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares
Artista: Tubarão (com Maneirinho & Anitta)
Gravadora: Warner Music
Cotação: * * * *
♪ Sim, Anitta está (cada vez mais) pop. Mas nem por isso deixou de ser uma mina louca pelo funk erotizado dos bailes da pesada, como mostra Pra todas elas, single do DJ carioca Tubarão lançado em rádio em 27 de janeiro de 2016 com participação da cantora e compositora carioca. "Esquece a princesinha / Que eu te mostro meu talento", provoca Anitta em alguns dos versos que lhe cabem na música composta pela própria artista com os produtores Jefferson Junior e Umberto Tavares. Em Pra todas elas, Anitta afia as garras sexuais na batida do DJ Tubarão em interação com MC Maneirinho, outro convidado da gravação. O timbre de Maneirinho remete ao do rapper carioca Gabriel O Pensador. Sedutora na gravação feita para álbum de Tubarão, Pra todas elas é faixa ideal para bailes da pesada. É boa prova de como o funk carioca resiste aos preconceitos sociais e gera hits em escala industrial, fabricados por hitmakers como Jefferson Junior e Umberto Tavares. Aliado ao estilo pop da mina louca Anitta, Tubarão vai traçar todas nos bailes com música viciante.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Anitta regrava hit de J. Balvin em single que vai ser lançado em 29 de janeiro
♪ Canção composta por J. Balvin e lançada pelo astro latino de reggaeton em 17 de julho de 2015, Ginza ganha a adição da voz de Anitta em single que vai ser lançado pela gravadora Universal Music na próxima sexta-feira, 29 de janeiro de 2016. Anitta entrou em estúdio em 11 de janeiro para adicionar voz à gravação de Balvin. Aos 30 anos de vida e 12 de carreira, J. Balvin - nome artístico do cantor e compositor colombiano José Álvaro Osorio Balvin - é uma das sensações atuais do mercado latino de língua hispânica. Amigo de Anitta, a quem conheceu através de redes sociais, Balvin recorre à cantora e compositora carioca para entrar no mercado brasileiro. Já Anitta se vale do dueto com Balvin para (começar a) pavimentar carreira no mercado latino de música hispânica.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
RETROSPECTIVA 2015 – Anitta recupera poder com 'Bang!', petardo certeiro
♪ RETROSPECTIVA 2015 – Anitta recuperou o poder em 2015. Uma das sensações do universo pop brasileiro em 2013, por conta de (irregular) primeiro álbum que disparou a música Show das poderosas (Anitta, 2013) para todo o Brasil, a cantora e compositora carioca errou o alvo em 2014 com DVD (Meu lugar) e disco de estúdio (Ritmo perfeito) que obtiveram menor repercussão e sinalizaram que a estrela do funk pop podia começar a cair. Mas Anitta virou o jogo neste ano de 2015 com Bang! - o álbum que lançou em outubro e que se revelou petardo certeiro. Com visual repaginado pelo diretor de arte Giovanni Bianco, a artista apresentou o melhor disco de sua carreira, mostrou evolução como cantora e festejou o sucesso da música-título Bang, assinada por Anitta com Umberto Tavares (um dos produtores executivos do álbum) e Jefferson Junior. Feito sob a batuta de Bianco, o clipe de Bang virou viral e consolidou a virada do jogo a favor de Larissa de Macedo Machado. Na sequência do lançamento do álbum Bang!, Anitta passou a ser ouvida diariamente em escala nacional, a partir de novembro, com boa gravação de Totalmente demais (Arnaldo Brandão, Tavinho Paes e Robério Rafael, 1985), feita para a trilha da novela homônima a convite da TV Globo. Por fim, coroando o glorioso segundo semestre da estrela, um inédito registro sedutor de A menina dança (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972) - feito por Anitta para comercial de marca de acessórios femininos - entrou em rotação na web neste mês de dezembro, e reiterou a evolução pop de Anitta. Novamente no poder, a artista deu baile no segundo semestre de 2015.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Totalmente demais, Anitta canta 'A menina dança' com frescor e leveza jovial
Resenha de gravação de campanha publicitária
Título: Liberte a menina dentro de você
Música: A menina dança (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972)
Artista: Anitta (em foto extraída do vídeo do comercial)
Marca: Arezzo
Cotação: * * * * *
♪ Campanha disponível em vídeo em rotação no YouTube
Título: Liberte a menina dentro de você
Música: A menina dança (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972)
Artista: Anitta (em foto extraída do vídeo do comercial)
Marca: Arezzo
Cotação: * * * * *
♪ Campanha disponível em vídeo em rotação no YouTube
♪ Já caminhando para o fim, 2015 tem se revelado um ano totalmente demais para Anitta. Após lançar em outubro um bom terceiro álbum de estúdio em que mostrou evolução, Bang!, e depois de regravar (muito bem!) a música Totalmente demais (Arnaldo Brandão, Tavinho Paes e Robério Rafael, 1985) para a abertura da novela homônima estreada em novembro pela TV Globo, a estrela cada vez mais pop do funk carioca apresenta gravação inédita de A menina dança (Moraes Moreira e Luiz Galvão, 1972) que justifica os elogios hiperbólicos e midiáticos lhe feitos recentemente por Caetano Veloso. Associada desde sempre a Baby do Brasil, a música do repertório de Novos Baianos - lançada pelo grupo no histórico álbum Acabou chorare (Som Livre, 1972) - ganha o registro mais expressivo desde que Marisa Monte cantou A menina dança em show parcialmente reproduzido no álbum duplo Barulhinho bom (EMI Music, 1996). A gravação de Anitta é totalmente demais! A cantora carioca cai no suingue da música com frescor e leveza jovial que se afinam com o tom da campanha Liberte a menina dentro de você, a ser veiculada ao longo deste mês de dezembro de 2015 pela Arezzo, marca de acessórios femininos. A campanha é a própria gravação de A menina dança por Anitta em vídeo já em rotação no YouTube. Extremamente afinada, Anitta apresenta gravação irresistível de A menina dança, em interpretação valorizada pela dança e pela expressão facial da artista no clipe. Menina de 22 anos, Anitta dança com desenvoltura e faz gestos, como virar os olhinhos e apontar o nariz arrebitado, que reforçam o sentido da letra de Luiz Galvão. A vivacidade da primorosa gravação de A menina dança confirma a vocação de Anitta para se firmar no universo pop brasileiro e, se quiser, se distanciar do baile funk que a projetou a partir de 2012.
sábado, 21 de novembro de 2015
Single com a regravação de 'Totalmente demais' por Anitta já está disponível
♪ Mal lançou seu terceiro álbum de estúdio, Bang! (Warner Music, 2015), Anitta já está com single disponível nas plataformas digitais que nada tem a ver com o disco editado em outubro de 2015. O single em questão traz a regravação de Totalmente demais (Arnaldo Brandão, Tavinho Paes e Robério Rafael, 1985) feita pela cantora e compositora carioca a pedido da TV Globo para o tema de abertura da novela Totalmente demais, recém-estreada na Globo no horário das 19h. Lançada há 30 anos em gravação feita pelo grupo Brylho para o álbum coletivo Rock in Brazil (RCA, 1985), mas mais conhecida nas gravações feitas em 1986 pelo grupo Hanoi Hanoi e por Caetano Veloso, Totalmente demais tem a intervenção do rapper mineiro Flávio Renegado na regravação de Anitta.
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
'Blecaute', iluminado single do Jota Quest com Anitta, reacende o baile black
Título: Blecaute
Artista: Jota Quest (com Anitta e Nile Rodgers)
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * * * *
♪ Na companhia de Anitta, a funkeira pop carioca que tem parado o baile quando chega no pistão, o grupo mineiro Jota Quest refaz sua festa em Blecaute, primeiro single de seu oitavo álbum de inéditas, Pancadélico, que chega ao mercado fonográfico a partir da próxima sexta-feira, 20 de novembro de 2015, em edição da Sony Music. Disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 13 de novembro, Blecaute é single iluminado que reacende - com apelo pop contemporâneo - o groove dos bailes que movimentaram a periferia do black Rio de Janeiro (RJ) a partir da segunda metade da década de 1970. Música composta por Márcio Buzelin com Rogério Flausino, Wilson Sideral, Nile Rodgers (cujo toque chic da guitarra adorna a gravação de Blecaute) e Jerry Barnes (produtor e também guitarrista da faixa), Blecaute tem aquela pegada pop típica do som do Jota Quest. Mas põe o groove em primeiro plano. O refrão - "Você chegou, quase me matou / Foi daquele jeito, todo o baile parou / Quase me levou, me levou todo ar!" - é viciante. O uso do sample de Outstanding (Raymond Calhoun, 1982) - um dos maiores sucessos da banda norte-americana de funk & r&b Gap Band (1967 - 2010) - contribui para a perfeição pop funk da faixa. Blecaute sinaliza que o Jota Quest pode bisar em Pancadélico a inspiração de seu primoroso álbum anterior, Funky funky boom boom (Sony Music, 2013). Blecaute é música de fulminante apelo pop.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
CD com trilha de 'Totalmente demais' junta Anitta, Beth Diogo, Djavan e Pitty
♪ Nova atração das 19h da TV Globo, a novela Totalmente demais estreia hoje, 9 de novembro de 2015, com sua trilha sonora já disponível em disco. A edição física do CD Totalmente demais chega às lojas nos próximos dias, em edição da Som Livre, mas a edição digital já está nas principais plataformas musicais da web. Com 16 faixas, o disco inclui gravação inédita da música-título da novela, Totalmente demais (Arnaldo Brandão, Tavinho Paes e Robério Rafael, 1985), feita pela funkeira carioca Anitta com participação do rapper mineiro Flávio Renegado. Há também fonogramas atuais de Beth Carvalho (Acreditar, Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1976), Céu (Falta de ar, Gui Amabis, 2012), Diogo Nogueira (A mil por hora, André Renato, Rhuan André, Gabriel Soares e Lucas Oliveira, 2015), Djavan (Encontrar-te, música do próprio Djavan, lançada pelo cantor este mês em seu álbum Vidas pra contar), Emicida (Passarinhos, música do rapper com Xuxa Levy, gravada com Vanessa da Mata e lançada neste ano de 2015 no segundo álbum de Emicida), Frejat (Só você, Vinicius Cantuária, 1984), Michel Teló (Fogo e paixão, Rose, 1985), Pitty (Serpente, música de Pitty, lançada em 2014 no álbum Sete vidas) e Seu Jorge (Felicidade, música de Jorge, Pretinho da Serrinha, Gabriel Moura e Leandro Fab, lançada por Jorge em 2015).
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
'Blecaute', primeiro single do oitavo álbum do Jota Quest, junta Anitta e Nile
♪ Programado para ser lançado em 13 de novembro de 2015, o primeiro single do oitavo álbum de inéditas do grupo mineiro Jota Quest se chama Blecaute. Inédita, a música foi gravada com a participação da funkeira pop carioca Anitta - vista nas fotos com o vocalista da banda, Rogério Flausino, na filmagem do clipe da faixa - e com o toque da guitarra do músico norte-americano Nile Rodgers. Outras músicas do repertório inédito e autoral do disco são A vida não tá fácil pra ninguém - composição letrada por Arnaldo Antunes - e Mares do Sul, faixa coproduzida pelo Jota Quest em parceria com o músico e produtor inglês Stuart Zender, baixista da formação original do grupo britânico Jamiroquai. O norte-americano Jerry Barnes assina a produção do álbum, que vai ser lançado no mercado fonográfico nacional - em edição da Sony Music - ainda neste ano de 2015.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Anitta regrava sucesso de Caetano e Hanoi para abertura de novela da Globo
♪ Não, não foi por acaso que Caetano Veloso rasgou elogio a Anitta no texto em que apresenta o primeiro álbum solo de Ana Cláudia Lomelino (mãeana, lançado esta semana pela gravadora Joia Moderna). Cada vez mais pop e mais distante do pancadão do funk, a cantora e compositora carioca regravou a música Totalmente demais para a abertura da homônima novela que a TV Globo estreia em novembro de 2015. Música composta por Arnaldo Brandão em parceria com Tavinho Paes e Robério Rafael, Totalmente demais foi lançada há 30 anos em gravação feita pelo grupo Brylho para o álbum coletivo Rock in Brazil (RCA, 1985). Mas a composição ficou mais conhecida nas gravações quase simultâneas feitas em 1986 pelo grupo Hanoi Hanoi e por Caetano Veloso, que batizou disco ao vivo de 1986 com o nome da música, revivida em 2006 pela ex-funkeira Perlla em registro feito para o CD Eu só quero ser livre (Deck,2006). Anitta acaba de lançar o álbum Bang!.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
'Bang!' municia Anitta com artilharia que aponta evolução no seu mundo pop
Resenha de CD
Título: Bang!
Artista: Anitta
Gravadora: Warner Music
Cotação: * * *
Título: Bang!
Artista: Anitta
Gravadora: Warner Music
Cotação: * * *
♪ Bang! é o melhor álbum de Anitta. O que não quer dizer que seja um grande disco, já que a cantora e compositora carioca - a voz mais popular do funk pop nativo - vem de dois irregulares álbuns de estúdio. Bang! municia Anitta com artilharia pop que aponta evolução no caminho desta artista de números superlativos. "Dei meu tiro certo em você", dispara a cantora em verso da música-título Bang, uma das sete composições assinadas por Anitta com Jefferson Junior e Umberto Tavares, os hitmakers do funk pop produzido em escala industrial por gravadoras multinacionais como a Warner Music, companhia que mantém Anitta - e também Ludmilla, outra aposta bem-sucedida da empresa fonográfica no gênero - sob contrato. Umberto Tavares assina com Mãozinha a produção deste terceiro álbum de estúdio de Anitta. Se ouvidas isoladamente, músicas funkeadas como Atenção - outra composição de Anitta com Jefferson Junior e Umberto Tavares - e Eu sou do tipo (Anitta, Wallace Vianna e André Vieira) sinalizam que nada mudou tanto assim. O discurso firme e feminista, que põe os homens no seu devido lugar no mundo machista do funk, inclusive continua o mesmo. "Vê se eu tenho cara de reserva / De mulher que cai nessa / A fila anda, mas eu quero qualidade", avisa em versos de Atenção. A questão é que Bang! - o álbum - dá passo além de seus dois antecessores, Anitta (Warner Music, 2013) e Ritmo perfeito (Warner Music, 2014), apostando numa maior diversidade rítmica que cumpre bem a função de distanciar a artista do pancadão do funk mais pesado e de tornar Anitta cada vez mais pop sem, contudo, diluir as conexões da cantora com o universo do funk. A presença no disco do emergente funkeiro carioca Nego do Borel - com quem Anitta protagoniza embate marrento em Pode chegar (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares), com Nego cheio de si no diálogo autorreferente da letra - indica que tudo é ostensivamente calculado e previamente pensado neste terceiro álbum de estúdio da artista. Mas o fato irrefutável é que Bang! resulta mais sedutor do que seu primeiro single - Deixa ele sofrer (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares), lançado em julho e alocado no disco na gravação original e na versão acústica que fecha o álbum - fez supor. A requisição do diretor de arte ítalo-brasileiro Giovanni Bianco para criar a ótima capa de Bang! - feita com elementos que remetem tanto à pop art dos anos 1960 quanto ao universo das histórias em quadrinhos - e o clipe da música-título Bang é outro indício de alto investimento para refinar a imagem de Anitta aos olhos do público. Já alvo de milhões de visualizações, o clipe desenvolve o conceito gráfico da capa. Já a música Bang embute sutis referências do funk dos anos 1970 na batida pop eletrônica que aponta o caminho seguido por Anitta na pista de cantoras norte-americanas como Katy Perry e Rihanna. Com tempero pop, ao qual foi adicionado o rap de Vitin (Vitor Hugo, vocalista da banda Onze:20), Cravo e canela exala o cheiro da felicidade romântica. A música é de Jhama e Pablo Luiz Bispo, a mesma dupla de compositores que assina Essa mina é louca, samba-rock que tem o suingue da percussão orgânica de Pretinho da Serrinha. Cantor do carioca Trio Ternura, Jhama faz dueto com Anitta na música. Ambas as composições de Jhama e Pablo Luiz Bispo contribuem decisivamente para realçar a diversidade rítmica do disco. Em contrapartida, Parei (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares) erra o alvo com sua batida trivial e um discurso que soa falso ao criticar o ritmo alucinado da noite. Nesse quesito, o discurso de Gosto assim parece mais autêntico. Nesta faixa, aditivada com batidas de dubstep e o rap do cantor paulistano Dubeat, Anitta alveja as minas que vão aos bailes da pesada somente para fisgar homens que têm "poder no bolso". Já Sim (Anitta, Jhama, Ari, MC Cert, Papatinho, Batoré, Rany Money e MC Maomé) pesa a mão no erotismo. Neste R&B, trilha perfeita para um baile charm, Anitta se une ao grupo carioca Cone Crew para falar explicitamente de sexo em linha adulta que contraria a leveza quase pueril da romântica canção eletroacústica Volta, amor (Anitta, Wallace Vianna e André Vieira) e da convidativa Deixa a onda te levar, convocação à dança que mostra que Anitta volta e meia se banha na praia do reggae sem dar um mergulho profundo. Com munição mais fraca, Show completo (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares) reitera que Anitta ganha quando se aproxima de outros ritmos e quando dá voz a outros compositores. Me leva a sério (Projota), aliás, mostra que o romantismo também tem vez no baile pop de Anitta. Enfim, Bang! é disco pré-concebido em sala de marketing. Sua receita inclui doses calculadas desse marketing estratégico que posicionou Anitta como a cantora comercialmente mais poderosa do Brasil na atualidade. Bang! acerta seu alvo ao tornar a artista cada vez mais pop sem dissociá-la por completo do mundo funk.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Eis a capa e eis as 14 músicas do terceiro álbum de estúdio de Anitta, 'Bang!'
1. Bang (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares)
2. Deixa ele sofrer (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares)
3. Cravo e canela (Jhama e Pablo Luiz Bispo) - com Vitin
4. Parei (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares)
5. Essa mina é louca (Jhama e Pablo Luiz Bispo) - com Jhama
6. Atenção (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares)
7. Gosto assim (Anitta, Dubeat e DJ Kalfani) - com Dubeat
8. Show completo (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares)
9. Volta amor (Anitta, Wallace Vianna e André Vieira)
10. Sim (Anitta, Jhama, Ari, Cert, Papatinho, Batoré, Rany Money e Maomé) - com Cone Crew
11. Pode chegar (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares) - com Nego do Borel
12. Eu sou do tipo (Anitta, Wallace Vianna e André Vieira)
13. Deixa a onda te levar (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares)
14. Me leva a sério (Projota)
15. Deixa ele sofrer (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares) - versão acústica
domingo, 16 de agosto de 2015
Harmonia cai no samba com Anitta - e Xande - em seu 15º álbum, 'Tá no DNA'
♪ Promovido atualmente com a música Daquele jeito (Filipe Escandurras e Tierry Coringa), o recém-lançado 15º álbum do grupo baiano Harmonia do Samba - um dos precursores da onda de pagode baiano que envolveu Salvador (BA) nos últimos anos - apresenta 12 músicas. Sete são inéditas. Mas as outras cinco faixas do álbum Tá no DNA já tinham sido lançadas pelo grupo em abril deste ano de 2015 em EP também intitulado Tá no DNA. É o caso do samba de roda Ai ai ai (Fagner Ferreira, Rodrigo Psicini, Robson Ribeiro e Xanddy), usado para badalar a edição do EP. De todo modo, a música que intitula o álbum, Tá no DNA (Duller e Fabinho Alcântara), já tinha sido lançada na web em novembro de 2014, como aposta da banda do vocalista Xanddy para o verão de 2015. O álbum Tá no DNA conta com adesões de dois artistas cariocas, Anitta e Xande de Pilares. A estrela do funk pop participa de Hoje eu sonhei com você, música assinada por Júnior Maceió e Xanddy com a própria Anitta. Já Xande de Pilares é convidado de Jeitinho diferente (Dom Chicla).
terça-feira, 14 de julho de 2015
Anitta anuncia a edição do primeiro 'single' do álbum que lança em setembro
♪ O terceiro álbum de estúdio de Anitta vai ser lançado em setembro de 2015. Mas o primeiro single, Deixa ele sofrer, já vai poder ser ouvido a partir das 18h da próxima quinta-feira, 16 de julho, em ação no canal da artista carioca no YouTube que vai lançar conjuntamente o single e o clipe da música composta por Anitta com os produtores do disco, Jefferson Junior e Umberto Tavares. Com roteiro idealizado pela própria Anitta, o clipe de Deixa ele sofrer foi gravado na cidade de São Paulo (SP) com sequência que alterna ambientes retrôs e modernos da metrópole. Seguindo caminho cada vez mais pop, Anitta assina a direção do clipe ao lado de Gustavo Camacho.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Empenho de Anitta é toque inusitado do show com Arlindo e Arnaldo no Rio
Resenha de show
Título: Inusitado - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
Artistas: Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Teatro de Câmara - Fundação Cidade das Artes (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 7 de julho de 2015
Cotação: * * *
♪ Show com transmissão ao vivo agendada pelo Canal Bis para as 21h de 8 de julho de 2015
Título: Inusitado - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
Artistas: Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Teatro de Câmara - Fundação Cidade das Artes (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 7 de julho de 2015
Cotação: * * *
♪ Show com transmissão ao vivo agendada pelo Canal Bis para as 21h de 8 de julho de 2015
♪ Ela desatinou... Assim poderiam pensar a priori os detratores de Anitta ao saber que a musa do pop funk carioca decidiu cantar sozinha um samba trava-língua de Chico Buarque no show do projeto Inusitado que a juntou com Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes no palco do Teatro de Câmara da Fundação Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 7 de julho de 2015. Pois Anitta encarou Pelas tabelas - samba que Chico lançou em álbum de 1984 e que Roberta Sá reviveu há dez anos em seu primeiro álbum, Braseiro (MP,B Discos, 2005) - em clima de gafieira e se saiu bem. Jamais se atrapalhou com a letra e ainda caiu num suingue todo seu ao fim do número. Os números individuais de Anitta foram os toques realmente inusitados do show mais arriscado da terceira edição do projeto idealizado pelo executivo André Midani. Com voz juvenil, Anitta não é grande cantora. Falta-lhe ainda, sobretudo, expressividade em interpretações de músicas fora de seu universo musical. Mas o show deixou nítidos o empenho, a evolução e o esforço de Anitta para progredir. Justiça seja feita: ela jamais saiu do tom em seus números individuais. Cantou com correção Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952), samba escolhido com sagacidade porque, de certa forma, os versos têm o mesmo tom imperativo e a mesma atitude das composições de Anitta. Na sequência, reviveu a saga de Zé do Caroço (Leci Brandão, 1985) com afinação, mas também com a imaturidade de quem ainda precisa se esforçar mais na interpretação para passar todo o recado (político, no caso) de uma música. Faltou também um toque maior de sensualidade à abordagem de Smooth operator (Sade Adu e Ray St. John, 1984), um dos maiores sucessos da cantora nigeriana Sade. Mas - verdade seja dita - o cover foi correto. À vontade no dueto com Arnaldo Antunes na canção seresteira De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994), Anitta puxou o trio no fim do show, ao interpretar a canção tribalista Velha infância (Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brown, 2002), e ainda pôs o ex-titã no seu Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014), música que deu título ao seu segundo álbum de estúdio. Mas aí quem cantou foi ela. Ele se limitou a fazer jogo de cena e a recitar trecho da letra de Abraça o meu abraço (Arnaldo Antunes e Aldo Brizzi, 2003). A propósito, Arnaldo é dono de um cancioneiro primoroso e tem boa presença de palco, mas seu canto está cada vez mais desleixado em cena. Tal descuido vocal ficou evidente na maior parte de suas intervenções no show. Que começou com interpretação tensa do samba Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979), abordado pelo trio com compreensível nervosismo. Até Arlindo Cruz - o samba em pessoa - somente se soltou no seu primeiro número solo, feito com seu banjo e com medley de partidos altos dos anos 1980 e 1990. O dueto de Arlindo com Arnaldo em Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973) soou apático. Arlindo e Arnaldo, aliás, jamais saíram da zona de conforto em seus sets, montados com hits habituais, em que pese o inédito Samba inusitado, marco inaugural da parceria dos dois, cuja letra metalinguística versa justamente sobre o encontro em cena de um nome do funk (Anitta) com um ícone do samba (Arlindo) e um representante do rock (Arnaldo, ainda que sua obra extrapole o escaninho roqueiro). Parceria inusitada à parte, os números de Anitta e com Anitta foram os únicos momentos que fizeram jus ao conceito do projeto. Reduzida a um grupo de tom roqueiro nos solos de Arnaldo, a big-band que dividiu o palco com o trio tinha formação de um conjunto de samba, ritmo predominante no roteiro encerrado com a reunião do trio e com a lembrança de Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978), hit de Beth Carvalho que tem o tom decidido dos pop funks de Anitta. O roteiro, alias, carece de ajustes. Consumado (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2004), número solo de Arnaldo, está deslocado no fim do show, dissociado do set individual do ex-titã. Os artistas entram e saem a todo momento. Os duetos de Anitta com Arlindo - no samba O bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) e no medley que agregou Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) com Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008), sucesso do Grupo Revelação regravado por Arlindo com Caetano Veloso no CD e DVD Batuques do meu lugar ao vivo (Sony Music, 2012) - poderiam ter sido alocados em sequência para diminuir o entra-e-sai do trio, por exemplo. De todo modo, o saldo foi positivo. Goste-se ou não de Anitta,o fato é que a artista se mostrou empenhada, com coragem para sair de seu quintal.
Anitta arrisca Chico e Leci em show com samba inédito de Arlindo e Arnaldo
♪ Inspirados pelo convite para dividir o palco com a funkeira carioca Anitta em show da terceira edição do projeto Inusitado, o sambista carioca Arlindo Cruz e o roqueiro paulistano Arnaldo Antunes viraram parceiros com a composição de um samba cuja letra metalinguística versa justamente sobre o encontro de nomes do funk, do samba e do rock no projeto idealizado pelo executivo André Midani. Primeira parceria de Arlindo com Arnaldo, apresentada nas vozes dos compositores, Samba inusitado foi a novidade do roteiro do show que estreou na noite de ontem, 7 de julho de 2015, no Teatro de Câmara da Cidade das Artes. Anitta, Arlindo e Arnaldo - vistos em fotos de Rodrigo Goffredo - se revezaram em solos, duos e trios no show que vai repetido hoje (com transmissão ao vivo, a partir das 21h, pelo canal Bis). Sozinha, Anitta arriscou cantar sambas de Chico Buarque (Pelas tabelas, 1984), Leci Brandão (Zé do Caroço, 1985), Monsueto Menezes (1924 - 1973) (Me deixa em paz, parceria com Aírton Amorim, lançada em 1952) e até uma canção do repertório sensual da cantora nigeriana Sade (Smooth operator, 1984) sem sair do tom. Em duo com Arnaldo, Anitta cantou De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994) e Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014). Com Arlindo, Anitta fez dueto em O Bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) e no medley que agregou Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) e Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008), sucesso do Grupo Revelação regravado por Arlindo com Caetano Veloso no CD e DVD Batuques do meu lugar ao vivo (Sony Music, 2012). Juntos, os três cantaram Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) - na abertura do show - e, no encerramento, Velha infância (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2002) e Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978). Além do samba inédito de Arlindo e Arnaldo, os números com Anitta foram os únicos que fizeram jus ao conceito do projeto Inusitado, já que em seus sets individuais Arlindo e Arnaldo se limitaram a cantar sucessos habituais. Eis o roteiro seguido em 7 de julho de 2015 por Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes na estreia do show que os uniu no palco do Teatro de Câmara, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ), na terceira edição do projeto Inusitado:
1. Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979)
- Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
2. Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Tavares, 1973) - Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
3. Camarão que dorme a onda leva (Arlindo Cruz, Beto sem Braço e Zeca Pagodinho, 1983) /
SPC (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1986) /
Já mandei botar dendê (Arlindo Cruz, Maurição e Zeca Pagodinho, 1995) /
Luz do repente (Marquinhos PQD, Arlindo Cruz e Franco, 1987) /
Estrela da paz (Arlindo Cruz e Acyr Marques, 1997) /
Bagaço da laranja (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1985) - Arlindo Cruz
4. O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho, 2007) /
Será que é amor (Arlindo Cruz, Babi e Jr. Dom, 2003) - Arlindo Cruz
5. A pureza da flor (Arlindo Cruz, Jr. Dom e Babi, 2006) - Arlindo Cruz
6. O show tem que continuar (Arlindo Cruz, Sombrinha e Luiz Carlos da Vila, 1988)
3. Camarão que dorme a onda leva (Arlindo Cruz, Beto sem Braço e Zeca Pagodinho, 1983) /
SPC (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1986) /
Já mandei botar dendê (Arlindo Cruz, Maurição e Zeca Pagodinho, 1995) /
Luz do repente (Marquinhos PQD, Arlindo Cruz e Franco, 1987) /
Estrela da paz (Arlindo Cruz e Acyr Marques, 1997) /
Bagaço da laranja (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1985) - Arlindo Cruz
4. O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho, 2007) /
Será que é amor (Arlindo Cruz, Babi e Jr. Dom, 2003) - Arlindo Cruz
5. A pureza da flor (Arlindo Cruz, Jr. Dom e Babi, 2006) - Arlindo Cruz
6. O show tem que continuar (Arlindo Cruz, Sombrinha e Luiz Carlos da Vila, 1988)
- Arlindo Cruz
7. Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) /
Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008)
- com citação de Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938) - Arlindo Cruz e Anitta
8. Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952) - Anitta
9. Zé do Caroço (Leci Brandão, 1985) - Anitta
10. Smooth operator (Sade Adu e Ray St. John, 1984) - Anitta
11. De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994) - Anitta e Arnaldo Antunes
13. Ela é tarja preta (Arnaldo Antunes, Betão Aguiar, Luê, Felipe Cordeiro e Manoel
7. Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) /
Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008)
- com citação de Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938) - Arlindo Cruz e Anitta
8. Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952) - Anitta
9. Zé do Caroço (Leci Brandão, 1985) - Anitta
10. Smooth operator (Sade Adu e Ray St. John, 1984) - Anitta
11. De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994) - Anitta e Arnaldo Antunes
13. Ela é tarja preta (Arnaldo Antunes, Betão Aguiar, Luê, Felipe Cordeiro e Manoel
Cordeiro, 2013) - Arnaldo Antunes
14. Socorro (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994) - Arnaldo Antunes
15. A casa é sua (Arnaldo Antunes e Ortinho, 2009) - Arnaldo Antunes
16. Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014)
14. Socorro (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994) - Arnaldo Antunes
15. A casa é sua (Arnaldo Antunes e Ortinho, 2009) - Arnaldo Antunes
16. Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014)
- Anitta e Arnaldo Antunes
- com citação falada de Abraça o meu abraço (Arnaldo Antunes e Aldo Brizzi, 2003)
17. Pelas tabelas (Chico Buarque, 1984) - Anitta
18. O Bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) - Anitta e Arlindo Cruz
19. Meu lugar (Arlindo Cruz e Mauro Diniz, 2007)- Arlindo Cruz
20. Samba inusitado (Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes) - Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
21. Consumado (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2004) - Arnaldo Antunes
22. Velha infância (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2002)
17. Pelas tabelas (Chico Buarque, 1984) - Anitta
18. O Bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) - Anitta e Arlindo Cruz
19. Meu lugar (Arlindo Cruz e Mauro Diniz, 2007)- Arlindo Cruz
20. Samba inusitado (Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes) - Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
21. Consumado (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2004) - Arnaldo Antunes
22. Velha infância (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2002)
- Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
23. Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978) - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
23. Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978) - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Anitta grava clipe de 'Deixa ele sofrer', primeiro single de seu terceiro álbum
♪ Já pronto, o terceiro álbum de estúdio de Anitta vai ser lançado no segundo semestre deste ano de 2015 pela gravadora Warner Music. A cantora e compositora carioca está gravando hoje, 24 de junho, o clipe do primeiro single do CD que vai suceder Ritmo perfeito (Warner Music, 2014) na discografia de estúdio da artista de funk pop. De sua autoria, a música se chama Deixa ele sofrer.
sexta-feira, 27 de março de 2015
Coletânea 'É festa funk' põe na pista gravações de Anitta, Naldo e Sandra
♪ Posta nas lojas pela gravadora Som Livre neste mês de março de 2015, a coletânea É festa funk - Non-stop junta no disco - e na pista - gravações de nomes como Anitta, Koringa, Ludmilla, Naldo Benny e até Sandra de Sá. Pioneira voz feminina dos bailes da pesada, a cantora carioca figura na compilação em Freneticão, fonograma dividido por Sandra com DJ Detonna, seu parceiro no tema. Já Anitta abre a compilação com Na batida (Jefferson Junior, Umberto Tavares e Anitta), hit de seu segundo álbum de estúdio, Ritmo perfeito (Warner Music, 2014). Ludmilla aparece na seleção com Sem querer, música de autoria da própria Ludmilla. Já Naldo Benny comparece com Te pego de jeito. Por sua vez, Koringa é o único nome ouvido em duas músicas, de sua autoria, Dance mais um pouco e Ostentando o amor, esta gravada com MC Bola. A festa funk também é animada ao som de fonogramas de MC Sapão (Doidelícia, de Sapão e Thiago Alves) e Mali (Se prepara, de Mali), entre outros nomes associados ao funk carioca de tonalidade mais pop e popular.
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Álbum do pagodeiro Ferrugem, 'Climatizar' traz Anitta na faixa 'Namorado'
♪ Cantor e compositor de pagode que ganhou projeção nacional ao longo de 2014, Ferrugem - nome artístico de Jheison Failde de Souza, carioca de 26 anos nascido em Campo Grande, bairro da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro - tem seu álbum Climatizar lançado nas plataformas digitais neste mês de fevereiro de 2015 pela gravadora Warner Music. A companhia fonográfica bancou a participação de Anitta - o nome mais popular de seu elenco nacional - na música Namorado, décima das 14 faixas do disco. O repertório de Climatizar inclui músicas como Ensaboado, Locomotiva, Ninfomaníaca, Saudade não é solidão e Tomando coragem, entre outras.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Anitta já tem repertório do terceiro CD de estúdio, que sai no fim de 2015
♪ Anitta vai lançar seu terceiro álbum de estúdio no fim deste ano de 2015. O repertório do sucessor do CD Ritmo perfeito (Warner Music, 2014) é autoral e já está alinhavado pela cantora e compositora carioca desde o fim de 2014. Falta dar retoques finais nesse cancioneiro e gravá-lo.
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