♪ Show de Roberta Sá que está em turnê nacional desde novembro de 2015, Delírio vai ser gravado ao vivo na apresentação agendada para amanhã, 21 de maio de 2016, no Circo Voador, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O registro audiovisual do show vai originar o segundo DVD da discografia da cantora potiguar (em foto de Alice Venturi). Martinho da Vila e Moreno Veloso são os convidados da apresentação. Martinho vai bisar no palco o dueto feito no álbum Delírio (MP,B Discos / Som Livre, 2015) no samba Amanhã é sábado, feito pelo compositor fluminense especialmente para Roberta. Já Moreno é o compositor - em parceria com Quito Ribeiro - de uma das melhores músicas do disco, Meu novo Ilê, e do maior sucesso da carreira de Roberta, Mais alguém (2007), música alocada no bis do show. Clique aqui para (re)ler a resenha do show Delírio, de Roberta Sá.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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sexta-feira, 20 de maio de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Roberta Sá lança remix 'selvagem' da música-título do sexto álbum da artista
♪ Música carnavalizante de Rafael Rocha que batizou o sexto álbum oficial de Roberta Sá (lançado em 2015 em edição do selo MP,B Discos distribuída pela gravadora Som Livre), Delírio ganha remix produzido por Augusto Olivani e Millos Kaiser, os DJs criadores da festa Selvagem, sucesso na cena noturna da cidade de São Paulo (SP). Moldado para a folia, o Selvagem remix de Delírio foi lançado hoje, 26 de janeiro de 2016, no YouTube. Calcado no baticum eletrônico dos DJs, o fonograma vai chegar às demais plataformas digitais na próxima sexta-feira, 29 de janeiro, pondo o bloco na rua.
domingo, 22 de novembro de 2015
Roberta Sá ajusta temperatura de 'Delírio' com o calor do palco (e do público)
Resenha de show
Título: Delírio
Artista: Roberta Sá (em foto de Mauro Ferreira)
Local: Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 21 de novembro de 2015
Cotação: * * * *
Título: Delírio
Artista: Roberta Sá (em foto de Mauro Ferreira)
Local: Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 21 de novembro de 2015
Cotação: * * * *
♪ Com a inteligência que pautou a maioria das escolhas de discografia que completou uma década neste ano de 2015, Roberta Sá conseguiu que um disco meramente bom, Delírio (MP,B Discos / Som Livre, 2015), desse origem a um ótimo show. Sexto álbum de discografia iniciada oficialmente há dez anos com a edição de Braseiro (MP,B Discos / Universal Music, 2005), Delírio priorizou a precisão técnica do canto em detrimento de uma graciosidade que fez com que Roberta caísse quase instantaneamente - com trocadilho - nas graças do público, sobretudo o carioca. Sem o frescor que dava o tom das gravações iniciais da cantora, o disco Delírio soou morno em alguns momentos. Contudo, no show que chegou à cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 21 de novembro de 2015, após estrear em Juiz de Fora (MG) em 5 de novembro, a cantora ajustou a temperatura do repertório de Delírio com a chama do palco, com a quentura do público - sintomaticamente mais caloroso quando a cantora reviveu músicas de álbuns anteriores, mas receptivo às composições do novo disco - e com roteiro coeso que aproveita nove das 11 músicas do álbum, omitindo sagazmente Última forma (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1972) e Feito Carnaval (Rodrigo Maranhão, 2015), duas músicas que contribuíram decisivamente para o tom plácido do disco (a primeira por ter sido registrada com interpretação acanhada que jamais dá o recado do samba). Com o toque magistral da banda capitaneada pelo diretor musical Rodrigo Campello (violão de sete cordas) e formada por feras como Alberto Continentino (baixo), Luis Barcelos (bandolim e cavaquinho), Marcos Suzano (percussão) e Paulino Dias (percussão), Roberta Sá teve a sabedoria de apresentar logo no bloco inicial do show os três bonitos sambas lentos do compositor baiano Cezar Mendes - Não posso esconder o que o amor me faz (Cezar Mendes e José Carlos Capinam, 2015), o buarquiano Se for pra mentir (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2011) e Um só lugar (Cezar Mendes e Tom Veloso, 2015), este cantado por Roberta sentada, num canto do palco - que também colaboraram para que o disco soasse demasiadamente sereno e que, no show, poderiam amenizar o clima da apresentação se fossem dispersados ao longo do roteiro. E o fato é que o show Delírio foi ganhando pique, calor e graciosidade a partir do quinto número, Samba de um minuto (A novidade) (Rodrigo Maranhão, 2003), cantado pelo público carioca com tanta vontade que, em determinado momento do número, Roberta deixou que a voz do povo ecoasse sozinha na casa Vivo Rio. Samba fornecido por Adriana Calcanhotto para o repertório do disco Delírio, Me erra (2015) se tornou um dos acertos do show. Simples e espirituoso como todo samba da gaúcha Calcanhotto, Me erra se mostrou especialmente engenhoso em cena quando o verso "Estou subindo o morro de Mangueira" se afinou com a melodia em escala ascendente. Já a marcha pop que batiza disco e show, Delírio (Rafael Rocha, 2015), reiterou a afinidade do canto leve de Roberta Sá com a produção autoral de compositores da cena contemporânea carioca. Música do álbum anterior da artista, Segunda pele (MP,B Discos / Universal Music, 2012), Bem a sós (Rubinho Jacobina, 2012) manteve o show em alta, a propósito. Com sonoridade moderna e por vezes seresteira, como se a banda encarnasse no século XXI um dos regionais que deram o tom da música brasileira antes do advento da Bossa Nova, o show alcançou pico de intensidade quando Roberta interpretou - em clima de fado e com xale preto (adereço-clichê usado pelas cantoras em suas incursões pelo gênero lusitano) - o antigo samba Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago, 1938). Mesmo sem vocação para o canto mais dramático, Roberta ofereceu interpretação convincente para o samba tornado fado - o que somente evidencia seu crescimento como cantora. O dengo sensual feito por Martinho da Vila em Amanhã é sábado - samba inédito que fez para Roberta e que canta com ela no disco Delírio - também cresceu em cena, sinalizando que as intervenções de Martinho no álbum são dispensáveis. Já Água doce (Roque Ferreira, 2015) fez a cantora seguir a correnteza do manemolente samba baiano do compositor Roque Ferreira, a cujo repertório Roberta dedicou inteiramente o irretocável álbum Quando o canto é reza - Canções de Roque Ferreira (MP,B Discos / Universal Music, 2010). Desta obra-prima da discografia da artista, o show Delírio rebobina também Menino e Festejo, músicas alocadas no bis iniciado com Mais alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro, 2010), sucesso do álbum que consolidou a carreira fonográfica de Roberta, Que belo estranho dia pra se ter alegria (MP,B Discos / Universal Music, 2007). Mais alguém é da lavra dos mesmos compositores de Meu novo Ilê, única música do CD Delírio que soa mais sedutora no disco do que no show. Em cena, o arranjo - que evoca ritmos como a morna de Cabo Verde e o samba-reggae da Bahia - soou sem (toda) a clareza da gravação de estúdio. Em contrapartida, Ah, se eu vou (Lula Queiroga, 2001) trouxe de volta para a cena toda a graciosidade que pautava o canto de Roberta Sá em seus discos iniciais. É o número em que a cantora rodopia pelo palco do Vivo Rio, cheia de vida e cheia de graça. Boa surpresa do roteiro, o samba Gostoso veneno (Wilson Moreira e Nei Lopes, 1979) ainda pode ser sorvido no show com mais sensualidade. Basta Roberta beber da fonte de Alcione, cantora que lançou o samba há 36 anos, em 1979. Já apontando o fim do show, na qual a cantora mostrou maior desenvoltura cênica ao se movimentar por todos os cantos do palco ao longo da apresentação, os sambas O nego e eu (João Cavalcanti, 2012) e Boca em boca - a primeira parceria de Roberta, compositora bissexta, com Xande de Pilares, fecho do disco Delírio - encerraram com animação um show no qual a cantora reverteu - positivamente - a expectativa do público de assistir a um espetáculo de tons plácidos como o disco.
Roberta Sá sorve o 'Gostoso veneno' de Alcione no roteiro do show 'Delírio'
♪ Enquanto Roberta Sá estava no palco da casa Vivo Rio, apresentando o show Delírio para o público carioca, Alcione comemorava 68 anos de vida com festa na quadra da escola dfe samba Mangueira. A cantora potiguar aproveitou a coincidência da data e saudou a Marrom em cena ao cantar Gostoso veneno, o samba dos compositores cariocas Wilson Moreira e Nei Lopes que batizou o álbum lançado pela cantora maranhense em 1979. Gostoso veneno foi a única surpresa do roteiro do show baseado no sexto álbum oficial de Roberta Sá. Sob a direção musical do produtor do disco, Rodrigo Campello, Delírio chegou à cena da cidade do Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 21 de novembro de 2015, após ter estreado em Juiz de Fora (MG) em 5 de novembro, em apresentação que Roberta caracterizou como pré-estreia da turnê. Além de cantar nove das 11 músicas do disco, a cantora deu voz a composições que gravou em álbuns anteriores com o toque virtuoso de banda que, além do diretor Rodrigo Campello no violão de sete cordas, incluiu o baixista Alberto Continentino, Luis Barcelos (no bandolim e no cavaquinho) e os percussionistas Marcos Suzano e Paulino Dias. Eis o roteiro seguido em 21 de novembro de 2015 por Roberta Sá - em foto de Mauro Ferreira - na estreia carioca do show Delírio na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ):
1. Não posso esconder o que o amor me faz (Cezar Mendes e José Carlos Capinam, 2015)
2. Cicatrizes (Miltinho e Paulo César Pinheiro, 1972)
3. Se for pra mentir (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2011)
4. Um só lugar (Cezar Mendes e Tom Veloso, 2015)
5. Samba de um minuto (A novidade) (Rodrigo Maranhão, 2003)
6. Me erra (Adriana Calcanhotto, 2015)
7. Delírio (Rafael Rocha, 2015)
8. Bem a sós (Rubinho Jacobina, 2012)
9. Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago, 1938)
10. Amanhã é sábado (Martinho da Vila, 2015)
11. Água doce (Roque Ferreira, 2010)
12. Meu novo Ilê (Quito Ribeiro e Moreno Veloso, 2015)
13. Ah, se eu vou (Lula Queiroga, 2001)
14. Gostoso veneno (Wilson Moreira e Nei Lopes, 1979)
15. Samba de amor e ódio (Pedro Luís e Carlos Rennó, 2007)
16. O nego e eu (João Cavalcanti, 2012)
17. Boca em boca (Roberta Sá e Xande de Pilares, 2015)
Bis:
18. Mais alguém (Moreno Veloso e Quito Ribeiro, 2007)
19. Menino (Roque Ferreira, 2010)
20. Festejo (Roque Ferreira, 2010)
21. Interessa? (Carvalhinho, 1951)
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Sem o frescor de antes, Roberta Sá recai no samba na lira plácida de 'Delírio'
Resenha de CD
Título: Delírio
Artista: Roberta Sá
Gravadora: MP,B Discos / Som Livre
Cotação: * * *
Título: Delírio
Artista: Roberta Sá
Gravadora: MP,B Discos / Som Livre
Cotação: * * *
♪ A lira plácida de Delírio contradiz o título extasiante do sexto álbum oficial de Roberta Sá, lançado neste mês de outubro de 2015. Em que pese o clima carnavalizante da música-título Delírio, bom samba inédito do compositor carioca Rafael Rocha (baterista do grupo Tono) com o qual a cantora põe o bloco e o disco na rua com clipe que evoca o filme do cineasta fluminense Walter Lima Jr. A lira do delírio (Brasil, 1978), o disco transcorre majoritariamente em tons pastéis, sem o êxtase insinuado no título. Já não há, em grande parte das faixas, o frescor e a vivacidade que pautaram o canto desta artista potiguar radicada na cidade do Rio de Janeiro (RJ) desde a adolescência. Para quem acompanha a discografia da cantora desde Braseiro (MP,B Discos / Universal Music, 2005), irretocável álbum lançado há uma década, Delírio é o segundo ponto mais baixo da obra fonográfica de Roberta Sá, perdendo somente para o seminal e titubeante Sambas & bossas (Independente, 2004), o primeiro real álbum da cantora, gravado para ser distribuído como brinde de empresa e nunca editado de forma comercial. Nem por isso Delírio deixa de ser um bom disco porque há um padrão mínimo de qualidade em cada uma de suas 11 faixas. A abertura com Meu novo Ilê - graciosa parceria de Moreno Veloso e Quito Ribeiro que alude ao universo afro-baiano em arranjo que remete às mornas de Cabo Verde - sinaliza de cara a boa qualidade do disco, que versa sobre diferentes estágios do amor. A questão é que Delírio jamais fica à altura dos grandes álbuns lançados pela cantora de Braseiro para cá. O problema jamais reside na produção sempre elegante de Rodrigo Campello - ainda que talvez já esteja na hora de Roberta Sá arriscar outro produtor e outra sonoridade. Compostas em maior parte com inspiração, as 11 músicas do repertório tampouco respondem pelo fato de Delírio jamais extasiar como obra, embora esteja repleto de bons momentos. A questão está na liga frágil entre cantora e repertório. Há momentos em que o disco soa morno - algo que nunca havia acontecido nos álbuns oficiais de Roberta Sá. Exemplo é o samba buarquiano Se for para mentir (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes, 2011), lançado na voz da cantora paulistana Luciana Mello há quatro anos e ora revivido por Roberta em dueto com Chico Buarque. A presença de Chico valoriza a gravação sem alterar o tom plácido da maior parte deste disco pautado pelo samba. Sim, Roberta recai no samba com elegância serena em Delírio após se descolar do gênero em seu álbum anterior, Segunda pele (MP,B / Universal Music, 2012). Mas nem sempre se mostra a intérprete mais adequada para os sambas que escolheu. Presente de Adriana Calcanhotto, compositora contaminada pelo micróbio do samba nestes anos 2010, Me erra parece o típico samba produzido em série linear pela artista gaúcha para o disco que dedicou ao gênero em 2011. Mas o refrão é forte, pop e manda um recado que Roberta não transmite com a força pedida pelo samba. Nada que se compare, contudo, à apatia da interpretação de Última forma (1972), samba que Baden Powell (1937 - 2000) e Paulo César Pinheiro fizeram para Elis Regina (1945 - 1982) deitar e rolar, mas que a Pimentinha não gravou, tendo sido lançado em 1972 por Elizeth Cardoso (1920 - 1990) e pelo grupo MPB-4 (no mesmo disco, aliás, em que Roberta pescou a faixa-título Cicatrizes para o repertório de Braseiro). Recado desaforado para o ser amado, Última forma é tema para cantoras de vozes ardidas. Introduzida em tom lírico pelo violoncelo de Jaques Morelenbaum, a regravação sem vida de Roberta não dá esse recado. O que não deixa de ser surpreendente na discografia de uma cantora que sempre primou pela vivacidade e pela leveza de seu canto. A placidez do samba Feito um Carnaval (Rodrigo Maranhão) também parece contradizer letra que versa sobre um amor de Carnaval que, contra todos os prognósticos pessimistas, dribla a ilusão da folia e se mostra mais duradouro do que uma chuva de verão. Contudo, há faixas mais ajustadas ao tom calmo do disco. Primeiro dos três sambas de Cezar Mendes alocados na ordem do álbum, Um só lugar - inédita parceria do compositor baiano com o jovem carioca Tom Veloso - prima pela beleza, com algo de Bossa Nova e algo de samba-canção. Na sequência, outro samba inspirado de Mendes - Não posso esquecer o que amor me faz, feito com versos do poeta baiano José Carlos Capinam - emula o clima e a cadência bonita dos sambas da Velha Guarda. A sensualidade dengosa de Amanhã é sábado - samba inédito de Martinho da Vila, gravado por Roberta em dueto com o cantor e compositor fluminense - também está em sintonia com o espírito sossegado do disco. É um samba que fala de coisas de casal sob ótica feminina. De acordo com Martinho, Amanhã é sábado dá voz a mulher do nego que chegava de porre em Disritmia, só que o samba de 2015 jamais empolga com o engenhoso samba de 1974. Por ironia, um dos destaques deste disco de sambas é um samba de 1938, Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago), que Roberta transforma em fado com naturalidade em gravação feita em Lisboa - em dueto com o cantor português António Zambujo - com a guitarra portuguesa de Bernardo Couto. Há na melancolia de Covardia e na animação pagodeira de Boca em boca - samba assinado por Roberta Sá (compositora bissexta) com Xande de Pilares e gravado com o banjo de seu parceiro - a vida e a energia vital que parecem escassear em vários momentos do disco. Embora conduzida por serenidade que jamais perde a elegância, a amorosa lira do Delírio de Roberta Sá se desvia do êxtase, surpreendendo quem conhece as possibilidades e a estupenda discografia pregressa desta inteligente cantora que sempre girou com graça na renda.
domingo, 4 de outubro de 2015
'Delírio', o sexto álbum de Roberta Sá, sai simultaneamente em CD e em vinil
♪ Sexto álbum oficial da discografia da cantora Roberta Sá, Delírio tem lançamento programado nas plataformas digitais para 9 de outubro de 2015. Na sequência imediata, o álbum - lançado em edição do selo MP,B Discos distribuída em escala nacional pela gravadora Som Livre - chega ao mercado fonográfico simultaneamente nos formatos de CD e de vinil, fabricado pela Polysom com as mesmas onze faixas do disco produzido por Rodrigo Campello. Clique aqui e conheça as músicas.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Eis capa e faixas de 'Delírio', CD em que Roberta vai de Ataulfo a Tom Veloso
♪ Com capa criada por Cássia D'Elia a partir de foto de Daryan Dornelles, o sexto álbum oficial de Roberta Sá, Delírio, chega ao mercado fonográfico no início de outubro de 2015, em edição da MP,B Discos distribuída em escala nacional pela gravadora Som Livre. A capa - revelada hoje com exclusividade por Notas Musicais - tem direção de arte assinada pela própria Roberta Sá. Já o disco traz onze músicas no repertório. Oito são inéditas. Integrante do grupo carioca Tono, o compositor e músico carioca Rafael Rocha assina a música-título Delírio, já alvo de clipe gravado pela cantora no Rio de Janeiro (RJ). O compositor e violonista baiano Cezar Mendes é o nome mais recorrente no repertório, assinando três das 11 músicas de Delírio em parcerias com Arnaldo Antunes, José Carlos Capinam e Tom Veloso (filho de Caetano Veloso). O disco em que Roberta Sá canta de Ataulfo Alves (1909 - 1969) a Tom Veloso - passando por Baden Powell (1937 - 2000), Martinho da Vila e Adriana Calcanhotto - foi produzido por Rodrigo Campello sob a direção artística da cantora e compositora potiguar radicada no Rio de Janeiro (RJ). João Mário Linhares assina a direção de produção do disco. Eis, na ordem do álbum, as onze músicas gravadas por Roberta Sá em Delírio:
2. Me erra (Adriana Calcanhotto, 2015)
3. Um só lugar (Cézar Mendes e Tom Veloso, 2015)
4. Não posso esconder o que o amor me faz (Cézar Mendes e José Carlos Capinam, 2015)
5. Delírio (Rafael Rocha, 2015)
6. Se for para mentir (Cézar Mendes e Arnaldo Antunes, 2011) - com Chico Buarque
7. Amanhã é sábado (Martinho da Vila, 2015) - com Martinho da Vila
8. Feito Carnaval (Rodrigo Maranhão, 2015)
9. Última forma (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1972)
10. Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago, 1938) - com António Zambujo (faixa gravada em Lisboa)
11. Boca em boca (Roberta Sá e Xande de Pilares, 2015) - com Xande de Pilares (no banjo)
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Roberta grava clipe da faixa-título de álbum e posta foto com Curumin e Davi
♪ A IMAGEM DO SOM - Postada por Roberta Sá na sua página oficial no Facebook, a foto de Tainá Azeredo mostra a cantora potiguar em estúdio com o baterista Curumim e com o guitarrista Davi Moraes. Mas não se trata de flagrante da gravação do sexto álbum oficial de Roberta, Delírio, já no forno para ser lançado em edição da MP,B Discos a ser distribuída pela gravadora Som Livre (a artista inclusive já gravou o clipe da música-título Delírio). O trio se reuniu em estúdio para ensaiar número da segunda temporada da série musical Clubversão (HBO), dirigida por Fábio Pinczowski.
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Roberta Sá apresenta 'Delírio' em setembro com a distribuição da Som Livre
♪ Delírio é o título do sexto álbum oficial da cantora potiguar Roberta Sá (em foto de Daryan Dornelles). O lançamento está confirmado para setembro de 2015 em edição do selo MP,B Discos distribuída pela gravadora Som Livre. Clique aqui para conhecer seis das 11 músicas reunidas no CD.
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Roberta grava com Chico parceria de Arnaldo com Cézar Mendes em seu CD
♪ A IMAGEM DO SOM - Postada hoje por Roberta Sá em sua página oficial no Facebook, a foto de Chris Amback flagra a cantora potiguar no estúdio Nas Nuvens, no Rio de Janeiro (RJ), ao lado de Rodrigo Campello (à esquerda) e Chico Buarque durante a gravação de seu sexto álbum oficial. Produzido por Campello, o disco - cuja master já está finalizada - tem participação do cantor e compositor carioca. Chico canta com Roberta Se for pra mentir, parceria do compositor paulistano Arnaldo Antunes com o compositor e violonista baiano Cézar Mendes, lançada há quatro anos na voz da cantora paulistana Luciana Mello em seu álbum 6º solo (Ape Music / Microservice, 2011). Além de Chico, o álbum de Roberta traz também o violoncelista Jaques Morelenbaum - com quem Roberta regrava o samba Última forma (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1972) - e o cantor português António Zambujo, que divide com a artista a interpretação de Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago, 1938), samba tornado um fado em gravação feita em Portugal. Outros convidados do disco são o cantor e compositor fluminense Martinho da Vila (em Amanhã é sábado, samba que Martinho deu para a cantora) e o cantor e compositor carioca Xande de Pilares, que toca banjo em Boca em boca, música que abre sua parceria com Roberta. Adriana Calcanhotto não participa do disco, mas forneceu a inédita Me erra para o repertório. O (aguardado) álbum de Roberta vai ser lançado em setembro de 2015, em edição do selo MP,B Discos distribuída pela gravadora Som Livre.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Dirigida por Roberta Sá, Ratto revisa obra em DVD que inclui Erasmo e Lucas
♪ Já no mercado fonográfico, com realização do Canal Brasil e com distribuição da Coqueiro Verde Records, o primeiro DVD da cantora e compositora carioca Anna Ratto, Ao vivo, alinha 18 músicas captadas em apresentação feita por Ratto em 12 de fevereiro de 2014 no Teatro Rival, no Rio de Janeiro (RJ), sob a direção artística de Roberta Sá. No DVD, que tem direção geral de David Pacheco, a cantora rebobina músicas de seus três álbuns oficiais, canta Tom Zé - Se o caso é chorar (parceria do compositor baiano com Perna, lançada por Zé em 1972) e Frevo (Tom Zé e Tuzé de Abreu, 1972) - e recebe Erasmo Carlos para beber do suingue de Cachaça mecânica (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1973). Outro convidado do vídeo é Lucas Vasconcelos, compositor e instrumentista do duo Letuce. Parceira de Lucas em Desalento, Ratto recebe o colega no registro de Eu não vou chorar por fora, tema da lavra solitária de Lucas. Nos extras, o DVD exibe o clipe da canção Nem sequer dormir (Anna Ratto, 2012), gravado com Roberta Sá na orla do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Roberta Sá ganha inédita de Calcanhotto e regrava Baden com Morelenbaum
♪ Programado para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2015, o sexto álbum oficial de Roberta Sá traz no repertório uma música inédita da compositora gaúcha Adriana Calcanhotto. Me erra é o nome da música dada por Calcanhotto para a cantora potiguar radicada no Rio de Janeiro (RJ). No CD, que vai ser lançado em edição do selo MP,B Discos com distribuição da gravadora Som Livre, Roberta regrava o samba Última forma (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1972) com o toque do violoncelo de Jaques Morelenbaum. Outros convidados do disco são o compositor fluminense Martinho da Vila (em Amanhã é sábado, samba que fez para a cantora), o cantor português António Zambujo - que divide com Roberta a interpretação de Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago, 1938), samba tornado um fado em gravação feita em Portugal - e o carioca Xande de Pilares (banjo em Boca em boca, música que abre a parceria de Xande com Roberta, compositora eventual). Produtor do álbum, Rodrigo Campello assina os arranjos e toca violões no disco, gravado com banda que inclui músicos como Alberto Continentino (baixo), Armando Marçal (percussão), Jorge Helder (baixo), Luís Barcelos (bandolim e cavaquinho) e Marcos Suzano (bateria e percussão).
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Roberta canta inédita de Martinho com compositor em CD que sai em agosto
♪ Previsto para ser lançado em agosto de 2015, em edição do selo MP,B Discos que vai chegar às lojas com distribuição da gravadora Som Livre, o sexto álbum de Roberta Sá inclui música inédita do compositor fluminense Martinho da Vila. A cantora potiguar pediu música a Martinho para o disco - gravado no Rio de Janeiro (RJ) com produção de Rodrigo Campello - e ganhou Amanhã é sábado. Martinho participou da gravação da faixa. Outras músicas do CD são Covardia (Ataulfo Alves e Mário Lago) - samba de 1938 que Roberta transformou em fado, em gravação feita em Lisboa em dueto com o cantor português António Zambujo - e Boca em boca, primeira parceria de Roberta com o compositor carioca Xande de Pilares, projetado como vocalista do Grupo Revelação.
sábado, 9 de maio de 2015
CD com boa trilha nacional de 'Sete vidas' apresenta gravação de Roberta Sá
♪ Música lançada por Simone no álbum Cigarra (EMI-Odeon, 1978), Medo de amar nº 2 (Sueli Costa e Tite de Lemos) ganha a voz de Roberta Sá na trilha sonora de Sete vidas, novela exibida pela TV Globo às 18h. Editada em CD pela gravadora Som Livre neste mês de maio de 2015, a trilha sonora de Sete Vidas inclui outras gravações exclusivas, casos da abordagem de Pra te lembrar (Nei Lisboa, 2003) por Luiza Possi e de Terra (Caetano Veloso, 1978) na voz de Paulinho Moska. Voltada para a MPB, a seleção musical da novela rebobina também fonogramas de Gal Costa (Errática, música de Caetano Veloso lançada pela cantora no álbum O sorriso do gato de Alice, editado em 1993), Cássia Eller (1962 - 2001) - ouvida com a gravação de All star (Nando Reis) lançada em 2002 - e Caetano Veloso, representado pela gravação de Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972), feita em 1989 para tributo ao compositor e poeta fluminense Ronaldo Bastos. Há também fonogramas de Chico Buarque, Marisa Monte e Nana Caymmi. Eis as 14 músicas do CD Sete vidas:
1. Cais (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) - Caetano Veloso
2. Errática (Caetano Veloso, 1993) - Gal Costa
3. A sua (Marisa Monte, 2001) - Marisa Monte
4. Pra te lembrar (Nei Lisboa, 2003) - Luiza Possi
5. Medo de amar nº 2 (Sueli Costa e Tite de Lemos) - Roberta Sá
6. Epitáfio (Sergio Britto, 2001) - Titãs
7. Pais e filhos (Renato Russo, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá 1989) - Legião Urbana
8. All-star (Nando Reis, 2002) - Cássia Eller
9. Eu e a brisa (Johnny Alf, 1968) - Wilson Simoninha
10. Medo de amar (Vinicius de Moraes, 1958) - Nana Caymmi
11. Lígia (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1974) - Chico Buarque
12. Terra (Caetano Veloso, 1978) - Paulinho Moska
13. Deixa o barco ir (Dani Black, 2011) - Dani Black
14. A dança (Renato Alves e Fred Sommer, 2012) - Playmobille
quarta-feira, 18 de março de 2015
Com Zambujo em Lisboa, Roberta torna samba de Ataulfo com Lago um fado
♪ Samba triste composto pelo mineiro Ataulfo Alves (1909 - 1969) em parceria com o carioca Mário Lago (1911 - 2002) e lançado em 1938 na voz do cantor catarinense Nuno Roland (1913 - 1975), Covardia ganha o tom melancólico do fado no álbum que Roberta Sá vai lançar neste primeiro semestre de 2015. A música foi gravada pela cantora potiguar em Lisboa em dueto com o cantor português António Zambujo. Produtor do disco, Rodrigo Campello criou o arranjo da faixa, gravada no estúdio como se fosse ao vivo. Músicos e cantores fizeram uma roda e gravaram Covardia sem retoques de pós-produção. O samba foi gravado originalmente por Nuno Roland em agosto de 1938 em disco de 78 rotações por minuto editado pela gravadora Odeon em outubro daquele mesmo ano de 1938. Além de Covardia, o sexto álbum de Roberta Sá inclui Boca em boca, primeira parceria da artista - compositora bissexta - com o compositor carioca Xande de Pilares, projetado no Grupo Revelação.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Roberta Sá abre e grava parceria com Xande de Pilares em seu sexto álbum
♪ A IMAGEM DO SOM - Compartilhada por Roberta Sá em sua página no Facebook, a foto mostra a cantora no MiniStereo Estúdio, no Rio de Janeiro (RJ), com Xande de Pilares (à esquerda) e o produtor Rodrigo Campello. A cantora potiguar finaliza seu sexto álbum, no qual grava sua primeira parceria com esse compositor carioca projetado como vocalista do Grupo Revelação. A música se chama Boca em boca. Campello produz o disco, que sai neste primeiro semestre de 2015 através do selo MP,B Discos.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Anna Ratto lança clipe de dueto feito com Roberta Sá para seu primeiro DVD
♪ Já posto em rotação no YouTube e no site do Canal Brasil, o belo clipe da música Nem sequer dormi (Anna Ratto, 2012) - filmado pela cantora e compositora carioca Anna Ratto com Roberta Sá na orla da cidade do Rio de Janeiro (RJ) sob a direção de David Pacheco - vai estar nos extras do primeiro DVD de Ratto. O clipe foi filmado a partir da inédita gravação feita em estúdio pelas cantoras. Rodrigo Vidal assina a produção musical dessa gravação, formatada somente com o violão de Fernando Caneca, o violoncelo de Federico Puppi e as vozes das cantoras. Roberta Sá dirigiu o show gravado ao vivo por Ratto em 12 de fevereiro de 2014 no Teatro Rival, no Rio de Janeiro (RJ), para dar origem ao primeiro DVD da cantora carioca. A propósito, o DVD vai chegar ao mercado fonográfico neste primeiro semestre de 2015, com a distribuição da gravadora Coqueiro Verde Records. Erasmo Carlos participa.
sábado, 19 de abril de 2014
Roberta Sá seleciona música de Rubinho Jacobina para CD de samba pop
Roberta Sá selecionou música do compositor carioca Rubinho Jacobina - de quem gravou Bem a sós em seu último álbum, Segunda pele (MP,B Discos / Universal Music) - para o disco que arquiteta desde 2013 com sambas inéditos de autores ligados ao universo pop. Previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano de 2014, o sexto CD de Roberta Sá deve alinhar no repertório músicas de Adriana Calcanhotto e Zélia Duncan, entre outros nomes do quintal pop. No ano passado, Roberta pediu samba a Marina Lima. A ideia é cair no samba sem obviedade.
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Anna Ratto grava em estúdio com sua diretora Roberta Sá para extra de DVD
Anna Ratto vai gravar uma música em estúdio com Roberta Sá para os extras de seu primeiro DVD. A ideia inicial é que o dueto na música Nem sequer dormi fosse incluído no roteiro do show gravado ao vivo pela cantora e compositora carioca em 12 de fevereiro de
2014 no Teatro Rival, no Rio de Janeiro (RJ), sob a direção de Roberta. Só que
Roberta preferiu não conciliar sua estreante função de diretora com a participação especial
no show, optando então por registrar posteriormente em estúdio o dueto com Ratto. Lançada em 2012, Nem sequer dormi é (boa) música da lavra de Ratto.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Alcione, Diogo, Martinho e Roberta exaltam em show o poder do samba
Com 28 sambas em 27 números, fora o bis que adiciona Canta canta minha gente (Martinho da Vila, 1974) e repete O que é o que é (Gonzaguinha, 1982), o roteiro do show Nívea viva o samba pinta - nos tons das vozes dos cantores Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá - a aquarela brasileira do samba. Aliás, o samba-enredo Aquarela Brasileira (Silas de Oliveira, 1964) também figura no roteiro do show que teve uma pré-estreia para convidados na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), em 18 de fevereiro de 2014, antes de partir em março em turnê nacional que prevê seis apresentações abertas e gratuitas em seis capitais do Brasil. Sob a direção de Monique Gardenberg e a direção musical de Alceu Maia, Alcione, Diogo, Martinho e Roberta - vistos em foto de Rodrigo Amaral - exaltam no show o poder da criação do ritmo que dá o tom da música brasileira há quase 100 anos. Eis o roteiro seguido pelos quatro cantores na estreia do show Nívea viva o samba no Rio de Janeiro (RJ):
1. A voz do morro (Zé Kétti, 1956)
- Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá
2. Eu sambo mesmo (Janet de Almeida, 1946)
- Roberta Sá
3. Casa de bamba (Martinho da Vila, 1969)
- Martinho da Vila
4. O poder da criação (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1980)
- Diogo Nogueira
5. Não deixe o samba morrer (Efson e Aloísio, 1975)
- Alcione
6. ...E o mundo não se acabou (Assis Valente, 1938)
- Roberta Sá
7. Com que roupa? (Noel Rosa, 1930) /
- Roberta Sá
Vestido de bolero (Dorival Caymmi, 1944)
- Diogo Nogueira
8. Meu ébano (Nenéo e Paulinho Resende, 2005)
- Alcione
9. Mulheres (Toninho Geraes, 1995)
- Martinho da Vila
10. Sou eu (Ivan Lins e Chico Buarque, 2009)
- Diogo Nogueira com Martinho da Vila
11. O mundo é um moinho (Cartola, 1980)
- Alcione
12. De pai pra filha (Martinho da Vila, 1982)
- Martinho da Vila
13. Além do espelho (João Nogueira e Paulo César Pinheiro, 1992)
- Diogo Nogueira
14. Conto de areia (Romildo Bastos e Toninho Nascimento, 1974)
- Alcione e Roberta Sá
15. O que é o que é (Gonzaguinha, 1982)
- Roberta Sá
16. Feitiço da Vila (Vadico e Noel Rosa, 1934)
- Alcione e Martinho da Vila
17. Rio antigo (Chico Anysio e Nonato Buzar, 1979)
- Alcione
18. Meu lugar (Arlindo Cruz e Mauro Diniz, 2006)
- Diogo Nogueira
19. Vazio (Está faltando uma coisa em mim) (Nelson Rufino, 1979)
- Diogo Nogueira
20. Pressentimento (Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, 1968)
- Roberta Sá
21. Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957)
- Alcione
22. A flor e o espinho (Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, 1957)
- Alcione e Diogo Nogueira
23. Os meninos da Mangueira (Rildo Hora e Sérgio Cabral, 1976)
- Alcione com Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá
24. Renascer das cinzas (Martinho da Vila, 1974)
- Martinho da Vila com Alcione, Diogo Nogueira e Roberta Sá
25. Foi um rio que passou em minha vida (Paulinho da Viola, 1970)
- Diogo Nogueira com Alcione, Martinho da Vila e Roberta Sá
26. Aquarela Brasileira (Silas de Oliveira, 1964)
- Roberta Sá com Alcione, Diogo Nogueira e Martinho da Vila
27. Isto aqui, o que é? (Sandália de prata) (Ary Barroso, 1942)
- Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá
Bis:
28. Canta canta, minha gente (Martinho da Vila, 1974)
- Martinho da Vila
29. O que é o que é (Gonzaguinha, 1982)
- Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá
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