Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


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domingo, 28 de julho de 2013

Mart'nália levanta até defunto em Garanhuns com música de 'Pé na cova'

Garanhuns (PE) - Atração do Palco Guadalajara na última noite da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, Mart'nália levantou o público com Pé na cova (F.U.I.), tema de abertura de Pé na cova (TV Globo), seriado no qual a sambista pop se aventura como atriz, interpretando a personagem Tamanco. Gravada por Mart'nália para a abertura do programa, a música é da lavra da cantora e compositora carioca em parceria com Beto Landau e com o rapper Flávio Renegado. O tema de Pé na cova foi um dos destaques da apresentação de Mart'nália, que fez um show de sucessos, cantando hits de Wilson Simonal (1938 - 2000) - Mamãe passou açúcar em mim (Carlos Imperial, 1966), música gravada pela artista no Baile do Simonal - e Zeca Pagodinho (Coração em desalinho, Mauro Diniz e Ratinho, 1986), entre outros cantores. Não faltaram, claro, sucessos do pai Martinho da Vila, lembrado com sambas como Disritmia (Martinho da Vila, 1974), Ex-amor (Martinho da Vila, 1981) e Mulheres (Toninho Geraes, 1985). E não faltou também a homenagem a Dominguinhos (1941 - 2013) na terra natal do cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano. Mart'nália - em foto de Eric Gomes, da Fundarpe - cantou o xote Eu só quero um xodó (Domiguinhos e Anastácia, 1973).

O blog Notas Musicais cobre o Festival de Inverno de Garanhuns a convite da Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco

Mart'nália recebe Junior Almeida em Garanhuns para dueto em 'Os sinais'

Garanhuns (PE) - Já era madrugada deste domingo, 28 de julho de 2013, quando Mart'nália subiu ao Palco Guadalajara - que concentrou as principais atrações da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns - para apresentar uma versão mais popular de seu show Não tente compreender. Uma das músicas do disco homônimo, lançado em abril de 2012, contou com a presença do convidado Junior Almeida (visto com a cantora carioca na foto de Eric Gomes / Fundarpe). O dueto foi em Os sinais, música de autoria do (inspirado) compositor alagoano. 

DJ Afrika Bambaataa deixa tudo dominado no 23º Festival de Garanhuns

Garanhuns (PE) - Esteve tudo dominado pelo DJ norte-americano Afrika Bambaataa na noite de encerramento da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Atração do Palco Guadalajara na noite de 27 de julho de 2013, Bambaataa - nome artístico de Kevin Donovan, um dos pioneiros do rap - fez a festa no Fig 2013, dividindo a cena com rappers e b-boys brasileiros em show que reiterou a diversidade musical da programação do festival. Sucesso do funk carioca, Tá tudo dominado foi um sample ouvido no show em que Bambaatta recorreu ao pancadão recorrente nos bailes do Rio de Janeiro entre sucessos como Jazzy sensation (1981) e Planet rock (1982). No momento free style da apresentação, vários rappers pernambucanos dominaram a cena com rimas improvisadas - inclusive sobre a chuva que caiu durante o show de Bambaataa em Garanhuns - e b-boys fizeram suas danças frenéticas. O time de convidados contou com Gilmar Bola 8, Longo MC, Pablo e Zé Brown. No improviso, um dos rappers saudou Dominguinhos (1941 - 2013), o cantor, compositor e sanfoneiro de Garanhuns que saiu de cena, aos 72 anos, na noite de 23 de julho. Ao lado do MC nova-iorquino King Kamonzi, Bambaataa - visto ao alto na foto de Eric Gomes, da Fundarpe - reafirmou em sua primeira apresentação em Pernambuco a ideologia engajada de seu rap. "Power to the people" - "O povo no poder", em português - foi a mensagem deixada no fim do eletrizante show do DJ dos EUA, já aos 25 minutos deste domingo, 28 de julho. Ao menos no show de Afrika Bambaataa no 23º Festival de Inverno de Garanhuns, o povo ganhou poder na hierarquia da Zulu Nation. 

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sábado, 27 de julho de 2013

Daniela dedica a Dominguinhos apresentação de Canibália em Garanhuns

Garanhuns (PE) - Já passava das duas horas da madrugada deste sábado, 27 de julho de 2013, quando Daniela Mercury subiu ao Palco Guadalajara - o principal da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns - para apresentar na cidade natal de Dominguinhos (1941 - 2013) seu show Canibália - Ritmos do Brasil. Já no início da apresentação a cantora baiana - vista em foto de Eric Gomes / Fundarpe - disse estar feliz por estar cantando na terra do cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano e dedicou o show a Dominguinhos, alvo de sucessivas homenagens póstumas no Fig 2013 desde que a notícia de sua morte correu e entristeceu o Brasil na noite de 23 de julho. Além da dedicatória, Daniela incluiu no roteiro de Canibália - Ritmos do Brasil o xote Eu só quero um xodó (Dominguinhos e Anastácia), sucesso na voz de Gilberto Gil em 1973. Atração do mesmo palco horas antes, a cantora pernambucana Kiara Ribeiro foi convidada por Daniela para dueto em Dia branco (Geraldo Azevedo e Renato Rocha, 1981). De tom carnavalizante, a apresentação teve momentos politizados. Daniela discursou a favor do movimento Passe Livre, avalizou a campanha contra a homofobia recém-lançada pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) e cantou o Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva e Joaquim Osório Duque Estrada, 1822 / 1909 - com letra) de mãos dadas com sua namorada Malu Verçosa. A cantora só saiu do Palco Guadalajara após às 4h30m da madrugada.

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Com Buhr, banda Eddie mostra seu 'Original Olinda style' em Garanhuns

Garanhuns (PE) - Na cena de Pernambuco desde 1989, ano em que foi criada em Olinda, a banda Eddie mostrou seu groove - produto de sua fusão de rock, reggae, frevo, pop, brega e surf music - ao público que lotou a Esplanada Guadalajara para ver a apresentação do grupo na 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Alocado no palco Guadalajara, reservado às atrações principais do Fig, o show da Eddie teve início já na madrugada deste sábado, 27 de julho de 2013. Fábio Trummer (voz e guitarra), Urêa (percussão e voz), Andret (trompetes, teclados e samplers), Kiko (bateria) e Rob (baixo) receberam o cantor e compositor olindense Erasto Vasconcelos e as cantoras Karina Buhr e Isaar de França, que atuaram como ilustres backing-vocals no show. Buhr solou O céu - música que já havia gravado com o grupo no segundo álbum do Eddie, Original Olinda style (2002) - e fez dueto com o vocalista Fábio Trummer em Bairro novo / Casa caiada, revivendo outra participação em disco da banda (no caso, em Carnaval no inferno, CD lançado em 2008). Situada entre os shows de Fagner e Daniela Mercury, a apresentação da Eddie no Fig 2013 teve músicas como Pode me chamar no roteiro coeso. A foto de Eric Gomes / Fundarpe flagra Buhr com a Eddie no Palco Guadalajara.

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Isaar revive Comadre em Garanhuns ao cantar Rossi no show do Eddie

Garanhus (PE) - Antes de sair em carreira solo, a cantora pernambucana Isaar de França integrou o grupo Comadre Fulozinha com Karina Buhr. Na madrugada de hoje, 27 de julho de 2013, Isaar e Buhr voltaram a dividir um palco como nos tempos do Comadre Fulozinha. No caso, o Palco Guadalajara, o principal da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Isaar e Buhr participaram como backing-vocals do show da banda olindense Eddie - com direito a solos. Coube a Isaar solar Desterro, música de Reginaldo Rossi, lançada pelo cantor e compositor pernambucano em 1972 e regravada por Comadre Fulozinha nos anos 2000. O número solo de Isaar - vista em foto de Eric Gomes / Fundarpe - foi destaque no show em que a banda Eddie recebeu também o cantor e compositor olindense Erasto Vasconcelos, de cuja lavra o Eddie cantou O baile betinha no show, aberto com a música Eu sou Eddie. O roteiro incluiu Sentado na beira do rio e O amargo, entre outros temas abrilhantados pelos vocais de Isaar e Karina Buhr, ilustres vocalistas da Eddie na apresentação feita pela banda no Fig 2013.

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Fagner celebra 'Seu Domingos' em Garanhuns em show com Manassés

Garanhuns (PE) - Desde que a notícia da morte de Dominguinhos (1941 - 2013) correu o Brasil na noite da última terça-feira, 23 de julho de 2013, vários shows da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns - principal atração do calendário cultural da cidade natal do cantor, compositor e músico pernambucano - têm sido pontuados por naturais homenagens ao artista. Não foi diferente no show de Fagner, amigo de Seu Domingos, como o cantor e compositor cearense se referiu a Dominguinhos ao lamentar a morte do sanfoneiro no Palco Guadalajara, diante da multidão que lotou a Esplanada Guadalajara na noite de ontem, 26 de julho de 2013, para ver os shows de Fagner, de Eddie e de Daniela Mercury. "O Brasil está triste. A música brasileira está de luto. A música nordestina perdeu a nossa maior diferença", ressaltou Fagner, antes de homenagear Seu Domingos com a interpretação da canção Quem me levará sou eu, parceria de Dominguinhos com Manduka com a qual o cantor saiu campeão de festival promovido pela extinta TV Tupi em 1979 - vitória que levou a música a ser incluída numa segunda edição do quinto álbum de Fagner, Eu canto - Quem viver chorará (CBS, 1978). A homenagem seria repetida, já no fim do show, com a lembrança de Pedras que cantam, tema forrozeiro que deu título ao álbum lançado por Fagner em 1991. "Essa é pra você, Seu Domingos", ofereceu Fagner antes de recordar Pedras que cantam, a segunda parceria de Dominguinhos com Fausto Nilo - conexão promovida por Fagner, que mostrou em Garanhuns o show comemorativo de seus 40 anos de carreira fonográfica. O show marca o reencontro do cantor com Manassés, violeiro cearense (de Maranguape) que ajudou Fagner a cristalizar, a partir de 1978, cultuada sonoridade que identifica os discos gravados pelo cantor entre o fim dos anos 70 e o início dos 80. De caráter retrospectivo, o roteiro do show de Fagner em Garanhuns incluiu sucessos como Canteiros (Fagner sobre poema de Cecília Meirelles, 1973), Revelação (Clésio e Clodô, 1978), Noturno (Graco e Caio Silvio, 1979), Eternas ondas (Zé Ramalho, 1980), Fanatismo (Fagner sobre poema de Florbela Espanca), Cartaz (Francisco Casaverde e Fausto Nilo, 1984) - última das 18 músicas cantadas por Fagner em sua calorosa e coesa apresentação no Fig 2013 - e Deixa viver (Francisco Casaverde e Fausto Nilo, 1985), reminiscências de fase mais pop de sua discografia que culminou com gravações de canções de romantismo bem mais popular, casos de Deslizes (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1987) e Borbulhas de amor (Tenho um coração) (Juan Luis Guerra em versão em português de Ferreira Gullar, 1991), ambas evidentemente incluídas por Fagner - visto no Palco Guadalajara na foto de Eric Gomes / Fundarpe - no show de hits que agitou o Festival de inverno de Garanhuns.

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'Estrela decadente' de Thiago Pethit brilha entre o público de Garanhuns

Garanhuns (PE) - A estrela de Thiago Pethit brilhou na 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Uma das atrações do Palco Pop na noite de ontem, 26 de julho de 2013, o cantor e compositor paulista apresentou seu show Estrela decadente - inspirado em seu homônimo segundo álbum, lançado em 2012 de forma independente - para público antenado que cantou com Pethit boa parte das músicas do roteiro. Indício de que já é possível construir carreira e ganhar público à margem do mercado fonográfico sem ter músicas veiculadas em rádio e trilha sonora de novelas. A estrela de Thiago Pethit - em foto de Marcelo Soares - continua a subir.

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Elba saúda Dominguinhos em Garanhuns e cogita CD com obra do artista

Garanhuns (PE) - Como era esperado, o show feito por Elba Ramalho com o maestro Spok na 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns teve homenagem a Dominguinhos (1941 - 2013), o cantor e compositor e sanfoneiro pernambucano nascido na cidade que sedia o Fig desde 1981. A cantora paraibana incluiu no roteiro da sua apresentação no Palco Guadalajara - feita já madrugada desta sexta-feira, 26 de julho de 2013 - registro quase a capella da bonita canção De volta pro aconchego (Dominguinhos e Nando Cordel), lançada por Elba em 1985. Dentro da já vasta discografia de Elba, De volta pro aconchego é a mais famosa das cerca de 30 músicas de Dominguinhos gravadas pela intérprete ao longo de seus 34 anos de carreira fonográfica. Elba - vista em foto de Eric Gomes / Fundarpe - cogita regravar essas músicas em disco que celebraria a obra do artista. A cantora revelou que ela e Dominguinhos tinham planos de fazer CD no estilo voz & sanfona com esse repertório - projeto que Elba considera concretizar, mesmo sem a presença do compositor e músico. O disco em dupla viraria tributo.

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Elba e Gulin reacendem o sucesso de Moraes no Festival de Garanhuns

Garanhuns (PE) - Um dos sucessos do repertório carnavalizante de Moraes Moreira, Coisa acesa - parceria do cantor e compositor baiano com o poeta cearense Fausto Nilo que deu título ao álbum lançado por Moraes em 1982 - ganhou as vozes das cantoras Elba Ramalho e Thaís Gulin. Atração da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, o show de Elba com o maestro Spok teve a participação de Gulin. As cantoras - vistas em foto de Eric Gomes / Fundarpe - reacenderam a chama deste sucesso de Moraes Moreira na apresentação feita no Palco Guadalajara (o principal do Fig) já na madrugada desta sexta-feira, 26 de julho de 2013.

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Deolinda mostra pop contemporâneo de Portugal ao povo de Garanhuns

Garanhuns (PE) - "Nós nos inspiramos no fado, mas não fazemos fado. Podem dançar à vontade", sugeriu a vocalista do quarteto lusitano Deolinda, Ana Bacalhau (em foto de Eric Gomes / Fundarpe), ao público que foi à Esplanada Guadalajara na noite de quinta-feira, 25 de julho de 2013, assistir ao show feito pelo grupo dentro da programação da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Foi a primeira apresentação do Deolinda no Brasil.  Uma das novidades da cena pop contemporânea de Portugal, o quarteto - surgido em 2006 a partir da união dos irmãos Pedro da Silva Martins (guitarra) e Luís José Martins (cavaco, guitarra, violão, viola braguesa e ukelele), da prima cantora Ana Bacalhau e de seu marido, o baixista José Pedro Leitão - está lançando seu terceiro álbum de estúdio, Mundo pequenino (2013). Sucessor de Canção ao lado (2008) e Dois selos e um carimbo (2010), Mundo pequenino apresenta 12 músicas inéditas (entre elas, Algo novo, BalançoConcordância, Medo de mim, Musiquinha e Seja agora). À vontade no Palco Guadalajara, o principal do festival, Deolinda mostrou ao povo de Garanhuns seu pop (quase sempre) dançante. "Nós somos portugueses e, por isso, sempre tem uma canção triste no show", justificou com ironia Ana Bacalhau antes de cantar Passou por mim e sorriu (Pedro da Silva Martins), o sucesso do segundo álbum do grupo.

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Com samba de Sargento e canção de Chico, Gulin estreia em Garanhuns

Garanhuns (PE) - Cantora curitibana radicada no Rio de Janeiro (RJ), Thaís Gulin escreveu na mão esta semana o nome de Dominguinhos (1941-2013), mas fez seu primeiro show na terra natal do compositor e sanfoneiro pernambucano - dentro da programação da 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns - sem prestar homenagem ao artista morto na terça-feira, 23 de julho. Tributo que, no caso da artista, soaria artificial, já que a cantora revelou aos jornalistas presentes no FIG que seu contato com a obra de Dominguinhos se deu de início pela audição de discos de Elba Ramalho. Atração da noite de 25 de julho de 2013, Gulin - vista em foto de Eric Gomes / Fundarpe - se apresentou ontem no principal espaço do festival, o palco Guadalajara, fazendo versão reduzida do show inspirado em seu excelente segundo álbum de estúdio, ôÔÔôôÔôÔ (Slap / Som Livre, 2011). Com boa presença cênica, sem se intimidar com a frieza de um público que desconhecia sua música, a cantora fez azeitada apresentação do show de 2011, cujo roteiro já incorpora a bela modinha Até pensei - música de Chico Buarque gravada por Gulin neste ano de 2013 para a trilha sonora da novela Sangue Bom (TV Globo) - e o samba De boteco em boteco, do compositor carioca Nelson Sargento. Deixou boa impressão.

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