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segunda-feira, 20 de junho de 2016
Arlindo Cruz lança primeira música do álbum '2 Arlindos', gravado com o filho
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Disco 'Na veia' compila 12 encontros promovidos por Arlindo e Rogê no rádio
♪ Disco de Arlindo Cruz e Rogê recém-lançado pela gravadora Warner Music, Na veia é compilação que rebobina - em 15 músicas alocadas em 14 faixas - alguns encontros promovidos pelos cantores, compositores e músicos cariocas no programa de rádio Música na veia, transmitido por emissora carioca no primeiro semestre deste ano de 2015. São encontros que reuniram Arlindo e/ou Rogê com nomes como Bebeto, Jorge Aragão, Luiz Melodia, Marcelo D2, Maria Rita, Seu Jorge, Xande de Pilares e Wilson das Neves. Apenas duas músicas - Cruel (Sérgio Sampaio, 1997) e O Brasil é isso aí (Arlindo Cruz, Jr. Dom e Marcelo D2, 2011) - são cantadas por Arlindo e Rogê sem convidados. Extraídas dentre os 45 registros originados do programa de rádio comandado pela dupla em clima de roda de samba, as gravações são inéditas em disco, tendo sido produzidas no estúdio carioca Cia. dos Técnicos entre fevereiro e abril deste ano de 2015. Os próprios Arlindo e Rogê produziram o disco. Eis, na disposição das 14 faixas do CD, as músicas, compositores e intérpretes de Na veia:
1. Maneiras (Sylvio da Silva, 1987) - Arlindo Cruz e Rogê com Marcelo D2 e Zeca Pagodinho
2. O Brasil é isso aí (Arlindo Cruz, Jr. Dom e Arlindo Neto, 2011) - Arlindo Cruz e Rogê
3. Na veia (Arlindo Cruz, Marcelinho Moreira e Rogê, 2012) - Rogê com Marcelo D2
4. Menina Carolina (Bedeu e Leleco Telles, 1981) - Arlindo Cruz com Bebeto
5. Maltratar não é direito (Arlindo Cruz e Franco, 2007) /
Coração em desalinho (Monarco e Ratinho, 1986) - Arlindo Cruz e Rogê com Maria Rita
6. Estácio, Holly Estácio (Luiz Melodia, 1972) - Arlindo Cruz com Luiz Melodia
7. Neguinho poeta (Bebeto, Serginho Meriti e Carlinhos PQD, 1980) - Rogê com Bebeto
8. Não dá (Arlindo Cruz e Wilson das Neves, 2009) - Arlindo Cruz com Wilson das Neves
9. Presença forte (Rogê, Seu Jorge, Marcelinho Moreira, 2012) - Rogê com Seu Jorge
10. Congênito (Luiz Melodia, 1975) - Rogê com Luiz Melodia
11. Alma de guerreiro (Seu Jorge, Gabriel Moura, Pretinho da Serrinha, Leandro Fab, 2012)
- Arlindo Cruz com Seu Jorge
12. Enredo do meu samba (Ivone Lara e Jorge Aragão, 1984) - Rogê com Jorge Aragão
13. Moro na roça (Tema tradicional adaptado por Xangô da Mangueira e Jorge Zagaia, 1972)
- Arlindo Cruz com Xande de Pilares
14. Cruel (Sérgio Sampaio, 1997) - Arlindo Cruz e Rogê
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Disco de sambas de Zélia tem parcerias com Xande, Pedro, Arlindo e Baleiro
♪ Xande de Pilares vem expandindo suas conexões na música brasileira e abrindo parcerias com cantoras que transitam além do universo do samba. Além de compor com Roberta Sá (Boca em boca, música que figura no ainda inédito sexto álbum da cantora potiguar), o cantor e compositor carioca já fez sete músicas com sua nova parceira, Zélia Duncan, com quem aparece na foto tirada no estúdio da gravadora Biscoito Fino. Três dessas sete músicas - Destino tem razão, No meu país e Olha, o dia vem aí - figuram no repertório do álbum Antes do mundo acabar, trabalho inteiramente dedicado ao samba que a cantora e compositora fluminense gravou no Rio de Janeiro (RJ) com produção de Bia Paes Leme e arranjos do violonista Marco Pereira. O samba-título Antes do mundo acabar é parceria de Zélia com o maranhense Zeca Baleiro, com quem Zélia tem o projeto de fazer disco de músicas inéditas. Em Antes do mundo acabar, Zélia também dá voz a parcerias inéditas com os cariocas Arlindo Cruz (Dormiu, mas acordou), Ana Costa (Alameda de sonho e Pra quem sabe amar) e Pedro Luís (Um final). Com 14 músicas, sendo dez inéditas (nove são da lavra da dona do disco) e quatro regravações, o álbum de sambas de Zélia Duncan tem lançamento nacional agendado para 15 de outubro de 2015, em edição da gravadora Biscoito Fino.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Empenho de Anitta é toque inusitado do show com Arlindo e Arnaldo no Rio
Resenha de show
Título: Inusitado - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
Artistas: Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Teatro de Câmara - Fundação Cidade das Artes (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 7 de julho de 2015
Cotação: * * *
♪ Show com transmissão ao vivo agendada pelo Canal Bis para as 21h de 8 de julho de 2015
Título: Inusitado - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
Artistas: Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Teatro de Câmara - Fundação Cidade das Artes (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 7 de julho de 2015
Cotação: * * *
♪ Show com transmissão ao vivo agendada pelo Canal Bis para as 21h de 8 de julho de 2015
♪ Ela desatinou... Assim poderiam pensar a priori os detratores de Anitta ao saber que a musa do pop funk carioca decidiu cantar sozinha um samba trava-língua de Chico Buarque no show do projeto Inusitado que a juntou com Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes no palco do Teatro de Câmara da Fundação Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 7 de julho de 2015. Pois Anitta encarou Pelas tabelas - samba que Chico lançou em álbum de 1984 e que Roberta Sá reviveu há dez anos em seu primeiro álbum, Braseiro (MP,B Discos, 2005) - em clima de gafieira e se saiu bem. Jamais se atrapalhou com a letra e ainda caiu num suingue todo seu ao fim do número. Os números individuais de Anitta foram os toques realmente inusitados do show mais arriscado da terceira edição do projeto idealizado pelo executivo André Midani. Com voz juvenil, Anitta não é grande cantora. Falta-lhe ainda, sobretudo, expressividade em interpretações de músicas fora de seu universo musical. Mas o show deixou nítidos o empenho, a evolução e o esforço de Anitta para progredir. Justiça seja feita: ela jamais saiu do tom em seus números individuais. Cantou com correção Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952), samba escolhido com sagacidade porque, de certa forma, os versos têm o mesmo tom imperativo e a mesma atitude das composições de Anitta. Na sequência, reviveu a saga de Zé do Caroço (Leci Brandão, 1985) com afinação, mas também com a imaturidade de quem ainda precisa se esforçar mais na interpretação para passar todo o recado (político, no caso) de uma música. Faltou também um toque maior de sensualidade à abordagem de Smooth operator (Sade Adu e Ray St. John, 1984), um dos maiores sucessos da cantora nigeriana Sade. Mas - verdade seja dita - o cover foi correto. À vontade no dueto com Arnaldo Antunes na canção seresteira De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994), Anitta puxou o trio no fim do show, ao interpretar a canção tribalista Velha infância (Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brown, 2002), e ainda pôs o ex-titã no seu Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014), música que deu título ao seu segundo álbum de estúdio. Mas aí quem cantou foi ela. Ele se limitou a fazer jogo de cena e a recitar trecho da letra de Abraça o meu abraço (Arnaldo Antunes e Aldo Brizzi, 2003). A propósito, Arnaldo é dono de um cancioneiro primoroso e tem boa presença de palco, mas seu canto está cada vez mais desleixado em cena. Tal descuido vocal ficou evidente na maior parte de suas intervenções no show. Que começou com interpretação tensa do samba Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979), abordado pelo trio com compreensível nervosismo. Até Arlindo Cruz - o samba em pessoa - somente se soltou no seu primeiro número solo, feito com seu banjo e com medley de partidos altos dos anos 1980 e 1990. O dueto de Arlindo com Arnaldo em Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973) soou apático. Arlindo e Arnaldo, aliás, jamais saíram da zona de conforto em seus sets, montados com hits habituais, em que pese o inédito Samba inusitado, marco inaugural da parceria dos dois, cuja letra metalinguística versa justamente sobre o encontro em cena de um nome do funk (Anitta) com um ícone do samba (Arlindo) e um representante do rock (Arnaldo, ainda que sua obra extrapole o escaninho roqueiro). Parceria inusitada à parte, os números de Anitta e com Anitta foram os únicos momentos que fizeram jus ao conceito do projeto. Reduzida a um grupo de tom roqueiro nos solos de Arnaldo, a big-band que dividiu o palco com o trio tinha formação de um conjunto de samba, ritmo predominante no roteiro encerrado com a reunião do trio e com a lembrança de Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978), hit de Beth Carvalho que tem o tom decidido dos pop funks de Anitta. O roteiro, alias, carece de ajustes. Consumado (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2004), número solo de Arnaldo, está deslocado no fim do show, dissociado do set individual do ex-titã. Os artistas entram e saem a todo momento. Os duetos de Anitta com Arlindo - no samba O bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) e no medley que agregou Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) com Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008), sucesso do Grupo Revelação regravado por Arlindo com Caetano Veloso no CD e DVD Batuques do meu lugar ao vivo (Sony Music, 2012) - poderiam ter sido alocados em sequência para diminuir o entra-e-sai do trio, por exemplo. De todo modo, o saldo foi positivo. Goste-se ou não de Anitta,o fato é que a artista se mostrou empenhada, com coragem para sair de seu quintal.
Anitta arrisca Chico e Leci em show com samba inédito de Arlindo e Arnaldo
♪ Inspirados pelo convite para dividir o palco com a funkeira carioca Anitta em show da terceira edição do projeto Inusitado, o sambista carioca Arlindo Cruz e o roqueiro paulistano Arnaldo Antunes viraram parceiros com a composição de um samba cuja letra metalinguística versa justamente sobre o encontro de nomes do funk, do samba e do rock no projeto idealizado pelo executivo André Midani. Primeira parceria de Arlindo com Arnaldo, apresentada nas vozes dos compositores, Samba inusitado foi a novidade do roteiro do show que estreou na noite de ontem, 7 de julho de 2015, no Teatro de Câmara da Cidade das Artes. Anitta, Arlindo e Arnaldo - vistos em fotos de Rodrigo Goffredo - se revezaram em solos, duos e trios no show que vai repetido hoje (com transmissão ao vivo, a partir das 21h, pelo canal Bis). Sozinha, Anitta arriscou cantar sambas de Chico Buarque (Pelas tabelas, 1984), Leci Brandão (Zé do Caroço, 1985), Monsueto Menezes (1924 - 1973) (Me deixa em paz, parceria com Aírton Amorim, lançada em 1952) e até uma canção do repertório sensual da cantora nigeriana Sade (Smooth operator, 1984) sem sair do tom. Em duo com Arnaldo, Anitta cantou De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994) e Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014). Com Arlindo, Anitta fez dueto em O Bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) e no medley que agregou Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) e Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008), sucesso do Grupo Revelação regravado por Arlindo com Caetano Veloso no CD e DVD Batuques do meu lugar ao vivo (Sony Music, 2012). Juntos, os três cantaram Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979) - na abertura do show - e, no encerramento, Velha infância (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2002) e Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978). Além do samba inédito de Arlindo e Arnaldo, os números com Anitta foram os únicos que fizeram jus ao conceito do projeto Inusitado, já que em seus sets individuais Arlindo e Arnaldo se limitaram a cantar sucessos habituais. Eis o roteiro seguido em 7 de julho de 2015 por Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes na estreia do show que os uniu no palco do Teatro de Câmara, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ), na terceira edição do projeto Inusitado:
1. Tô voltando (Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro, 1979)
- Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
2. Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Tavares, 1973) - Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
3. Camarão que dorme a onda leva (Arlindo Cruz, Beto sem Braço e Zeca Pagodinho, 1983) /
SPC (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1986) /
Já mandei botar dendê (Arlindo Cruz, Maurição e Zeca Pagodinho, 1995) /
Luz do repente (Marquinhos PQD, Arlindo Cruz e Franco, 1987) /
Estrela da paz (Arlindo Cruz e Acyr Marques, 1997) /
Bagaço da laranja (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1985) - Arlindo Cruz
4. O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho, 2007) /
Será que é amor (Arlindo Cruz, Babi e Jr. Dom, 2003) - Arlindo Cruz
5. A pureza da flor (Arlindo Cruz, Jr. Dom e Babi, 2006) - Arlindo Cruz
6. O show tem que continuar (Arlindo Cruz, Sombrinha e Luiz Carlos da Vila, 1988)
3. Camarão que dorme a onda leva (Arlindo Cruz, Beto sem Braço e Zeca Pagodinho, 1983) /
SPC (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1986) /
Já mandei botar dendê (Arlindo Cruz, Maurição e Zeca Pagodinho, 1995) /
Luz do repente (Marquinhos PQD, Arlindo Cruz e Franco, 1987) /
Estrela da paz (Arlindo Cruz e Acyr Marques, 1997) /
Bagaço da laranja (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1985) - Arlindo Cruz
4. O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho, 2007) /
Será que é amor (Arlindo Cruz, Babi e Jr. Dom, 2003) - Arlindo Cruz
5. A pureza da flor (Arlindo Cruz, Jr. Dom e Babi, 2006) - Arlindo Cruz
6. O show tem que continuar (Arlindo Cruz, Sombrinha e Luiz Carlos da Vila, 1988)
- Arlindo Cruz
7. Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) /
Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008)
- com citação de Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938) - Arlindo Cruz e Anitta
8. Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952) - Anitta
9. Zé do Caroço (Leci Brandão, 1985) - Anitta
10. Smooth operator (Sade Adu e Ray St. John, 1984) - Anitta
11. De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994) - Anitta e Arnaldo Antunes
13. Ela é tarja preta (Arnaldo Antunes, Betão Aguiar, Luê, Felipe Cordeiro e Manoel
7. Música de amor (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014) /
Trilha de amor (Xande de Pilares, André Renato e Gilson Bernini, 2008)
- com citação de Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso, 1938) - Arlindo Cruz e Anitta
8. Me deixa em paz (Monsueto Menezes e Aírton Amorim, 1952) - Anitta
9. Zé do Caroço (Leci Brandão, 1985) - Anitta
10. Smooth operator (Sade Adu e Ray St. John, 1984) - Anitta
11. De mais ninguém (Arnaldo Antunes e Marisa Monte, 1994) - Anitta e Arnaldo Antunes
13. Ela é tarja preta (Arnaldo Antunes, Betão Aguiar, Luê, Felipe Cordeiro e Manoel
Cordeiro, 2013) - Arnaldo Antunes
14. Socorro (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994) - Arnaldo Antunes
15. A casa é sua (Arnaldo Antunes e Ortinho, 2009) - Arnaldo Antunes
16. Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014)
14. Socorro (Arnaldo Antunes e Alice Ruiz, 1994) - Arnaldo Antunes
15. A casa é sua (Arnaldo Antunes e Ortinho, 2009) - Arnaldo Antunes
16. Ritmo perfeito (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares, 2014)
- Anitta e Arnaldo Antunes
- com citação falada de Abraça o meu abraço (Arnaldo Antunes e Aldo Brizzi, 2003)
17. Pelas tabelas (Chico Buarque, 1984) - Anitta
18. O Bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) - Anitta e Arlindo Cruz
19. Meu lugar (Arlindo Cruz e Mauro Diniz, 2007)- Arlindo Cruz
20. Samba inusitado (Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes) - Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
21. Consumado (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2004) - Arnaldo Antunes
22. Velha infância (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2002)
17. Pelas tabelas (Chico Buarque, 1984) - Anitta
18. O Bem (Arlindo Cruz e Délcio Luiz, 2011) - Anitta e Arlindo Cruz
19. Meu lugar (Arlindo Cruz e Mauro Diniz, 2007)- Arlindo Cruz
20. Samba inusitado (Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes) - Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
21. Consumado (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2004) - Arnaldo Antunes
22. Velha infância (Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte, 2002)
- Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
23. Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978) - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
23. Vou festejar (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978) - Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Raimundos trazem samba de Arlindo para seu lugar em 'single' roqueiro
♪ O lugar natural do grupo brasiliense Raimundos é bem distante de Madureira, o suburbano bairro da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ) que inspirou os compositores cariocas Arlindo Cruz e Mauro Diniz na criação do samba Meu lugar, lançado por Arlindo no álbum Sambista perfeito (Deck, 2007). Pois os Raimundos trouxeram o samba de Arlindo para seu lugar. Em single lançado esta semana nas plataformas digitais, através da gravadora Som Livre, o grupo leva o samba de Arlindo na batida frenética do rock com versos inéditos (escritos pelos Raimundos) que ambientam a composição em lugar habitado por praticantes de skate e adeptos do hardcore. A letra cita, metalinguisticamente, o inusitado encontro de Arlindo com os Raimundos em Madureira.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Entre batuques e romances, Arlindo reitera estirpe no álbum 'Herança popular'
Resenha de CD
Título: Herança popular
Artista: Arlindo Cruz
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * * 1/2
Título: Herança popular
Artista: Arlindo Cruz
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * * 1/2
♪ Figura central das rodas de samba do Rio de Janeiro (RJ) desde o início dos anos 1980, Arlindo Cruz construiu obra sólida como as tamarineiras enraizadas na quadra do bloco carioca Cacique de Ramos, em cujas reuniões se revelou exímio partideiro. Mas somente nos últimos anos, através de conexões com a TV Globo, o cantor e compositor carioca parece ter saído do fundo de seu quintal para ocupar lugar de destaque em salas ambientadas fora dos redutos do samba. Prestes a completar 56 anos, em 14 de setembro de 2014, Cruz reitera sua estirpe nobre no álbum de inéditas autorais Herança popular, 22º título de discografia que contabiliza 10 álbuns com o grupo Fundo de Quintal e cinco gravados em dupla com Sombrinha, sambista da mesma linhagem de Arlindo. Sétimo CD solo de carreira individual iniciada sem repercussão com o CD Arlindinho (Line Records, 1993), Herança popular segue - em seus 16 sambas autorais, compostos com doses distintas de inspiração - a trilha pavimentada por Arlindo desde Sambista perfeito (Deck, 2007), CD em que o artista misturou partidos altos com sambas de tonalidade romântica. Quando junta batuques e romances, como no belo partido Sinceridade (Arlindo Cruz, André Diniz, Leonel e Evandro Bocão), Arlindo faz valer sua linhagem e se distancia dos triviais pagodeiros românticos que puseram água no feijão do samba. Primeiro disco inteiramente autoral do fértil compositor, que já totaliza mais de 700 músicas gravadas, Herança popular alinha 16 sambas formatados em 15 faixas pelo filho do artista, Arlindo Neto, a quem foi confiada a produção do álbum. O grande destaque é o partido alto que abre o disco e lhe dá nome, Herança popular (Arlindo Cruz, Fábio Henrique e Nailson Mota), no qual Arlindo lista nomes da linhagem mais nobre do samba, celebrando em especial os bambas Candeia (1935 - 1978) e Cartola (1940 - 1980), que têm clássicos de seus repertórios citados por Arlindo no improviso feito ao fim da faixa adornada com o toque virtuoso do bandolim de Hamilton de Holanda. Da safra de sambas românticos, uns - como o apaixonado Não penso em mais nada (Arlindo Cruz e Junior Dom) - se revelam mais inspirados do que outros, caso do menos sedutor Me dê um tempo pra pensar (Arlindo Cruz e Junior Dom). De todo modo, Arlindo sabe bater em outras teclas e tamborins sem sair do tom. A diversidade de temas e convidados do disco - o rapper Marcelo D2, o funkeiro Mr. Catra, a cantora Maria Rita (que já deu voz a nove músicas do compositor em seus dois álbuns de samba), o compadre Zeca Pagodinho e o surfista Pedro Scooby - reforça a habilidade de Arlindo de pisar em outros terreiros sem efetivamente sair de seu quintal. D2 recita trecho da Bíblia na introdução de O mundo em que renasci (Arlindo Cruz e Rogê), samba que prega a fé em Deus com o mesmo alto astral com que Arlindo dá sua receita de bem-viver no menos envolvente Isso é felicidade (Arlindo Cruz e Délcio Luiz). A felicidade, aliás, dá o tom do amor em paz que pauta Paixão e prazer (Arlindo Cruz, Fred Camacho e Marcelinho Moreira), samba de romantismo sensual valorizado pelo vocal de Maria Rita. A cantora está tão à vontade no disco como Mr. Catra, cuja presença se justifica na regravação de Ela sambou, eu dancei (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Geraldão) - composição lançada pelo grupo Raça no álbum Pura emoção (BMG, 1995) - porque Arlindo adicionou batidas, códigos e signos do funk ao samba. Revitalizado em ritmo de samba-funk, Ela sambou, eu dancei é um dois antigos e (até então) esquecidos sambas de Arlindo que o compositor tirou do baú para compor o repertório de Herança popular. O outro é Somente sombras, samba dolente lançado em 1987 pelo cantor paulista Jair Rodrigues (1939 - 2014) e ora revivido por Arlindo em tons menores com seu compadre Zeca Pagodinho. Na roda dos partidos, Jogador (Arlindo Cruz e Rogê) bate na trave ao pôr em campo a saga dos craques do futebol enquanto Caranguejo (Arlindo Cruz e Luiz Cláudio Picolé) refaz a crônica de costumes do subúrbio carioca, tônica da geração 1980 que despontou no Cacique de Ramos. O toque político de Ilicitação (Arlindo Cruz, André Diniz, Leonel e Evandro Bocão) também evoca a verve dessa turma feliz e ciente de que a onda leva camarão que dorme. Aliás, O surfista e o sambista (Arlindo Cruz e Rogê) tira onda com a participação afetiva de Pedro Scooby, jovem talento do esporte aquático. Já Whatsappiei pra ela (Arlindo Cruz, Maurição e Junior Dom) se banha nas águas do samba baiano, conectando Arlindo às redes sociais. O maroto tema está linkado em Herança popular ao samba Melhor parar (Arlindo Cruz, Maurição e Junior Dom). Enfim, herdeiro dos bambas do samba, Arlindo Cruz já é - ele mesmo - rica fonte de inspiração para os sambistas mais jovens. Lançado pela gravadora Sony Music, o sétimo álbum solo do sambista mostra que, mesmo sem tirar o pé das próprias raízes, Arlindo Cruz sabe pisar em outros terreiros, (se) conectando com os sambas e os dias de hoje.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Aline canta com Arlindo e Zeca em 'Meu ziriguidum', álbum feito com Paulão
♪ Aline Calixto vai lançar seu terceiro álbum - Meu ziriguidum, sucessor de Flor morena (Warner Music, 2011) - em 2015. No disco, produzido por Paulão Sete Cordas com Thiago Delegado, a cantora mineira assina com Gabriel Moura o samba-título Meu ziriguidum, de tom feminista, e canta com Arlindo Cruz e com Zeca Pagodinho em outras faixas. Arlindo é o convidado de Toda noite, samba que compôs com Maurição. Já Zeca - visto com Calixto e Paulão na foto de Fabiane Pereira - participa do samba No pé miudinho, parceria de Moacyr Luz com Délcio Luiz. O repertório inclui regravação de A Vila canta o Brasil, celeiro do mundo - Água no feijão que chegou mais um (Martinho da Vila, Arlindo Cruz, André Diniz, Leonel e Tunico da Vila) - samba-enredo com o qual a escola de samba carioca Unidos de Vila Isabel foi campeã no Carnaval carioca de 2013 - e Eu sou assim (Sérginho Beagá). Eis a letra de No pé miudinho, o samba gravado por Aline Calixto com Zeca Pagodinho em Meu ziriguidum, disco que será lançado em meados de 2015:
No pé miudinho
(Moacyr Luz e Délcio Luiz)
Um samba de fato no
pé miudinho
Não deixa sozinho
quem sabe o gingado
Arrasta a sandália
chega de mansinho
Com muito respeito
pra ser respeitado
Corrente medalha a
beca de linho
O chapéu de palha é
bonito de ver
Olha o sujeito
arrumado
No malandreado versou
benguelê
Zanzou deixou seu
recado
No malandreado sorriu
pra você
O samba da jeito na
vida
Abraço apertado
união
É força pra dar a
partida
Batendo na palma da
mão
Se tá tudo junto
inflama
Se vem misturado é o
maior
O samba é a última
chama
Que faz esse mundo
melhor
domingo, 24 de agosto de 2014
Disco ao vivo mostra que Arlindo Neto continua na aba e no quintal do pai
♪ A caminho dos 23 anos, a serem completados em 24 de novembro de 2014, o cantor, compositor e percussionista carioca Arlindo Neto lança disco ao vivo via Sony Music na aba e no quintal do pai, o bamba Arlindo Cruz. Compositor desde adolescente, Neto conta com a onipresença de Cruz na ficha técnica do CD Arlindo Neto ao vivo, recém-lançado pela Sony Music (a mesma gravadora de seu pai). Além de assinar a produção musical do disco com Jerominho Fernandes e Rogê, Arlindo Cruz canta dois sambas com o filho - Meu caminho (Arlindo Neto, Marquinhos Nunes e Jorge Davi Jr.) e Meu povo (Arlindo Cruz, Arlindo Neto e Renato Moraes) - e é compositor recorrente no repertório. Figuram no CD sambas assinados por Cruz com Rogê (Rio Sampa, gravado com o grupo Os De Paula), Jorge Davi (É verão e Sentimento de posse) e com o próprio Arlindo Neto (Bom aprendiz, destaque do repertório). Sambista projetado na década de 1980 na mesma leva do quintal do Cacique de Ramos que revelou Arlindo Cruz (embora já tivesse sucessos gravados desde a segunda metade dos anos 1970), Jorge Aragão é autor e convidado de Já é, samba feito em parceria com Flávio Cardoso.
sábado, 5 de julho de 2014
Arlindo canta com Maria Rita e com D2 no álbum de inéditas 'Herança popular'
♪ O cantor e compositor carioca Arlindo Cruz vai lançar em agosto deste ano de 2014, via Sony Music, um álbum de inéditas, Herança popular, de repertório inteiramente autoral. No disco, produzido por Arlindo Neto, Cruz recebe a cantora paulistana Maria Rita (no samba Paixão e prazer) e o rapper carioca Marcelo D2 (na faixa O mundo em que renasci). Outro samba incluído no álbum é Sinceridade.
domingo, 1 de junho de 2014
Disco de Hamilton com Diogo, 'Bossa negra', inclui parceria com Arlindo
♪ Com lançamento previsto para o segundo semestre de 2014, em edição da Universal Music, o CD Bossa negra - projeto em duo que junta o bandolinista Hamilton de Holanda com o cantor Diogo Nogueira - inclui parceria inédita dos dois artistas cariocas com Arlindo Cruz. A música se chama Brasil de hoje. Aliás, a primeira gravação oficial do projeto Bossa negra foi O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho), samba lançado em 2007 por Arlindo Cruz e por Maria Rita nos respectivos álbuns Sambista perfeito (Deck) e Samba meu (Warner Music).
sábado, 3 de maio de 2014
Arlindo, Beth, Dudu e Mariene se juntam em turnê que vai virar CD e DVD
Pelo quarto ano consecutivo, o Prêmio da Música Brasileira vai ser desdobrado em um show itinerante que vai sair em turnê nacional que estreia em 15 e 16 de maio de 2014 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro - na cidade do Rio de Janeiro (RJ), sede da premiação - e cuja rota prevê apresentações em São Luís (MA) (em 20 de maio), Belém (PA) (em 22 de maio), Parauapebas (PA) (em 25 de maio), Belo Horizonte (MG) (em 28 de maio), Vitória (ES) (em 31 de maio) e Corumbá (MS) (em 3 de junho). Arlindo Cruz, Beth Carvalho, Dudu Nobre e Mariene de Castro integram o elenco fixo do show roteirizado pelo empresário José Maurício Machline - criador do Prêmio da Música Brasileira - com consultoria de Beth. Homenagem ao samba, o show vai ser gravado ao vivo - já nas duas apresentações cariocas que iniciam a turnê - para dar origem a CD e DVD que serão editados no segundo semestre de 2014. Esse elenco fixo vai ter adesões diferentes em cada cidade. Nas apresentações que serão gravadas ao vivo no Rio, Angelique Kidjo, Beatriz Rabello, Péricles e Xande de Pilares vão se juntar a Arlindo, Beth, Dudu e Mariene ao longo do roteiro que prevê solos, duetos e números coletivos. Foi um rio que passou em minha vida (Paulinho da Viola, 1970), Juízo final (Nelson Cavaquinho e Élcio Soares, 1973) e O mar serenou (Candeia, 1975) são alguns sambas-hits incluídos no repertório.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Maria Rita mostra samba de Arlindo e Xande gravado no seu sexto álbum
Maria Rita revelou o trecho de uma segunda música de seu segundo disco dedicado ao samba. Vídeo dirigido por Clara Cavour e postado no site oficial da cantora paulista apresenta trecho do samba Mainha me ensinou, parceria de Arlindo Cruz com Xande de Pilares. O sexto álbum de Maria Rita tem lançamento agendado para março de 2014 pela gravadora Universal Music.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Samba inédito de Arlindo Cruz vai promover CD solo de Rita Benneditto
Rita Benneditto ganhou samba inédito de Arlindo Cruz para o disco solo que vai lançar neste novo ano de 2014. Samba feito pelo compositor carioca em parceria com Marcelinho Moreira e Rogê, O que é dela é meu foi gravado pela cantora maranhense em dueto com o próprio Arlindo. O samba foi escolhido para dar início aos trabalhos promocionais do primeiro disco assinado por Rita Benneditto com o nome artístico que adotou em 2012. Gravado no Rio de Janeiro (RJ) com participação de Bi Ribeiro, baixista do trio carioca Paralamas do Sucesso, o álbum vai ser lançado pela gravadora carioca Biscoito Fino. Pela ideia inicial de Rita, o disco se chamaria Encanto e traria no repertório a regravação de Fé (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1978), música do repertório religioso do cantor capixaba Roberto Carlos, lançada pelo Rei em álbum de 1978. E por falar em Rita Benneditto, a artista também lança em 2014 o CD que gravou em 2013 com a cantora mineira (de criação baiana) Jussara Silveira sob produção de Alê Siqueira e a direção musical de José Miguel Wisnik. O disco com Jussara já está finalizado.
domingo, 22 de dezembro de 2013
Zeca recebe 'compadre' Arlindo e 'madrinha' Beth ao gravar 'Sambabook'
A foto de Guto Costa flagra Arlindo Cruz, Beth Carvalho e Zeca Pagodinho em palco da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro (RJ), na gravação do Sambabook Zeca Pagodinho. Realizada em dois dias deste mês de dezembro de 2013, ainda a tempo de festejar os 30 anos de carreira do cantor e compositor carioca, a gravação ao vivo reuniu nomes como Almir Guineto, Djavan, Diogo Nogueira, Dudu Nobre, Emicida, Gilberto Gil, Jorge Aragão, Lenine, Marcelo D2, Martinho da Vila, Maria Rita, Mariene de Castro, Monarco, Mumuzinho, Nilze Carvalho, Péricles, Roberta Sá, Sombrinha e a Velha Guarda da Portela. Os artistas regravaram sambas de autoria de Zeca. Compadre de Pagodinho, Arlindo Cruz deu voz a Se eu for falar de tristeza (Beto Lago e Zeca Pagodinho, 1986), samba do primeiro álbum solo do homenageado, Zeca Pagodinho (RGE, 1986). Já a madrinha Beth Carvalho - agente da estreia de Zeca em disco ao convidá-lo para cantar com ela o samba Camarão que dorme a onda leva (Arlindo Cruz, Beto sem Braço e Zeca Pagodinho) no álbum Suor no rosto (RCA, 1983) - revolveu Lama nas ruas, parceria de Pagodinho com Almir Guineto, que lançou o samba no álbum Almir Guineto (RGE, 1986). Camarão que dorme a onda leva, a propósito, é a faixa que junta todos os integrantes do elenco do Sambabook Zeca Pagodinho. O projeto tem lançamento previsto para abril em parceria da Musickeria com o selo Zeca Pagodiscos. A distribuição será feita via Universal Music.
domingo, 27 de outubro de 2013
Loroza canta parcerias com Arlindo, Meriti e Pedro no álbum 'Carpe diem'
Já disponível no iTunes e com lançamento físico em CD programado para o início de novembro de 2103, em edição do selo carioca Lab 344, o álbum Carpe diem, de Serjão Loroza, traz no repertório parcerias do artista com nomes como Arlindo Cruz, Gabriel Moura, Mu Chebabi e Serginho Meriti. O repertório traz as músicas Se um dia fui pobre - tema propagado no filme Minha mãe é uma peça - e Mais simples. Caia, É nóis e Preta dileta são outras faixas do CD.
domingo, 15 de setembro de 2013
Arlindo cai no samba de Baden e Vinicius em CD que celebra o 'Poetinha'
Arlindo Cruz integra o elenco estelar do CD A vida tem sempre razão, produzido por José Milton - com arranjos do pianista Cristóvão Bastos - para celebrar os 100 anos de nascimento de Vinicius de Moraes (1913 - 1980). O cantor e compositor carioca cai no samba de Baden Powell (1937 - 2000) com Vinicius, dando voz ao medley que junta obras-primas como Formosa (samba composto no Natal de 1963) e Pra que chorar? (samba finalizado em 1964). Com gravações inéditas de Ana Carolina (Eu sei que vou te amar, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, 1959) e Chico Buarque (O amor em paz, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, 1960), entre outros grandes nomes da MPB como Nana Caymmi (Janelas abertas, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), o CD A vida tem sempre razão já vai ser lançado em outubro de 2013 pela Sony Music.
domingo, 8 de setembro de 2013
Chico abre parceria com Arlindo Cruz e Sombrinha no CD 'Matéria-prima'
Chico Buarque entrou no pagode. O compositor carioca abriu parceria com seus conterrâneos Arlindo Cruz e Sombrinha - ícones do samba produzido no Rio de Janeiro (RJ) na década de 80, em especial na quadra do bloco Cacique de Ramos - em partido alto gravado para Matéria-prima, o disco de inéditas recém-lançado por Sombrinha. A primeira parceria desse trio de bambas se chama Deixa solto. Já em rotação na internet, o partido alto foi gravado com as participações de Arlindo (produtor da faixa), de Chico - visto na gravação na foto extraída do vídeo postado no YouTube - e de integrantes da Velha Guarda da Mangueira. O bandolinista Hamilton de Holanda toca no bom samba, que tem mais a cara do Cacique do que a de Chico.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Mumuzinho canta com Alexandre, Arlindo e Péricles no primeiro ao vivo
Recém-lançados pela gravadora Universal Music, o CD e o DVD Mumuzinho ao vivo registram o show feito pelo artista carioca na casa A Seringueira, em São Paulo (SP), em 28 de março de 2013. Bruno Cardoso e Lelê assinam a produção desta gravação ao vivo que reitera o tom pagodeiro romântico do repertório de Márcio da Costa Batista, nome de batismo deste cantor, compositor e ator que integra o elenco fixo de Esquenta! - o programa apresentado por Regina Casé aos domingos na TV Globo. Embora vendido pela Universal Music como "a grande revelação do samba", na tentativa vã de inserir o cantor na nobre tradição dos quintais cariocas, Mumuzinho canta pagode romântico. E por isso está à vontade ao receber Alexandre Pires - em Chega (André Lemmos e Billy Sp) e no jocoso pot-pourri em que Mumuzinho entrelaça sucessos de Alcione e Pires, Estranha loucura (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1987) e Cigano (Alexandre Pires e Luiz Silva, 2008), aproveitando o gancho para exercitar seu talento de imitador - e Péricles, convidado de Antiga escritura (Claudemir, Diney e Dado). Até o globalizado Arlindo Cruz entra no pagode de Mumuzinho, dividindo com o anfitrião os vocais de Caozeiro (André Renato e Ronaldo Barcellos). Entre as 25 músicas do roteiro, Mumuzinho ao vivo apresenta as inéditas Choque de ordem (André Renato e Charlles André), Combinado (André Renato e Mumuzinho), Ficar pra quê? (André Renato e Ronaldo Barcellos), Já faz tempo (Felipe Silva) e Preliminares (Claudemir,Mario Kleide, Marquinho Índio e Rosana Silva). À venda!
domingo, 28 de julho de 2013
Arlindo fecha ciclo de tributos a Dominguinhos no Festival de Garanhuns
Garanhuns (PE) - A morte de Dominguinhos (Garanhuns - PE, 12 de fevereiro de 1941 - São Paulo - SP, 23 de julho de 2013) durante a 23ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns mexeu com a emoção de todos os envolvidos na realização do maior evento cultural da cidade natal do cantor, compositor e sanfoneiro pernambucano. Como era natural, quase todos os artistas que se apresentaram no Fig 2013 após a notícia da morte do artista - anunciada na noite de terça-feira, 23 de julho - incluíram nos roteiros de seus shows músicas em saudação a Dominguinhos. Última atração do Palco Guadalajara na última noite do festival, Arlindo Cruz - em foto de Eric Gomes / Fundarpe - também prestou sua homenagem ao colega, cantando (pela primeira vez) a canção Quem me levará sou eu (Dominguinhos e Manduka). Sucesso na voz do cantor cearense Raimundo Fagner em 1979, Quem me levará sou eu virou samba lento com o cantor e compositor carioca, que trouxe o tema de Dominguinhos para seu quintal no show feito já na madrugada deste domingo, 28 de julho. Foi o último tributo ao mestre no Fig.
O blog Notas Musicais cobre o Festival de Inverno de Garanhuns a convite da Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco
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