Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


Mostrando postagens com marcador Celso Fonseca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Celso Fonseca. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Celso Fonseca lança 'Like nice', CD inteiramente autoral de músicas inéditas

♪ Álbum inteiramente autoral de Celso Fonseca, Like nice está sendo lançado no mercado fonográfico do Brasil e do Japão neste mês de agosto de 2015. Precedido pelo single O que vai sobrar (Celso Fonseca) e pela inclusão de sua música-título Like nice (Celso Fonseca) na trilha sonora da novela Babilônia, o disco de inéditas alinha 13 músicas assinadas somente pelo cantor, compositor e músico carioca. Algumas faixas são em inglês. Like nice ganha distribuição no mercado nacional em edição da gravadora Universal Music. Eis, na ordem da edição brasileira do CD, as 13 músicas autorais do álbum:

1. Like nice (Celso Fonseca)
2. O que vai sobrar (Celso Fonseca)
3. Stormy (Celso Fonseca)
4. Por que era você (Celso Fonseca)
5. Road to paradise (Celso Fonseca)
6. Onda infinita do amor (Celso Fonseca)
7. I could have danced (Celso Fonseca)
8. Rio 56 (Celso Fonseca)
9. Canção que vem (Celso Fonseca)
10. Meu silêncio (Celso Fonseca)
11. Céu (Celso Fonseca)
12. January in the tropics (Celso Fonseca)
13. Zum zum (Celso Fonseca)

sexta-feira, 15 de maio de 2015

CD com primeira trilha de 'Babilônia' apresenta faixa-título de disco de Celso

♪ Celso Fonseca está prestes a lançar um álbum de inéditas, do qual já vem apresentando o single O que vai sobrar. A música que dá título a esse disco, Like nice, faz parte de Babilônia vol. 1, CD que chega às lojas na segunda quinzena deste mês de maio de 2015. A seleção de 16 fonogramas mistura gravações brasileiras e internacionais. A ala nacional inclui gravações exclusivas de Maria Bethânia - Eu te desejo amor, inédita versão em português escrita por Nelson Motta com base na letra em inglês (I wish you love) de Que reste-t-il de nos amours? (Charles Trenet e Léo Chauliac, 1942) - e Gal Costa, que fez novo registro de Ilusão à toa (Johnny Alf, 1961) especialmente para a trilha com arranjo de Felipe Pinaud e produção de Moreno Veloso e Kassin. Mart'nália também gravou o samba Pra que chorar? (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1964) para a abertura da novela. Ainda dentro das gravações exclusivas, o CD Babilônia vol. 1 apresenta A presença - tema instrumental de Roger Henri, compositor que assina a trilha incidental da trama - entre gravações atuais do cantor Mosquito (o seu samba Ô sorte) e da banda Melanina Carioca (Deixa se envolver). 

terça-feira, 17 de março de 2015

Zizi regrava para novela - com arranjo de Celso - música que lançou em 1987

♪ Música de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos lançada por Zizi Possi no álbum Amor & música (PolyGram, 1987), Mania ganha novamente a voz de Zizi 28 anos após o registro original da cantora paulistana. Com arranjo inédito de Celso Fonseca, Zizi - em foto de Rama Oliveira - regravou Mania para a trilha sonora da novela Babilônia, recém-estreada na TV Globo às 21h. É a segunda gravação exclusiva de Zizi veiculada em novelas da TV Globo nos últimos meses, já que a trilha sonora de Alto astral, trama exibida às 19h, inclui gravação inédita de O amor (1981), música composta por Caetano Veloso - em parceria com Ney Costa Santos - a partir de versos do poeta russo Vladimir Maiakovski (1893-1930).  Mania ainda não tocou na trilha sonora de Babilônia,  mas sai no segundo CD da novela.

domingo, 4 de maio de 2014

Celso Fonseca grava no Rio de Janeiro álbum feito com Moogie Canazio

Iniciadas na primeira quinzena de abril, as gravações do 16º disco de Celso Fonseca continuam neste mês de maio de 2014. Na foto, postada via Instagram, o cantor e compositor carioca (à direita) aparece no estúdio com o produtor Moogie Canazio (ao centro) e com o compositor fluminense Ronaldo Bastos, diretor da gravadora Dubas. O último bom álbum de Fonseca, Meu filme (2011), foi lançado pelo selo MP,B Discos, com distribuição da gravadora Universal Music.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Sonoridade e repertório impedem filme de Celso Fonseca de perder foco

Resenha de CD
Título: No Meu Filme
Artista: Celso Fonseca
Gravadora: MP,B
Cotação: * * *

No Meu Filme já é o 15º título da discografia de Celso Fonseca. O número espanta porque, a despeito de ter angariado prestígio como compositor ao firmar parceria com Ronaldo Bastos a partir da segunda metade dos anos 90, o artista ainda não se impôs de fato como cantor na cena brasileira. Fica sempre a sensação de que a voz opaca do artista nunca está à altura de sua produção como compositor - impressão reiterada por No Meu Filme, o CD que a Universal Music distribui nas lojas neste mês de dezembro de 2011. Se o disco não perde o foco, é por conta da pegada e da boa qualidade (de parte) do repertório inédito e autoral. No álbum, Fonseca reaviva uma sonoridade black que norteou certos estilos das músicas brasileira e norte-americana entre o fim dos anos 70 e o início dos 80. Essa sonoridade é sustentada pelos metais orquestrados por Serginho Trombone, virtuose que põe sua marca em faixas como Enquanto Espero Você Chegar (Celso Fonseca), No Meu Filme (Celso Fonseca) e a menos inspirada Depois de Você (Celso Fonseca), cuja introdução evidencia a maestria de Fonseca como guitarrista. Se Trombone arranja os metais, Eduardo Souto Neto embala as cordas que envolvem temas como Alegria de Viver (Celso Fonseca) e Índigo (Celso Fonseca), destaques da safra de inéditas. Com a leveza que caracteriza No Meu Filme, Índigo - em especial - é bossa moderna à altura dos melhores títulos da obra de Fonseca com Ronaldo Bastos, parceiro de Agora Dancei, de Maio e Junho e de Linda, balada impregnada de lirismo, já propagada na trilha da série de TV Divã (2011). Mas o fato é que, na segunda metade do disco, o repertório perde o brilho inicial. Músicas como Nós Dois Somos Tudo (Celso Fonseca) deixam o filme de Fonseca meio chato. Se o cantor fosse tão bom quanto o compositor, o filme seria excelente.

sábado, 5 de novembro de 2011

'Liebe' recicla com frescor e vozes as faixas de 'Paradiso', álbum de 1997

Resenha de CD
Título: Liebe Paradiso
Artista: Celso Fonseca e Ronaldo Bastos
Gravadora: Pimba / Dubas Música
Cotação: * * * *

Segundo disco da trilogia que sedimentou a parceria de Celso Fonseca com Ronaldo Bastos, situado entre Sorte (1994) e Juventude / Slow Motion Bossa Nova (2002), Paradiso (1997) teve seu repertório repaginado e reciclado pela dupla com gravações adicionais que geraram um outro álbum, Liebe Paradiso, neste ano de 2011. Sob a batuta do engenheiro carioca Duda Mello, escalado para produzir o disco, foram acrescentados instrumentos e vozes que renovam o repertório original sem desconfigurá-lo. Out of Blue, por exemplo, teve sua suave pulsação alterada pela inserção do vibrafone de Jota Moraes e da percussão minimalista de Armando Marçal. Ela Vai pro Mar ganhou a voz de Luiz Melodia em registro já ouvido na trilha sonora da novela Insensato Coração (2011). O resultado é um disco superior ao original pelos climas, pelas novas interpretações - uma desde já antológica: a de Nana Caymmi em Flor da Noite - e pela harmonia entre o material original e as gravações adicionais. Com direito a duas faixas inteiramente inéditas (uma, O Tempo Não Passou, foi gravada por Adriana Calcanhotto com os barulhinhos bons de Alberto Continentino e Domenico Lancellotti), Liebe Paradiso insere poema recitado por Antonio Cícero (Minos) na faixa que aglutina as músicas Quanto Tempo e Vento Azul. Se Denise Bandeira continua na cadência bonita do samba com as inserções do órgão Hammond de Jorjão Barreto e os loops do tecladista Sacha Amback (postos sobre a voz original de Celso Fonseca), Você Não Sacou ostenta a pegada pop roqueira do titã Paulo Miklos enquanto Polaroides ganha suingue e perde brilho com a voz (já sem o viço e o vigor de outrora) de Sandra de Sá. No todo, Liebe dá belo tratamento ao repertório de alto nível poético e melódico lançado em Paradiso, jogando outros sons e luzes sobre obra que se impôs na música brasileira ao longo dos anos 2000 pela beleza jovial. Vale a pena ouvir de novo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Faixa 'Agora Dancei' anuncia 15º disco de Celso Fonseca, 'No Meu Filme'

Nas lojas a partir de 8 de novembro de 2011, em edição do selo MP,B distribuída pela Universal Music, o 15º álbum de Celso Fonseca, No Meu Filme, está sendo promovido com a faixa Agora Dancei, tema inédito da parceria de Fonseca com Ronaldo Bastos. Mas a primeira música do disco a ser veiculada foi a balada Linda, incluída na trilha sonora da série de TV Divã. No Meu Filme tem cordas arranjadas por Eduardo Souto Neto e metais orquestrados por Serginho Trombone. O maestro Jaques Morelenbaum  figura na música que abre o disco, Alegria de Viver. A ideia do artista foi evocar a sonoridade das músicas brasileira e norte-americana do fim dos anos 70 e início dos 80. "Consegui pegar influências de Lincoln Olivetti a Aljaro, de Tim Maia a George Benson, e trazer para meu jeito de compor e cantar", conceitua Celso Fonseca.