Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


domingo, 29 de dezembro de 2013

Retrô 2013: Dez discos brasileiros que se destacaram ao longo deste ano

1. De graça (Slap / Som Livre) - Marcelo Jeneci
    - O cantor e compositor paulista roça o pop perfeito entre cordas e camadas de sons

2. Amizade (MP,B Discos / Universal Music) - Boca Livre
    - Aos 35 anos de vida, o grupo reaviva as tradições vocais sem repetir a mesma toada

3. Arpoador (Edição independente do artista) - Leo Tomassini
    - O artista carioca emerge entre ondas de Caetano Veloso, Chet Baker e João Gilberto

4. Atento aos sinais (Som Livre) - Ney Matogrosso
    - Em disco de estúdio, o cantor captou as estranhezas e as urgências de show quente 

5. Caymmi (Som Livre) - Danilo Caymmi, Dori Caymmi e Nana Caymmi
    - Os irmãos dão belo mergulho nas profundezas do mar do centenário Dorival Caymmi

6. Condição humana (Sobre o tempo) (Coaxo do Sapo / Tratore) - Guilherme Arantes
     - O coração do artista paulista volta a bater com vigor pop em disco de tom reflexivo

7. Embalar (Circus / Ná Recors) - Ná Ozzetti
    - Um disco de banda e de (excelentes) inéditas reiterou a dádiva da voz de Ná Ozzetti

8. Funky funky boom bom (Sony Music) - Jota Quest
    - Delicioso coquetel de sabor black faz deste disco festeiro e feliz o melhor do grupo

9. O retorno glorioso de quem nunca esteve aqui (Laboratório Fantasma) - Emicida
    - Em seu primeiro álbum, o rapper expõe os riscos e tensões da glória e dos guetos

10. The mediator between head and hands must be the heart (Substancial Music) - Sepultura
     - Com fúria, o grupo metaleiro apresenta seu disco de maior peso com Derrick Green

3 comentários:

Mauro Ferreira disse...

1. De graça (Slap / Som Livre) - Marcelo Jeneci - O cantor e compositor paulista roça o pop perfeito entre cordas e camadas de sons

2. Amizade (MP,B Discos / Universal Music) - Boca Livre - Aos 35 anos de vida, o grupo reaviva as tradições vocais sem repetir a mesma toada

3. Arpoador (Edição independente do artista) - Leo Tomassini - O artista carioca emerge entre ondas de Caetano Veloso, Chet Baker e João Gilberto

4. Atento aos sinais (Som Livre) - Ney Matogrosso - Em disco de estúdio, o cantor captou as estranhezas e as urgências de show quente

5. Caymmi (Som Livre) - Danilo Caymmi, Dori Caymmi e Nana Caymmi
- Os irmãos dão mergulho nas profundezas do mar do centenário Dorival Caymmi

6. Condição humana (Sobre o tempo) (Coaxo do Sapo / Tratore) - Guilherme Arantes - O coração do artista paulista volta a bater com vigor pop em disco de tom reflexivo

7. Embalar (Circus / Ná Recors) - Ná Ozzetti - Um disco de banda e de (excelentes) inéditas reiterou a dádiva da voz de Ná Ozzetti

8. Funky funky boom bom (Sony Music) - Jota Quest - Delicioso coquetel de sabor black faz deste disco festeiro e feliz o melhor do grupo

9. O retorno glorioso de quem nunca esteve aqui (Laboratório Fantasma) - Emicida - Em seu primeiro álbum, o rapper expõe os riscos e tensões da glória e dos guetos

10. The mediator between head and hands must be the heart (Substancial Music) - Sepultura
- Com fúria, o grupo metaleiro apresenta seu disco de maior peso com Derrick Green

Rafael M. disse...

Dessa lista, fico com os do Caymmi (sensível e fenomenal, com belíssimas intepretações de "Acauã", entre outras), do Ney, que tá maravilhoso (acertou sabiamente na escolha do repertório, maei a versão dele para "Freguês da Meia Noite" e "Samba do Blackberry"), Ná Ozzetti (com a voz mais bela à medida que envelhece, sem contar o belo repertório do disco), e o do Emicida (poesia pura em tom nervoso do rapper, com belas incursões das poesias de Elisa Lucinda e participação até da mãe do cantor). O do Jota Quest é bom, mas não penso que seja o melhor do ano. O do Boca Livre também é bom, porém não é um fenômeno. E o do Guilherme Arantes achei chatinho e arrastado, por mais que ele seja um excelente cantor e compositor. Os demais ainda não escutei. Não tenho tanta paciência com Sepultura. Acho que eles já deram o que tinham que dar há tempos...

Rafael M. disse...

O do Jeneci não gostei tanto quanto do primeiro, por isso não entrou na minha lista.