♪ Embora nunca tenha sido reeditado no formato de CD, o terceiro álbum da cantora carioca Alaíde Costa - Jóia moderna (RCA-Victor, 1961), lançado originalmente há 55 anos - ganha reedição em vinil neste ano de 2016. Produzida pela gravadora Sony Music, herdeira do acervo da RCA-Victor, a reedição em vinil de Jóia moderna vai chegar ao mercado fonográfico na primeira quinzena de junho de 2016. Neste disco, Alaíde regrava Sem você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959), lança o Samba de nós dois (Baden Powell e Billy Blanco, 1961) e apresenta parceria com Geraldo Vandré, Canção do amor sem fim. O repertório do álbum Jóia moderna reúne 12 músicas.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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quarta-feira, 18 de maio de 2016
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
RETROSPECTIVA 2015 – Alaíde lança dois CDs, grava DVD e festeja 80 anos
♪ RETROSPECTIVA 2015 – Aos 80 anos de vida, completados em 8 de dezembro deste ano de 2015 e devidamente festejados com shows nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo(SP), a cantora e compositora carioca Alaíde Costa continuou em plena atividade artística ao longo de 2015. Em julho, a cantora gravou álbum com o cantor pernambucano Gonzaga Leal, Porcelana, lançado em novembro por vias independentes. Em agosto, com produção de Thiago Marques Luiz, Alaíde gravou o primeiro DVD da carreira no estúdio 185, em São Paulo (SP), dando voz a músicas que nunca havia cantado - caso de Preciso chamar sua atenção (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969) - em registro audiovisual previsto para ser lançado em 2016 através do Canal Brasil. Em setembro, a cantora lançou Alegria é guardada em cofres, catedrais (Minas Records), álbum gravado em 2012 com produção de Geraldo Rocha - autor da foto que ilustra o post - e com a reunião de Alaíde com o violonista e compositor mineiro Toninho Horta. Em novembro e dezembro, os dois shows comemorativos dos 80 anos da intérprete coroaram ano de grande produtividade para Alaíde Costa.
domingo, 18 de outubro de 2015
Com Horta, Alaíde derrama alegrias e dramas guardados nos cofres mineiros
Resenha de CD
Título: Alegria é guardada em cofres, catedrais
Artista: Alaíde Costa e Toninho Horta
Gravadora: Minas Records
Cotação: * * *
Título: Alegria é guardada em cofres, catedrais
Artista: Alaíde Costa e Toninho Horta
Gravadora: Minas Records
Cotação: * * *
♪ Com a autoridade de ter sido a única presença feminina no álbum duplo Clube da Esquina (EMI-Odeon, 1972), a cantora carioca Alaíde Costa já dedicou disco ao cancioneiro do sócio fundador do clube mineiro, Milton Nascimento. A diferença de Amor amigo - Alaíde Costa canta Milton (Lua Music, 2008) para Alegria é guardada em cofres, catedrais - álbum gravado em 2012 para celebrar os 40 anos do LP de 1972, com produção de Geraldo Rocha, e efetivamente lançado neste ano de 2015 pela gravadora Minas Records - é a presença luxuosa de Toninho Horta (no violão e na guitarra) e o fato de que, desta vez, a cantora dá voz não apenas a temas de Milton, mas também a compositores associados ao gregário movimento pop das Geraes. De todo modo, há três músicas recorrentes nos dois álbuns. Entre elas, Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967) e Outubro (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967). O título Alegria é guardada em cofres, catedrais foi extraído do verso do samba Aqui, oh! (1969), parceria de Horta com Fernando Brant (1946 - 2015), um dos poetas do clube. O samba caiu bem no toque do violão de Horta e no canto de Alaíde. Perto de completar 80 anos, a serem festejados em 8 de dezembro, Alaíde é dona de estilo singular de canto, pautado pela técnica, com direito a prolongamentos de notas. A questão é que esse estilo por vezes lacrimoso nem sempre se ajusta ao tom otimista de músicas como Sol de primavera (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1979) - exceto nos versos "Já choramos muito / Muitos se perderam no caminho". Horta brilha invariavelmente no toque virtuoso de seu violão e de sua guitarra. Já a interpretação de Alaíde oscila porque, se a técnica vocal parece desmentir a chegada dos 80 anos, o estilo às vezes está fora do tom das canções. Por mais que não deixe de se portar no disco como a grande cantora que sempre foi, Alaíde não clareia toda a sensualidade ardente de Nascente (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1977). A voz da cantora se afina mais com o tom dramático de Beijo partido (Toninho Horta, 1975). Embora possa soar idealmente mais leve, Tudo o que você podia ser (Lô Borges e Ronaldo Bastos) se impõe como bom momento de disco aberto com inédito tema instrumental de Toninho, Nos tempos de Paulinho, composto em memória de seu irmão Paulo Horta, também músico (era baixista). Sem você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) - canção presente no repertório em licença poética, já que trata-se da primeira música que Horta ouviu na voz de Alaíde em gravação feita em 1961 com o toque magistral do violão de Baden Powell (1937 - 2000) - encerra o álbum no apropriado tom dramático, até mesmo desesperado, do canto de Alaíde Costa. A intérprete trilha com (mais) brilho a travessia do drama.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Aos 80 anos, Alaíde canta Roberto no seu primeiro DVD, feito via Canal Brasil
♪ A caminho dos 80 anos, a serem completados em 8 de dezembro de 2015, Alaíde Costa grava seu primeiro DVD através do Canal Brasil. As gravações acontecem no estúdio 185, em São Paulo (SP). O repertório inclui músicas inéditas na voz da cantora carioca, caso de Preciso chamar sua atenção (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1969), música que Roberto Carlos gravou em seu álbum de 1976 com título diferente da gravação original do tema, feita por seu parceiro Erasmo Carlos, que registrou a canção em 1969 com o nome de Vou ficar nu para chamar sua atenção. O DVD será editado em 2016.
domingo, 23 de agosto de 2015
Eis a capa do álbum em que Alaíde canta hits do Clube da Esquina com Horta
♪ Com capa assinada pelo designer mineiro Leonardo Tasori, o álbum em que a cantora carioca Alaíde Costa dá voz a músicas do repertório do Clube da Esquina - somente com o toque do violão do músico e compositor mineiro Toninho Horta - já está no forno. O título inusitado - Alegria é guardada em cofres, catedrais - foi extraído da letra de Aqui, oh! (1969), parceria de Horta com o compositor mineiro Fernando Brant (1946 - 2015). Gravado em 2012, com produção de Geraldo Rocha, o disco vai ser lançado em setembro de 2015 de forma independente. O CD abre com inédito tema instrumental de Toninho, Nos tempos do Paulinho, composto em memória de seu irmão Paulo Horta. O repertório inclui hits de compositores associados ao Clube da Esquina como Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967), Outubro (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967), Beijo partido (Toninho Horta, 1975), Nascente (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1977), Sol de primavera (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1979) e Tudo que você podia ser (Márcio Borges e Lô Borges, 1972). Entre as músicas menos conhecidas, o disco rebobina Saguin (Toninho Horta, 1980) e Bons amigos (Toninho Horta e Ronaldo Bastos, 1980). O repertório tem licença poética com a inclusão de Sem você (Tom Jobim e Vinicius de Moraes, 1959), primeira música que Horta ouviu na voz de Alaíde em gravação de 1961 feita com o violão de Baden Powell (1937-2000).
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Alaíde e Gonzaga gravam Alceu, Capiba e João Cavalcanti no CD 'Porcelana'
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Alaíde grava Socorro em 'Porcelana', disco feito com Gonzaga Leal no Recife
♪ A IMAGEM DO SOM - A foto de Georgia Branco flagra a cantora carioca Alaíde Costa com o cantor pernambucano Gonzaga Leal no estúdio Muzak, no Recife (PE), durante a gravação de Porcelana, álbum feito pelos dois artistas. O repertório inclui músicas como Delicado - tema de Socorro Lira, lançado pela cantora e compositora paraibana em seu álbum Singelo tratado sobre a delicadeza (Independente / Tratore, 2012) - e Bem-me-quer (Consuelo de Paula, Rubens Nogueira e Luiz Salgado), já registrada por Consuelo de Paula no DVD intitulado Negra (Independente, 2011).
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Alaíde suporta o peso de suas canções de fossa no primeiro disco autoral
Título: Canções de Alaíde
Artista: Alaíde Costa
Gravadora: Nova Estação
Cotação: * * *
♪ Embora o canto refinado de Alaíde Costa também seja associado ao universo da Bossa Nova, a artista carioca não costuma cantar tão suavemente como afirma o título do álbum que lançou em 1960, no início da carreira iniciada de forma profissional em 1954. A caminho dos 79 anos de vida, a serem completados em 8 de dezembro de 2014, Alaíde é cantora habilitada a transitar por repertório denso, mais de fossa do que de bossa, exemplificado por Tempo calado (Alaíde Costa e Paulo Alberto Ventura, 1976), canção cuja letra versa sobre amor ausente e desejo abafado, temas recorrentes na obra da artista. É com essa habilidade que a cantora suporta o peso de sua produção autoral como compositora, concentrada no álbum Canções de Alaíde, produzido por Thiago Marques Luiz para sua gravadora Nova Estação. "Eu vou sofrer, eu vou chorar / Minha tristeza até morrer", avisa através dos versos finais de Afinal (Alaíde Costa), música que abriu e batizou álbum lançado pela cantora em 1963. Afinal e Tempo calado reaparecem entre as 14 músicas de Canções de Alaíde, primeiro álbum inteiramente autoral da artista, lançado no ano em que a cantora completa seis décadas de atividade profissional. Compositora desde os 17 anos, com parceria com Antonio Carlos Jobim (1924 - 1997) (Você é amor) no currículo autoral, Alaíde sempre registrou suas músicas em sua discografia. Em seu primeiro disco, um 78 rotações por minuto editado em 1956 pela gravadora Mocambo, a cantora já deu voz à compositora, gravando Tens que pagar, música que assinou em parceria com Aírton Amorim. Mas o fato é que a cantora sempre ofuscou a compositora, cuja obra foi gravada de forma dispersa. Por isso, Canções de Alaíde tem valor documental por reunir a parte mais expressiva dessa produção autoral, entrelaçando músicas inéditas em disco - caso de Qual a palavra? (Alaíde Costa) - com os títulos já (razoavelmente) conhecidos dessa obra autoral. As canções de Alaíde são geralmente sombrias, feitas com melodias tristes, como reitera verso de Ternura (Alaíde Costa e Geraldo Julião), música unida no álbum a Cadarços, parceria de Alaíde com Hermínio Bello de Carvalho lançada em 1980 em álbum dedicado por Alaíde ao cancioneiro de Hermínio. A união das músicas é feita em medley gravado com o piano preciso de Gilson Peranzzetta. O pianista bisa sua participação na última música do disco, Amigo amado, bonita canção que evidencia a influência da música clássica na arquitetura do cancioneiro de Alaíde, habitualmente composto ao piano. Música gravada por Alaíde em 1973, em disco dividido com Oscar Castro Neves (1940 - 2013), Amigo amado é parceria da artista com Vinicius de Moraes (1913 - 1980). Com o poeta, a compositora também assina Tudo o que é meu, samba-canção lançado por Alaíde em compacto de 1964 e reavivado em Canções de Alaíde com arranjo de Giba Estebez. Entre tantas magoadas canções de fossa, como Choro (Alaíde Costa), é justo ressaltar que Apesar de tudo (Alaíde Costa e João Magalhães) se diferencia no álbum por vislumbrar a luz no fim do túnel da desilusão amorosa, mesmo com melodia meio melancólica que contrasta com o positivismo entranhado em seus versos. Nesse sentido, Banzo (Alaíde Costa e José Márcio Pereira) - música gravada por Alaíde em dueto com Adyel Silva - sintoniza melodia e letra de forma mais fina ao versar sobre amor inter-racial que evoca o tempo da escravidão. Já Canção do breve amor, parceria de Alaíde com Geraldo Vandré, volta a falar de saudade, ausência e tristeza. Temas que somente uma cantora de peso, como Alaíde Costa, pode suportar sem sair do tom.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
Roteiro desfaz a magia do show em que Alaíde e Áurea celebram Elizeth
Resenha de show
Título: Elizethíssima - Uma sincera homenagem a Elizeth Cardoso
Artistas: Alaíde Costa e Áurea Martins (em foto de Mauro Ferreira)
Participações: Hermínio Bello de Carvalho e Vidal Assis
Local: Teatro Rival (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 16 de julho de 2014
Cotação: * * 1/2
Título: Elizethíssima - Uma sincera homenagem a Elizeth Cardoso
Artistas: Alaíde Costa e Áurea Martins (em foto de Mauro Ferreira)
Participações: Hermínio Bello de Carvalho e Vidal Assis
Local: Teatro Rival (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 16 de julho de 2014
Cotação: * * 1/2
Alaíde Costa e Áurea Martins são duas cantoras cariocas de alta categoria. Um show que as reunisse em cena tinha tudo para ser antológico - sobretudo se for um tributo a Elizeth Cardoso (1920 - 1990), uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos. Por tudo isso, Elizethíssima - show que estreou em maio de 2014 no Rio de Janeiro (RJ), cidade aonde voltou à cena no Teatro Rival em 16 de julho, dia em que Elizeth completaria 94 anos - resulta até certo ponto decepcionante. As cantoras são ótimas, o repertório é de excelente nível, mas a magia não se faz - como já sinaliza o primeiro número do roteiro (mal) estruturado por Hermínio Bello de Carvalho e Zé Maria Rocha. Nesse número inicial, Áurea sola o medley que agrega os sambas Mundo melhor (Pixinguinha e Vinicius de Moraes, 1962) e É luxo só (Ary Barroso e Luiz Peixoto, 1957), cantados em empolgação. O roteiro é o ponto problemático de Elizethíssima, show feito sob tradicional direção musical do violonista Lucas Porto, autor dos arranjos. Por estar estruturado em medleys, o roteiro fragmenta e uniformiza as emoções contidas nas canções. Para impedir ainda mais a magia que não se faz, uma das poucas músicas apresentadas de forma isolada, Complexo (Wilson Batista e Magno de Oliveira, 1949), não é das composições mais inspiradas do compositor fluminense Wilson Baptista (1913 - 1938) e do repertório da divina Elizeth. Protagonizada por Áurea, a parte inicial do show deixa a sensação de que sambas como Malvadeza Durão (Zé Kétti, 1965) não se ajustam bem ao canto dessa intérprete cultuada na noite carioca por sua técnica admirável. Cantora projetada no universo da Bossa Nova, Alaíde parece mais à vontade quando entra em cena, a partir do quinto número, para interpretar seis das 12 músicas do álbum Canção do amor demais (Festa, 1958), marco na carreira de Elizeth e na trajetória dos compositores cariocas Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) e Vinicius de Moraes (1913 - 1980). É que canções como Janelas abertas e Sem você são talhadas para o canto de Alaíde, que reitera sua maestria vocal ao introduzir a capella o samba Outra vez. De todo modo, os roteiristas e a diretora Duda Maia demoram a promover a interação entre as cantoras, que somente dividem o palco para valer a partir do sétimo dos dez medleys repartidos entre as intérpretes. Ainda assim, a união é pouco feliz, já que esse sétimo medley é dedicado a reviver o encontro de Elizeth com o cantor carioca Ciro Monteiro (1913 - 1973), perpetuado no álbum A bossa eterna de Elizeth e Ciro (Copacabana, 1966). É nesse disco que Elizeth e Ciro cantam as seis músicas reunidas no medley - Nega (Waldemar Gomes e Afonso Teixeira, 1966), Tem que rebolar (José Batista e Magno de Oliveira, 1954), O que é que eu dou? (Dorival Caymmi e Antônio Almeida, 1947), Eu sou manhosa (Vicente Paiva, 1966), Deixa andar (Jububa, 1966) e Já vai? (Rubens Campos e Duba, 1966) - com uma ginga e uma sintonia inexistentes no número protagonizado por Alaíde e Áurea com o cantor Vidal Assis, convidado do show. O trio cai no suingue de forma artificial, mas o erro é dos roteiristas, que deveriam ter atentado para o fato de que tal repertório pede intérpretes com manemolência escassa nas vozes de Alaíde e Áurea - como Elza Soares, para citar somente um exemplo de cantora bem mais vocacionada para dar voz e balanço a esse repertório. Com correção asséptica, Vidal sola em seguida Noturno em tempo de samba (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy, 1944) antes de Hermínio entrar em cena para interpretar o choro Doce de coco (Jacob do Bandolim, 1951) com a letra que escreveu para Elizeth cantar em 1968. Dispensável, a entrada em cena de Hermínio tira o foco das cantoras. Na sequência, Rosa de ouro (Paulinho da Viola, Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, 1965) é a deixa - já na voz de Áurea - para sequência de sambas gravados pela Divina no antológico álbum Elizeth sobe o morro (Copacabana, 1965). Com a volta de Alaíde para o último número, Elizethíssima apresenta - enfim... - as músicas mais marcantes da trajetória de Elizeth Cardoso. Canção de amor (Chocolate e Eleno de Paula, 1950), Nossos momentos (Luís Reis e Haroldo Barbosa, 1960), Meiga presença (Paulo Valdez e Otávio de Moraes, 1966) e Apelo (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966) são pontos altos da discografia de Elizeth e do show, cujo roteiro infeliz - também prejudicado pelos textos de tom artificial sobre a homenageada - contribui para diluir o brilho do que, sim, poderia ser um espetáculo e um tributo antológicos.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Alaíde e Áurea celebram Elizeth através de Baden, Elton, Tom e Vinicius
♪ Se ainda fosse viva, a cantora carioca Elizeth Cardoso (1920 - 1990) teria completado 94 anos de vida ontem, 16 de julho de 2014. A data não é redonda, mas serviu de pretexto para que as cantoras Alaíde Costa e Áurea Martins - cariocas como a Divina - voltassem à cena do Rio de Janeiro (RJ) com o show Elizethíssima - Uma sincera homenagem a Elizeth Cardoso, apresentado ontem no Teatro Rival. Como o subtítulo do show já explicita, trata-se de tributo a Elizeth, cantora que gravou discos de 1950 aos anos 1980. Alternando-se em solos e duetos, Alaíde e Áurea celebraram Elizeth através de músicas de compositores com Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), Baden Powell (1937 - 2000), Elton Medeiros e Vinicius de Moraes (1913 - 1990) - nomes recorrentes no roteiro assinado por Hermínio Bello de Carvalho com o pianista Zé Maria Rocha (músico que costuma dividir o palco com Áurea). Sob a direção de Duda Maia, as duas cantoras se revezam na interpretação de 32 músicas. Trinta são alocadas nos dez números das seguras cantoras - medleys, quase todos - que compõem o roteiro. As outras duas figuram no bis do show, que tem intervenções do cantor Vidal Assis e do próprio Hermínio Bello de Carvalho. Eis o roteiro seguido por Alaíde Costa e Áurea Martins - em foto de Mauro Ferreira - em 16 de julho de 2014 na apresentação do show Elizethíssima - Uma sincera homenagem a Elizeth Cardoso que contentou o público mais maduro que foi ao Teatro Rival:
1. Mundo melhor (Pixinguinha e Vinicius de Moraes, 1962) /
É luxo só (Ary Barroso e Luiz Peixoto, 1957)
2. Refém da solidão (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970) /
Deixa (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) /
Acontece (Cartola, 1972)
3. Complexo (Wilson Batista e Magno de Oliveira, 1949)
4. Notícia de jornal (Luís Reis e Haroldo Barbosa, 1961) /
Malvadeza durão (Zé Kétti, 1965)
5. Estrada branca (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) /
Janelas abertas (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) /
Eu não existo sem você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) /
Sem você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958)
6. Outra vez (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) /
Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958)
7. Nega (Waldemar Gomes e Afonso Teixeira, 1966) /
Tem que rebolar (José Batista e Magno de Oliveira, 1954) /
O que é que eu dou? (Dorival Caymmi e Antônio Almeida, 1947) /
Eu sou manhosa (Vicente Paiva, 1966) /
Deixa andar (Jububa, 1966) /
Já vai? (Rubens Campos e Duba, 1966)
8. Noturno em tempo de samba (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy, 1944) - solo de Vidal Assis
9. Doce de coco (Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho, 1968)
- solo de Hermínio Bello de Carvalho /
Rosa de ouro (Paulinho da Viola, Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, 1965)
10. Folhas no ar (Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, 1965) /
Minhas madrugadas (Paulinho da Viola e Candeia, 1965) /
A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, 1957)
11. Canção de amor (Chocolate e Eleno de Paula, 1950) /
Nossos momentos (Luís Reis e Haroldo Barbosa, 1960)
Meiga presença (Paulo Valdez e Otávio de Moraes, 1966)
Apelo (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966) /
Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956) /
Canção de amor (Chocolate e Eleno de Paula, 1950)
Bis:
12. Manhã de carnaval (Luiz Bonfá e Antônio Maria, 1959) /
13. Pressentimento (Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, 1968)
sábado, 7 de junho de 2014
Eis a capa do primeiro álbum de Alaíde (somente) com canções autorais
♪ Esta é a capa de Canções de Alaíde, o primeiro álbum inteiramente autoral da cantora carioca Alaíde Costa. Compositora bissexta, mas que fez parcerias com compositores de primeira grandeza como Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), Geraldo Vandré e Vinicius de Moraes (1913 - 1980), Alaíde dá voz a 14 títulos de seu até então disperso cancioneiro autoral ao longo das 13 faixas do disco produzido por Thiago Marques Luiz para sua gravadora Nova Estação. Parte desse repertório ganha seu primeiro registro fonográfico. Nas lojas no segundo semestre de 2014, o CD Canções de Alaíde foi gravado com participações do pianista Gilson Peranzzetta e da cantora Adyel Silva. Eis, na ordem, as 14 músicas do CD Canções de Alaíde:
1. Qual a palavra? (Alaíde Costa)
2. Tudo o que é meu (Alaíde Costa e Vinicius de Moraes)
3. Ternura (Alaíde Costa e Geraldo Julião) /
Cadarços (Alaíde Costa e Hermínio Bello de Carvalho) - com Gilson Peranzzetta
4. Afinal (Alaíde Costa)
5. Meu sonho (Alaíde Costa e Johnny Alf) - com Marcelo Lima
6. Tempo calado (Alaíde Costa e Paulo Alberto Ventura)
7. Saída (Alaíde Costa)
8. Banzo (Alaíde Costa e José Márcio Pereira) - com Adyel Silva
9. Choro (Alaíde Costa)
10. Apesar de tudo (Alaíde Costa e João Magalhães)
11. Você é amor (Alaíde Costa e Antonio Carlos Jobim)
12. Canção do breve amor (Alaíde Costa e Geraldo Vandré)
13. Amigo amado (Alaíde Costa e Vinicius de Moraes) - com Gilson Peranzzetta
quarta-feira, 26 de março de 2014
Alaíde finaliza em SP álbum autoral gravado com o piano de Peranzzetta
Reverenciada como cantora desde que surgiu na era da Bossa Nova, Alaíde Costa sempre foi compositora bissexta, tendo parcerias com grandes nomes da música brasileira como Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), Geraldo Vandré, Johnny Alf (1929 - 2010) e Vinicius de Moraes (1913 - 1980). Com registros até então dispersos, a produção autoral da artista carioca - que inclui músicas inéditas em disco como Apesar de tudo (Alaíde Costa e João Magalhães), Banzo (Alaíde Costa e João Márcio Pereira) e Qual a palavra? (Alaíde Costa) - foi reunida em CD gravado em São Paulo (SP) com produção de Thiago Marques Luiz. Já finalizado, o álbum vai ser lançado neste ano de 2014 pelo selo Nova Estação - aberto por Marques Luiz em 2013 - e tem participações da cantora carioca Adyel Silva e do pianista carioca Gilson Peranzzetta (com Alaíde em estúdio, na foto). Intitulado Canções de Alaíde, o álbum reúne 14 músicas da compositora. Eis o repertório do disco, que vai ser lançado antes do CD gravado em 2012 por Alaíde, com o violonista mineiro Toninho Horta, para celebrar os 40 anos do Clube da Esquina:
1. Meu sonho (Alaíde Costa e Johnny Alf)
2. Saída (Alaíde Costa)
3. Cadarços (Alaíde Costa e Hermínio Bello de Carvalho)
4. Canção do amor sem fim (Alaíde Costa e Geraldo Vandré)
5. Você é amor (Alaíde Costa e Tom Jobim)
6. Amigo amado (Alaíde Costa e Vinícius de Moraes)
7. Afinal (Alaíde Costa)
8. Tudo o que é meu (Alaíde Costa e Vinícius de Moraes)
9. Qual a palavra? (Alaíde Costa)
10. Choro (Alaíde Costa)
11. Apesar de tudo (Alaíde Costa e João Magalhães)
12. Ternura (Alaíde Costa e Geraldo Julião)
13. Tempo calado (Alaíde Costa e Paulo Alberto Ventura)
14. Banzo (Alaíde Costa e João Márcio Pereira)
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Show em que Assis Brasil revisita Nazareth com Alaíde e Navas vira CD
Estreado em São Paulo (SP), em maio deste ano de 2013, o show em que o pianista João Carlos Assis Brasil celebra os 150 anos de nascimento do compositor e também pianista carioca Ernesto Nazareth (20 de março de 1863 - 1º de Fevereiro de 1934) vira disco ao chegar ao Rio de Janeiro (RJ) em apresentações agendadas para 9 e 10 outubro no Espaço Sesc Copacabana. O produtor do CD é Carlos Navas, que participa do show Nazareth revisitado nas músicas Bambino e Odeon, parcerias póstumas de Nazareth com José Miguel Wisnik e Vinicius de Moraes (1913-1980). Alaíde Costa - ao centro na foto, com Assis e Navas - também entra em cena, dando voz a Sertaneja, parceria de Nazareth com o poeta maranhense Catulo da Paixão Cearense (1863-1946). A gravação de Nazareth revisitado será feita em estúdio, em sessões programadas no estúdio Drum para 7 e 8 de outubro. O disco vai ser distribuído pela Tratore.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Titã Sergio Britto finaliza CD solo que agrega Alaíde, Rita, Roberta e Toto
Gravado ao longo de 2012, o quarto CD solo do titã Sergio Britto já está em fase final de masterização. Intitulado Pura bossa nova, o sucessor de A minha cara (2000), Eu sou 300 (2006) e SP55 (2010) vai apresentar 12 músicas da lavra autoral do cantor e compositor paulista. Produzido por Emerson Villani com Guilherme Gê, o disco alinha participações das cantoras Alaíde Costa (uma das vozes femininas da Bossa Nova nos anos 60), Eugênia Brusa (cantora argentina, convidada de uma canção composta em espanhol por Britto), Marcela Mangabeira, Rita Lee e Roberta Sá. O violonista uruguaio Toto Mendez também figura no CD.
sábado, 24 de novembro de 2012
Alaíde e Jane dão voz em disco a parcerias inéditas de Sion com Gusmão
Há cerca de oito anos, o pianista, maestro e professor de música Roberto Sion começou a trocar com um ex-aluno de arranjo e harmonia - o poeta Maurício Gusmão - melodias e versos que deram a origem à parceria dos artistas. Parte desse cancioneiro está registrado no CD 12 Canções Inéditas nas vozes de Alaíde Costa (Labirinto e Quem Dera), Dominguinhos (Cantilena), Filó Machado (Loreta e Samba da Alegria) e Jane Duboc (Cena - canção que se destaca na safra poética pela grande beleza da melodia - e Valsa de Ivan e Heloísa) e Zé Luiz Mazziotti (Longo Romance e O Que Diz), entre outros cantores identificados com a obra criada dentro das tradições da música brasileira. O álbum foi gravado em São Paulo (SP), em outubro.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Alaíde e Horta finalizam CD em que celebram clube dos autores mineiros
Em 2010, Alaíde Costa e Toninho Horta fizeram em Belo Horizonte (MG) um show de voz e violão. Bisado em 2011, esse show foi o embrião e a motivação do primeiro CD gravado pela cantora carioca com o compositor e guitarrista mineiro. Produzido por Geraldo Rocha, o disco - também de voz e violão - está em fase de finalização em Belo Horizonte (MG) e tem lançamento independente previsto para o fim deste ano de 2012 pelo selo de Horta, Minas Records. No embalo das comemorações pelos 40 anos do álbum Clube da Esquina (1972), Alaíde e Horta decidiram celebrar no álbum a obra dos compositores admitidos no seleto clube. O repertório inclui músicas como Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967), Outubro (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967), Aqui, Oh! (Toninho Horta e Fernando Brant, 1969), Tudo Que Você Podia Ser (Márcio Borges e Lô Borges, 1972), Nascente (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1977), Sol de Primavera (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1979), Bons Amigos (Toninho Horta e Ronaldo Bastos, 1980) e Saguin (Toninho Horta, 1980). Embora seja compositor dissociado do clube mineiro, Tom Jobim (1927 - 1994) é a lembrança afetiva do repertório com Sem Você (Tom Jobim e Vinicius de Moraes, 1959), música que Horta ouviu pela primeira vez na voz de Alaíde. O disco inclui ainda dois temas instrumentais de Horta. Um foi feito em memória do irmão do guitarrista, Paulo Horta, incentivador da carreira musical de Toninho. O outro, Canção Para Alaíde, reverencia a cantora que - cabe lembrar - foi a única presença feminina do belo álbum duplo de 1972 que estabeleceu os estatutos musicais do clube.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Álbum de Alaíde, 'Amiga de Verdade' volta ao catálogo com capa original
Grande álbum lançado pela cantora Alaíde Costa em 1988, por vias independentes, Amiga de Verdade volta ao catálogo neste mês de junho de 2012 em reedição produzida por Marcelo Fróes para seu selo Discobertas. Amiga de Verdade já tinha sido reeditado em CD na década de 90, porém com outra capa. Desta vez, o disco retorna ao mercado com a sua capa original.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Divergências motivam cancelamento do disco ao vivo de Alaíde e Fátima
Embora já tenha recebido da fábrica as mil cópias da tiragem inicial do CD Alaíde Costa e Fátima Guedes ao Vivo, que perpetuaria show feito pelas cantoras no Teatro Fecap (SP) de 5 a 7 de agosto de 2008, a gravadora Joia Moderna cancelou a edição do disco. As mil cópias serão, inclusive, destruídas. O motivo do abrupto cancelamento foram discordâncias relativas a questões técnicas na faixa Minha Nossa Senhora, música de Fátima Guedes, interpretada por Alaíde Costa. Como por enquanto não se chegou a um entendimento, a decisão foi por não comercializar as mil cópias já fabricadas. Com isso, os admiradores das artistas vão ficar impossibilitados de ouvir o registro ao vivo de show irretocável, cujo roteiro incluía a inédita Ela, tema em que Fátima Guedes discorre em tom teatral sobre as efervescentes mutações da alma feminina. Clique aqui para ler a resenha da bela estreia do show, realizada no efêmero projeto Grandes Encontros do Teatro Rival - no Rio de Janeiro (RJ) - em 17 de julho de 2008.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Alaíde ilumina (raros) temas nublados de Alf no CD 'Em Tom de Canção'
Resenha de CD
Título: Alaíde Canta Johnny - Em Tom de Canção
Artista: Alaíde Costa
Gravadora: Lua Music
Cotação: * * * 1/2
Título: Alaíde Canta Johnny - Em Tom de Canção
Artista: Alaíde Costa
Gravadora: Lua Music
Cotação: * * * 1/2
"Nesta noite tão fria / Em que a chuva castiga / O meu corpo tão só / Nem o tempo e o vento / Procuram ao menos de mim ter dó", amargam os versos de O Tempo e o Vento, cantados por Alaíde Costa em refinado diálogo com o baixo de Marinho Andreotti. O Tempo e o Vento é um dos dez raros temas de Johnny Alf (1929 - 2010) gravados pela cantora no CD Alaíde Canta Johnny - Em Tempo de Canção. Segundo dos três títulos da caixa Johnny Alf entre Amigos, recém-lançada pela Lua Music, o disco joga luz sobre temas nublados da lavra invariavelmente sofisticada do compositor. Sob apropriada direção musical de Giba Estevez, que envolve as músicas em moldura acústica, Alaíde aborda sem esforço esse repertório difícil que ela já havia apresentado ao vivo em dezembro de 2009, em show que fez em homenagem a Alf ao lado de Leny Andrade. Nenhuma das dez músicas têm cacife para fazer sombra ao cancioneiro já conhecido do compositor de Eu e a Brisa e Ilusão à Toa. Mas todas reiteram a sofisticação da obra de Alf, influenciada pela formação de início erudita de seu criador. Quem Sou Eu - "triste prelúdio" na definição inserida na letra da música aberta pela voz de Zé Luiz Mazziotti - exemplifica bem o tom soturno do CD. Os títulos de algumas músicas - em especial, Foi o Tempo de Verão, Estou Só e Tema da Cidade Longe - já traduzem o clima invernal do repertório reunido no disco produzido por Thiago Marques Luiz. Já na faixa de abertura, a suplicante Escuta, percebe-se o sofrimento de amor em que está embebida a obscura safra de composições que inclui até uma inédita, Em Tom de Canção. Há todo um peso existencial nos versos de temas como Plenilúneo e Meu Sonho - aos quais se ajustam bem a voz noturna de Alaíde, cantora que já contabiliza 75 anos de vida e mais de 50 de carreira. E o fato é que Alaíde Costa e Johnny Alf sempre se entenderam musicalmente. Em Tom de Canção, o disco, é a celebração póstuma dessa afinidade que extrapola a Bossa Nova.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Zé Pedro edita registro ao vivo do show de Alaíde Costa e Fátima Guedes
Em 17 de julho de 2008, Alaíde Costa e Fátima Guedes uniram forças, vozes e repertórios em show que estreou no Teatro Rival, no Rio de Janeiro (RJ). O show foi gravado pela equipe do Rival na época da estreia e, depois, ganhou outro registro ao vivo em temporada no Teatro Fecap, em São Paulo (SP). É esse registro ao vivo captado no Fecap que vai ser editado em CD, três anos depois da estreia do show, pela gravadora Joia Moderna, aberta pelo DJ Zé Pedro para dar voz a cantoras sem voz na indústria fonográfica que segue o ritmo do momento. Clique aqui para ler em Notas Musicais a resenha da estreia do (irretocável) show das artistas.
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