Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


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domingo, 12 de julho de 2015

Gulin inclui clássico marginal de Lou Reed em seu terceiro álbum de estúdio

Embora tenha cogitado em 2013 fazer um registro audiovisual de show, Thaís Gulin optou por gravar mais um álbum de estúdio antes de lançar DVD. O disco inclui no repertório um clássico marginal do repertório autoral do cantor e compositor norte-americano Lou Reed (1942 - 2013), Walk on the wild side, música lançada por Reed no emblemático álbum Transformer (RCA, 1972) e já interpretada em shows pela cantora paranaense desde 2013. O CD de Gulin já está alinhavado.

domingo, 27 de outubro de 2013

Roqueiro que viu na sombra a luz da poesia, Lou Reed sai de cena aos 71

Outsider pela própria natureza rebelde, Lewis Allan Reed (2 de março de 1942 - 27 de outubro de 2013) certamente seria cínico o suficiente para caracterizar este domingo como a perfect day, em alusão ao título da canção de sua obra-prima Transformer, álbum de 1972. Mas o universo pop - consternado com a notícia da saída de cena, aos 71 anos, do cantor, compositor e guitarrista norte-americano - ira contrariar o artista, pois o dia da morte de Lou Reed, um dos artistas mais geniais e influentes da música do século XX, jamais roçaria a perfeição. Ao seguir pela trilha aberta nos anos 60 por seu colega norte-americano Bob Dylan, Reed logo se impôs nesse universo pop por enxergar a luz da poesia entre as sombras do (sub)mundo. Sim, estudante de literatura naqueles conturbados anos 60, Lou Reed foi um roqueiro alçado ao status de poeta - como Dylan ou como o brasileiro Renato Russo (1960 - 1996) - por retratar a vida como ela é, o Homem como ele é moldado pela sociedade. Diplomado no caldeirão cultural e no caos sempre efervescente de Nova York (EUA), a cidade onde formou com John Cale o seminal grupo The Velvet Underground, Reed atravessou gerações como um artista tão referencial que o grupo Metallica não hesitou em gravar álbum com esse pioneiro artista underground, Lulu (2011). Ao emergir no universo pop, Reed mexeu com fogo e com os brios conservadores da sociedade de sua época ao aplicar doses cavalares de sexo e drogas pesadas nos versos de suas letras incendiárias - temática que explorou de forma mais ampla a partir de 1970, quando deixou o Velvet Underground. Seu primeiro álbum, Lou Reed (1970), deu a pista errada de que Reed já poderia ser carta fora do jogo. Só que a este disco de fato frustrante, formatado com sobras do repertório do Velvet Underground, seguiu-se um dos clássicos atemporais do (glam) rock, Transformer, o já citado álbum de 1972, consagrado sobretudo por Walk on the wild side, espécie de hino underground que ajudou a formar a personalidade solo de Reed. Sob a produção antenada do colega inglês David Bowie, o roqueiro norte-americano deu a cara a tapa já na imagem ambígua da capa do disco. E, dessa vez, a pista era verdadeira: em Make up, uma das 11 faixas do álbum, Reed saiu do armário, revelando homossexualidade já sinalizada no repertório do Velvet Underground em músicas como I’ll be your mirror. Só que o cultuado Transformer ampliou os efeitos da ação poética de Reed, embora sob a ótica já era conhecida dos (poucos) fãs que seguiram o Velvet na trilha underground. Já na música que abria o álbum, Vicious, Reed tocou com prazer no tema então tabu do sadomasoquismo. Apesar dos temas abusados, ou talvez justamente por causa deles, Transformer deu a Reed projeção mundial que nenhum outro álbum seu alcançaria. Talvez porque o poeta, rebelde, não tenha seguido à risca a receita nos discos seguintes. O posterior Berlin (1973), por exemplo, é grande disco conceitual em que Reed dissecou o relacionamento fracassado de fictício casal norte-americano, Caroline e Jim, residente na cidade alemã que dava nome ao álbum. Trabalho de contornos sinfônicos, moldados pelo produtor Bob Ezrin, Berlin tem atmosfera sombria, tocando fundo na ferida nunca cicatrizada de assuntos como violência doméstica. Daí em diante, a discografia de Lou Reed mostraria um artista sempre inquieto, avesso a fórmulas e repetições. Após lançar em 1974 dois álbuns de boa repercussão comercial, Sally can’t dance e o Rock’n’roll animal, este gravado ao vivo, Reed investiu pesado – e de forma pioneira – na música eletrônica, no duplo Metal machine music, fracasso de vendas em 1975 (o mesmo ano de Coney island baby, disco de aura gay). Reed nunca deixou de transitar pelo wild side do mercado do disco, mas sempre na companhia de sua sombria poesia. Basta ouvir The raven (2003), álbum inspirado na obra do poeta Edgar Alan Poe (1809-1849) - outro que transitava pelas sombras - e originário de espetáculo (Poe-Try, 2000) em que Reed entrelaçou música, teatro e poesia. Celebrado com as glórias concedidas aos popstars, o poeta do rocks ai de cena entronizado no posto vitalício de um dos reis da contracultura. Contudo, a rigor, sua obra oscilou entre graus díspares de densidade musical e poética. O experimental Lulu, por exemplo, decepcionou tanto fãs de Reed quanto do Metallica, embora tenha se revelado álbum mais do cantor do que do grupo. Quando Reed acertou, como em New York (1989), álbum em que radiografou o pulmão congestionado da cidade natal que destratava imigrantes com a mesma frieza com que mandava jovens para a guerra, Reed fez jus ao status de gênio, ecoando influências de escritores como o irlandês James Joyce (1882-1941). Sua discografia inclui discos que merecem reavaliação, caso do já obscuro The blue mask (1982), feito dez anos antes de um álbum conceitual ainda menos ouvido, Magic and loss (1992), retrato fiel de tempo marcado por perdas e imerso na ressaca das drogas e da Aids, então ceifando vidas e contaminando com medo o prazer sexual, em especial o da comunidade gay à qual Reed sempre se aliou com orgulho, ainda que sua ambiguidade sexual o tenha levado a se relacionar com homens, mulheres e travestis. Suas letras de música embaralharam os conceitos de rock e poesia, mostrando que o primeiro poderia conviver com a segunda sem perda de decibéis. Poeta roqueiro que atravessou o fogo, Lou Reed sai de cena - por complicações decorrentes de transplante de fígado feito em abril deste ano de 2013 - imaculado na sua persona artística construída nas margens do undergound.

domingo, 15 de setembro de 2013

Autoramas e BNegão fazem baile da pesada em EP produzido por Frejat

Resenha de EP
Título: Auto boogie
Artista: Autoramas & BNegão
Gravadora: Edição independente dos artistas
Cotação: * * * *

O som é de rock com groove e com o clima do funk de James Brown (1933 - 2006) e Tim Maia (1942 - 1998), como sugere a letra de O giro (Auto boogie), música inédita que abre Auto boogie, EP que junta o grupo carioca Autoramas com BNegão, o cantor e compositor também carioca projetado no grupo Planet Hemp. Produzido por Frejat sob a direção artística de Lucio Maia (o produtor/empresário da banda) e do próprio Autoramas, Auto boogie ganha edição independente neste mês de setembro de 2013, jogada na rede em sintonia com o show que reuniu Autoramas com BNegão no Palco Sunset do Rock in Rio 2013 na tarde de sábado, 14 de setembro de 2013. Com grooves azeitados, o EP Auto boogie apresenta registro turbinado e sujo de Kiss (Prince, 1986), sucesso do cantor norte-americano Prince na fase inicial de sua carreira. A sagacidade da junção de Walk on the wild side (Lou Reed, 1972) com Enxugando gelo - rap de 2003, destaque do primeiro homônimo álbum feito por BNegão com o grupo Os Seletores de Frequência, turma que também transita pelo wild side - contribuiu para valorizar o disco, finalizado com enérgica releitura em clima punk de 1,2,3,4 (1993), rock do repertório de Little Quail & The Mad Birds, a banda formada em 1988 em Brasília (DF) pelo cantor e guitarrista Gabriel Thomaz (grupo da cena independente que, de certa forma, deu origem ao Autoramas). Enfim, o EP Auto boogie junta de forma homogênea dois nomes projetados na cena carioca dos anos 90 em universos musicais aparentemente distintos que ora se cruzam sem choques. É rock com funk e o groove dos bailes da pesada. O síndico Tim Maia aprovaria.

sábado, 3 de agosto de 2013

Gulin cruza as palavras de Lou Reed e Walter Franco em show multimídia

Há 40 anos, o cantor e compositor Walter Franco estilhaçou fragmentos de poesia nos versos imperativos de Me deixe mudo, música do primeiro antológico álbum do artista paulistano, Ou não (1973). Decorridas quatro décadas, Thaís Gulin fez jorrar a poesia de Franco na abertura do roteiro do quinto espetáculo multimídia gerado pelo projeto Palavras cruzadas, criado pelo diretor Marcio Debellian com a intenção de aglutinar diversas formas de arte na mesma cena. No caso do show que estreou na noite de 2 de agosto de 2013 no teatro do Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), os 11 números musicais da cantora curitibana - em foto de Rodrigo Amaral - foram intercalados com textos do dramaturgo carioca (de ascendência espanhola) Jô Bilac e com projeções criadas do artista visual Arthur Tuoto, curitibano como Gulin. Sob a direção de Debellian, Gulin transitou pelo lado selvagem em repertório que incluiu Walk on the wild side - o clássico do compositor norte-americano Lou Reed, lançado pelo Poeta das Sombras em seu álbum Transformer (1972) - e Hotel das estrelas (Jards Macalé e Duda, 1970), além de parceria da artista com Rogério Guimarães, A vida da outra. Eis o roteiro seguido pela cantora Thaís Gulin no quinto espetáculo do projeto Palavras cruzadas:

* Prólogo
1. Me deixe mudo (Walter Franco, 1973)
2. Revendo amigos (Jards Macalé e Waly Salomão, 1972)
3. Hotel das estrelas (Jards Macalé e Duda, 1970)
*  Texto 1 (adaptação por Thaís Gulin de Felicidade clandestina, de Clarice Lispector)
4. Horas cariocas (Thaís Gulin, 2011)
*  Texto 2 (Interrogatório)
5. História de fogo (Otto e Alessandra Negrini, 2003)
6. Walk on the wild side (Lou Reed, 1972)
*  Texto 3 (Inspiração)
7. Ali, sim, Alice (Tom Zé, 2011)
*  Texto 4 (Tome uma atitude - por Antonio Abujamra)
*  Conversa de manecas
8. Ave Maria no Morro (Herivelto Martins, 1942)
9. A vida da outra (Thaís Gulin e Rogerio Guimarães, 2006)
*  Texto 5 (Recado / Caixa de areia)
10. Água (Kassin, 2006)
11. Cinema Big Butts:
      Cinema americano (Rodrigo Bittencourt, 2009) /
      Baby got back (Sir Mix-a-Lot, 1992)

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Byrne, Eno, Reed e Simon celebram Gabriel no CD 'And i’ll scratch yours'

Em 2010, o cantor e compositor inglês Peter Gabriel lançou álbum de intérprete, Scratch my back, em que apresentou sua visão de músicas do repertório de nomes como o cantor e compositor norte-americano Paul Simon e o grupo canadense Arcade Fire. Três anos depois, os artistas regravados em Scratch my back retribuem a gentileza e abordam a música de Gabriel em And i’ll scratch yours, álbum-tributo que vai ser lançado em 23 de setembro de 2012 pelo selo Real World. O elenco do disco inclui David Byrne, Lou Reed e Paul Simon, entre outros. Nem todos quiseram participar do tributo, mas foram substituídos por nomes como Brian Eno, Feist e Joseph Arthur. Eis as 12 músicas e os respectivos intérpretes de And i’ll scratch yours:

1. I don’t remember – David Byrne
2. Come talk to me – Bon Iver
3. Blood of eden – Regina Spektor
4. Not one of us – Stephin Merritt
5. Shock the monkey – Joseph Arthur
6. Big time – Randy Newman
7. Games without frontiers – Arcade Fire
8. Mercy street – Elbow
9. Mother of violence – Brian Eno
10. Don’t give up – Feist feat. Timber Timbre
11. Solsbury hill – Lou Reed
12. Biko – Paul Simon

sexta-feira, 1 de junho de 2012

DVD com performances de Reed entre 1972 e 1974 é reeditado no Brasil

Entre 1972 e 1974, Lou Reed viveu com intensidade a era glam, gravando sucessivos discos. Em 1972, o cantor e compositor norte-americano - egresso do grupo Velvet Underground - lançou LP antológico, Transformers (1972), que se tornou pedra fundamental na construção de sua obra solo. Na sequência, em 1973, Reed apresentou outro álbum de peso, Berlin, menos cultuado do que o anterior, mas tão consistente quanto. Por fim, lançou em 1974 o menos relevante Sally Can't Dance. É nesse período profícuo que estão centrados os registros audiovisuais do artista exibidos no DVD Lou Reed Live Performances 1972 & 1974, ora relançado no Brasil pela VideoBrokers - a divisão audiovisual da empresa MusicBrokers - em edição dupla que inclui CD com o registro ao vivo de dez músicas extraídas de show feito pelo cantor em Nova York (EUA) em 1972. O DVD traz duas apresentações de Reed feitas para a televisão em 1974, uma em Paris e a outra em Bruxelas. Com áudio 2.0, o DVD Lou Reed Live Performances 1972 & 1974 esboça retrato do artista em momento de ebulição e criatividade.

sábado, 21 de abril de 2012

Quinto álbum da banda Metric, 'Synthetica' traz Lou Reed e sai no Brasil

Quinto álbum da banda Metric, conhecida no universo canadense de indie rock, Synthetica vai ser lançado em 12 de junho de 2012 pelo selo do grupo Metric Music International. A edição no Brasil já foi acordada pelo selo carioca Lab 344. Sucessor de Fantasies (2009), Synthetica totaliza 11 faixas. O primeiro single do álbum, Youth Without Youth, já vai entrar em rotação oficial a partir de 1º de maio. A música The Wanderlust conta com a participação de Lou Reed. Eis as 11 faixas de Synthetica, CD produzido por Jimmy Shaw, guitarrista do Metric:

1. Artificial Nocturne
2. Youth Without Youth
3. Speed The Collapse
4. Breathing Underwater
5. Drums So Real
6. Lost Kitten
7. The Void
8. Synthetica
9. Clone
10. The Wanderlust
11. Nothing But Time

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Mais de Reed do que do Metallica, 'Lulu' pesa a mão na experimentação

Resenha de CD
Título: Lulu
Artista: Lou Reed e Metallica
Gravadora: Universal Music
Cotação: * * *

É possível identificar o d.n.a. instrumental do Metallica em The View, single que antecipou em setembro Lulu, primeiro álbum gravado pelo cantor e compositor Lou Reed com o grupo norte-americano de heavy metal. As guitarras em fúria que turbinam algumas partes de Dragon e a pegada do rock Iced Honey também sinalizam que, por trás de Lulu, há um grupo de rock pesado e que este grupo é o de Lars Ulrich, James Hetfield, Kirk Hammett e Robert Trujillo. Mas - que ninguém se engane - o álbum duplo é um trabalho que tem mais a alma (sombria) de Reed do que o peso do Metallica. Lançado oficialmente nesta segunda-feira, 31 de outubro de 2011, Lulu é disco conceitual, uma ópera-rock que evoca o art rock do artista projetado no Velvet Underground. Afinal, o embrião do projeto são as letras escritas por Reed para musical (nunca encenado de fato) inspirado em duas peças expressionistas do dramaturgo alemão Benjamin Franklin Wedekind. Lulu, a personagem-título, habita submundo de sombras, sexo e violência. É em torno desse universo - recorrente na obra de Reed - que gravita Lulu. A questão é que o disco pesa a mão na experimentação. Ruídos e estranhezas pautam o disco, que precisou ser duplo - embora totalize somente dez músicas - porque algumas faixas resultaram longas. Junior Dad, por exemplo, tem 19 minutos e 29 segundos. Pumping Blood dura menos - sete minutos e 24 segundos - mas é exemplo do alto teor de experimentação de Lulu. O canto meio falado de Reed - autor solitário das letras, mas parceiro dos músicos do Metallica na criação das músicas - contribui para distanciar Lulu do universo do grupo. De difícil digestão, Lulu é obra de arte feita sem concessões aos metaleiros. Temas como Bradenburg Gate, Cheat on me, Frustration e Little Dog estão no disco para contar uma história, como se fossem movimentos de uma suíte. Há beleza e excessos em Lulu, mas é preciso reconhecer o mérito de disco épico que foge da mesmice que impera no universo pop.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Eis a capa de 'Lulu', álbum conceitual que junta Lou Reed com Metallica

Lou Reed e Metallica divulgaram a capa de Lulu, o álbum conceitual que junta o cantor e o grupo. Nas lojas a partir de 31 de outubro de 2011, Lulu é inspirado em duas peças expressionistas do dramaturgo alemão Frank Wededkind (1864 - 1918), O Espírito da Terra e A Caixa de Pandora, escritas no início do século 20 e centradas na vida de Lulu, dançarina às voltas com abusos cotidianos. Produzido por Reed, Metallica, Hal Willner e Greg Fidelman, Lulu já teve divulgados os nomes de cinco de suas dez músicas. Frustration, Junior Dad, Little Dog, Mistress Dread e Pumping Blood são as faixas de Lulu já reveladas no site oficial do álbum.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

'Lulu' é o título do álbum que Metallica e Reed lançam em 31 de outubro

Lulu é o título do álbum que o Metallica gravou com Lou Reed. Sucessor de Death Magnetic (2008), Lulu tem lançamento mundial agendado para 31 de outubro de 2011. Pumping BloodJunior Dad e Mistress Dread são três das dez inéditas músicas do disco, gravado no HQ Studios, na Califórnia (EUA). Segundo Reed e o Metallica, Lulu foi inspirado em dois textos expressionistas do dramaturgo alemão Frank Wededkind, Earth Spirit e Pandora's Box, lançados no início do século 20. De início, as músicas e letras foram escritas por Reed para produção teatral alemã, mas o material foi redirecionado para o disco, originado do encontro de Reed com o Metallica - vistos em foto de Anton Corbijn - no show de outubro de 2009 que festejou 25 anos do Rock and Roll Hall of Fame no Madison Square Garden (Nova York, EUA).

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Aos 30 anos, Metallica finaliza álbum gravado em parceria com Lou Reed

O grupo norte-americano Metallica anunciou em seu site oficial que finalizou a gravação de um álbum com a colaboração de Lou Reed. Dez músicas foram gravadas para o sucessor de Death Magnetic (2008). O inusitado encontro fonográfico da banda de heavy metal com o artista projetado no grupo Velvet Underground  é consequência da interação entre Metallica e e Reed no show de outubro de 2009 que celebrou os 25 anos do Rock and Roll Hall of Fame no Madison Square Garden, em Nova York (EUA). Ainda sem data prevista de lançamento, o décimo álbum de estúdio do Metallica vai ser lançado ainda em 2011, ano em que o grupo completa três décadas de vida. A foto acima - extraída do site oficial do Metallica - flagra Reed no estúdio com o grupo. O último álbum de estúdio do artista foi para as lojas em 2007.