Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


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terça-feira, 7 de junho de 2016

Dani e Blubell lançam música gravada em dueto para campanha institucional

Dani Black e Blubell gravaram música inédita, Ao alcance da mão (Bruno Piazza, Pedro Altério e Vinicius Calderoni, 2016), para promoção de campanha institucional de uma empresa de telefonia. A gravação foi feita no estúdio Gargolândia, na cidade de São Paulo (SP), com o reforço das vozes juvenis do Coral da Gente, do Instituto Baccarelli. A música - letrada por Vinicius Calderoni dentro do espírito positivista do projeto Vivo música que transforma, criado para incentivar e promover iniciativas que gerem benéficas mudanças de cunho social - foi registrada em vídeo já posto em rotação no YouTube.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Dani Black lança single com gravação de estúdio de música lançada em 2013

Em novembro de 2013, Dani Black disponibilizou no site oficial do artista, para download legal e gratuito, EP com oito músicas gravadas ao vivo. A maioria das composições do EP SP ao vivo (2013, independente) vinha do repertório do primeiro álbum do cantor, compositor e músico paulistano, Dani Black (Som Livre, 2011). Uma delas, contudo, era totalmente inédita. Tratava-se de Encontros carnais (Dani Black, 2013). É essa música, Encontros carnais, que Dani Black ora rebobina em gravação de estúdio editada em single apresentado esta semana pelo artista. Ao regravar Encontros carnais em estúdio, Dani recai no suingue black com metais em brasa no arranjo do fonograma. O single  Encontros carnais pode ser baixado no site oficial de Dani Black.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Chico integra o time de intérpretes que se ocupa da canção-protesto de Dani

A IMAGEM DO SOM - Postada na página oficial de Dani Black no Facebook, a foto flagra o cantor e compositor paulistano com Chico Buarque em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Em 19 de dezembro de 2015, nomes como Chico, Pedro Luís e Zélia Duncan gravaram participações na música inédita O trono do estudar, composta por Black em solidariedade aos estudantes da cidade de São Paulo (SP) que foram para as ruas protestar contra plano de reorganização escolar proposto pelo governo de Sampa. Chico, Pedro e Zélia se juntaram ao time de intérpretes que, em São Paulo (SP), foi formado por artistas como Arnaldo Antunes, Hélio Flanders, Lucas Silveira, Tiago Iorc e Tiê, entre outros. A gravação originou clipe veiculado pelo movimento intitulado Virada Ocupação.

domingo, 6 de setembro de 2015

Maior do que era antes, Dani Black cresce como compositor pop em 'Dilúvio'

Resenha de CD
Título: Dilúvio
Artista: Dani Black
Gravadora: Edição independente do artista
Cotação: * * * *

"Eu sou maior do que era antes / Estou melhor do que era ontem", alardeia Dani Black em Maior, uma das onze músicas autorais de seu segundo álbum de estúdio, Dilúvio, lançado de forma independente em agosto de 2015 com capa exclusiva para a edição digital (no alto) e com luva (acima à esquerda) que encobre a edição física em CD. Gravada com Milton Nascimento, cuja voz outrora divina infelizmente já perdeu viço e potência, Maior é uma das inspiradas músicas de Dilúvio que confirmam que, sim, Black está maior e melhor do que era antes. Por antes, entenda-se 2011, ano em que o cantor e compositor paulistano lançou seu primeiro álbum, Dani Black, como uma aposta da Som Livre, gravadora que acreditou que Black poderia seguir a trilha musical comercialmente bem-sucedida da cantora e compositora paulistana Maria Gadú, revelada em 2009 com estrondoso sucesso nacional. Dani Black, o álbum, revelou um artista promissor, mas frustrou as expectativas comerciais da companhia fonográfica, empurrando o cantor para a margem independente do mercado. Produzido e (bem) arranjado por Conrado Goys, Dilúvio aponta o crescimento de Dani Black como compositor, dono de obra autoral que dialoga com a linguagem pop contemporânea sem seguir a receita indie. Já detectada em seu primeiro álbum, a benéfica influência do compositor paraibano Chico César ainda está bem presente no disco, tanto na forma de Black compor como cantar. Basta ouvir Areia, uma das melhores músicas da atual safra do artista, para perceber tal influência que, contudo, não chega a embaçar a identidade autoral de Black. Ao jogar Areia na cara do ouvinte, logo na abertura do disco, o artista enfatiza de imediato o brilho da produção de Conrado Goys, hábil ao formatar o cancioneiro de Black com cordas, metais e guitarras sem pecar pelo excesso. Música de batida funkeada, Linha tênue confirma a inspiração pop do compositor, hábil também na criação de baladas. Nessa seara, Só sorriso é o maior trunfo do disco, seguida por Bem mais. Já Fora de mim se avizinha da praia do reggae, mas não chega a mergulhar fundo nas águas jamaicanas com sua batida pop. Cabe ressaltar que as letras de Black - que versam sobre questões amorosas sem o discurso trivial das canções sobre o tema - contribuem para que sua obra soe mais consistente neste segundo álbum, como atesta a música-título Dilúvio. Composição calcada mais no suingue do que na melodia, Ganhar dinheiro - cuja letra embute citação ("Dinheiro na mão é vendaval") de verso de samba de Paulinho da Viola, Pecado capital (1975) - se nivela no disco com músicas como Seu gosto e a estranha Ú. Em faixas como Não não nãoDilúvio também aponta a crescente desenvoltura do artista como cantor. Enfim, Dani Black soa maior do que antes. Mas, como o cantor mesmo admite em outro verso de Maior, somente o tempo vai revelar quem ele é. Ou seja, somente o tempo vai dimensionar o peso de sua obra na música brasileira. Peso que tem tudo para se tornar grande, a julgar por este coeso álbum Dilúvio.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Dani joga 'Areia' na web para promover o segundo álbum de estúdio, 'Dilúvio'

Dani Black jogou Areia na rede. Música que abre Dilúvio, segundo álbum de estúdio do cantor e compositor paulistano, Areia (Dani Black) já está em rotação no YouTube desde ontem, 29 de julho de 2015, em gravação feita com cordas regidas por Otávio de Moraes a partir do arranjo criado por Conrado Goys, produtor do disco. Na sequência do lançamento do single Areia, o álbum Dilúvio chega ao mercado fonográfico em agosto, trazendo a voz icônica de Milton Nascimento na última das 11 músicas do repertório inteiramente autoral, Maior (Dani Black).  Eis a letra de Areia:

Areia (Dani Black)

Faz algum tempo eu joguei no ar essa ideia (mortal)
De que eu podia me aventurar em sua aldeia (celestial)
Mas como um dom que eu não sei usar
Feito uma teia me pegou e então eu descobri
Que quanto mais me afogo ali
Mais incendeia

Os meus poros já não podem mais suportar
A clareira que é viver desde então
O desejo castigando e ardendo o fogo
De todo um beijo
Só meus olhos já não podem me confortar
É preciso ter na pele o frisson
E um perfume que perfura até se impregnar em minhas veias
Pra então me desmanchar
Ser só areia
Somente areia em suas mãos

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Eis a capa e as músicas de 'Dilúvio', segundo álbum de estúdio de Dani Black

Com capa diferenciada criada para sua edição digital por Patrícia Black com Uibirá Barelli, a partir de foto de Paulo Bueno, Dilúvio - o segundo álbum de estúdio do cantor e compositor paulistano Dani Black - vai chegar às lojas com uma luva na edição física em CD. Dilúvio apresenta onze músicas inéditas de autoria somente do artista. Uma, Seu gosto, já tinha sido mostrada na web em dezembro de 2014, anunciando a edição do sucessor de Dani Black (Som Livre, 2011) e do digital EP SP Dani Black ao vivo (2013). Conrado Goys assina a produção e os arranjos do disco, coproduzido por Black. Eis, na ordem do CD, as 11 músicas autorais de Dilúvio, que tem a voz de Milton Nascimento na última música,  Maior,  e chega em agosto de 2015 ao mercado fonográfico:

1. Areia (Dani Black)
2. Dilúvio (Dani Black)
3. Linha tênue (Dani Black)
4. Fora de mim (Dani Black)
5. Seu gosto (Dani Black)
6. Bem mais (Dani Black)
7. Só sorriso (Dani Black)
8. Não não não (Dani Black)
9. Ganhar dinheiro (Dani Black)
10. Ú (Dani Black)
11. Maior (Dani Black) - com Milton Nascimento

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Clipe da inédita 'Seu gosto' anuncia segundo CD de estúdio de Dani Black

Dani Black planeja lançar seu segundo álbum de estúdio e de inéditas em 2015. Uma das músicas do disco - sucessor de Dani Black (Som Livre, 2011) e do digital EP SP Dani Black ao vivo (2013) - já pode ser ouvida em gravação inédita que gerou clipe posto esta semana em rotação no YouTube. Assinada somente pelo cantor e compositor paulista, Seu gosto já vinha sendo apresentada por Black em shows desde fevereiro deste ano de 2014. Mas agora ganha registro oficial, feito com a participação do guitarrista Conrado Goys. Nessa gravação que roça os seis minutos, Seu gosto reitera o suingue que pauta a música de Dani Black. Eis a letra da música:


Seu gosto
(Dani Black)

Senti seu gosto uma vez
Na minha pele fincou
Pressinto que agora não sai mais
O que ferveu entre nós de febre fez delirar
Desejo sentir mais uma vez

O coração consentiu
A mão do mundo abraçou
Suave nos envolveu nesse véu
De incontrolável querer
Os olhos se deram um sinal
No ato é fato eu fui todo seu
Há tempos que eu desejo sentir esse gosto
Se fez muito melhor que esperei
As bocas, nucas, mãos no cio, a pele
Se arrepiando ao toque macio

Pros braços desse mar pretendo ir por bem
Me lanço, laço qualquer desafio
Exposto a esse mel a ponto de estar
Disposto a trocar pelo meu lugar no céu, meu lugar no céu
Meus vícios, minhas paixões
Meu lugar no céu fica tão vazio
Sem um beijo seu, me mostre o coliseu, me entregue pros leões
Quero sentir mais uma vez

domingo, 13 de julho de 2014

Encontro em Paris dá início à parceria de Dani Black com Lokua Kanza

Postada por Dani Black em sua página oficial no Facebook, a foto acima flagra o primeiro encontro do cantor e compositor paulista com seu mais novo parceiro, Lokua Kanza, cantor e compositor africano (nascido na República Democrática do Congo) que já fez conexões com compositores brasileiros como Carlos Rennó (de quem é parceiro em músicas gravadas por Gal Costa no disco Hoje, lançado via Trama em 2005) e Chico César (com quem já dividiu o palco).

terça-feira, 29 de abril de 2014

Dani Black apresenta parceria inédita com Zélia Duncan, 'Só pra lembrar'

O cantor e compositor paulista Dani Black está abrindo parceria com a cantora e compositora fluminense Zélia Duncan. Só pra lembrar - primeira música composta juntamente pelos artistas de gerações distintas - vai ser apresentada pelos autores em show de Dani Black agendado para hoje, 29 de abril de 2014, na casa Miranda, no Rio de Janeiro (RJ). Zélia participará do show.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Com energia, Dani rebobina o primeiro álbum e lança inédita em EP ao vivo

Resenha de CD
Título: EP SP Dani Black ao vivo
Artista: Dani Black
Gravadora: Edição independente do artista
Cotação: * * * 1/2
Disco já disponibilizado para download gratuito e legalizado no site oficial do artista

 Projetado por Maria Gadú em 2010, ao ser convidado para integrar o time de convidados do primeiro registro ao vivo de show da artista, então com grande evidência e poder no mercado fonográfico, o cantor e compositor paulista Dani Black lançou no embalo um primeiro álbum pela gravadora Som Livre, em 2011. Só que o CD Dani Black não obteve repercussão popular condizente com o prestígio do artista na cena indie paulistana. Mesmo assim, Black se fez ouvir. Com seus olhos de farol, o antenado Ney Matogrosso decidiu fazer a Oração (2010) de Black em seu show Atento aos sinais e incluiu a música no repertório do CD gravado em estúdio com o registro parcial do espetáculo. O CD Atento aos sinais chega ao mercado neste mesmo mês de novembro de 2013 em que Black disponibiliza para download gratuito, em seu site oficial, o EP SP Dani Black ao vivo. Por rebobinar seis músicas do álbum de 2011, o EP oferece baixo teor de novidade para quem conhece o cancioneiro deste compositor que reverbera influências de Lenine em músicas como Miragem (Dani Black), tema de batida funkeada gravado também pelo cantor Pedro Mariano. Afinal, das oito músicas do EP, somente uma, Encontros carnais (Dani Black), é inédita. Música introduzida por scats que remetem ao balanço de Gilberto Gil, Encontros carnais é composição que reitera o estilo de Black, calcado no suingue black nativo, erguendo ponte imaginária entre a lira paulistana dos anos 80 e os compositores da MPB. O EP também traz a canção Só sorriso (Dani Black) para a discografia oficial do artista. Só que, embora tenha ficado fora do primeiro disco de Black, Só sorriso já havia sido lançada nos extras do DVD Multishow ao vivo (2010) de Maria Gadú. A diferença do EP é a energia adicional com que Black dá voz a músicas como Comer na mão (Chico César) - única música não autoral do repertório - e Deixar o barco ir, parceria de Dani com seu pai Arnaldo Black. A voz do cantor foi captada com calor. E dá para perceber em Devagarinho (Dani Black) o groove da guitarra do artista e a precisão do toque da bateria de Sandro Moreno, que integra a banda do show gravado ao vivo em São Paulo (SP) ao lado de Adriano Magoo (teclados e o acordeom ouvido em Pega de jeito, outra música da lavra solitária de Black) e Serginho Carvalho (baixo). Enfim, o EP ao vivo de Dani Black cai bem no suingue da obra do compositor e capta um momento de interação do artista com seu público, mas a rigor nada avança em relação ao álbum de 2011. Mas já é hora de Black virar a página com a gravação de um segundo álbum de inéditas para justificar o prestígio inicial e manter o cruel mercado musical brasileiro atento aos seus sinais.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Som Livre lança o primeiro bom álbum do emergente compositor Dani Black

♪ Dani Black chegou a ter um pé na Sony Music, mas acabou acertando com a gravadora Som Livre a edição de seu primeiro álbum. Dani Black, o disco, chega às lojas nesta última semana de novembro de 2011 com 13 faixas e repertório autoral. Cada vez mais gravado, o cantor e compositor paulista emerge no mercado fonográfico um ano após sua música Aurora ter lhe dado certa projeção por ter sido gravada por Maria Gadú em CD e DVD da série Multishow ao Vivo. Clique aqui para (re)ler a resenha do álbum de Black, publicada em Notas Musicais em 6 de abril.

sábado, 16 de abril de 2011

Com um pé na Sony, Dani Black abre o show de Gadú e canta com sua amiga

♪ Enquanto acerta com a Sony Music a distribuição de seu primeiro disco, o cantor e compositor Dani Black continua participando dos shows de Maria Gadú. Na volta da cantora aos palcos cariocas para apresentar o projeto Multishow ao Vivo no Rio de Janeiro (RJ), em 15 de abril de 2011, Dani - visto em fotos de Rodrigo Amaral - cantou sua composição Só Sorriso com a amiga. Mas sua participação não ficou somente no harmonioso dueto. Antes, abrindo a apresentação de Gadú, Dani subiu com o baixista Marcelo Ribeiro ao palco da casa Vivo Rio e cantou cinco músicas com seu suingue black. Entre elas, Pega de Jeito - uma das músicas do primeiro álbum do artista - e Brejo da Cruz, composição de Chico Buarque, em tom bem diverso do registro feito pelo autor em 1984.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Filho de Tetê, Dani pega o suingue black de jeito em seu primeiro bom álbum

Resenha de CD
Título: Dani Black
Artista: Dani Black
Gravadora: Som Livre
Cotação: * * * 1/2

 Cantor e compositor paulista, filho de Tetê Espíndola com Arnaldo Black, Daniel Espíndola Black - o Dani Black - militou na cena indie ao longo dos anos 2000, inicialmente participando de discos e shows da mãe cantora. Aos poucos, Dani foi pavimentando seu caminho solo no circuito de shows de São Paulo (SP), cidade onde veio ao mundo em 1987. Apesar do empenho dos pais, o maior empurrão da carreira do artista foi dado por Maria Gadú em 2010. Dani integra a turma de artistas novatos que dividiram o palco com Gadú na gravação do Multishow ao Vivo da cantora. Dani teve então a oportunidade de mostrar Aurora, música de sua lavra, um dos temas autorais que figuram no primeiro disco de Dani, ainda inédito. A julgar pela batida funkeada de Devagarinho e pelo suingue de Pega de Jeito, Dani vai debutar no mercado fonográfico com álbum embebido do balanço pop black sem se enquadrar no escaninho do funk e do soul. O disco é pautado pelo suingue, que, no caso de Como as Coisas São, vem sobretudo do piano. Como cantor, Dani tem voz que se adapta bem às quebradas de temas como Brincadeira. Em rotação mais lenta, Miragem propõe viagem romântica sem escalas e dores. Canção estruturada no violão, Vem já soa mais chorosa. Em qualquer tom, músicas como Me Enlouquece e Juntos Outra Vez revelam um compositor de personalidade que não parece estar seguindo a fórmula do sucesso. Em bom português, Dani Black não é a versão masculina de Maria Gadú e tampouco há um Shimbalaiê no repertório deste seu primeiro álbum. "Tudo tem a sua hora / De achar o que procura / Pra que se desesperar? / O coração verá / Viver é navegar / É só deixar fluir", receita em Deixar o Barco Ir em versos harmonizados com piano límpido, mas sem clima solene ou camerístico. Ao fechar o disco com libelo contra o conformismo e a insensibilidade, a canção Vocês dá o recado do artista e reitera que Dani Black tem o que dizer. Com ou sem Gadú, haverá quem queira ouvir o que ele diz.