♪ Com lançamento programado pela gravadora Warner Music para a próxima sexta-feira, 3 de junho de 2016, o CD e o DVD O Rappa Acústico Oficina Francisco Brennand apresenta quatro inéditas - Intervalo entre carros, Na horda, Sentimento e Uma vida só - no roteiro do show captado no Recife (PE). O cantor e compositor cearense RAPadura Xique Chico participa do registro ao vivo, entrando em cena no medley que junta Reza vela (Marcos Lobato, Rodrigo Vale, Marcelo Falcão, Marcelo Lobato, Lauro Farias e Xandão, 2003) com Norte-Nordeste me veste (2010), sucesso do repertório autoral do rapper cearense. O medley é o segundo single do projeto acústico d'O Rappa, sucedendo o single inicial editado com a inédita Uma vida só. A gravação ao vivo também vai ser lançada em edição dupla que agrega CD e DVD. Em O Rappa Acústico Oficina Francisco Brennand, o grupo carioca rebobina prioritariamente músicas dos dois últimos álbuns de estúdio, 7 vezes (Warner Music, 2008) e Nunca tem fim (Warner Music, 2013), entre hits iniciais.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
Mostrando postagens com marcador O Rappa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O Rappa. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 27 de maio de 2016
sexta-feira, 18 de março de 2016
Single 'Uma vida só' dá pista de registro ao vivo que o Rappa lança em junho
♪ Disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 18 de março de 2016, o single Uma vida só dá prévia do CD e DVD que o grupo carioca O Rappa vai lançar em 3 de junho, em edição da Warner Music, com a gravação ao vivo de show de tom eletroacústico. O show foi feito e captado na Oficina Cerâmica Francisco Brennand, no Recife (PE). Com letra escrita em 2004 pelo tecladista da banda, Marcos Lobato, a música Uma vida só é inédita, tendo sido inspirada na história de um vendedor ambulante de ônibus. A música tem a pegada social que dá o tom do repertório do grupo.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Livro do disco 'LadoB LadoA' mostra como Rappa retratou cisões do Rio
Resenha de livro
Título: O livro do disco LadoB Lado A O Rappa
Autor: Frederico Coelho
Editora: Cobogó
Cotação: * * * * 1/2
Título: O livro do disco LadoB Lado A O Rappa
Autor: Frederico Coelho
Editora: Cobogó
Cotação: * * * * 1/2
♪ Dos três inéditos títulos nacionais da primeira fornada de O livro do disco, série da editora carioca Cobogó em que álbuns emblemáticos da música brasileira são dissecados sob prisma musical e / ou social, o volume dedicado ao terceiro álbum do grupo carioca O Rappa é o mais interessante porque o autor do livro, o historiador e professor (de Literatura e Letras) Frederico Coelho, entendeu que é impossível analisar a fundo o melhor disco d'O Rappa sem contextualizar a criação de LadoB LadoA (Warner Music, 1999) na cena sócio-política da cidade do Rio de Janeiro (RJ) no fim do século XX. Sem recorrer à linguagem acadêmica, o que poderia distanciar o livro do público que consumiu o disco, Coelho é certeiro ao caracterizar o melhor álbum d'O Rappa como um reflexo das cisões que partiam ainda mais a cidade do Rio de Janeiro naquele ano de 1999. Cisões que dividiam a cidade não somente entre morro e asfalto, mas também em classes nem sempre oficializadas e em facções dentro das favelas dominadas e amedrontadas pelo tráfico de drogas. Em seu último disco como baterista e principal compositor do grupo, Marcelo Yuka deu voz, em suas letras, à parcela da população marginalizada. Sem pisar em terreno panfletário, Yuka partia em defesa da população oprimida nas vilas, filas e favelas - e nas duras cotidianas da polícia, assunto de Tribunal de rua (letra de Marcelo Yuka com música d'O Rappa), música que abre LadoB LadoA com groove formatado com toques de dub, scratches e um violão diplomado na escola básica de Jorge Ben Jor. Antes de analisar a fundo cada uma das doze faixas do disco, apontando com propriedade o deslocamento de Favela (letra de Marcelo Falcão e Xandão com música d'O Rappa) no conceito geral de LadoB LadoA, o autor expõe o contexto social em que o disco foi criado e também a evolução da obra fonográfica do grupo em trajetória que culminou com a obra-prima de 1999. Antes de chegar a LadoB LadoA, a banda estreou com um álbum cru, O Rappa (Warner Music, 1994), e teve seu som lapidado pelo produtor Liminha no segundo disco, Rappa mundi (Warner Music, 1996), no qual a abertura de uma janela pop iluminou o cancioneiro do grupo com luz mais solar, de certa forma apagada pelas sombras de LadoB LadoA, disco dos hits Minha alma (A paz que eu não quero), Me deixa e O que sobrou do céu. Em qualquer tom, O Rappa fez som com linguagem carioca. Ouvia-se na sua música o groove e a língua das ruas. Coelho acerta ao enfatizar n'O livro do disco que, em essência, LadoB LadoA é o disco do oprimido que, ao levantar a voz sem a permissão de seu opressor, mudou a cara e o som do Rio.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Álbuns de Ben Jor, Tom Zé e Rappa são objetos da série 'O livro do disco'
♪ Inspirada na coleção de livros 33 e 1/3, da editora norte-americana Bloomsbury, a editora Cobogó - criada em 2008 no Rio de Janeiro (RJ) para publicar livros sobre arte e cultura contemporânea - lança neste mês de dezembro de 2014 a série O livro do disco. A primeira fornada de livros da coleção inclui seis (ótimos) títulos. Três são estrangeiros e foram publicados originalmente na coleção norte-americana. Os outros três foram escritos especialmente para a série da Cobogó. São ensaios aprofundados sobre os álbuns A tábua de esmeralda (Philips, 1974), Estudando o samba (Continental, 1976) e Lado B Lado A (Warner Music, 1999). Sobre o disco de Jorge Ben Jor, um dos clássicos da discografia do cantor e compositor carioca, quem escreve é o pesquisador e crítico musical Paulo da Costa e Silva. Já o disco do cantor e compositor baiano Tom Zé é dissecado pelo professor de filosofia e músico Bernardo Oliveira. Por fim, o disco do grupo carioca O Rappa é analisado sob o prisma social e musical pelo historiador, ensaísta e professor de literatura Frederico Coelho. Cada livro custa R$ 32. Vale ler o livro do disco.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Rappa se desgasta entre a automação e a autoajuda de 'Nunca tem fim...'
Resenha de CD
Título: Nunca tem fim...
Artista: O Rappa
Gravadora: Warner Music
Cotação: * *
Título: Nunca tem fim...
Artista: O Rappa
Gravadora: Warner Music
Cotação: * *
"O caminho não está pronto, mas / É preciso sempre caminhar muito mais / O caminho se mostra enquanto persistente / Caminhar sempre pra frente", receita Marcelo Falcão, com a voz abafada por efeitos eletrônicos, em O horizonte é logo ali (Vê Domingos, Marcelo Falcão, Xandão, Marcelo Lobato, Lauro Farias e Tom Saboia), faixa dub que abre o nono álbum d'O Rappa, Nunca tem fim..., recém-lançado pela Warner Music. Produzido por Tom Saboia com o próprio Rappa, o sexto disco de inéditas do grupo carioca recicla a mistura de pop, rock e reggae com os vícios e virtudes da discografia da banda na fase pós-saída de Marcelo Yuka. Sim, o impacto da ruidosa saída de Yuka do grupo, em 2002, ainda é sentido nas letras. Embora cobertas por verniz politizado, algumas resvalam na autoajuda, caso dos versos positivistas de Um dia lindo (Marcelo Falcão, Lauro Farias, Xandão, Marcelo Lobato e Tom Saboia), música que encerra Nunca tem fim... com citação de Praia e sol (Bebeto e Adilson Silva) - samba-rock do cantor e compositor carioca Bebeto, lançado pelo autor em 1981 no álbum Batalha maravilhosa (RCA) - e o discurso do rap de Edi Rock, integrante do grupo paulista Racionais MC's. De todo modo, as letras são somente um dos problemas do disco - e nem é o mais grave. Nunca tem fim... desperta a velha sensação de que O Rappa se escora na excelência da produção de seus CDs - pontuados por grooves azeitados e arranjos eloquentes - para disfarçar a irregularidade do repertório autoral da banda. Nem a sagaz conexão com o compositor pernambucano Lula Queiroga - parceiro dos músicos em Auto-reverse (Lula Queiroga, Vê Domingos, Marcelo Falcão, Lauro Farias, Xandão, Marcelo Lobato e Tom Saboia), tema que também cai na autojuda, e no reggae Boa noite, Xangô (Lula Queiroga, Vê Domingos, Marcelo Falcão, Lauro Farias, Xandão, Marcelo Lobato e Tom Saboia) - colabora para dar algum brilho adicional à safra autoral do álbum. E é assim, com mais atitude do que boa música, que o álbum transcorre entre a autoajuda e automação provocada pelo uso de fórmula já desgastada. "Não existe nada melhor do que estar livre", enfatiza Falcão ao repetir o verso de Fronteira (D.U.C.A.) (Marcelo Falcão, Lauro Farias, Xandão, Marcelo Lobato e Tom Saboia), música que conta de forma rasa a história de conhecido dos músicos da banda, preso por aceitar transportar drogas. "Pra quem tem fé, a vida nunca tem fim", assegura Falcão, em novo momento de autoajuda, em verso de Anjos (Pra quem tem fé) (Marcelo Falcão e Tom Saboia), manifesto em favor da vida que roça os sete minutos. Com citações bíblicas, a música se destaca dentre as dez irregulares inéditas. Cruz de tecido (Vinicius Falcão, Marcelo Falcão, Lauro Farias, Xandão, Marcelo Lobato e Tom Saboia) protesta com óbvia contundência contra a impunidade dos culpados por queda de avião no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), que provocou 199 mortes em 2007. Doutor, sim senhor! (Marcos Lobato, Marcelo Lobato, Xandão, Marcelo Falcão, Lauro Farias e Tom Saboia) se escora na interação inebriante entre guitarras e metais - exemplo de como a pegada do som do Rappa acaba valorizando uma música em si fraca. Metais também turbinam Sequência terminal (Marcos Lobato, Marcelo Lobato, Xandão, Marcelo Falcão, Lauro Farias e Tom Saboia), mais uma música que parece desgastar O Rappa por conta do (ab)uso de receita que soa menos forte na comparação com o som de álbuns como Rappa múndi (1996) e, sobretudo, a obra-prima Lado B, lado A (1999). Vida rasteja (Marcelo Lobato, Marcelo Falcão, Lauro Farias, Xandão e Tom Saboia) corrobora a sensação de que o grupo precisa mudar o disco urgentemente, com conexões mais fortes, antes que comece a soar como clone de si mesmo. Pra quem tem fé na vida, a coragem de se renovar e mudar nunca deve ter fim.
sábado, 24 de agosto de 2013
Nono CD do Rappa tem dez inéditas e a participação do 'rapper' Edi Rock
Rapper do grupo paulista Racionais MC's, Edi Rock participa do nono álbum do grupo carioca O Rappa, Nunca tem fim..., nas lojas no início de setembro de 2013 em edição da gravadora Warner Music. Edi Rock figura em Um dia lindo, música que encerra o sexto disco de inéditas d'O Rappa. Produzido por Tom Saboia, o CD foi masterizado pelo engenheiro de som Stephen Marcussen, na Califórnia (EUA). Nunca tem fim... apresenta dez inéditas da lavra autoral do quarteto. Além das já divulgadas Anjos (Pra quem tem fé), Auto-reverse e Vida rasteja, o repertório inclui músicas como Cruz de tecido, Fronteira (D.U.C.A.), O horizonte é logo ali, Sequência terminal e Boa noite, Xangô. Com capa assinada pelo desenhista paraibano Mike Deodato Jr., Nunca tem fim... é o primeiro CD de inéditas do quarteto carioca em cinco anos.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Eis a capa de 'Nunca tem fim...', sexto CD de inéditas do grupo O Rappa
Eis a capa de Nunca tem fim..., nono álbum do grupo carioca O Rappa. Inspirada na estética dos quadrinhos, a capa é assinada por Mike Deodato Jr. - desenhista paraibano conceituado na área. Previsto para este mês de agosto de 2013, o sexto CD de inéditas do quarteto teve seu lançamento remarcado para setembro pela gravadora Warner Music. Anjos (Pra quem tem fé), Auto-reverse e Vida rasteja são músicas que figuram no repertório autoral de Nunca tem fim.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Rappa anuncia 'Auto-reverse', música de álbum que ficou para setembro
Previsto de início para ser lançado em agosto de 2013, em edição da Warner Music, o nono álbum d'O Rappa - o sexto disco de inéditas do grupo carioca - teve seu lançamento adiado para setembro. Embora o quarteto não tenha falado em adiamento ao anunciar uma segunda música música do CD, Auto-reverse (parceria da banda com o compositor pernambucano Lula Queiroga), a mudança de data é fato. Ao lançar em maio a faixa Anjos (Pra quem tem fé), O Rappa - em foto extraída de seu site oficial - comunicara que o álbum sairia em agosto. A expectativa é grande, pois trata-se do primeiro CD de inéditas da banda deste 7 vezes (2008).
terça-feira, 14 de maio de 2013
Rappa lança 'Anjos (pra quem tem fé)', primeira faixa de seu nono álbum
O Rappa lançou nesta terça-feira, 14 de maio de 2103, Anjos (Pra quem tem fé), primeira música de seu nono álbum, o sexto de inéditas. O disco tem lançamento previsto para 12 de agosto pela gravadora Warner Music. Manifesto em favor da vida e da fé, a faixa Anjos (Pra quem tem fé) roça os sete minutos já tem clipe em rotação no YouTube e no site oficial do grupo carioca. O último álbum de inéditas da banda de Falcão, 7 vezes, foi lançado em 2008.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Rappa revela título da música que anuncia álbum que vai sair em agosto
"Pra quem tem fé / A vida nunca tem fim", sentencia Falcão, vocalista do grupo O Rappa, em versos da música Anjos (Pra quem tem fé). Inédita, a música que puxa o nono álbum da banda carioca - o primeiro disco de inéditas desde 7 vezes (2008) - teve seu título revelado nesta quarta-feira, 8 de maio de 2013. Anjos (Pra quem tem fé) vai ser apresentada na íntegra em 14 de maio. Já o álbum tem lançamento programado para agosto pela gravadora Warner Music.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Warner entra em 2013 com Rappa no cast e sem Affonso na presidência
Executivo atuante há decadas na indústria fonográfica brasileira, Sergio Affonso vai deixar a presidência da Warner Music no início de 2013. Especula-se nos bastidores do mercado do disco que Marcelo Castello Branco - executivo que deixou a presidência da EMI Music em setembro de 2010 - estaria cotado para assumir o posto de Affonso. Seja como for, antes de se desligar da Warner, Affonso renovou o contrato do grupo carioca O Rappa por mais três álbuns. O Rappa é o nome mais forte do (fraco) elenco nacional da Warner Music, que perdeu Maria Rita para a Universal Music neste ano de 2012. Em contrapartida, algumas contratações feitas por Affonso ao longo de 2012 - como a banda carioca Ava (da cantora Ava Rocha) e o cantor e compositor carioca Adriano Ribeiro (fornecedor de repertório para grupos de pagode) - não aconteceram.
domingo, 11 de setembro de 2011
Festival exibe em outubro filme em que Yuka esclarece saída do Rappa
Agendada para outubro no Rio de Janeiro (RJ), a edição de 2011 do Festival do Rio vai exibir na mostra Retratos documentário inédito sobre Marcelo Yuka (em foto de Paulo Gouveia). Com direção de Daniela Broitman, o filme Marcelo Yuka no Caminho das Setas aborda questões como a (nunca efetivamente esclarecida) saída do artista do grupo O Rappa em 2002.
Assinar:
Postagens (Atom)











