♪ A IMAGEM DO SOM - A foto postada na página do projeto Sambabook no Facebook mostra o rapper Emicida no palco da Grande Sala da Fundação Cidade das Artes, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), gravando participação no Sambabook que celebra Jorge Aragão no ano em que o cantor e compositor carioca - lançado em 1976 - completa quatro décadas de carreira. Admirador do samba de Aragão, com quem já tinha cantado em público Moleque atrevido (Jorge Aragão, Flávio Cardoso e Paulinho Resende, 1998), música que gravou no Sambabook, o paulistano Emicida integra elenco que extrapola o universo do samba e que inclui a funkeira pop carioca Anitta - escalada para cantar Coisinha do pai (Jorge Aragão, Almir Guineto e Luiz Carlos Chuchu, 1979), hit com Beth Carvalho - e Baby do Brasil. Ivan Lins, Lenine, Luiz Melodia, Maria Rita e Seu Jorge também estão no elenco.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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quarta-feira, 9 de março de 2016
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Emicida assina e canta tema do filme de animação que disputa o Oscar 2016
♪ O rapper paulistano Emicida está no Oscar 2016 por vias indiretas. O artista é o compositor e o intérprete do rap Aos olhos de uma criança, tema de O menino e o mundo (2013), já cultuado filme brasileiro de animação que ganhou projeção adicional ao ser indicado hoje - 14 de janeiro de 2016 - ao Oscar. A animação do cineasta paulistano Alê Abreu vai disputar O Oscar de melhor filme do gênero na 88ª edição da mais importante premiação cinematográfica do mundo. O menino e o mundo é o único representante do Brasil no Oscar deste ano de 2016. O tema Aos olhos de uma criança foi gravado por Emicida - em estúdio da cidade de São Paulo (SP) - especialmente para a trilha sonora do filme. A gravação foi feita com a participação da rapper paulistana Drik Barbosa.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
RETROSPECTIVA 2015 – Emicida solta o verbo sem perder o gueto de vista
♪ RETROSPECTIVA 2015 – A exposição do rosto de Emicida na capa edição 109 da revista Rolling Stone, em outubro, foi sinal da expansão do som e da cara de Leandro Roque de Oliveira pelo Brasil ao longo de 2015. Aos 30 anos, o rapper paulistano soltou o verbo além do gueto no segundo semestre do ano. A consolidação da obra e do sucesso veio com o lançamento, em agosto, do segundo álbum de estúdio do artista, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa, um dos discos socialmente mais relevantes de 2015. Tratado sobre o racismo entranhado na sociedade brasileira, o álbum foi feito na ponte África-Brasil e editado pelo selo de Emicida, Laboratório Fantasma, com distribuição da multinacional Sony Music. Ao talento de improvisador de rimas, o cantor e compositor - em foto de José de Holanda - adicionou eventual tom pop a um repertório que jamais diluiu a consciência aguçada do artista sobre as questões e os preconceitos enfrentados cotidianamente pelos negros no Brasil. Passarinhos (Emicida e Xuva Levy) - canção leve e pop gravada em dueto com a cantora e compositora Vanessa da Mata - tocou nas rádios e exemplificou a habilidade do artista de abordar temas pesados com eventual leveza sem perder o gueto de vista.quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Emicida regrava cinco músicas de sua obra para EP da série 'Rdio sessions'
♪ Primeiro single lançado por Emicida, em 2008, Triunfo - música composta pelo artista paulistano em parceria com o produtor Felipe Vassão e posteriormente incluída na primeira mixtape do rapper, Pra quem já mordeu um cachorro por comida, até que eu cheguei longe (Laboratório Fantasma, 2009) - ganha novo registro do autor. Triunfo é uma das cinco músicas regravadas por Emicida para EP digital da série Rdio sessions. O disco com a sessão de Emicida para a plataforma mundial de streaming Rdio é o nono título brasileiro da série. Além de Triunfo, o cantor e compositor rebobina Levanta e anda (Emicida, Rael, Beatnick e K-Salaam, 2013) - música do primeiro álbum do artista, O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui (Laboratório Fantasma, 2013) - e três músicas do recém-lançado segundo álbum, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa (Laboratório Fantasma / Sony Music, 2015). As três músicas são Boa esperança (Emicida e Nave, 2015), Mufete (Emicida e Xuxa Levy, 2015) e Passarinhos (Emicida e Xuxa Levy, 2015), sendo que as duas últimas - Mufete e Passarinhos - foram regravadas por Emicida com a adesão da cantora Xênia França, vocalista da Aláfia, banda paulistana de música negra rotulada como funk candomblé. Clique aqui para ouvir o EP gravado por Emicida para a série Rdio sessions.
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Emicida aguça a consciência da raça entre fúrias e doçura do segundo álbum
Resenha de CD
Título: Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa
Artista: Emicida
Gravadora: Laboratório Fantasma / Sony Music
Cotação: * * * * 1/2
Título: Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa
Artista: Emicida
Gravadora: Laboratório Fantasma / Sony Music
Cotação: * * * * 1/2
♪ A africanidade do coeso segundo álbum de Emicida - gravado em rota intercontinental que incluiu passagens pelas cidades de Luanda (Angola, África), Praia (Cabo Verde, África) e São Paulo (SP, Brasil) - reside menos na sonoridade e mais no orgulho negro que conecta pretos de lá e de cá, embora o disco tenha sido formatado com as adesões de músicos africanos como o guitarrista Kaku Alves (de Cabo Verde), o baterista Ndu Carlos e o percussionista João Morgado (ambos de Angola). Do ponto de vista musical, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa soa ligeiramente menos surpreendente do que seu antecessor O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui (Laboratório Fantasma, 2013). Mas é um álbum mais focado - e o foco recai sobretudo nas questões raciais e nas diferenças socais embutidas numa sociedade que nega o preconceito e se acomoda com a miséria alheia. De cabeça erguida, o rapper paulistano aguça a consciência da raça negra entre as fúrias e as doçuras de repertório inédito e autoral formatado entre África - explicitamente evocada no canto solitário da africana Neusa Semedo em Sodade, tema da própria Semedo (líder das Batucadeiras do Terrero dos Órgãos) - e Brasil com produção de Xuxa Levy e patrocínio obtido no projeto Natura musical. A doçura de Amoras (Emicida e Xuxa Levy) - canção que relaciona a fruta à beleza das crianças negras - se alinha com o canto suave de Vanessa da Mata em Passarinhos (Emicida e Xuxa Levy), canção que se avizinha da praia do reggae para falar de dois pombinhos apaixonados à procura de teto na selva das cidades, e com a sensualidade afro de Baiana (Emicida e DJ Dhu), tema que exalta a Bahia negra e uma negra baiana (alvo da paixão do narrador da composição) para reiterar a força e o orgulho da raça. O refrão tem a voz discreta, mas assertiva, de Caetano Veloso. Há ainda a pegada pop romântica de Madagascar (Emicida e Xuxa Levy), rap levemente embebido em soul. Mas nem tudo é doçura. Emicida também pesa a mão e o discurso no compasso do rap mais tenso, ritmo que dá o tom furioso de Boa esperança (Emicida e Nave) - tema em que o rapper convidado J. Ghetto ajuda o anfitrião a pôr para fora todo o ódio represado nos guetos - e de 8 (Emicida, Rafael Tudesco, Xuxa Levy e DJ Nyack), rap que versa sobre o duro cotidiano dos operários nacionais, assunto abordado, sob outra ótica, em Trabalhadores do Brasil, (Marcelino Freire) poema contra o racismo dirigido aos brancos safados que veem negros pobres como escravos. O poema é recitado por seu autor, o pernambucano Marcelino Freire. Ao falar da rotina cruel dos trabalhadores brasileiros, 8 ecoa de forma geral o que a pungente Mãe (Emicida, DJ Duh, Renan Inquérito e Dona Jacira), faixa que abre o álbum, narra de forma particular ao contar a saga da mãe de Emicida para criar três filhos sozinha, sem a presença masculina do pai de seus meninos. A intervenção ao fim da faixa da própria personagem-título, Dona Jacira, valoriza o tema e mostra que, no peito de Emicida, também bate um coração grato pelas conquistas da vida e pela luta da mãe. Mas a chapa está quente, sobretudo dentro dos guetos, nas quebradas. Por isso, um samba tenso e quase sem balanço, como Chapa (Emicida e Xuxa Levy), encontra espaço neste disco pautado pelo contraste de fúrias e doçuras. Em Casa (Emicida, Xuxa Levy e Ogi), tal contraste vem da leveza das vozes do coro infantil com a dureza do discurso. Samba afro de suingue conduzido pelo baixo de Mayó Bass, Mufete (Emicida e Xuxa Levy) saúda locais de Angola e Cabo Verde sem deixar de atentar para o fato de que a África é vista, aos olhos do mundo ocidental, como um país genérico, sem especificidades. Já Mandume (Emicida, Rafael Tudesco, Drik Barbosa, Rico Dalasam, Amiri, Raphão Alaafin e Muz) põe em cena nomes emergentes do universo do hip hop do Brasil e da África, como Drik Barbosa e Rico Dalasam, para ecoar discurso contra a invisibilidade do povo negro do gueto aos olhos da elite branca brasileira. Com mais de oito minutos, o rap embute africanidade na batida e rancor no discurso. No fim, Salve black (Estilo livre) (Emicida e Xuxa Levy) volta a amenizar o tom do disco - idealizado por Emicida com Evandro Fióti e Renata Almeida - com um toque de samba, um pouco de soul e muito de rap. Grato às conexões africanas, o discurso prega união entre os rappers do universo do hip hop nativo. Enfim, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa bisa a quase perfeição do antecessor O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui, consolidando o discurso, a voz e a presença de Leandro Roque de Oliveira - vulgo Emicida - na fragmentada cena musical nativa. Axé!
terça-feira, 4 de agosto de 2015
Eis a capa e as 14 músicas do segundo álbum de estúdio do 'rapper' Emicida
♪ Já em pré-venda na loja virtual da gravadora Laboratório Fantasma, o segundo álbum de estúdio do rapper paulistano Emicida, Sobre quadris, crianças, pesadelos e lições de casa, vai chegar às lojas de todo o Brasil a partir de 24 de agosto de 2015 com distribuição da Sony Music e com projeto gráfico assinado por Adriel Nunes (as ilustrações são do Black Madre Atelier). Mas quem não quiser esperar até dia 14 para ter a edição física em CD já vai poder ouvir o disco a partir da próxima sexta-feira, 7 de agosto, nas plataformas digitais. Produzido por Xuxa Levy, o álbum afro-brasileiro do rapper alinha 14 músicas inéditas e autorais. Eis, na ordem do disco, coproduzido pelo próprio Emicida, as 14 composições do CD Sobre quadris, crianças, pesadelos e lições de casa:
2. 8 (Emicida, Rafael Tudesco, Xuxa Levy e DJ Nyack)
3. Casa (Emicida, Xuxa Levy e Ogi)
4. Amoras (Emicida e Xuxa Levy)
5. Mufete (Emicida e Xuxa Levy)
6. Baiana (Emicida e DJ Duh) - com Caetano Veloso
7. Passarinhos (Emicida e Xuxa Levy) - com Vanessa da Mata
8. Sodade (Neusa Semedo)
9. Chapa (Emicida e Xuxa Levy)
10. Boa esperança (Emicida e Nave)
11. Trabalhadores do Brasil (Marcelino Freire)
12. Mandume (Emicida, Rafael Tudesco, Drik Barbosa, Rico Dalasam, Amiri, Raphão Alaafin e
Muzzike)
13. Madagascar (Emicida e Xuva Levy)
14. Salve Black "Estilo livre" (Emicida e Xuxa Levy)
Entre o ódio do gueto e o culto à África, o EP 'Emicida' sinaliza álbum robusto
Resenha de EP
Título: Emicida
Artista: Emicida
Gravadora: Laboratório Fantasma / Sony Music
Cotação: * * * * 1/2
Título: Emicida
Artista: Emicida
Gravadora: Laboratório Fantasma / Sony Music
Cotação: * * * * 1/2
♪ Já disponível nas plataformas digitais, o EP Emicida apresenta três músicas do segundo álbum solo do rapper paulistano Emicida, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa, gravado entre África e Brasil. Rap fervido na chapa quente dos redutos do hip hop, Boa esperança (Emicida e Vinicius Nave) versa sobre as tensões, violências e injustiças dos guetos com discurso cheio de ódio que ecoa Racionais MC's. Na gravação, de batida dura, Emicida se junta ao rapper J. Ghetto. Já o samba Mufete (Emicida) ameniza o tom com suingue. Nessa música, o rapper paulistano cita Djavan e versa em tom celebrativo sobre as cidades africanas de Praia (em Cabo Verde) e Luanda (em Angola), nas quais registrou parte do disco que vai chegar ao mercado fonográfico ainda neste mês de agosto de 2015. Apesar do clima de homenagem, a letra de Mufete mostra consciência social e chama atenção para as misérias e particularidades da África, continente que, para muitos, é somente um país. Por fim, Passarinhos (Emicida) - faixa produzida por Marcos Xuxa Levy - é canção leve que se avizinha do praia do reggae, tendo sido gravada com a voz de Vanessa da Mata e o toque de músicos de Cabo Verde como o guitarrista de Cabo Verde Kaku Alves. A canção embute parte que evoca a fala do rap e até endurece, mas sem perder a ternura. Enfim, entre o ódio cuspido pelos guetos do hip hop e a celebração consciente da África, o EP Emicida sinaliza que Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa vai ser álbum vigoroso, versátil e robusto.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Emicida muda o título de álbum que inclui Vanessa da Mata em 'Passarinhos'
♪ O rapper paulistano Emicida mudou o título de seu segundo álbum de estúdio. Antes intitulado Ubuntu, o disco vai se chamar Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa. Gravado entre África e Brasil, o álbum traz Vanessa da Mata - com Emicida na foto de Ênio Cesar - na música Passarinhos, inédita de autoria do artista, composta em parceria com Xuxa Levy, produtor do disco. Caetano Veloso também figura no álbum como convidado da faixa Baiana, parceria de Emicida com DJ Dhu. Boa esperança (faixa já apresentada em junho através de clipe) e Mufete (disponível a partir de amanhã para download gratuito) são outras músicas do disco. O álbum será lançado em agosto de 2015 através do selo Laboratório Fantasma, com distribuição da Sony Music.
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Emicida propaga 'Boa esperança', música (inédita) feita com Nave e J Ghetto
♪ Já em rotação no YouTube, Boa esperança está sendo propagada pelo rapper paulistano Emicida. Inédita, a música é parceria do artista com o produtor curitibano Vinícius Nave e figura no segundo álbum de estúdio em Emicida (em foto de Bruno Miranda / Na Lata). Emicida e Nave assinam a composição e a produção da faixa, gravada com a participação do rapper J. Ghetto. Com versos virulentos que pregam contra o racismo, Boa esperança é rap batizado com título de navio negreiro citado em A rainha ginga (Editora Foz, 2014), o livro do escritor angolano José Eduardo Agualusa.
quarta-feira, 10 de junho de 2015
Caetano canta no álbum de Emicida em música que descreve Bahia feminina
♪ A IMAGEM DO SOM - A foto de Henrique Alqualo mostra o rapper paulistano Emicida (à esquerda) com Caetano Veloso em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), em maio de 2015, durante a gravação de música inédita do segundo álbum de estúdio de Emicida, Baiana. Faixa produzida por Emicida com DJ Du, Baiana é uma música cuja letra - escrita somente pelo rapper - descreve a Bahia como se o Estado do Brasil fosse uma mulher. Caetano divide a interpretação de Baiana com o rapper. Programado para ser lançado no início do segundo semestre de 2015, o disco de Emicida - gravado entre África e Brasil desde março - tem também a participação da cantora mato-grossense Vanessa da Mata em outra composição inédita, Passarinhos, da lavra de Emicida.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Selo de Emicida vai lançar edição digital de álbum de inéditas de Chico César
♪ Caberá ao selo do rapper paulistano Emicida, Laboratório Fantasma, orquestrar o lançamento digital do nono álbum do cantor e compositor paraibano Chico César (de vermelho na foto ao lado de Emicida - de boné - e do executivo Evandro Fióti e de seu empresário André Bourgeois). Primeiro trabalho de repertório inédito lançado por Chico desde Francisco, forró y frevo (Chita Discos / EMI Music, 2008), o disco se chama Estado de poesia, nome da belíssima música lançada por Maria Bethânia no show Carta de amor (2012 / 2013). O primeiro single do álbum - ainda não revelado - vai estar nas plataformas digitais a partir de 2 de junho de 2015. Já o lançamento do disco completo - que reúne 14 composições de autoria de Chico - está agendado para 23 de junho.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Emicida grava faixa com Vanessa da Mata para álbum de conexões africanas
♪ Iniciadas na África, mais precisamente em Luanda (Angola) e Praia (Cabo Verde), as gravações do segundo álbum de estúdio do rapper paulistano Emicida estão prosseguindo em São Paulo (SP). Nesta fase paulista de formatação do disco, o artista gravou faixa em dueto com Vanessa da Mata (com Emicida na foto de Ênio César). A cantora mato grossense é a convidada de Passarinhos, música inédita de Emicida. Produzida por Marcos Xuxa Levy, parceiro de Emicida na composição do tema, a faixa Passarinhos foi gravada com o toque de músicos de Cabo Verde como o guitarrista Kaku Alves. Viabilizado com patrocínio do projeto Natura musical, o álbum de Emicida tem os toques de vários instrumentistas africanos (de Luanda e Praia) e já está em fase de finalização. O lançamento está programado para o segundo semestre deste ano de 2015, com a distribuição da gravadora Sony Music.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Fresno lança DVD e CD ao vivo com show gravado com a adesão de Emicida
♪ Com foto de Luringa na capa, o DVD 15 anos ao vivo, do Fresno, já está em pré-venda. Trata-se do registro do show feito pelo grupo gaúcho na casa Audio Club, em São Paulo (SP), em 16 de outubro de 2014. Lançado neste mês de abril de 2015, 15 anos ao vivo sai nos formatos de CD simples (com 17 faixas), CD duplo (com capa diferente, áudio integral do show, faixa-bônus, encarte mais farto, cartões postais e fotos 5 x 9 dos integrantes do Fresno) e DVD (com 24 faixas e o making of da gravação ao vivo. Eis, na ordem do DVD, as músicas de 15 anos ao vivo, show feito e gravado pelo Fresno com a participação do rapper paulista Emicida na faixa Manifesto, música da qual Emicida é um dos autores:
1. Intro + À prova de balas2. Die lüge
3. Manifesto - com Emicida
4. A minha história não acaba aqui
5. Desde quando você se foi
6. Eu sei
7. Sobreviver e acreditar
8. Redenção
9. Diga (Parte 2)
10. Deixa o tempo
11. Eu sou a maré viva
12. Alguém que te faz sorrir
13. Duas lágrimas
14. Relato de um homem de bom coração
15. Milonga
16. O resto é nada mais (O sonho de um visconde)
17. Infinito
18. Acordar
19. Quando crescer
20. Vida (Biografia em ré menor)
21. Maior que as muralhas
22. Quebre as correntes
23. Onde está
24. Revanche
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Emicida estende conexão com rapper francês Féfé em single e em clipe
♪ Emicida está transitando por outras quebradas. Nesta última semana de fevereiro de 2015, o rapper paulistano estendeu a conexão com o rapper francês Féfé - iniciada em 2014 na 10ª edição da Virada Cultural de São Paulo - com o lançamento do single Bonjour e do clipe dessa parceria com Féfé. O single já está à venda nas plataformas digitais. Já o clipe - filmado no Jardim Elisa, na periferia de São Paulo (SP) com produção de Nave Beats e direção de Vras 77 - pode ser visto no YouTube e em outros portais da web. No rap Bonjour, apresentado em dezembro de 2014 em show no Festival Ubuntu, Emicida - à direita na foto de Ênio César - e Féfé cantam em português e em francês. O rap tem células rítmicas do samba na azeitada gravação. Uma turnê dos rappers pela França e por outros países da Europa está programada para este primeiro semestre de 2015.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Emicida arquiteta o segundo álbum, 'Ubuntu', na ponte São Paulo - África
♪ Termo humanista propagado pelo político sul-africano Nelson Mandela (1918 - 2013) na batalha travada contra a segregação racial, Ubuntu é o título do segundo álbum de estúdio do rapper paulistano Emicida. Com repertório inédito e autoral, o sucessor de O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui (Laboratório Fantasma, 2013) prevê conexões do artista - em foto de Ênio César - com músicos de Luanda (Angola), Maputo (Moçambique) e cidade de Cabo Verde. Projeto abrange a realização de um documentário focado na viagem que levará Emicida à África em 2015.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Emicida lança samba inédito composto em homenagem à sua mãe Jacira
♪ Emicida lança esta semana a gravação de seu inédito samba Jacira, composto pelo rapper paulistano em homenagem à sua mãe, Jacira Roque dos Santos. O samba pode ser ouvido no clipe gravado pelo cantor e compositor para o Studio62 - projeto do diretor Rafael Kent, da empresa Okent Films - e posto em rotação no YouTube neste mês de setembro de 2014. Na gravação do samba, Emicida canta Jacira com a percussão de Carlos Dafé e o violão de Doni.terça-feira, 15 de abril de 2014
Gal e Zélia disputam 25º prêmio da música com rappers na categoria DVD
Categoria especial do Prêmio da Música Brasileira que abrange todos os gêneros musicais, o troféu de melhor DVD vai ser disputado de forma acirrada na 25ª edição da premiação por dois rappers paulistanos, Criolo e Emicida, com duas cantoras. Os rappers concorrem com Gal Gosta e Zélia Duncan por conta do DVD Criolo & Emicida ao vivo, registro de show que uniu os dois artistas da cena hip hop de São Paulo. Com fôlego, Gal está no páreo com Recanto ao vivo, DVD que perpetua com requinte o consagrado show baseado no renovador álbum Recanto (2011). Mas Gal tem em Zélia Duncan concorrente de igual peso. A artista fluminense também pode levar o prêmio por Totatiando, primoroso registro do espetáculo teatral em que Zélia dá voz e vida a músicas do compositor paulista Luiz Tatit sob a fina direção da atriz Regina Braga.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Emicida mapeia o Brasil ao cair no samba, junto com Rael, em single inédito
♪ "O sonho de Darcy Ribeiro dorme em cada brasileiro", sentencia Emicida no discurso rapeado de Obrigado, Darcy! (O Brasil que vai além), inédito samba lançado pelo rapper paulistano. Posto ontem (12 de março de 2014) em rotação na internet, o samba foi gravado por Emicida com a participação de seu colega Rael, nome em ascensão na cena paulistana de hip hop. Neste samba de tom dark, gravado com cuíca e tamborim, Emicida cita o antropólogo mineiro Darcy Ribeiro (1922 - 1997) ao traçar em (lúcidos) versos um (realista) painel do Brasil. Nave é o produtor da gravação.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Fresno faz com Lenine 'Manifesto' que inclui também o 'rapper' Emicida
Já em fase final de gravação, o sétimo álbum de estúdio do grupo gaúcho Fresno, Eu sou a maré viva, traz a voz de Lenine. O cantor e compositor pernambucano gravou esta semana sua participação em Manifesto, faixa que também traz as rimas do rapper paulistano Emicida, parceiro do vocalista e guitarrista Lucas Silveira na música. Eu sou a maré viva é o 11º título da discografia do Fresno, iniciada em 2001 com a edição do EP independente O acaso do erro.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Roberta faz 'Mutirão' e Emicida fica com 'Bagaço' no 'sambabook' de Zeca
Tirada durante as gravações do Sambabook Zeca Pagodinho, realizadas no Rio de Janeiro (RJ) neste mês de dezembro de 2013, a foto de Marcio Isensee e Sá flagra o sambista carioca ao lado da cantora potiguar Roberta Sá e do rapper paulista Emicida. Ambos gravaram suas participações no projeto, revivendo sambas de autoria de Zeca. Roberta deu voz a Mutirão de amor, parceria de Zeca com Jorge Aragão e Sombrinha, lançada por Alcione no álbum Almas & corações (RCA, 1983). Já Emicida ficou com Bagaço da laranja, parceria de Zeca com Arlindo Cruz, lançada na voz da cantora carioca Jovelina Pérola Negra no álbum coletivo Raça brasileira (RGE, 1985). O lançamento do Sambabook Zeca Pagodinho - projeto que prevê CDs, DVD, blu-ray, livro de partituras e discobiografia - está previsto para abril de 2014 através de parceria da empresa Musickeria com o selo ZecaPagodiscos. A Universal Music vai distribuir os produtos.
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