♪ Daniel lança EP nesta segunda quinzena de julho de 2014 via Warner Music. Com seis faixas, o EP Daniel 30 anos - O musical reúne dois fonogramas feitos em estúdio e quatro registros ao vivo extraídos do show perpetuado no CD e DVD homônimos do EP. As faixas de estúdio são as regravações de Estou apaixonado - versão de Estoy enamorado (Fabio Alfonso Salgado e Donato Póveda, 1995), já gravada por Daniel no tempo em que formava dupla com João Paulo (1960 - 1997) e ora revivida em dueto com a cantora mexicana Thalía - e Meu mundo e nada mais (Guilherme Arantes, 1976), esta em registro que emocionou Arantes. Entre as faixas ao vivo, há cover de Bridge over troubled water (Paul Simon, 1970), hit de Simon and Garfunkel.
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segunda-feira, 14 de julho de 2014
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Byrne, Eno, Reed e Simon celebram Gabriel no CD 'And i’ll scratch yours'
Em 2010, o cantor e compositor inglês Peter Gabriel lançou álbum de intérprete, Scratch my back, em que apresentou sua visão de músicas do repertório de nomes como o cantor e compositor norte-americano Paul Simon e o grupo canadense Arcade Fire. Três anos depois, os artistas regravados em Scratch my back retribuem a gentileza e abordam a música de Gabriel em And i’ll scratch yours, álbum-tributo que vai ser lançado em 23 de setembro de 2012 pelo selo Real World. O elenco do disco inclui David Byrne, Lou Reed e Paul Simon, entre outros. Nem todos quiseram participar do tributo, mas foram substituídos por nomes como Brian Eno, Feist e Joseph Arthur. Eis as 12 músicas e os respectivos intérpretes de And i’ll scratch yours:
1. I don’t remember – David Byrne
2. Come talk to me – Bon Iver
3. Blood of eden – Regina Spektor
4. Not one of us – Stephin Merritt
5. Shock the monkey – Joseph Arthur
6. Big time – Randy Newman
7. Games without frontiers – Arcade Fire
8. Mercy street – Elbow
9. Mother of violence – Brian Eno
10. Don’t give up – Feist feat. Timber Timbre
11. Solsbury hill – Lou Reed
12. Biko – Paul Simon
domingo, 1 de julho de 2012
Simon volta no tempo e à África para documentar impacto de 'Graceland'
Em 1986, em pleno reinado desumano do Apartheid na África do Sul, Paul Simon lançou um dos mais aclamados álbuns de sua carreira solo, Graceland, de inspiração africana. Gestado em viagem do cantor e compositor norte-americano à África do Sul, Graceland teve tamanha força política e musical que vendeu 14 milhões de cópias em todo o mundo e se transformou num dos discos mais emblemáticos da década de 80. O que justifica a 25th Anniversary Edition do álbum, lançada em escala mundial pela Sony Music em junho de 2012 e já disponível no Brasil. A rigor, os 25 anos já são 26, mas a edição compensa o atraso de um ano. Além de passado por novo processo de remasterização (a última tinha sido feita em 2004), o álbum original volta ao catálogo acrescido de material adicional - demos de Homeless, You Can Call Me Al e Crazy Love, além de takes alternativos de faixas como Diamonds on the Soles of Her Shoes - contextualizado por Simon na narrativa faixa-bônus The Story of Graceland. Mas o supra-sumo da edição dupla lançada no Brasil - há uma caixa de tiragem limitada para colecionadores vendida somente no exterior - é o DVD Under African Skies. Além de clipes das músicas You Can Call Me Al, The Boy in the Buble e Diamonds on the Soles of Her Shoes (vista e ouvida também em registro ao vivo captado em 22 de novembro de 1986 na apresentação de Simon no programa norte-americano de TV Saturday Night Love), o vídeo exibe o documentário Under African Skies. No filme do diretor Joe Berlinger, Simon volta à África do Sul - 25 anos após sua primeira visita ao país - para reavaliar o impacto musical e sócio-político de Graceland. A audição da 25th Anniversary Edition do álbum ressalta que, ao contrário do já derrubado Apartheid, a qualidade do repertório de Graceland continua de pé.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Sony Music reedita quatro álbuns lançados por Paul Simon nos anos 70
No embalo da volta de Paul Simon ao mercado fonográfico com seu primeiro álbum de estúdio em cinco anos, So Beautiful or so What (2011), a gravadora Sony Music relança, em edições remasterizadas, os quatro álbuns lançados pelo cantor e compositor norte-americano na primeira metade da década de 70. São os discos que consolidaram a carreira solo do artista após a dissolução da dupla Simon & Garfunkel, um dos ícones musicais dos anos 60. Os quatro títulos reeditados são Paul Simon (1972), There Goes Rhymin' Simon (1973), In Concert Live Rhymin' (ao vivo de 1974) e Still Crazy Afyer All These Years (1975). As capas são originais. Na sequência, a Sony relança - até o fim de 2011 - outros títulos da discografia solo de Simon.
domingo, 24 de abril de 2011
Espiritualizado, Simon celebra amor sagrado em 'So Beautiful or so What'
Resenha de CD
Título: So Beautiful or so What
Artista: Paul Simon
Gravadora: Hear Music / Universal Music
Cotação: * * * 1/2
Título: So Beautiful or so What
Artista: Paul Simon
Gravadora: Hear Music / Universal Music
Cotação: * * * 1/2
À beira dos 70 anos, a serem completados em outubro, Paul Simon busca o sagrado em seu primeiro álbum de inéditas em cinco anos, So Beautiful or so What, lançado mundialmente neste mês de abril de 2011. A intenção de Simon e do produtor Phil Ramone foi reviver o modo artesanal com o que o artista gravava seus discos nos anos 70 - década que gerou obras-primas da carreira solo do artista, notadamente o álbum Paul Simon (1972), forte marco inicial da trajetória individual do parceiro de Art Garfunkel nos anos 60. Qualquer que tenha sido o modo de produção, So Beautiful or so What flagra o cantor e compositor norte-americano em boa forma. Disco de grande carga espiritual, So Beautiful or so What está impregnado de sensível religiosidade em seus questionamentos sobre o sentido da vida. Já na (boa) faixa de abertura, Getting Readdy for Christmas Day, há samples de trechos do homônimo sermão feito em 1941 pelo reverendo J. M. Gates (1884 - 1945), pastor que era também cantor de gospel. Em The Afterlife, Simon se imagina com certa espirituosidade em existência além da vida material. Acima de dogmas religiosos, o álbum celebra o amor sagrado - como já sinaliza o título de uma das dez inéditas, Love Is Eternal Sacred Light - entre ritmos que transitam entre o folk (Love & Blessings, um dos temas menos inspirados) e o bluegrass (Dazzling Blue, um dos temas mais inspirados). Ecos da obra-prima afro de Simon, Graceland (1986), são bem perceptíveis nos arranjos urdidos com cordas e percussões delicadas. Questions for the Angels reitera o tom espiritual de álbum que inclui tema instrumental (Amulet) e balada (Love and Hard Times) de real beleza. Sem flertes com os sons contemporâneos, So Beautiful or so What se situa em algum lugar do passado da discografia solo de Paul Simon. E isso confere dignidade adicional a um álbum extremamente honesto de um artista que acredita em anjos e, sobretudo, no amor.
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