Mauro Ferreira no G1

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Álbum que devolveu o sucesso a Ben Jor, em 1969, é masterizado para vinil

Sexto álbum de Jorge Ben Jor, lançado em novembro de 1969, Jorge Ben está sendo masterizado por Ricardo Garcia, no Rio de Janeiro (RJ), para ganhar reedição na série Clássicos em vinil, da Polysom. Recheado de sucessos como País tropical, Que pena, Cadê Teresa?, Charles Anjo 45 e Bebete vãobora, o disco foi fundamental para restabelecer o cantor e compositor carioca no mercado fonográfico brasileiro, tendo marcado o retorno do artista à gravadora Philips. Há seis anos, Ben tinha estreado de forma retumbante no mundo do disco pela Philips com o álbum Samba esquema novo (1963), que lhe rendeu sucessos como Mas que nada e Chove chuva. Contudo, os álbuns subsequentes do artista obtiveram repercussão bem menor. Foi o Jorge Ben de 1969 que devolveu ao cantor a popularidade e o sucesso perdidos. Impulsionado pelo êxito de Jorge Ben, que parece um best of, o Zé Pretinho lançou série de álbuns fundamentais ao longo da década de 1970.

6 comentários:

Mauro Ferreira disse...

♪ Sexto álbum de Jorge Ben Jor, lançado em novembro de 1969, Jorge Ben está sendo masterizado por Ricardo Garcia, no Rio de Janeiro (RJ), para ganhar reedição na série Clássicos em vinil, da Polysom. Recheado de sucessos como País tropical, Que pena, Cadê Teresa?, Charles Anjo 45 e Bebete vãobora, o disco foi fundamental para restabelecer o cantor e compositor carioca no mercado fonográfico brasileiro, tendo marcado o retorno do artista à gravadora Philips. Há seis anos, Ben tinha estreado de forma retumbante no mundo do disco pela Philips com o álbum Samba esquema novo (1963), que lhe rendeu sucessos como Mas que nada e Chove chuva. Contudo, os álbuns subsequentes do artista obtiveram repercussão bem menor. Foi o Jorge Ben de 1969 que devolveu ao cantor a popularidade e o sucesso perdidos. Impulsionado pelo êxito de Jorge Ben, que parece um best of, o Zé Pretinho lançou série de álbuns fundamentais ao longo da década de 1970.

Rafael M. disse...

Esse álbum do Jorge Ben é um clássico! Ele é bom demais!!!

Mauro Silva disse...

Que bosta! Não o disco do Jorge, que é maravilhoso! Me refiro ao formato arcaico. Tanta coisa pra ser remasterizada pra ser lançado em CD, que ainda é inédito no formato digital e o povo fica andando pra trás igual caranguejo?? Quem quer Vinil com chiado vai no Sebinho comprar. A Universal não lançou mais nada dos box's EM CD da série Três Tons,isso é preocupante. É um sonho ter em CD REMASTERIZADO a obra de Francis Hime, Dori Caymmi, Eduardo Gudin, Jard's Macalé, Hermeto Pascoal, da Leny Andrade...Que sonho !!!São tantos discos maravilhosos que ainda são inéditos em CD e o povo fica lançando mais do mesmo? Esse disco do Jorge saiu na caixa REMASTERIZADA em CD... com um P...Som Cristalino!!! E um caprichoso encarte.Jesus de Maria José!!!

rodrigo antonio Borges disse...

Chega a ser irônico o comentario do colega assim, dizendo; " que bosta..." o relançamento do disco do Ben no formato de vinil, essa pessoa ainda não percebeu q o Cd esta em profunda decadência, enquanto o vinil vem aumentando suas vendas, ainda q timida,e esse selo Polysom é exclusivo e a unica fabrica que grava LPs no brasil , e quanto a qualidade, desculpa Mauro, mas tu foi ignorante em falar de chiado de vinil, este tendo uma boa qualidade de produção , tanto no material quanto na gravação, não deve nada ao Cd,se tiver equipamento bom de Toca Disco, o som da bolacha se mostra muito mais envolvente do que o Cd. Inté.

ADEMAR AMANCIO disse...

Quando o CD foi inventado,ninguém falava que o som era pior que o vinil.Agora, pra impulsionar o mercado fonográfico,inventam estórias da carochinha.

Edimar Pereira disse...

Grande álbum, um clássico. O grande erro de Jorge Ben foi trocar o violão pela guitarra e inventar a maldita banda do Zé Pretinho; que não era do "Ben" e não chegava a Tim Maia, embora tentassem. Pra piorar, trocou o próprio nome para tentar uma carreira internacional, e para não ficar parecido com George Benson, que fazia sucesso na época, inventou o tal Ben Jor. De lá pra cá estancou. Não é mais Jorge Ben, não existe Ben Jor, ninguém conhece George Benson e a o tal Zé Pretinho foi pra....