♪ Baixista do grupo mineiro Jota Quest, PJ assina - em parceria com Cris Simões - a produção do primeiro álbum da cantora e compositora mineira Labanca. Com seis músicas autorais entre suas 11 faixas, o álbum Labanca (Independente) inclui parceria inédita de Rogério Flausino e PJ com Nelson Motta, Amor não tem hora, e regravação de Meu novo mundo (Chorão e Thiago Castanho), single do último álbum da banda paulista Charlie Brown Jr. (1992 - 2013), La família 013 (Som Livre, 2013). Das seis inéditas autorais, todas são assinadas por Labanca com o guitarrista Stefan Salej, caso do single Tempo curto, sendo que algumas têm a assinatura adicional de nomes como PJ (Medo) e Cris Simões (Rede). No álbum, Labanca regrava Somebody told me, música do grupo norte-americano The Killers.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
domingo, 23 de novembro de 2014
Nelson Motta produz terceiro CD de fadista com inéditas de Djavan e Ivan
♪ Aos 70 anos, o jornalista, escritor e compositor paulistano Nelson Motta retoma em Portugal sua carreira de produtor musical. Motta é o produtor do terceiro álbum da cantora portuguesa Cuca Roseta, uma das vozes do fado contemporâneo. Postada por Roseta em sua página oficial no Facebook, a foto acima flagra a cantora com seu produtor em Lisboa, cidade onde o disco vai começar a ser gravado ainda neste mês de novembro de 2014. Motta conseguiu músicas inéditas dos compositores brasileiros Djavan e Ivan Lins para o repertório do álbum que sucede Cuca Roseta (Surco / Universal Music, 2011) e Raiz (Universal Music, 2013) na discografia da artista. Entre músicas portuguesas e inédita do compositor uruguaio Jorge Drexler, Cuca Roseta - que canta Apaixonada (Nelson Motta e Ed Motta, 2001) no CD comemorativo dos 70 anos de seu produtor, Nelson 70 (Som Livre, 2014) - vai dar voz a músicas brasileiras como Pra machucar meu coração (Ary Barroso, 1943) e Mascarada (Zé Kétti e Elton Medeiros, 1965). CD sai em 2015.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Livro 'As sete vidas de Nelson Motta' extenua relato das noites musicais
Resenha de livro
Título: As sete vidas de Nelson Motta
Autor: Nelson Motta
Editora: Foz
Cotação: * * 1/2
Título: As sete vidas de Nelson Motta
Autor: Nelson Motta
Editora: Foz
Cotação: * * 1/2
♪ Jornalista, compositor e produtor musical com livre trânsito nos bastidores da MPB e do pop nacional, Nelson Motta é testemunha ocular e auditiva de antológicos momentos da música do Brasil. Parte do que viu e ouviu o artista multimídia - de origem paulistana, mas vivência carioca - narrou em Noites tropicais (Objetiva, 2000), livro saboroso no qual fez relato informal de suas memórias musicais. Igualmente irresistível, a biografia do cantor e compositor carioca Tim Maia (1942 - 1998), Vale tudo - O som e a fúria de Tim Maia (Objetiva, 2007), reiterou a habilidade de Motta para descortinar bastidores musicais em narrativa envolvente. Livro idealizado para festejar os 70 anos completados pelo escritor em 29 de outubro de 2014, As sete vidas de Nelson Motta tem menor fôlego e poder de sedução. Dos 96 textos enfileirados nas 226 páginas do livro, sem divisões por capítulos, 27 são inéditos, tendo sido escritos para o projeto. Os demais são crônicas, geralmente sobre música, publicadas originalmente pelo autor em jornais como o já extinto Última hora (entre 1967 e 1969) e O Globo (no qual Motta assinou coluna diária sobre O Globo nos anos 1970). Nem todos resistiram bem ao tempo. Dentre os que ainda hoje soam relevantes, pelo caráter visionário e pela coragem de expor o que já era sabido mas não escrito, destaca-se Ídolo sim, líder não, crônica da Última hora em que Motta criticou a omissão de Roberto Carlos - cantor capixaba então entronizado no posto de Rei da juventude brasileira - pelo fato de o artista se recusar a tomar posição em relação a assuntos que mobilizam os jovens dos efervescentes anos 1960. Atitude (ou falta de) caracterizada por Motta na crônica como "reacionarismo" - palavra que, como se sabe hoje, volta e meia é associada a Roberto Carlos. Outro texto bem interessante - e de certa forma atual, diante das agressões a gays noticiadas cotidianamente na mídia - é O masculino e o feminino. Nesta crônica, publicada em O Globo em 1975, Motta sai em defesa de Ney Matogrosso, então vítima de campanha difamatória orquestrada pelo jornalista, compositor e produtor musical Carlos Imperial (1935 - 1992) por conta da libertária postura andrógina adotada pelo cantor no palco e na vida. Vale registrar também Meio gente, meio bicho, não exatamente uma crônica, mas breve e preciso comentário feito por Motta na segunda metade dos anos 1960 a respeito do público de Maria Bethânia ("entusiasta, estranho") e da figura magnética da intérprete baiana ("Ela é uma das personalidades mais fortes e fascinantes que conheço. De seu olhar duro, de seu corpo esguio, de suas mãos nervosas mas firmes, emana uma estranha e invencível força. Ela canta o que tem vontade, veste o que lhe dá na cabeça, age sempre com absoluta coerência em relação às coisas em que acredita, na vida e na arte"). Boa parte dos textos antigos, contudo, hoje são meramente curiosos. Já os textos atuais parecem sobras de Noites tropicais, livro no qual Motta já contou tudo o que quis - e o que pôde - contar de mais relevante e interessante. O texto sobre a abertura da discoteca Dancin' Days, por exemplo, soa déjà vu. Sem falar que a edição do livro resulta por vezes confusa. Na intenção de "trazer o passado para o presente", como diz a nota sobre a edição publicada ao fim do livro, textos antigos e inéditos são entrelaçados sem menções a datas. O que salva As sete vidas de Nelson Motta é a fluência da escrita de Motta, o jornalista, dono de texto sedutor, tanto ontem como hoje. Mas nem essa habilidade para prender o leitor pela escrita atenua a sensação de que o livro têm folego mais curto do que obras anteriores do escritor setentão, estendendo extenuando o relato musical de dias e noites tropicais.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Sai de cena Dom Pepe, DJ que fez ferver a pista dos frenetic dancin' days
♪ A foto acima - do arquivo pessoal de Nelson Motta - flagra o jornalista e compositor paulistano com o DJ Dom Pepe. Foi tirada em 1997, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), capital cultural do Brasil aonde, duas décadas antes, Pepe fez ferver a pista da casa carioca The Frenetic Dancin' Days Discotheque. Inaugurada por Motta em 5 de agosto de 1976, no então pouco frequentado Shopping da Gávea, a casa trouxe para o Brasil o som da disco music que já imperava nos Estados Unidos. Tocando um mix de música brasileira com os hits norte-americanos da disco music, o carioca Dom Pepe - DJ que saiu ontem de cena e que se chamava Luiz Francisco - fazia o povo pular que nem pipoca na pista democrática que serviu de plataforma para o lançamento d'As Frenéticas, grupo que lançaria seu primeiro compacto ainda naquele ano de 1976. Por todo seu pioneirismo na década que projetou a figura do DJ, Dom Pepe marcou época nos frenéticos dias dançantes do Rio da década de 1970. Mas seguiu na pista, tocando em casas como o Noites Cariocas - palco dos anos 1980 em que Pepe ajudou a projetar o rock brasileiro daquela década - e Mamma África (esta já nos anos 1990), ambas abertas no Morro da Urca e tocadas por Nelson Motta, seu amigo de fé e irmão camarada. A saída de cena de Dom Pepe entristece a noite carioca.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
'Nelson 70' mostra que o cancioneiro de Motta resistiu às ondas do tempo
Resenha de CD
Título: Nelson 70
Artista: Vários
Gravadora: Som Livre
Cotação: * * * * 1/2
Título: Nelson 70
Artista: Vários
Gravadora: Som Livre
Cotação: * * * * 1/2
♪ "A vida vem em ondas / Como um mar / Num indo e vindo infinito", filosofa Jorge Drexler através dos versos de Como uma onda (Zen-surfismo) (Lulu Santos e Nelson Motta, 1982). Cantados em português no CD Nelson 70 pelo artista uruguaio, no toque minimalista de guitarra eletroacústica que transforma o bolero havaiano em canção, os versos da música contradizem a perenidade do cancioneiro do multimídia Nelson Motta. Produzido para festejar os 70 anos de vida que Motta completa hoje, 29 de outubro de 2014, o CD Nelson 70 mostra que a obra musical do compositor resistiu bem às onda dos tempos, sobrevimento aos modismos, aos movimentos e às movimentações incessantes da música brasileira. "Tudo passa / Tudo sempre passará", sentencia a letra do bolero lançado por Lulu Santos há 31 anos, no começo já áureo de sua parceria com Motta. Sentença bisada na letra de Nós e o tempo (Marisa Monte, Cezar Mendes e Nelson Motta, 2014), única música inédita deste disco que apresenta novos registros das músicas mais conhecidas do compositor. "Belezas passarão", canta Marisa Monte, fluida, com o toque refinado do piano de João Donato. Nós e o tempo é canção à moda antiga. Poderia ter sido lançada nos anos 1960, era dos festivais, plataforma para a exposição da obra inicial de Motta. É de lá, da década de 1960, que vem De onde vens (Nelson Motta e Dori Caymmi, 1967), música ora revivida por Fernanda Takai com barulhinhos bons e eletrônicos. No todo, o tributo se situa bem acima da média de discos do gênero. Com a harpa virtuosa de Cristina Braga, Lenine acentua sons e silêncios de Certas coisas (Lulu Santos e Nelson Motta, 1984). Com o piano de Daniel Jobim, Ed Motta reveste Coisas do Brasil (Guilherme Arantes e Nelson Motta, 1986) de um classicismo aor que, se tira toda a bossa da canção, lhe aponta novos caminhos harmônicos. Ed é parceiro de Motta em Apaixonada (2001), canção ambientada em clima de fado com a sofisticação do canto da intérprete portuguesa Cuca Roseta. De repente Califórnia (Lulu Santos e Nelson Motta, 1982) pega a onda certa na levada moderna de Pupillo, produtor da faixa cantada por Céu. Na mesma onda, Max de Castro repisa Areias escaldantes (Lulu Santos e Nelson Motta,1982) com frescor, sem se afastar da levada original do tema, mas soprando ventos novos a seu favor. Já Ana Cañas transforma o rock Perigosa (Roberto Carvalho, Nelson Motta e Rita Lee, 1977) em blues sensual de tons inicialmente macios. Com a tarefa ingrata de recriar Dancin' days (Rubens Queiroz e Nelson Motta, 1978), Gaby Amarantos põe seu toque tecnobrega na música sem se desviar muito do icônico arranjo da gravação original feita pelo grupo As Frenéticas. Maria Gadú reitera em Você bem sabe (Djavan e Nelson Motta, 1989) seu talento de intérprete. Música pouco ouvida do cancioneiro de Motta, Ditos e feitos - parceria com Roberto Menescal que batizou álbum lançado por Menescal em 1992 via Warner Music - sai do universo da bossa para ganhar vocais harmoniosos no bonito registro de Leo Cavalcanti (em seu melhor momento como intérprete). Já Marina no ar, tecnobossa composta por Motta com Guilherme Arantes e lançada por Arantes em álbum de 1987, ganha moldura eletrônica contemporânea de Silva, artista volta e meia associado a Arantes (mas o fato é que, em Marina no ar, a dupla não reeditou a inspiração de Coisas do Brasil). Música mais recente dentre as 14 regravações do disco, cuja edição digital rebobina O cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta, 1966) na voz de Lisa Ono, Noturno carioca (Erasmo Carlos e Nelson Motta, 2009) ganha a bossa e voz de Laila Garin - atriz projetada em escala nacional ao reviver Elis Regina (1945 - 1982) em musical de teatro - em registro classudo feito por Garin com seu grupo Ipanema Lab. A faixa tem clima apropriadamente carioca que evoca o ar e as paisagens de Fotografia (Antonio Carlos Jobim, 1959), comprovando que Nelson 70 é belo recorte do cancioneiro atemporal de Nelson Motta.
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Canção inédita sobre o poder corrosivo do tempo reúne Nelson e Marisa
♪ Única música inédita de Nelson 70, CD lançado esta semana pela gravadora Som Livre em homenagem aos 70 anos do compositor, jornalista, escritor e produtor musical carioca Nelson Motta, Nós e o tempo é parceria de Nelson com a cantora e compositora carioca Marisa Monte e com o compositor e violonista baiano Cezar Mendes. Canção à moda antiga, gravada por Marisa para o disco com o toque refinado do piano do acriano João Donato, Nós e o tempo versa sobre o fluxo permanentemente transitório dos sentimentos e da própria vida face ao poder corrosivo do tempo. A música marca o reencontro de Nelson com Marisa, cantora que se lançou no mundo da música em 1987 sob as bençãos do produtor. Eis a letra de Nós e o tempo:
Nós e o tempo
(Marisa Monte, Cezar Mendes e Nelson Motta)
Parece ilusão
Parece ficção
Parece destino
Se alguém contar
Ninguém acredita
Qualquer um duvida
Mas a vida é assim
E o real é mais
Do que as fantasias
Do que a razão
Parece mentira
Parece que sim
Parece que não
Quando escurecer
E a noite chegar
A luz de uma estrela
Vai brilhar no céu
Até se apagar
Ao amanhecer
Vidas vão nascer
Nuvens vão passar
Lágrimas e rios
Todos os mistérios
Todas as certezas
Também passarão
Também passarão
Também passarão...
Belezas passarão
Segredos passarão
Mistérios passarão
Tristezas passarão
Estrelas passarão
Tristezas passarão...
Também passarão
Passarão
Passarão...
sábado, 18 de outubro de 2014
Com Cristina Braga, Lenine respeita sons (e silêncios) de 'Certas coisas'
♪ Apaixonada sinfonia feita de silêncio e sons, a balada Certas coisas foi sucesso nacional em 1984 na gravação original feita por Lulu Santos - parceiro de Nelson Motta na canção - para seu terceiro ótimo álbum, Tudo azul (Warner Music, 1984). Trinta anos depois, Certas coisas - música que Lulu e Motta fizeram para Roberto Carlos, mas que o Rei nunca gravou - ganha gravação de Lenine, feita somente com a harpa virtuosa de Cristina Braga para Nelson 70, o projeto comemorativo dos 70 anos do compositor, jornalista e escritor carioca Nelson Motta. Com delicadeza e pausas estratégicas, Lenine e Cristina fazem registro reverente aos sons e silêncios de uma das mais belas baladas do cancioneiro de Lulu. A gravação já está disponível para audição no YouTube. O CD Nelson 70 vai ser lançado pela gravadora Som Livre em 29 de outubro de 2014, dia do 70º aniversário de Nelson Motta. O projeto inclui série no Canal Brasil.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Com piano de Daniel Jobim, Ed põe soul nas 'Coisas do Brasil' de Nelson
♪ Parceria de Guilherme Arantes com Nelson Motta que promoveu Calor, álbum lançado pelo paulista Arantes em 1986 via CBS, a canção Coisas do Brasil arejou o tecnopop feito por Arantes na época ao reciclar sem nostalgia o frescor e a leveza da carioca Bossa Nova. Tanto que, seis anos mais tarde, Coisas do Brasil batizou e impulsionou álbum lançado por Leila Pinheiro - cantora que também abarcou o gênero - em 1993 na PolyGram. Decorridos 21 anos, Coisas do Brasil ganha um terceiro registro expressivo. A canção foi regravada por Ed Motta para o CD e especial Nelson 70, projeto comemorativo dos 70 anos completados neste mês de outubro de 2014 pelo compositor, jornalista, escritor e produtor musical carioca Nelson Motta. Já disponível para audição no YouTube, a gravação de Ed Motta - produzida e arranjada pelo próprio Ed com o virtuosismo técnico típico do cantor e compositor carioca - injeta soul na bossa de Arantes e Motta. Coprotagonista do registro, o pianista Daniel Jobim se reveza na gravação entre piano Rhodes e os teclados ARP Omni e Oberheim Matrix. O toque da guitarra de Paulinho Guitarra enfatiza a veia black que pulsa entranhada nas artérias da faixa. O CD Nelson 70 será lançado, pela gravadora Som Livre, na segunda quinzena deste mês de outubro.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Com Pupillo, Céu pega a onda de Nelson Motta e regrava canção de 1982
♪ Com capa assinada pelo designer Luiz Stein, o CD Nelson 70 - produzido em homenagem aos 70 anos do compositor, jornalista, escritor e produtor musical carioca Nelson Motta - inclui gravação de De repente Califórnia na voz da cantora e compositora paulistana Céu. A faixa foi produzida por Pupillo, que ainda toca bateria, baixo, mellotron e percussão no fonograma mixado pelo próprio Pupillo no estúdio Muchito, em São Paulo (SP). A gravação foi feita com as adesões dos músicos Curumim (no cavaquinho) e Donatinho (nos teclados). Música composta por Motta em parceria com Lulu Santos, De repente Califórnia foi feita a pedido do escritor e diretor Antonio Calmon para ser o tema do surfista Pepeu (Ricardo Graça Mello) no filme Menino do Rio (Brasil, 1982). O CD Nelson 70 sai via Som Livre neste mês de outubro de 2014.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Os 70 anos de Nelson Motta geram CD, série de TV e show em outubro
♪ Nelson 70 é o título do projeto multimídia que celebra os 70 anos de vida do compositor, jornalista, escritor e produtor musical carioca Nelson Motta - visto na foto com a cantora paulista Ana Cañas, intérprete da regravação de Perigosa (Roberto de Carvalho, Nelson Motta e Rita Lee, 1977). Programado para outubro de 2014, o projeto Nelson 70 inclui CD - a ser editado pela gravadora Som Livre - e série de TV com oito episódios que vai ao ar no Canal Brasil a partir de 29 de outubro, dia do 70º aniversário de Nelson. A série tem direção de Adriana Penna, Guto Barra e Tatiana Issa. Está previsto também um show com os convidados do disco. Além de Ana Cañas, o time de intérpretes inclui Djavan, Ed Motta, Fernanda Takai, Gaby Amarantos, Guilherme Arantes, Jorge Drexler, Lenine, Leo Cavalcanti, Lulu Santos, Marisa Monte (numa inédita, Nós e o tempo, gravada com o piano de João Donato), Max de Castro, Roberto Menescal, Rodrigo Amarante e Silva. Cada intérprete dá voz a uma música do cancioneiro do compositor. O cantautor uruguaio Jorge Drexler, por exemplo, revive o bolero havaiano Como uma onda (Lulu Santos e Nelson Motta, 1983). Lenine canta Certas coisas (Lulu Santos e Nelson Motta, 1984, Fernanda Takai regrava De onde vens (Dori Caymmi e Nelson Motta, 1967) e Gaby Amarantos repagina Dancin' days (Rubens Queiroz e Nelson Motta, 1978).sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Marisa celebra os 70 anos de Nelson Motta com inédita e piano de Donato
♪ Previsto para outubro de 2014, com CD editado pela gravadora Som Livre e programa de TV exibido no Canal Brasil em 29 de outubro, o projeto Nelson 70 - orquestrado por Adriana Penna, Tatiana Issa e Guto Barra para festejar os 70 anos do compositor, jornalista e escritor carioca Nelson Motta - tem a participação de Marisa Monte em música inédita gravada com o piano de João Donato. Marisa - em foto de Leo Aversa - deu seus primeiros passos firmes na carreira sob a supervisão de Motta e despontou nacionalmente em 1989 com Bem que se quis, versão de Motta para E po che fa, a canção pop napolitana do compositor italiano Pino Daniele.
domingo, 27 de julho de 2014
Gadú regrava parceria bissexta de Nelson com Djavan em tributo a Motta
♪ Parceria bissexta de Nelson Motta com Djavan, lançada pelo cantor e compositor alagoano em seu álbum Djavan (CBS, 1989), Você bem sabe ganha a voz de Maria Gadú. Você bem sabe foi a música confiada à cantora paulista no CD produzido pela gravadora Som Livre para celebrar os 70 anos que o carioca Nelson Motta vai completar em 29 de outubro de 2014. O elenco inclui Ana Cañas, Gaby Amarantos, Fernanda Takai, Marisa Monte e Silva - entre outros.
sábado, 5 de abril de 2014
Cañas grava sucesso das Frenéticas no disco que celebra os 70 de Motta
Rock'n'roll de riff stoniano lançado pelo grupo carioca As Frenéticas em seu primeiro álbum, em 1977, na era dos dancin' days, Perigosa vai ganhar a voz da cantora e compositora paulistana Ana Cañas (em foto de Rafael Cañas). Música composta por Rita Lee e Roberto de Carvalho a partir de letra enviada pelo jornalista, compositor e produtor musical carioca Nelson Motta, Perigosa é a música confiada a Cañas no disco produzido pela gravadora Som Livre para celebrar os 70 anos de nascimento de Nelson Motta, a serem completados em 29 de outubro de 2014. Capitaneado por Adriana Penna com Diogo Gonçalves, o projeto inclui no elenco nomes como Ed Motta, Fernanda Takai, Gaby Amarantos, Maria Gadú, Marisa Monte e Max de Castro.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Marisa e Takai figuram no elenco do CD que festeja os 70 anos de Motta
Fernanda Takai e Marisa Monte integram o time de intérpretes do CD produzido pela gravadora Som Livre para festejar os 70 anos do compositor e produtor musical carioca Nelson Motta. Seus nomes ainda não são confirmados oficialmente no projeto orquestrado por Adriana Penna e Diogo Gonçalves, mas é certo que as cantoras vão figurar no disco - ao lado de nomes como Ana Cañas, Ed Motta, Gaby Amarantos e Maria Gadú - por terem tido ligação musical com Motta. Marisa - em foto de Leo Aversa - deu seus primeiros passos na carreira sob a supervisão do produtor e despontou nacionalmente em 1989 com Bem que se quis, versão de Motta para E po che fa, canção napolitana do compositor italiano Pino Daniele. Já Fernanda Takai seduziu público e crítica em 2007 com seu primeiro álbum solo, Onde brilhem os olhos seus, engenhoso tributo à cantora Nara Leão (1942 - 1989) do qual Nelson Motta foi o mentor.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Som Livre produz CD em tributo aos 70 anos do compositor Nelson Motta
Está em fase de gravação no Rio de Janeiro (RJ) um disco em tributo ao compositor paulista (de alma e vivência carioca) Nelson Motta por conta dos 70 anos que o artista multimídia vai completar em 29 de outubro de 2014. O CD vai apresentar gravações inéditas das mais músicas mais conhecidas de Motta, letrista parceiro de compositores como Djavan, Dori Caymmi, Ed Motta, Lulu Santos e Rita Lee, entre outros. O elenco prioriza artistas ligados ao atual elenco da Som Livre e do selo Slap, o braço indie da gravadora global. Ana Cañas, Gaby Amarantos, Maria Gadú e Silva estão escalados para dar voz a músicas de Motta (em foto de Bruno Veiga).
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