♪ Cantor da noite carioca, o também compositor Guto Marques foi apresentado a Emílio Santiago (1946-2013) por Nana Caymmi. O trio se tornou amigo. O que torna natural a presença da cantora carioca em Emilianamente, CD em tributo a Santiago lançado hoje, 23 de julho de 2015, por Marques. Em tons suaves, Nana canta com Marques Saigon (Cláudio Cartier, Paulo César Feital e Carão, 1985), música que alcançou seu pico de popularidade com a gravação feita por Emílio no álbum Aquarela brasileira 2 (Som Livre, 1989). Inédita, a música que batiza Emilianamente - CD gravado com arranjos e direção musical do maestro Ocimar de Paula - é samba-enredo de autoria de Marques e Paulo César Feital que alude nos versos a algumas músicas gravadas por Emílio, caso de Flamboyant, parceria de Jota Maranhão com Feital lançada pelo cantor em 1993 no sexto volume da série Aquarela brasileira. Flamboyant abre Emilianamente, disco em que, além de Nana, Guto Marques recebe convidados como a cantora carioca Áurea Martins - presente em Reciclar (Claúdio Cartier e Guto Marques, 2005) - e Altay Veloso, que participa de Essa fase do amor, parceria sua com Samuel Santana lançada por Emílio no já citado CD Aquarela brasileira 6 (Som Livre, 1996). Apesar das boas intenções, Emilianamente é tributo de tonalidade opaca que oferece interpretações pálidas sem o menor resquício do brilho do canto lapidar de Emílio Santiago.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Caixa reedita raros discos que expõem os tons mais refinados de Emílio
Resenha de caixa de CDs
Título: Três tons de Emílio Santiago
Artista: Emílio Santiago
Gravadora: Universal Music
Cotação da caixa: * * * *
Cotações dos álbuns: Comigo é assim (* * * * 1/2), O canto crescente de Emílio Santiago
(* * * * 1/2) e Guerreiro coração (* * * 1/2)
Título: Três tons de Emílio Santiago
Artista: Emílio Santiago
Gravadora: Universal Music
Cotação da caixa: * * * *
Cotações dos álbuns: Comigo é assim (* * * * 1/2), O canto crescente de Emílio Santiago
(* * * * 1/2) e Guerreiro coração (* * * 1/2)
A edição da caixa Três tons de Emílio Santiago - recém-posta nas lojas pela gravadora Universal Music - corrige erro injustificável do mercado fonográfico brasileiro ao lançar no formato de CD alguns dos melhores discos de uns dos melhores cantores brasileiros de todos os tempos. A discografia do carioca Emílio Santiago (1946 - 2013) se divide em antes e depois da gravação da Aquarela brasileira, série que gerou sete volumes lançados entre 1988 e 1994 e que deu a Emílio, enfim, o real sucesso popular que ele nunca tinha obtido no período em que passou na gravadora Philips, apesar de ter emplacado um ou outro hit eventual. Antes e depois das Aquarelas, o cantor fez seus melhores discos. Na Philips, Emílio gravou dez LPs lançados entre 1976 e 1984. São os álbuns pouco ouvidos da fase pré-Aquarela. Os melhores discos dessa era dourada são os dos anos 1970. Vários títulos dessa fase já foram editados em CD no Japão, país que dá mais valor ao catálogo fonográfico da MPB do que o próprio Brasil. Mas eram raros no mercado nacional. Com as exceções de Brasileiríssimas (discos menos relevante 1976) e do intimista Feito pra ouvir (grande álbum de 1977 que Ronaldo Bastos editou em CD em 2009 por seu selo Dubas), todos os títulos desse período em que o canto de Emílio era crescente permaneceram inexplicavelmente inéditos no formato de CD no Brasil até a edição da caixa Três tons de Emílio Santiago, produzida por Alice Soares, executiva da Universal Music, dentro da oportuna série Tons. A seleção de títulos - a cargo do pesquisador musical Rodrigo Faour - é boa, mas poderia ser melhor se, no lugar de Guerreiro coração (disco de 1980, gravado ao vivo em estúdio), tivesse incluído o raríssimo álbum Emílio, de 1978. De todo modo, a caixa presta belo serviço à música brasileira ao reeditar, além de Guerreiro coração, os primorosos Comigo é assim (1977) e O canto crescente de Emílio Santiago (1979). Terceiro álbum da discografia de Emílio Santiago, Comigo é assim alcançou relativo sucesso por conta do samba Nega (Vevé Calasans), propagado na trilha sonora da novela O astro (TV Globo, 1977 / 1978). Aliada à alta qualidade do repertório, que apresentou grande samba de João Nogueira (1941 - 2000) com Paulo César Pinheiro (Minha esquina, samba esquecido até ser regravado pelo cantor Moyseis Marques em Casual solo, CD deste ano de 2014), a expressividade do time de arranjadores - formado por feras como Antonio Adolfo, João Donato, Sivuca (1930 - 2006), J.T. Meirelles (1940 - 2008), João Donato, Roberto Menescal e Zé Menezes - gerou um dos grandes discos de Emílio. Que neste álbum deu sua voz aveludada e já maturada a um samba, É hora, do emergente Djavan. O alto nível de Comigo é assim foi bisado dois anos depois por O canto crescente de Emílio Santiago, álbum arranjado por Antonio Adolfo e J.T. Meireles. Neste disco de 1979, Emílio regravou com apuro músicas então recentes como As rosas não falam (Cartola), Homenagem ao malandro (Chico Buarque), Outra vez (Isolda), Recado (Gonzaguinha) e Trocando em miúdos (Chico Buarque e Francis Hime), além de fazer dueto fraterno com João Nogueira em Amigo é pra essas coisas (Silvio da Silva e Aldir Blanc, 1970). O relativo sucesso do disco foi o samba Logo agora, da lavra dos emergentes Jorge Aragão e Jotabê. Terceiro título da caixa Três tons de Emílio Santiago, Guerreiro coração rebobina Logo agora, pois é o registro de estúdio - gravado como se fosse ao vivo, diante de plateia de convidados - do show que Emílio estreou no Rio de Janeiro (RJ) em 1980. Com a voz diplomada na escola da noite, o cantor apresenta com desenvoltura repertório que inclui músicas de Leci Brandão, Ivan Lins, João Nogueira e Gonzaguinha (1945 - 1991), presente na gravação do disco, feita em julho de 1980 (data exposta na ficha técnica original que contradiz Rodrigo Faour, autor do texto que afirma ter Guerreiro coração sido gravado na sequência de temporada feita por Emílio no Rio em setembro de 1980). Ouça estes remasterizados discos que expõem os tons mais refinados do canto imortal de Emílio Santiago!
sábado, 23 de novembro de 2013
Álbuns lançados por Emilio Santiago entre 1977 e 1980 voltam na série 'Tons'
Emilio Santiago (6 de dezembro de 1946 - 20 de março de 2013) vai ter três raríssimos discos repostos em catálogo na série Tons, da gravadora Universal Music. O cantor carioca - que saiu de cena aos 66 anos - vai ter reeditados três álbuns nunca lançados em CD no Brasil. Comigo é assim (1977), O canto crescente de Emílio Santiago (1979) e Guerreiro coração (1980) foram os títulos escolhidos em seleção que omite Emílio (1978), disco da mesma época ainda inédito no formato de CD. Estes três títulos foram originalmente lançados por Emílio na Philips, gravadora pela qual o cantor editou 10 álbuns entre 1976 e 1984. Dos três discos selecionados para a série Tons, Comigo é assim foi o único que emplacou um sucesso popular, Nega (Vevé Calazans), bom samba propagado na trilha sonora da novela O astro (TV Globo, 1977 / 1978).
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Tributo aos 100 anos de Vinicius inclui gravação feita por Emílio em 2000
Emílio Santiago (1946 - 2013) celebra postumamente os 100 anos de Vinicius de Moraes (1913 - 1980). Piloto do CD A vida tem sempre razão, que festeja o centenário de nascimento do compositor e poeta carioca com gravações inéditas feitas por elenco estelar que junta nomes da MPB e do samba, o produtor José Milton incluiu, entre as faixas-bônus do disco, a suingante gravação de Garota de Ipanema (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) feita por Emílio para o belo álbum Bossa Nova (Sony Music, 2000), também produzido por José Milton.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Universal Music cogita reeditar álbuns de Emilio Santiago na série 'Tons'
É provável que a morte de Emílio Santiago (6 de dezembro de 1946 - 20 de março de 2013) motive reedições de alguns dos 30 álbuns lançados pelo cantor carioca entre 1975 e 2012. De todo modo, a gravadora Universal Music - herdeira dos 10 álbuns gravados pelo cantor na Philips entre 1976 e 1984 - já cogita desde 2012 a reedição de alguns raros títulos da discografia de Emílio em sua série Tons, lançada no fim de 2012 com reedições de álbuns de Carlos Lyra, Fafá de Belém e Maysa (1936 - 1977). A obra do cantor esteve em pauta no ano passado. Dos 10 álbuns gravados pelo cantor na Philips, somente dois - Brasileiríssimas (1976) e Feito para ouvir (1977) - foram reeditados em CD no Brasil, ambos sem as suas capas originais. Os demais são itens de colecionador, discos (já) raríssimos no mercado fonográfico.
Discografia de Emilio Santiago, iniciada há 40 anos, é tão farta como obscura
Um dos melhores cantores do Brasil de todos os tempos, Emílio Santiago (6 de dezembro de 1946 - 20 de março de 2013) sai de cena, aos 66 anos, mas deixa discografia farta, iniciada há exatos 40 anos com a gravação, em 1973, de compacto com as músicas Transa de amor (Sebastião Tapajós e Marilena Amaral) e Saravá Nega (Odibar). Pouco ouvida e pouco valorizada no Brasil, tal discografia totaliza 30 álbuns - lançados entre 1975 e 2012 - e quatro DVDs. Já no primeiro dos 30 LPs do cantor, Emílio Santiago (Cid, 1975), ficou evidente o gosto por repertório apurado que, no caso desse disco, inclui músicas de compositores como João Donato, João Nogueira (1941 - 2000), Jorge Ben Jor e Ivan Lins. Mas é fato que o supra-sumo dessa obra fonográfica reside no acervo da gravadora Universal Music. São os 10 álbuns gravados e lançados por Emílio entre 1976 e 1984, sobretudo os dos anos 70. O primeiro dessa fase, Brasileiríssimas (Philips, 1976), é espécie de precursor da série Aquarela brasileira - a coleção de sete volumes lançados entre 1988 e 1994 que transformou Emílio Santiago, enfim, num cantor popular - e nem se destaca tanto no período. As obras-primas da discografia do intérprete na década de 70 são Feito para ouvir (1977), Emílio (1978) e O canto crescente de Emílio Santiago (1979), sendo que somente o primeiro ganhou edição em CD no Brasil, sem sua capa original, via Dubas. São discos em que o canto naturalmente refinado do artista - sofisticado, sim, mas nunca pomposo - se aliou a repertório impecável e a arranjos tão classudos quanto a voz que este já saudoso cantor carioca treinara nas boates do Rio de Janeiro (RJ) no início dos anos 70. Já os discos da primeira fase da década de 80 - títulos como Ensaios de amor (1982) e Tá na hora (1984) - resultam mais oscilantes, embora todos tenham bom nível. Finda a série Aquarela brasileira, Emílio - já com cotação mais alta no mercado fonográfico - exercitou sua liberdade artística e gravou alguns discos que mereciam ter obtido maior repercussão comercial. Perdido de amor (Som Livre, 1995) - tributo ao cantor carioca Dick Farney (1921 - 1987), produzido por Marco Mazzola - e Bossa Nova (Sony Music, 2000) são discos excelentes que reiteraram a maestria de um cantor carismático que sempre teve ginga na voz de barítono. Embora seu vozeirão tenha transcendido rótulos e ritmos, Emílio Santiago também se beneficiou das conquistas estéticas da bossa para projetar seu canto sempre macio. Que caía no samba com suingue espetacular. Último título de estúdio da discografia de Emílio Santiago, Só danço samba - tributo ao rei dos bailes Ed Lincoln (1932 - 2012), produzido com apuro por José Milton - o fecho irretocável de obra fonográfica que merece urgente reavaliação e urgentes reedições em CD. Para bem da música popular do Brasil.
1. Emílio Santiago (1975)
2. Brasileiríssimas (1976)
3. Comigo é assim (1977)
4. Feito para ouvir (1977)
5. Emílio (1978)
6. O canto crescente de Emílio Santiago (1979)
7. Guerreiro coração (1980)
8. Amor de lua (1981)
9. Ensaios de amor (1982)
10. Mais que um momento (1983)
11. Tá na hora (1984)
12. Aquarela Brasileira (1988)
13. Aquarela brasileira 2 (1989)
14. Aquarela brasileira 3 (1990)
15. Aquarela brasileira 4 (1991)
16. Aquarela brasileira 5 (1992)
17. Aquarela brasileira 6 (1993)
18. Aquarela brasileira 7 (1994)
19. Perdido de amor (1995)
20. Dias de luna (1996)
21. Emílio Santiago (1996)
22. Emílio Santiago (1997)
23. Preciso dizer que te amo (1998)
24. Bossa nova (2000)
25. Um sorriso nos lábios (2001)
26. Emílio Santiago encontra João Donato (2003)
27. O melhor das Aquarelas (2005)
28. De um jeito diferente (2007)
29. Só danço samba (2010)
30. Só danço samba ao vivo (2012)
Emilio Santiago, uma das vozes mais belas do Brasil, sai de cena aos 66 anos
Se o Brasil é um país de cantoras, Emilio Santiago (6 de dezembro de 1946 - 20 de março de 2013) se impôs a partir dos anos 70 como voz emblemática do magro time masculino. Uma voz de barítono - de tom aveludado e de emissão e afinação perfeitas - que catapultou instantaneamente o cantor carioca ao posto de um dos maiores crooners nativos de todos os tempos. Um aplicado discípulo da escola moderna do também carioca Dick Farney (1921 - 1987) que tinha bossa no canto - e não por acaso celebrou o legado de Farney nos anos 90 com a edição do álbum Perdido de amor (Som Livre, 1995) - e um senso rítmico apurado que lhe permitiu cantar sambas dos mais variados quintais. Diplomada na escola noturna das boates do Rio de Janeiro (RJ) do início da década de 70, a voz de Emílio Santiago - imortal cantor que sai de cena aos 66 anos nesta quarta-feira, 20 de março de 2013, vítima de complicações decorrentes de AVC sofrido no início do mês - extrapolou rótulos e se habituou a
transitar por todos os tons da aquarela rítmica brasileira. O talento vocal foi atestado a partir de 1970 nos festivais e nos programas de calouros como A grande chance, comandado pelo ranzinza apresentador Flávio Cavalcanti (1923 - 1986). Mas o sucesso no mercado fonográfico - no qual Emílio deu seus primeiros passos em 1973 com a gravação de compacto com as músicas Transa de amor (Sebastião Tapajós e Marilena Amaral) e Saravá Nega (Odibar) - não veio rápido. O primeiro LP, Emílio Santiago, foi lançado pela CID em 1975 sem repercussão. No ano seguinte, o cantor inicia na gravadora Philips a fase artisticamente mais expressiva de sua discografia, gravando série de álbuns que evidenciaram toda a maestria de seu canto, posto a serviço de ótimo repertório. O samba Nega (Vevé Calazans), gravado por Emílio no LP Comigo é assim (1977), foi o primeiro hit do artista, tendo sido propagado na trilha sonora da novela O astro (TV Globo, 1977 / 1978). São dessa fase inspirada álbuns como Feito para ouvir (1977) - relançado em 2009 pela gravadora Dubas em edição criteriosa, avalizada pelo próprio Emílio - Emilio (1978) e O canto crescente de Emílio Santiago (1979). Nenhum deles aconteceu nas paradas. Emílio teria somente um segundo sucesso popular em 1982, quando defendeu o samba Pelo amor de Deus (Paulo Debétio e Paulinho Resende) no festival MPB-Shell 82, exibido na TV Globo. O samba entrou no nono álbum do cantor, Ensaios de amor (1982), lançado pela Philips, gravadora na qual Emílio permaneceu até 1984. Fora da companhia, o cantor amargou quatro anos longe dos estúdios. Mas a volta ao disco seria recompensadora. Contratado pela gravadora Som Livre, Emílio Santiago iniciou em 1988 - a convite de Roberto Menescal e Heleno de Oliveira - a série de álbuns Aquarela brasileira, na qual regravava sucessos da música brasileira de várias épocas e estilos (geralmente em medleys) entre uma ou duas inéditas. Mesmo seguindo fórmula preguiçosa, a série deu a Santiago um sucesso de massa que ele, até então, nunca havia obtido. Foi quando o cantor passou a fazer shows em grandes casas, sempre lotadas. A série durou até 1994 e rendeu vários hits a Emílio, caso do samba Verdade chinesa (Gilson e Carlos Colla, 1990), sucesso do terceiro dos sete volumes da série Aquarela brasileira. Encerrada a série, Emílio voltou a fazer discos de maior expressão artística. Bossa Nova (2000), De um jeito diferente (2007) e Só danço samba (2010) - irretocável tributo ao rei dos bailes Ed Lincoln (1932 - 2012) - reiteraram a maestria vocal do cantor, grande canário que desafiou a supremacia do canto feminino no Brasil. Já deixa saudade!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Série de reedições da Universal Music traz raros álbuns de Maysa e Lyra
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Emilio Santiago eterniza em DVD show em que deu baile ao saudar Ed Lincoln
Já nas lojas nos formatos de CD e DVD, em edição viabilizada por parceria do selo Santiago Music com a gravadora Biscoito Fino, o registro ao vivo do show Só Danço Samba perpetua um dos melhores momentos de Emílio Santiago em cena. Sob a direção de Túlio Feliciano, o cantor de um baile na obviedade ao reverenciar o organista Ed Lincoln - rei das pistas nos anos 60 - em roteiro baseado no repertório do álbum Só Danço Samba (2010). O CD e o DVD Só Danço Samba - Ao Vivo - ambos editados com a mesma capa do disco de estúdio - eternizam a apresentação captada em 30 de março de 2011 na casa Citibank Hall de São Paulo (SP). O roteiro da gravação ao vivo foi essencialmente o mesmo seguido por Emílio na estreia nacional do show em 1º de maio de 2010, no Rio de Janeiro (RJ), no já extinto Canecão (clique aqui para ler a resenha da estreia). Uma das poucas alterações foi a entrada de Misty (Erroll Garner, 1954) no lugar do standard My Foolish Heart (Victor Young e
Ned Washington, 1949).
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Emílio bisa capa do CD de estúdio na edição ao vivo de 'Só Danço Samba'
Emilio Santiago vai lançar em março de 2012, com distribuição da gravadora Biscoito Fino, o registro ao vivo de seu show Só Danço Samba, captado em DVD em apresentação na casa Citibank Hall de São Paulo (SP) em 30 de março de 2011. O show é baseado no primoroso disco de 2010, Só Danço Samba, em que o cantor dá baile no óbvio ao prestar tributo a Ed Lincoln. A curiosidade é que o CD Só Danço Samba ao Vivo reutiliza a capa do disco de estúdio, com o acréscimo das palavras ao vivo no título original. Clique aqui para ler a resenha do CD de 2010.
terça-feira, 22 de março de 2011
Emílio perpetua em DVD o show 'Só Danço Samba', tributo a Ed Lincoln
Emílio Santiago agendou para 30 de março de 2011 a gravação ao vivo de seu show Só Danço Samba, inspirado no disco homônimo de 2010 em que o cantor reverencia Ed Lincoln, rei dos bailes nos anos 60 e 70. Emílio - visto em foto de Mauro Ferreira - vai gravar o DVD em apresentação na casa Citibank Hall de São Paulo (SP). Além do repertório do disco, o roteiro inclui My Foolish Heart (Victor Young e Ned Washington), o bolero Solamente una Vez (Agustín Lara) e Eu e a Brisa (Johnny Alf). Clique aqui para (re)ler a resenha do show Só Danço Samba.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Emílio e Diogo dão flores póstumas a Nelson Cavaquinho pelos 100 anos
Emílio Santiago e Diogo Nogueira se encontraram no estúdio durante a gravação de suas respectivas faixas no CD Uma Flor para Nelson Cavaquinho, produzido por Thiago Marques Luiz para a gravadora Lua Music em tributo ao centenário de nascimento do compositor Nelson Cavaquinho (1911 - 1986). Emílio registrou Minha Festa, tema da parceria do sambista com Guilherme de Brito (1922 - 2006), lançado em 1973. Já Diogo pôs voz em Cuidado com a Outra, samba de Nelson Cavaquinho com Augusto Thomás Júnior que foi gravado em 1966 pela efêmera cantora Thelma e revivido em 1974 por Chico Buarque no álbum Sinal Fechado.
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