♪ Mesmo com a aquisição da gravadora EMI Music pela gigante Universal Music, a Sony Music continua na liderança do corroído mercado fonográfico brasileiro. De acordo com números recém-divulgados pela Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), a Sony Music ficou com a maior fatia do bolo fonográfico nacional - exatamente 34,29% de market share - ao longo de 2014. Ainda de acordo com o balanço da ABPD, o mercado fonográfico cresceu 1,18% no Brasil no ano passado. As vendas de álbuns físicos amargaram queda de 15,59%, mas as vendas de discos digitais cresceram 30,26% e fizeram com que o saldo final da balança fosse minimamente positivo.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Universal vende Parlophone para Warner como acordado ao comprar EMI
A gravadora Universal Music vendeu o selo Parlophone - tradicional casa fonográfica que hoje abriga nomes como Blur, Coldplay, David Guetta, Kylie Minogue, Lily Allen e Pet Shop Boys, entre outros - para a Warner Music por 764,71 milhões de dólares, pagos à vista. O catálogo vendido não inclui a obra dos Beatles. Fundado em 1896, o selo Parlophone sempre esteve vinculado à EMI Music, mas a compra da EMI pela Universal - efetivada em setembro de 2012 - somente foi aprovada pela Comissão Europeia com a condição da venda de selos importantes vinculados à EMI como o Parlophone. Tal exigência foi necessária para impedir que a Universal se transformasse na donatária absoluta do mercado fonográfico mundial, pois a gravadora já era a líder desse mercado - então com 22% de participação - antes mesmo da aquisição da EMI.
domingo, 23 de setembro de 2012
Universal já pode comprar EMI, mas vai ter que vender selo Parlophone
A Comissão Europeia - instituição que analisa fusões de empresas com poder de veto - aprovou a aquisição da EMI Music pela Universal Music. Especulado desde novembro de 2011, o negócio envolve cerca de 1,5 bilhão de euros (cerca de quatro bilhões de reais). Contudo, para obter o sinal verde para efetivar a compra da EMI, a Universal se comprometeu com a Comissão Europeia a se desfazer de selos até então vinculados à gravadora inglesa. A exigência é necessária para dosar o domínio do mercado fonográfico mundial pela Universal, que já é a líder desse mercado - com 22% de participação - antes mesmo da aquisição da EMI. Na prática, a Universal vai ter que abrir mão dos catálogos de selos como Parlophone (casa de artistas como Blur, Coldplay, David Guetta, Kylie Minogue, Lily Allen e Tina Turner), Mute (Jethro Tull e Ramones, entre outros nomes) e Chrysalis (Depeche Mode, Moby e Nick Cave & The Bad Seeds).
sábado, 12 de novembro de 2011
Gravadora Universal Music adquire a EMI Music por 1,2 bilhão de libras
A indústria fonográfica está agitada com a concretização de negócio bilionário. Foi anunciada em 11 de novembro de 2011 a compra da EMI Music pela Universal Music por 1,2 bilhão de libras. Já havia especulações sobre tal aquisição desde o primeiro semestre de 2010, mas, na época, a transação comercial foi negada pela EMI, gravadora que vinha passando por notórios problemas financeiros sob a administração do Citigroup. Na prática, com a compra da EMI, a Universal adquire vasto acervo que inclui as obras dos grupos The Beatles - catálogo sob a administração da Apple - e Coldplay, entre outros nomes de peso no mercado mundial. Desde 2004, quando a Sony Music se fundiu com a BMG em escala mundial, a indústria fonográfica não era alvo de operação comercial de tal proporção. A compra dá peso adicional à Universal.
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