♪ De 1997 a 2000, Rosa Passos lançou quatro álbuns pela Lumiar Discos, gravadora do violonista e produtor musical carioca Almir Chediak (1950 - 2003). Três foram songbooks dedicados pela cantora baiana às obras dos compositores Ary Barroso (1903 - 1964), Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) e Dorival Caymmi (1914 - 2008). Lançada pela gravadora Biscoito Fino neste mês de agosto de 2015, a coletânea Rosa Passos canta Ary, Tom e Caymmi compila 13 fonogramas destes álbuns. De Letra & Música - Ary Barroso (Lumiar Discos, 1997), álbum assinado por Rosa com o violonista Lula Galvão, o CD rebobina Morena boca de ouro (Ary Barroso, 1941), Pra machucar meu coração (Ary Barroso, 1943), Camisa Amarela (Ary Barroso, 1939) e Isto aqui o que é? (Ary Barroso, 1942). Do álbum Rosa Passos canta Antonio Carlos Jobim - 40 anos de Bossa Nova (Lumiar Discos, 1998), a coletânea inclui Inútil paisagem (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1964 - e não Newton Mendonça, como creditado no álbum original em erro reproduzido na coletânea), Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962), Vivo sonhando (Antonio Carlos Jobim, 1963) e Samba de uma nota só (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1960). Por fim, do álbum Rosa Passos canta Caymmi (Lumiar Discos), a compilação reapresenta Samba da minha terra (Dorival Caymmi, 1940), Vestido de bolero (Dorival Caymmi, 1944), Marina (Dorival Caymmi, 1947), Só louco (Dorival Caymmi, 1955) e Vatapá (Dorival Caymmi, 1942). Detalhe: os fuxicos que ilustram a capa e o encarte do CD Rosa Passos canta Ary, Tom e Caymmi - em projeto gráfico criado por Flavia Oliveira - foram confeccionados pela própria artista.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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sábado, 1 de agosto de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
Ary, Edu e Tom são vertidos para o espanhol por Estrella no CD Amar en paz
♪ Música que se tornou clássico instantâneo do repertório do cantor e compositor carioca Edu Lobo desde que foi lançada em 1967, Pra dizer adeus (Edu Lobo e Torcuato Neto) é vertida para o espanhol e para o idioma musica do flamenco em Amar en paz, sexto álbum de Estrella Morente, cantora espanhola de música flamenca. Gravado pela intérprete com a guitarra do espanhol Niño Josele, o álbum Amar en paz está sendo editado no Brasil pela Sony Music neste mês de abril de 2015, seis meses após ter sido lançado na Espanha em outubro de 2014 pelo selo de Fernando Trueba, Calle 54 Records, com distribuição da Sony Music. O repertório do disco é dedicado à música brasileira. Além de Pra dizer adeus, Morente dá voz a versões em espanhol de Atrás da porta (Francis Hime e Chico Buarque, 1972), Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro, 1937). Fruta boa (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1983), Pra machucar meu coração (Ary Barroso, 1943), Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antonio Maria, 1959), Rosa (Pixinguinha e Otávio de Souza, 1917), Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956) e Solidão (Dolores Duran. 1958), entre outras.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Eis a capa de 'Tudo', álbum em que Bebel vai de Tom Jobim a Neil Young
♪ Esta é a capa de Tudo, o quinto álbum de Bebel Gilberto. Com lançamento previsto para 19 de agosto de 2014, via Sony Music, Tudo traz no repertório músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) - Vivo sonhando, de 1963 - e Neil Young (Harvest moon, 1992), entre temas de autoria da cantora e compositora norte-americana (de criação brasileira). Em Tudo, Bebel também dá voz a Tout est bleu, tema em francês lançado em single de 1993 por âme strong S.A. - grupo francês de electro-pop. A artista faz dueto com Seu Jorge no samba Novas ideias.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Tono inclui tema de Tom & Vinicius no 'Aquário' arquitetado com Lindsay
Música composta por Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) com Vinicius de Moraes (1913 - 1980) para a trilha sonora do filme A casa assassinada (Brasil, 1971), Chora coração ganha registro do grupo carioca Tono. Feita com a participação especial de Maria Luiza Jobim, filha de Tom, a gravação integra o repertório do terceiro álbum do Tono, Aquário, gravado e mixado no estúdio Monoaural, no Rio de Janeiro (RJ), com produção de Arto Lindsay. Chora coração é bissexta releitura de disco essencialmente autoral. Como vês e Tu cá tu lá figuram entre as 11 músicas de Aquário. Pronto e já no forno, o CD vai ser lançado neste último trimestre de 2013.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Coletânea 'Tom masculino', de 2008, encerra coleção em tributo a Jobim
À venda nas bancas de jornais desde o último fim de semana, o 20º e último volume da Coleção Folha Tributo a Tom Jobim traz encartado no livro - cujo texto é assinado pelo jornalista e crítico musical carioca Mauro Ferreira - o CD Tom masculino. Trata-se da compilação lançada em 2008 dentro da caixa Brasileiro. Idealizada por Ricardo Moreira e Francisco Rodrigues, a coletânea reúne 14 fonogramas selecionados no arquivo da gravadora Universal Music. Tom masculino traz registros do cancioneiro de Jobim - escrito sob ótica masculina - nas vozes de cantores, músicos e grupos como Baden Powell (1937 - 2000), Caetano Veloso, Chico Buarque, Emílio Santiago (1946 - 2013), João Donato, MPB-4, Ney Matogrosso, Tamba Trio e Walter Wanderley (1932 - 1986). Eis as 14 faixas de Tom masculino:
1. Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) - Caetano Veloso
2. Ela é carioca (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963) - Os Cariocas
3. Lígia (Tom Jobim e Chico Buarque, 1972 / 1976) - Chico Buarque
4. Só danço samba (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) - João Donato
5. Tema de amor de Gabriela (Antonio Carlos Jobim, 1983) - Ney Matogrosso
6. Samba de uma nota só (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959) - Baden Powell e Jimmy Pratt
7. Só tinha de ser com você (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1964) - Pedro Mariano
8. As praias desertas (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) - MPB-4
9. Vivo sonhando (Antonio Carlos Jobim, 1963) - Walter Wanderley
10. Olha, Maria (Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes e Chico Buarque, 1970) - Emílio Santiago
11. Água de beber (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961) - Tamba Trio
12. Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) - Lúcio alves
13. Ana Luiza (Antonio Carlos Jobim, 1973) - MPB-4
14. Corcovado (Antonio Carlos Jobim, 1960) - Sergio Mendes & Bossa Rio
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Coleção em tributo a Jobim apresenta inédita coletânea com 14 cantoras
À venda nas bancas de jornais desde o último fim de semana, o 19º volume da Coleção Folha Tributo a Tom Jobim traz encartado no livro - cujo texto é assinado pelo jornalista e crítico musical carioca Mauro Ferreira - o CD Tom no feminino. Trata-se de uma coletânea inédita produzida especialmente para a coleção editada pelo jornalista Carlos Calado. A compilação reúne 14 fonogramas selecionados no arquivo da gravadora Odeon. São gravações em que cantoras abordam o cancioneiro de Jobim - obra de tom essencialmente masculino, composta sob ótica masculina quase sempre com parceiros homens. A exceção é a carioca Dolores Duran (1930 - 1959), única parceira de Jobim. Dolores, aliás, figura na seleção de Tom no feminino com registro de Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957), uma de suas três únicas parcerias com Jobim. Eis os 14 fonogramas selecionados para a inédita compilação:
1. Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira) - Sylvia Telles (gravação de 1959)
2. Só danço samba (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) - Elza Soares (gravação de 1962)
3. Aula de matemática (Antonio Carlos Jobim e Marino Pinto) - Elizeth Cardoso (gravação de 1959)
4. Caminhos cruzados (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça) - Leila Pinheiro (gravação de 1994)
5. Derradeira primavera (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) - Nana Caymmi (gravação de 1985)
6. Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) - Norma Bengell (gravação de 1959)
7. Teu castigo (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça) - Dalva de Oliveira (gravação de 1956)
8. Insensatez (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) - Joyce Moreno - (gravação de 1987)
9. Lamento no morro (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) - Doris Monteiro (gravação de 1976)
10. Meditação (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça) - Maysa (gravação de 1960)
11. O que tinha de ser (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) - Marina Lima (gravação de 1995)
12. Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran) - Dolores Duran (gravação de 1957)
13. Retrato em branco e preto (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque) - Alaíde Costa (gravação de 1973)
14. Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque) - Clara Nunes (gravação de 1968)
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Alberto Rosenblit se embrenha na 'Mata Atlântica' atrás do tom de Jobim
Basta ouvir o primeiro dos dez temas instrumentais alinhados por Alberto Rosenblit em seu CD Mata Atlântica - justamente o que batiza o disco recém-lançado pela gravadora Som Livre - para perceber que o pianista, compositor, arranjador e produtor musical carioca se embrenhou na floresta atrás do tom de Antonio Carlos Jobim (1927-1994), influência nítida na arquitetura e na orquestração de composições autorais como Mata Atlântica, Lagoa (ambientada em atmosfera que evoca o clima arejado da bossa nova), Guanabara (parceria de Rosenblit com Paulinho Tapajós) e Uma valsa. Produzido pelo trombonista e maestro Vittor Santos, Mata Atlântica apresenta repertório essencialmente autoral. A exceção é Navegante (Fernando Leporace e Alexandre Lemos). Para quem não liga o nome à música, Alberto Rosenblit assinou a composição das trilhas sonoras instrumentais de várias novelas e minisséries exibidas pela TV Globo. A trilha incidental da novela A favorita (2008) se destaca entre seus trabalhos na área.
terça-feira, 23 de julho de 2013
Coleção em tributo a Jobim põe nas bancas CD gravado ao vivo em 1977
À venda nas bancas de jornais desde o último fim de semana, o 16º volume da
Coleção Folha Tributo a Tom
Jobim traz encartado no livro - cujo texto é assinado pelo
jornalista e crítico musical carioca Mauro Ferreira - o CD Tom, Vinicius, Toquinho, Miúcha - Gravado ao vivo no Canecão. Bissexto título ao vivo da discografia de Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (1927 - 1994), o álbum de 1977 perpetua o show que ocupou por sete meses a extinta casa Canecão, o principal palco da MPB no Rio de Janeiro (RJ) dos anos 70. Como o título do disco já explicita, o show juntou Tom a Vinicius de Moraes (1913 - 1980) - o que valoriza o álbum, raro registro dos parceiros em cena - a Toquinho e a Miúcha, cantora com quem Tom havia feito disco de estúdio, editado naquele mesmo ano de 1977. Sob a direção musical do produtor Aloysio de Oliveira (1914-1995), o quarteto fantástico deu voz a músicas como a então inédita Estamos aí, parceria de Tom, Vinicius, Toquinho e Chico Buarque (presença assídua nos ensaios do espetáculo). A Coleção Folha Tributo a Tom Jobim é editada pelo jornalista Carlos Calado.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Gravado ao vivo no Rio, tributo a Tom Jobim enfileira clássicos no roteiro
Gravado ao vivo no Rio de Janeiro (RJ) na noite de 10 de julho de 2013, na última apresentação da turnê itinerante que percorreu nove cidades do Brasil com homenagem a Antonio Carlos Jobim (1927 -1994), o show derivado da 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira desfiou rosário de pérolas no roteiro montado pelo empresário José Maurício Machline, criador do prêmio e diretor do show apresentado pelo ator Murilo Rosa. O time de intérpretes foi formado por Adriana Calcanhotto, João Bosco, Roberta Sá, Zé Renato e Zélia Duncan. A seleção de 24 músicas do compositor carioca abrange período que vai de 1954 - ano do samba Tereza da praia (Antonio Carlos Jobim e Billy Blanco), revivido no dueto de João Bosco com Zé Renato (como visto na foto de Rodrigo Amaral) - a 1981, ano de Luiza (Antonio Carlos Jobim), valsa que se destacou no set individual da cantora fluminense Zélia Duncan. Eis, na ordem, o roteiro seguido pelos cinco cantores na apresentação que encheu a Grande Sala da Cidade das Artes e que vai originar DVD (e CD ao vivo) ainda neste segundo semestre de 2013:
* Texto de Francisco Bosco dito pelo apresentador Murilo Rosa
Adriana Calcanhotto:
1. Ela é carioca (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963)
2. Corcovado (Antonio Carlos Jobim, 1960)
3. Estrada do sol (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958)
4. Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959)
Zé Renato:
5. Por causa de você(Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957)
6. Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962)
7. Inútil paisagem (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1963)
8. Samba do avião (Antonio Carlos Jobim, 1962)
Roberta Sá:
9. Insensatez (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961)
10. Você vai ver (Antonio Carlos Jobim, 1980)
11. Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968)
12. Brigas nunca mais (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959)
Zélia Duncan:
13. Meditação (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959)
14. Desafinado (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1958)
15. Luiza (Tom Jobim, 1981)
16. Triste (Antonio Carlos Jobim, 1967)
João Bosco:
17. Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959)
18. Águas de março (Antonio Carlos Jobim, 1972)
19. Lígia (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1972/1976)
20. Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958)
João Bosco e Zé Renato:
21. Tereza da praia (Antonio Carlos Jobim e Billy Blanco, 1954)
Zé Renato e Roberta Sá:
22. Eu te amo (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1980)
Adriana Calcanhotto e Zélia Duncan:
23. Outra vez (Antonio Carlos Jobim, 1954)
Todos:
24. Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956)
João Bosco se banha nas águas do padrinho artístico em gravação no Rio
Em 1972, o carioca Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) já era um compositor consagrado em escala mundial quando aceitou lançar seu samba Águas de março no primeiro volume da série Disco de Bolso, criada pelo jornal carioca O Pasquim para lançar novos compositores. O novato da primeira vez foi o mineiro João Bosco. Decorridos 41 anos, Bosco já é um cantor e compositor consagrado em escala nacional, mas não esqueceu a força de seu padrinho artístico, rendendo homenagens a Jobim no show derivado da 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira. Bosco - em foto de Rodrigo Amaral - integra o time de intérpretes da turnê itinerante que percorreu oito cidades do Brasil até chegar na noite de ontem, 10 de julho, ao Rio de Janeiro (RJ), em apresentação na Grande Sala da Cidade das Artes. No show, dirigido pelo empresário José Maurício Machline e gravado ao vivo na cidade natal do homenageado para gerar CD e DVD a serem lançados ainda neste segundo semestre de 2013, Bosco revolveu Águas de março entre músicas em forma de cantada como Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) e Lígia (Antonio Carlos Jobim, 1972), tema em que o cantor mineiro usou a linguagem corporal para realçar o significado de versos escritos por Tom com a colaboração posterior de Chico Buarque. Coube a Bosco também dar voz a Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), pedra fundamental na construção da revolução estética da Bossa Nova. Na sequência, o cantor reencenou com Zé Renato o jogo de cena exigido pelo samba Tereza da praia. A personagem-título da parceria de Tom Jobim (1927 - 1994) e Billy Blanco (1924 - 2011) é alvo de disputas desde que o samba foi lançado em 1954 em histórico dueto protagonizado pelos cantores Dick Farney (1921 -1987) e Lúcio Alves (1927-1993). Bosco se banhou nas águas de Jobim com o orgulho de ter sido lançado por Tom.
Afinada com os tons de Jobim, Zélia vai de 'Desafinado' a 'Luiza' em show
Além de ter apresentado a 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que celebra neste ano de 2013 o cancioneiro imortal de Antonio Carlos Jobim (1927-1994), a cantora Zélia Duncan foi convidada a integrar o time de intérpretes da turnê itinerante que percorreu oito cidades do Brasil até chegar na noite de ontem, 10 de julho, ao Rio de Janeiro (RJ). Gravado na cidade natal de Jobim para edição de DVD e CD ao vivo, o show em tributo ao compositor carioca - dirigido e roteirizado pelo empresário José Maurício Machline, criador do prêmio - mostrou que Zélia está totalmente afinada com os tons soberanos de Jobim. Com a habitual segurança, a cantora foi (bem) de Desafinado (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1958) à valsa Luiza (Tom Jobim, 1981), passando por Meditação (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959) - número em que sobressaiu o belo violão de Lula Galvão - e por Triste (Antonio Carlos Jobim, 1967). Mais tarde, na volta à cena, Zélia - em foto de Rodrigo Amaral - se harmonizou com Adriana Calcanhotto nas dissonâncias afetivas de Outra vez (Antonio Carlos Jobim, 1954).
Em tom maior, canto 'suave e decidido' de Roberta Sá brilha em gravação
Antes de chamar Roberta Sá ao palco da Grande Sala da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ), o ator Murilo Rosa - o mestre de cerimônias do show da turnê derivada da 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira - caracterizou como "suave e decidido" o canto da artista potiguar. Cada vez mais desenvolta e segura em cena, Roberta fez jus aos elogios de Rosa e entrou naturalmente no tom maior do compositor carioca Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), cativando o público que assistiu na noite de ontem, 10 de julho de 2013, ao show de encerramento da turnê, gravado ao vivo na cidade natal de Jobim para perpetuar em CD e DVD o show dirigido e roteirizado pelo empresário José Maurício Machline - criador do Prêmio da Música Brasileira - em homenagem ao Maestro Soberano. Conhecida pela leveza com que canta seu repertório, Roberta arriscou registros mais densos ao interpretar Insensatez (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961) e Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968) - número que Carlos Malta levou na flauta, evocando o canto do pássaro no toque de seu instrumento - sem sair do tom, com dose exata de técnica e emoção. À vontade também no universo do samba, Roberta Sá - em foto de Rodrigo Amaral - enquadrou Você vai ver (Antonio Carlos Jobim, 1980) e Brigas nunca mais (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) no seu registro cheio de frescor. No fim do show, a cantora voltou à cena para fazer dueto com Zé Renato em Eu te amo (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1980). Show!
Zé Renato expõe 'melancolia solar da bossa' na gravação de ode a Jobim
Mestre de cerimônias do show da turnê derivada da homenagem prestada ao compositor carioca Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) na 24º edição do Prêmio da Música Brasileira, o ator Murilo Rosa ressaltou "a melancolia solar da Bossa Nova" que dá o belo tom de algumas músicas do cancioneiro de Jobim. Na sequência, Rosa convidou Zé Renato para entrar em cena, no palco da Grande Sala da Cidade das Artes, cantar algumas dessas músicas na gravação ao vivo do show, realizada em 10 de julho de 2013 no ponto final da turnê, no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal de Jobim. O set individual do cantor carioca - em foto de Rodrigo Amaral - foi um dos pontos altos do show roteirizado e dirigido pelo empresário José Maurício Machline. Com a voz que Deus lhe deu, Zé Renato deu show na nublada Inútil paisagem (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1963) e deu o tom exato da tristeza embutida em Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957). Entre uma música e outra, o cantor celebrou a beleza da Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962), sublinhando ao fim a origem indígena da palavra Ipanema. No fim de seu set, Zé Renato voou alto no tom soberano de Jobim ao cair no Samba do avião (Antonio Carlos Jobim, 1962). Show!
Calcanhotto celebra belezas do Rio e da mulher carioca ao gravar Jobim
Compositora gaúcha que captou a alma desencanada do povo do Rio de Janeiro (RJ) em sua música Cariocas (1994), Adriana Calcanhotto celebrou as belezas da cidade e da mulher carioca em seu set individual no show da turnê itinerante da 24ª edição do Prêmio da Música Brasileira, concebido em homenagem a Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994). Coube a Calcanhotto abrir com Ela é carioca (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1963) o show dirigido e roteirizado pelo empresário José Maurício Machline, criador do prêmio patrocinado pela Vale. Após percorrer oito cidades, a turnê chegou ao Rio de Janeiro (RJ) - cidade natal de Tom - em 10 de julho de 2013 em apresentação na Grande Sala da Cidade das Artes que foi gravada para edição em DVD e CD ao vivo, a serem postos nas lojas ainda neste segundo semestre. Sob a direção musical do maestro Jaques Morelenbaum, a cantora também deu voz a Corcovado (Antonio Carlos Jobim, 1960), Estrada do sol (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1958) e - munida de seu violão, como visto na foto de Rodrigo Amaral - Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959). Mais tarde, já no fim do show, Calcanhotto voltou à cena para dançar com o ator-apresentador Murilo Rosa ao som de Tereza da praia (Antonio Carlos Jobim e Billy Blanco, 1954), para fazer dueto com Zélia Duncan em Outra vez (Antonio Carlos Jobim, 1954) e para participar do número coletivo que fechou a bela ode a Jobim, Se todos fossem iguais a você (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1956).
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Show do PMB em tributo a Jobim é gravado ao vivo na chegada ao Rio
A turnê itinerante derivada da 24º edição do Prêmio da Música Brasileira vai ganhar registro ao vivo ao chegar esta semana ao seu destino final, o Rio de Janeiro (RJ), cidade natal de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), o artista homenageado neste ano de 2013 pelo premiação idealizada pelo empresário José Maurício Machline. O show - que reúne Adriana Calcanhotto, João Bosco, Roberta Sá (em foto de Kamyla Matias na apresentação de Belo Horizonte), Zé Renato e Zélia Duncan - vai ser gravado para edição em DVD e CD ao vivo na quarta-feira, 8 de julho de 2013, na apresentação que encerrará a turnê na Grande Sala da Cidade das Artes.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Tom jovial com que Mata canta Jobim em disco dilui a inadequação da artista
Resenha de CD
Título: Vanessa da Mata canta Tom Jobim
Artista: Vanessa da Mata
Gravadora: Jabuticaba / Sony Music
Cotação: * * *
Título: Vanessa da Mata canta Tom Jobim
Artista: Vanessa da Mata
Gravadora: Jabuticaba / Sony Music
Cotação: * * *
♪ Se você disser que Vanessa da Mata desafina ao cantar as 16 músicas de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) reunidas no CD que a Sony Music põe nas lojas a partir desta quinta-feira, 4 de julho, saiba que isso é mentira. Blindada pelas modernas tecnologias de gravação, a cantora apresenta disco levemente superior ao controvertido espetáculo que o originou. Produzido por Kassin, o registro de estúdio do show idealizado para o projeto Nívea viva Tom Jobim - ao qual a cantora dá continuidade em turnê que segue pelo Brasil neste segundo semestre de 2013 - atenua quase sempre as eventuais inadequações da artista ao cancioneiro de Jobim por conta do tom jovial que pontua e valoriza o disco. A inusitada interação do maestro e pianista Eumir Deodato - arregimentado para fazer os arranjos - com a turma de músicos convocada por Kassin (o baixista Alberto Continentino, o tecladista Danilo Andrade, o guitarrista Gustavo Ruiz e o baterista Stéphane San Juan, entre outros) deu à abordagem de Jobim pela cantora um frescor que, sim, pode aproximar a obra soberana de Tom de um público mais jovem e mais distante desse cancioneiro. Já que o disco apresenta somente 16 das 24 músicas do roteiro original do show, Vanessa poderia ter ignorado músicas de maior carga emocional para a qual não tem voz e vocação, sobretudo Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957), pior momento do álbum. A cantora também poderia ter baixado o tom de Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) em algumas passagens da canção conduzida pelo piano de Danilo Andrade. Até porque o grande trunfo do disco é a leveza imprimida nas interpretações e nos arranjos de músicas como Só danço samba (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962), Este seu olhar (Antonio Carlos Jobim, 1959), Wave (Antonio Carlos Jobim, 1967) - numa onda bem próxima do som que se convencionou rotular como bossa nova - e Caminhos Cruzados (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1958). Inseridas no universo bucólico que remete às origens da artista nascida e criada em cidade do interior de Mato Grosso, Chovendo na roseira (Antonio Carlos Jobim, 1971) e Correnteza (Antonio Carlos Jobim e Luiz Bonfá, 1973) também se ajustam bem ao tom de Vanessa. Já Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968) voa baixo porque, no canto de Mata, se perde todo o sentido político dos versos de Chico. Em contrapartida, Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) é ambientada em clima de bolero em ousadia estilística que preserva o tom apaixonado da canção. Aliás, a produção de Kassin jamais inventa moda a ponto de desconfigurar o cancioneiro perfeito de Jobim. Há até um diálogo sutil com a linguagem musical da Banda Nova - o grupo que dividiu o palco com Jobim a partir de 1984 - em faixas como Só tinha de ser com você (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1964). Ao executar os arranjos de Deodato com os músicos recrutados para a gravação (feita de 5 a 8 de abril de 2013, dias antes da estreia nacional do show no Rio de Janeiro), Kassin se limita a criar sonoridade mais atual para uma obra que em si já soa eternamente nova por conta de sua perene modernidade. Enfim, Vanessa da Mata canta Tom Jobim resulta digno. Está longe de ser um registro antológico do cancioneiro de Jobim - até porque músicas como Samba de uma nota só (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959) já mereceram dezenas de registros superiores de intérpretes mais identificados com a obra do maestro - mas tampouco depõe contra a discografia de Vanessa da Mata. De todo modo, que venha logo o álbum de inéditas autorais gravado em 2012 pela cantora e compositora (cada vez melhor, a julgar por seu álbum anterior) com produção de Kassin e Liminha.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Ney, Nana, Rosa e Salmaso dão o tom maior no prêmio que louvou Jobim
Marco inaugural da parceria de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994) com Vinicius de Moraes (1913 - 1980), Se todos fossem iguais a você (1956) foi - na voz singular de Ney Matogrosso - o fecho majestoso dos onze números musicais da 24º edição do Prêmio da Música Brasileira, realizada no Rio de Janeiro (RJ) na noite de 12 de junho de 2013, sob a orquestração do empresário José Maurício Machline, idealizador do prêmio. Contudo, Ney - convocado na última hora para substituir Gal Costa, impossibilitada de se apresentar no evento por conta de forte resfriado - não foi o único intérprete que arrebatou o público de convidados que lotou o Theatro Municipal do Rio de Janeiro para ver a homenagem a Tom Jobim que norteou a fluente entrega dos prêmios. Logo no começo da cerimônia, aberta com Eu sei que vou te amar (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) no toque virtuoso de seis pianistas (Cristóvão Bastos, Gilson Peranzzetta, Leandro Braga, João Carlos Coutinho, João Carlos Martins e Wagner Tiso), Nana Caymmi reiterou que é senhora cantora ao dar voz a Por causa de você (Antonio Carlos Jobim e Dolores Duran, 1957), incluída no roteiro informativo de Francisco Bosco para representar a parceria de Tom com Dolores Duran (1930 - 1959). Por sua vez, Rosa Passos mostrou que sabe tudo da arte de cantar ao remodelar Inútil paisagem (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1963) com sua divisão e sua bossa toda própria. Já Mônica Salmaso - intérprete escalada para cantar Derradeira primavera (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes) em tom camerístico - provou para quem tem ouvidos atentos que é uma das maiores cantoras do Brasil de todos os tempos. Outra dona do dom, Leny Andrade estava em casa ao reviver o samba Brigas nunca mais (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) em charmoso trio formado com Leila Pinheiro - seguríssima, como de hábito, em Desafinado (Antonio Carlos Jobim e Newton Mendonça, 1959) - e com Tulipa Ruiz, estranha no ninho que logo se ambientou ao defender Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) em interpretação depois dividida com Leila e Leny. Colega de geração de Tulipa, Céu foi a nota dissonante da noite ao interpretar Insensatez (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) sem brilho e sem emoção. Céu parecia fora do tom da direção musical do maestro Jaques Morelenbaum, autor dos arranjos. Maria Gadú não chegou a ficar fora do tom, mas pecou ao inventar moda em Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), pedra fundamental na revolução estética causada pela Bossa Nova, e diluiu a bossa do tema. À frente da Nova Banda, Danilo Caymmi tropeçou na letra de Wave (Antonio Carlos Jobim, 1967) em número que destacou a a presença de Paula Morenlenbaum. João Bosco tratou Dindi (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) com elegância sem de fato arrebatar a plateia. Proeza conseguida pelos cantores portugueses António Zambujo e Carminho, que voaram alto em pungente dueto em Sabiá (Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque, 1968), merecendo aplausos de pé. Em tom maior, Carminho e António Zambujo se destacaram na cerimônia conduzida pelas cantoras Adriana Calcanhotto (mais dura ao dizer aos textos, embora tenha arrancado risos da plateia com alguns comentários espirituosos) e Zélia Duncan (desenvolta no papel de apresentadora da festa-show). No tom eterno de Jobim, a 24º edição do Prêmio da Música Brasileira transcorreu ágil, reverente à soberania do maestro celebrado na noite e, em alguns momentos, arrebatadora por conta dos cantos em tom maior de António Zambujo, Carminho, Mônica Salmaso, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Rosa Passos - vistos na premiação em fotos de Rodrigo Amaral. Se todos fossem iguais a eles...
terça-feira, 11 de junho de 2013
'Fotografia' é o 'single' que promove álbum em que Vanessa canta Jobim
Música de 1959 que abre o roteiro do show em que Vanessa da Mata dá voz ao cancioneiro de Antonio Carlos Jobim (1927 - 1994), Fotografia foi eleita o primeiro single do disco de estúdio produzido por Kassin com fidelidade ao espetáculo idealizado para o projeto Nívea Viva Tom Jobim. A gravação de Fotografia já pode ser ouvida no portal Deezer. O CD vai ser posto nas lojas pela gravadora Sony Music entre o fim deste mês de junho e o começo de julho de 2013.
domingo, 9 de junho de 2013
Além de CD de estúdio, Vanessa perpetua seu tributo a Jobim em DVD
O envolvimento de Vanessa da Mata com o projeto Nivea Viva Tom Jobim não termina neste domingo, 9 de junho de 2013, data da última das seis apresentações gratuitas previstas no calendário oficial do show em que a cantora dá voz a Tom Jobim (1917 - 1994). Além do CD de estúdio, produzido por Kassin e com lançamento agendado para o fim do mês pela Sony Music, a cantora vai lançar também o registro ao vivo do show em DVD. Gravada para exibição ao vivo pelo Canal Multishow, a apresentação de hoje na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), teve repetições de músicas após o término do show - como é praxe em registros ao vivo.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Eis a capa do álbum de 'standards' em que Estefan canta Tom & Vinicius
Esta é a capa do álbum, The standards, que marca a volta da cantora e compositora cubana Gloria Estefan para a gravadora Sony Music após breve passagem pela Universal Music. Disco de intérprete, The standards inclui no repertório Eu sei que vou te amar - um dos clássicos do cancioneiro de Tom Jobim (1927 - 1994) e Vinicius de Moraes (1913 - 1980) - em português e em espanhol. Eis as 16 faixas do CD, que tem lançamento programado para setembro de 2013:
1. Good morning heartache
2. They can’t take that away from me
3. What a difference a day makes
4. I’ve grown accustomed to his face
5. Eu sei que vou te amar
6. The day you say you love me - com Joshua Bell
7. Embraceable you
8. What a wonderful world
9. How long has this been going on - com Dave Koz
10. Sonríe (Smile) - com Laura Pausini
11. The way you look tonight - com Dave Koz
12. You made me love you
13. Young at heart
14. Sonríe (versão solo) - Faixa exclusiva da edição do iTunes
15. Yo sé te voy a amar - Faixa exclusiva da edição do iTunes
16. Natural woman (ao vivo com Carole King) - Faixa exclusiva da edição do iTunes
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