♪ RETROSPECTIVA 2015 – E o Brasil não ignorou os 70 anos de nascimento de Elis Regina Carvalho Costa (1945 - 1982), festejados em março sem a presença da estrela que saiu de cena há 33 anos. Duas biografias, um show coletivo em São Paulo (SP), uma caixa com reedições dos três álbuns gravados pela cantora gaúcha na Warner Music e a filmagem de ainda inédito longa-metragem de ficção - dirigido por Hugo Prata com a atriz Andreia Horta no papel de Elis e com estreia prevista para maio de 2016 - reavivaram a obra e a história de Elis. A primeira lembrança veio em março, mês do 70º aniversário da artista, com a edição da biografia Elis Regina - Nada será como antes (Master Books), escrita pelo jornalista Julio Maria e saudada na mídia como o mais completo e profundo relato biográfico da vida de uma artista de personalidade complexa. Em maio, o show Elis, 70 anos reuniu cantores e compositores influenciados pela voz de Elis, como Gilberto Gil. Em agosto, a gravadora Warner Music pôs no mercado fonográfico a caixa Elis Regina 70 com reedições dos álbuns Essa mulher (1979), Saudade do Brasil (1980) e do póstumo Elis Regina Montreux Jazz Festival (1982), disco gravado ao vivo em 1979 e, contrariando recomendação de Elis ao executivo André Midani, lançado após a morte da cantora. Por fim, enquanto o cinesta Hugo Prata prepara seu filme, chegou em outubro às livrarias Elis - Uma biografia musical (Arquipélago Editorial), obra de menor vulto cujo maior mérito foi elucidar fatos da pré-história musical de Elis em Porto Alegre (RS). Fechando o ano, a TV Globo encomendou ao novelista Gilberto Braga neste mês de dezembro o texto de série de ficção sobre a cantora prevista para ser exibida pela emissora carioca em 2018. Nascida há 70 anos, Elis Regina Carvalho Costa vive imortal na memória do Brasil!
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
Mostrando postagens com marcador Elis Regina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Elis Regina. Mostrar todas as postagens
sábado, 5 de dezembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Nova biografia de Elis ilumina pontos de sua trajetória inicial em Porto Alegre
Resenha de livro
Título: Elis - Uma biografia musical
Autor: Arthur de Faria
Editora: Arquipélago Editorial
Cotação: * * *
Título: Elis - Uma biografia musical
Autor: Arthur de Faria
Editora: Arquipélago Editorial
Cotação: * * *
♪ Ao fim da controvertida biografia de Elis Regina (1945 - 1982) que escreveu sem o aval e sem a autorização dos herdeiros da cantora gaúcha, Furacão Elis (Nórdica, 1985), a jornalista Regina Echeverria frisou que aquela era a sua história de Elis e pedia que lhe contassem outras. Trinta anos depois, o jornalista paulistano Julio Maria contou a sua ótima versão da história da artista em biografia, Elis Regina - Nada será como antes (Master Books, 2015), que se impôs de imediato entre os melhores livro do gênero (e do ano) pela exposição do caráter complexo de uma cantora que se revelou grande entre as pequenezas do cotidiano. Terceira biografia da cantora, Elis - Uma biografia musical chega ao mercado literário neste último trimestre de 2015 sem acrescentar peças relevantes ao quebra-cabeça da vida profissional da artista. A maior contribuição desta nova bio da cantora é iluminar pontos obscuros da pré-história musical de Elis na cidade natal de Porto Alegre (RS). Com base em pesquisa e em entrevistas com personalidades locais da época, o autor - Arthur de Faria, músico, arranjador e compositor gaúcho que vem pesquisando há anos a história da música de Porto Alegre (RS) - sustenta que não há indícios de que Elis, então uma criança, teria travado em sua primeira aparição no radiofônico programa de calouros Clube do guri, exibido pela rádio Farroupilha de 1950 a 1966. De acordo com a fluente narrativa de Faria, a estreia da guria no programa aconteceu somente em 1956, aos 11 anos, e foi bem-sucedida - ainda que Elis tenha botado sangue pelo nariz para extravasar o nervosismo de estar cantando em público pela primeira vez. Faria também sustenta que Elis já tinha se tornado uma estrela de primeira grandeza entre as fronteiras de Porto Alegre (RS), sendo disputada pelas rádios locais e eleita em 1962 a Cantora do Ano na cidade, antes de desembarcar definitivamente na cidade do Rio de Janeiro (RJ), não em 31 de março de 1964 - dia da instauração do golpe militar - como sempre se supôs porque a própria Elis alimentava a lenda, mas em 28 de março, como sentencia o autor do livro. O problema de Elis - Uma biografia musical é que, ao contrário do que sugere o título e do que apregoa Maria Luiza Kfouri no prefácio, há também incursões pela vida pessoal de Elis que são a rigor desnecessárias para contar a trajetória profissional da artista. Incoerente com a proposta do livro e a intenção do autor, a reprodução nas páginas 96 e 97 de uma carta-desabafo escrita por Elis para uma amiga confidente, Aída Ferrás, é exposição dispensável da conturbada intimidade do casamento da artista com o então marido, Ronaldo Bôscoli (1928 -1994). De toda forma, o texto estiloso de Arthur de Faria faz com que a leitura dessa nova biografia de Elis transcorra leve e agradável. De 1965 em diante, o livro pouco ou nada acrescenta de relevante à história da cantora. Mas, para quem ainda desconhece essa história, a biografia musical de Arthur pode ser bom cartão de visitas para o mundo da artista, mesmo sem expor a complexidade da personalidade da Pimentinha como fez o jornalista Julio Maria em sua já definitiva biografia da grande e imortal Elis Regina Carvalho Costa.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
DVD infantil (re)anima gravações de Elba, Elis Elza, Nara e Ney sobre a fauna
♪ DVD direcionado pela gravadora Universal Music ao público infantil e lançado neste ano de 2015 por conta da movimentação do mercado de música infantil na época do Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, Pra gente miúda - Bichinhos (re)anima gravações de músicas sobre a fauna nacional com a adição de animações computadorizadas em 3D que criam personagens para as canções. São fonogramas antigos, gravados por nomes como Elba Ramalho, Elis Regina (1945 - 1982), Elza Soares, Marina Lima, Moraes Moreira, Nara Leão (1945 - 1989) e Ney Matogrosso, entre outros nomes. Elza, por exemplo, canta O pato (Jaime Silva e Neusa Teixeira, 1960) em gravação de 1973. Elis é ouvida em A corujinha (Toquinho e Vinicius de Moraes, 1980), fonograma do álbum A arca de Noé (Ariola, 1980). Já Nara abre a coletânea com seu registro de O circo (Sidney Miller, 1967) - feito no álbum Vento de maio (Philips, 1967) - enquanto Elba canta O peru (Toquinho, Vinicius de Moraes e Paulo Soledade) em gravação do álbum Arca de Noé 2 (Ariola, 1981). Até o choro Tico-tico no fubá (Zequinha de Abreu e Eurico Barreiros, 1931) entra na brincadeira com a gravação feita por Ney Matogrosso para o álbum Batuque (Universal Music, 2001). Outro fonograma inusitado na fauna do DVD é Rock da barata, composto por Jorge Mautner e ouvido na voz do autor em gravação de 1973. A coletânea Pra gente miúda - Bichinhos sai também no formato de CD, evidentemente sem as animações em 3D que são as novidades do DVD.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
'Essa mulher' e 'Saudade do Brasil' - álbuns de Elis - são reeditados em caixa
♪ Grandes álbuns que marcaram a (breve) passagem da cantora gaúcha Elis Regina (1945- 1982) pela gravadora WEA (Warner Music), entre 1979 e 1980, Essa mulher (1979) e Saudade do Brasil (1980) vão ganhar mais uma reedição. Desta vez, ambos serão vendidos encaixotados, em edições com melhor tratamento gráfico dos que as anteriores. A caixa inclui, como CD-bônus, uma reedição (esta já comercializada anteriormente) do póstumo álbum ao vivo de 1982 que registra o controvertido show feito pela cantora no Montreux Jazz Festival, em 1979, em gravação ao vivo renegada pela própria Elis.
terça-feira, 17 de março de 2015
Biografia evidencia grandeza da arte de Elis entre pequenezas humanas
Resenha de livro
Título: Elis Regina - Nada será como antes
Autor: Julio Maria
Editora: Master Books
Cotação: * * * * *
Título: Elis Regina - Nada será como antes
Autor: Julio Maria
Editora: Master Books
Cotação: * * * * *
♪ Elis Regina Carvalho Costa (17 de março de 1945 - 19 de janeiro de 1982) - cantora gaúcha que poderia estar festejando hoje 70 anos de vida se há 33 não tivesse saído precocemente de cena por conta de letal mistura acidental de cinzano com cocaína - foi grande. Para muitos, a maior cantora do Brasil desde que o samba é samba pela afinação ímpar, pela antenada musicalidade típica de músicos e pela alma que punha em cada interpretação, mesmo quando parecia pautada pela frieza técnica. O jornalista paulistano Julio Maria expõe e ressalta a grandeza de Elis ao longo das 424 páginas de sua biografia da cantora. Lançado oficialmente hoje em São Paulo (SP), Elis Regina - Nada será como antes chegou às livrarias com o aval dos herdeiros da artista - decisão que contribui positivamente para a acalorada discussão sobre a censura prévia de biografias de pessoas públicas. Ao escrever com texto estiloso uma biografia que pode ser considerada definitiva, Julio Maria mostra que é possível fazer um relato verdadeiro da personalidade de um artista - sem maquiar os fatos e sem ocultar os defeitos desse ser, afinal, humano - e, ao mesmo tempo, evidenciar as qualidades artísticas do biografado que, no caso de Elis, eram muitas e únicas. O livro reconta a vida de Elis como ela foi, com todas as mesquinharias cotidianas, todas as traições conjugais - retribuídas pelos maridos da cantora, diga-se - e toda a insegurança absurda que levou a cantora a competir até com a própria a sombra. A decisão de Elis de parar de cantar Romaria - a composição de Renato Teixeira que ela lançara com retumbante sucesso nacional em seu álbum de 1977 - ilustra bem a paranoia de uma cantora de mente atormentada que poderia se sentir ameaçada até por seu próprio repertório (sim, em determinado momento, Elis temeu que Romaria se tornasse maior do que ela). Elis Regina foi grande como cantora desde 1965, ano em que se livrou das imposições da machista indústria fonográfica brasileira - após quatro álbuns iniciais que oscilaram entre rockinhos juvenis e boleros sentimentais - e ingressou na gravadora Philips, passando a gravar música brasileira com o faro apurado para descobrir compositores emergentes (mesmo que tomasse para si ideias de músicas vindas de produtores como Roberto Menescal, o verdadeiro arquiteto do irretocável repertório do álbum Elis, de 1972). Contudo, Elis Regina foi também pequena como qualquer ser humano às voltas com a competitividade profissional e com ódios que se irmanam com amores na cotidana fogueira das paixões. O que Julio Maria faz na biografia - escrita com base em 126 entrevistas inéditas e em extensa pesquisa em material de arquivo - é mostrar Elis Regina com todas suas contradições e com toda sua humanidade. A bem da verdade, outra jornalista, Regina Echeverria, já tinha feito um relato convincente da personalidade controvertida da cantora em excelente biografia, Furacão Elis (Nórdica, 1985), recebida com ira pelos mesmos herdeiros que ora tiveram a corajosa sabedoria de autorizar o livro contundente de Julio Maria. Justiça seja feita: a narrativa apaixonada de Furacão Elis já expusera - também sem maquiagem - os fatos mais relevantes da vida e obra da cantora. O que diferencia uma biografia da outra é que, enquanto Echeverria eventualmente contaminou sua narrativa com a assumida admiração que tinha por Elis (com quem chegou a conviver no exercício do jornalismo), Julio Maria mantém o tempo todo um distanciamento crítico que permite a exposição dos fatos com maior clareza e discernimento. E, justiça também seja feita a Julio, seu livro reconta a vida de Elis com maior riqueza de detalhes. Somente a descrição pormenorizada da última manhã de vida da cantora - assunto da abertura e do fecho do livro - já atesta o exímio trabalho de jornalismo investigativo feito pelo autor para reconstituir os fatos que relata em seu apaixonante livro. Elis Regina - Nada será como antes avança em relação a Furacão Elis pelo detalhismo do autor e pela capacidade de levantar histórias até então inéditas, como o fato de Elis ter inibido o produtor Marco Mazzola a mostrar na gravadora Philips, em meados dos anos 1970, uma fita da então desconhecida cantora e compositora carioca Marina Lima (por ironia do destino, Marina seria lançada na Warner Music em 1979, ano em que Elis ingressou nessa gravadora). Elis não era fácil. Mas Julio Maria tampouco facilitou as coisas para quem prefere imaginar seus ídolos envoltos em aura romantizada. Elis Regina - Nada será como antes é um livro para os fortes. A Pimentinha foi tão ardida que a questão do uso de drogas chega a ser apenas mais um detalhe (até coerente) numa vida pautada pela paixão, pela insegurança e pela grandeza artística. Com outros outubros virão, pode até ser que, daqui a anos ou décadas, apareça outra biografia de Elis que faça jus ao adjetivo definitiva a que um dia fez jus o bravo Furacão Elis. Por ora, o livro de Julio Maria se impõe como a fonte mais confiável e completa para quem quer (tentar) entender a vida e alma de Elis Regina Carvalho Costa, essa mulher feita de sombra e tanta luz, essa senhora cantora que muitas vezes virou literalmente a mesa, como que agradecendo ao destino por tudo que a fazia infeliz, mas também única, grande, definitiva, imortal.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Nova biografia reconta história de Elis e sai no dia dos 70 anos da cantora
♪ Trinta anos após a primeira edição da controvertida biografia Furacão Elis (Nórdica, 1985), escrita pela jornalista Regina Echeverria, uma nova biografia de Elis Regina (1945 - 1982) vai chegar ao mercado. Com lançamento programado pela editora Master Books para 17 de março de 2015, dia em que a cantora gaúcha completaria 70 anos de vida, o livro Elis Regina - Nada será como antes é assinado pelo jornalista Julio Maria, repórter de música do jornal O Estado de S. Paulo. Autorizada pelos herdeiros de Elis, a biografia reconta a história da Pimentinha ao longo de 424 páginas, com base em 126 inéditas entrevistas feitas pelo autor e em documentos de arquivo.sábado, 3 de janeiro de 2015
PERSPECTIVA 2015 – Brasil tende a ignorar o nascimento de Elis há 70 anos
♪ PERSPECTIVA 2015 – Como o Brasil tem o costume de celebrar com mais ênfase os aniversários de morte do que os de nascimento de seus ídolos, a tendência é de que o país esqueça ou miniminize os 70 anos de vida que Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945 - São Paulo, 19 de janeiro de 1982) completaria neste ano novo de 2015. Até porque, em 2012, o Brasil lembrou os 30 anos da saída de cena da artista gaúcha - vista em ilustração do álbum Essa mulher (WEA, 1979) - com tributos que destacaram o show em que a cantora Maria Rita, filha de Elis, entoou músicas marcantes do repertório de sua mãe. De certo modo, pode-se afirmar que Elis também completaria 50 anos de carreira em 2015. Afinal, embora a cantora tenha começado a gravar discos em 1960, sua trajetória musical somente seria relevante a partir de 1965, ano em que - ao defender a vitoriosa Arrastão (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) no I Festival de Música Popular Brasileira - Elis Regina se transformou instantaneamente em Elis Regina, após álbuns e compactos incompatíveis com a sua voz e o seu talento. Foi a partir de 1965 que, contratada pela gravadora Philips, a cantora passou a dar voz aos compositores da MPB que surgia naquela era dos festivais. Bom, o fato é que essa mulher, essa senhora cantora, faria 70 anos em 17 de março de 2015. E, ao menos, uma biografia vai ser lançada na data para reiluminar a estrela. Faça-se a festa à altura da voz antenada de Elis Regina Carvalho Costa!
domingo, 27 de julho de 2014
Disco londrino de Elis é contextualizado em livro-CD já posto nas bancas
♪ Em maio de 1969, Elis Regina (1945 - 1982) gravou na capital da Inglaterra um álbum, Elis Regina in London, que foi lançado na Europa naquele mesmo ano de 1969, mas que somente seria editado no Brasil em 1982, após a precoce saída de cena da cantora gaúcha. Com músicas como Zazueira (Jorge Ben Jor, 1968) e Wave (Antonio Carlos Jobim, 1967), Elis Regina in London marca a conexão da artista com o compositor, maestro e arranjador britânico Peter Knight (1917 - 1985), àquela altura já conhecido na Inglaterra por seu trabalho como regente de orquestras ouvidas em séries e filmes britânicos. Nas bancas desde 27 de junho de 2014, o livro-CD Elis Regina in London situa o álbum de 1969 na discografia da artista através de texto assinado pelo editor de Notas Musicais, Mauro Ferreira. O livro é o 20º volume da Coleção Folha O melhor de Elis Regina. Organizada pelo jornalista Carlos Calado, a coleção totaliza 25 volumes, abrangendo 21 álbuns e quatro compilações da cantora.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
Disco em que Elis caiu no suingue de Erlon Chaves é explicado em livro
♪ Elis especial (Philips, 1968) é o disco em que Elis Regina (1945 - 1982) caiu no suingue do maestro paulista Erlon Chaves (1933 - 1974). Já com pleno domínio vocal, a cantora gaúcha - então com 23 anos - dá voz a 17 músicas alocadas em dez faixas. Nas bancas desde 20 de julho de 2014, o livro-CD Elis especial situa o álbum de 1968 na discografia da artista através de texto assinado pelo editor de Notas Musicais, Mauro Ferreira. O livro é o 19º volume da Coleção Folha O melhor de Elis Regina. Organizada pelo jornalista Carlos Calado, a coleção tem 25 volumes, abrangendo 21 álbuns e quatro coletâneas da cantora. Gravado entre 22 de julho e 19 de agosto de 1968, Elis especial é o 11º álbum da (vasta) discografia de Elis Regina.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Coletânea tripla da Decca sugere Ben, Beth, Elis e Gal para trilha de festa
♪ Com o fim do sonho brasileiro de conquistar o hexacampeonato de futebol na Copa do mundo de 2014, a coletânea Brasil! 50 hits - The ultimate party collection perde o sentido nacional, já que não há clima no país para comemorações. De todo modo, a compilação tripla - produzida pela gravadora inglesa Decca e recém-lançada no Brasil via Universal Music - sugere uma trilha sonora (irregular) para uma festa que não necessariamente precisa ter a ver com futebol. Uma trilha feita sob ótica estrangeira, o que explica e justifica a recorrência de gravações de Astrud Gilberto e Sergio Mendes - artistas brasileiros que alcançaram projeção mundial nos anos 1960 - entre fonogramas de Elis Regina (1945 - 1982), Gal Costa, Jorge Ben Jor, Joyce Moreno, Luiz Melodia, Paula Lima, Tim Maia (1942 - 1998) e Zeca Pagodinho, entre outros nomes. Eis os artistas convocados e respectivos 50 hits da seleção da coletânea Brasil!:
2. Jennifer Lopez - On the floor (Radio edit - No rap)
3. Bellini - Samba de janeiro (Radio edit)
4. Pasilda - Afro medusa
5. Junior Jack - E Samba
6. Everything But The Girl - Corcovado (Knee Deep Remix Ben Watt vocal Re-edit)
7. Sergio Mendes - Maracatu atômico (Paul Oakenfold Club Mix)
8. Cidinho & Doca - Rap das armas
9. Bonde Do Role - Solta o frango [Feat. Afra]
10. Gramophonedzie - Brazilian
11. Sergio Mendes - Magalenha (Moto Blanco Extended 2010 Remix) [com Carlinhos Brown]
12. Tania Maria - Come with me (Master at Work Remix)
13. Sergio Mendes - The real thing (Bimbo Jones Remix)
14. Cal Tjader - Soul sauce (Fila Brazilia Remix)
15. Astrud Gilberto - So nice (Summer Samba) (Azari & Iii Remix)
16. Jorge Ben - Taj Mahal
17. Mambo Stars - Barabaratiri
18. Quincy Jones - Soul bossa nova
19. Som Três - Homenagem a mongo
20. Tim Maia - O descobridor dos sete mares
21. Roberto Taufic - Branqueia
22. Sergio Mendes - Magalenha
23. Jorge Ben - Se segura malandro
24. Os Mutantes - A minha menina
25. Beth Carvalho - Coisinha do pai (ao vivo)
26. Gal Costa - Sebastiana
27. Astrud Gilberto - Bim bom (Psapp Remix)
28. Elis Regina - Jogo de roda
29. Roberto Menescal e seu Conjunto - Surfboard
30. Mongo Santamaria - Watermelon man
31. Gal Costa - Aquarela do Brasil
32. Roberto Taufic - Batuqueixo
33. Stan Getz - The Girl From Ipanema [com Antonio Carlos Jobim]
34. Spanish Flea Sergio Mendes & Brasil '66 - One note samba
35. Tania Maria - Come with me
36. Eliane Elias - Toda menina baiana
37. Joyce Moreno - Aldeia de Ogum
38. Bossa Três - Não me diga adeus
39. As Meninas - Brasil (Medley)
40. Sergio Mendes & Brasil '66 - Pais tropical
41. Luiz Melodia - Um toque
42. Sergio Mendes & Brasil '66 - Upa neguinho
43. Astrud Gilberto - Here's that rainy day (Koop Remix)
44. Zeca Pagodinho - Jiló com pimenta
45. Astrud Gilberto - Água de beber [com Antonio Carlos Jobim]
46. Paula Lima - Meu guarda-chuva
47. Sergio Mendes & Brasil '66 - Festa
48. Elis Regina - Águas de março
49. Astrud Gilberto - Berimbau
50. Stan Getz - Desafinado [com Antonio Carlos Jobim]
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Disco gravado por Elis para Brasil em 1969 é dissecado em livro com CD
♪ Nas bancas desde 6 de julho de 2014, o livro-CD Elis, como & porque situa o álbum de 1969 na discografia de Elis Regina (1945 - 1982) com texto assinado pelo editor de Notas Musicais, Mauro Ferreira. O livro é o 17º volume da Coleção Folha O melhor de Elis Regina. Organizada pelo jornalista Carlos Calado, a coleção tem 25 volumes, abrangendo 21 álbuns e quatro coletâneas da cantora gaúcha. Elis, como e porque (Philips, 1969) é, dos três álbuns gravados por Elis naquele (produtivo) ano de 1969, o único LP dirigido ao mercado fonográfico brasileiro.
sábado, 21 de junho de 2014
Fatboy Slim põe Ben, Elis, Gil e Joyce em sua pista no duplo 'Bem Brasil'
♪ O DJ e músico britânico Norman Cook - conhecido no universo pop pelo nome artístico de Fatboy Slim - está de olho no lance. No CD Fatboy Slim presents Bem Brasil, lançado pela Universal Music neste mês de junho de 2014 para pegar carona na mídia sobre a Copa do Mundo disputada no Brasil, o DJ põe na sua pista gravações de André Abujamra, Bebeto, Elis Regina (1945 - 1982), Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Joyce Moreno e MPB-4. Contudo, Fatboy Slim não assina o set sozinho. Para fazer os 20 remixes que compõem Bem Brasil, Slim arregimentou colegas DJs e produtores como Felguk, DJ Fresh, DJ Marky, Doorly, Joey Negro, NERVO, Psychemagik e Yousef. O disco é duplo e conceitual. No CD 1, Para noite, o foco são os sons das raves, das festas noturnas em praias e das boates das metrópoles. É nesse clima noturno que se ambientam os remixes de Taj Mahal (Jorge Ben Jor, 1972) - assinado por Felguk, duo de origem carioca formado pelos DJs e produtores Felipe Lozinsky e Gustavo Rozenthal - e de O cavaleiro e os moinhos (João Bosco e Aldir Blanc, 1976). Nessa música de força política lançada no roteiro do show Falso brilhante (1975) e ora trazida para a pista pelo DJ britânico Yousef, Elis se valia dos versos metafóricos de Aldir Blanc para bradar que iria ter fim a opressão da ditadura que abafava os ares do Brasil desde 1964. No CD 2, Para dia, a intenção do DJ foi fazer um som em sintonia com o clima mais ensolarado e relaxante dos barzinhos e das praias. É nessa clima que o paulistano DJ Marky remixa a gravação de Agiborê (Tom e Dito, 1972) feita pelo grupo MPB-4 para seu álbum Cicatrizes (Philips, 1972). E que o duo britânico Psychemagik - representante da nova cena dance - reprocessa o suingue de Aldeia de Ogum, música de Joyce Moreno, lançada pela cantora e compositora carioca em seu álbum Feminina (EMI-Odeon, 1980). Nome recorrente nas pistas europeias desde os anos 1990, Joyce - a propósito - é erroneamente creditada em Bem Brasil como uma das autoras de Princesa negra de Angola, música de Bebeto e Dhema, lançada pelo paulistano Bebeto em seu álbum Esperanças mil (Copacabana, 1977) e remixada pelo DJ Doorly. Duas gravações de Gilberto Gil, Maracatu atômico (Jorge Mautner e Nelson Jacobina, 1973) e Toda menina baiana (Gilberto Gil, 1979), também figuram no CD Para dia em remixes assinados por Greg Wilson com Derek Kaye e pelo DJ britânico Ashley Beedle, respectivamente. Com repertório completado por músicas inéditas de autoria dos DJs e produtores (Carl Cox, por exemplo, contribui com Keepee uppee), Bem Brasil tem o mérito de pôr em campo um som eletrônico produzido a partir do suingue brasileiro, valorizando mais o país do que o álbum oficial da Copa.
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Coletânea 'Tabelinha eles x elas' revive a jogada de Pelé em cima de Elis
Em 1969, então no auge da forma como jogador de futebol, o mineiro Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, fez marcação cerrada em cima de Elis Regina (1945 - 1982). Até que a cantora concordou em gravar com o jogador duas músicas, Perdão, não tem e Vexamão, que - uma vez lançadas em compacto pela gravadora Philips - comprovaram que Pelé era um tremendo perna-de-pau como cantor e compositor. Mas a tabelinha ilustre está na história da MPB e - 45 anos depois - está na linha de frente da coletânea Tabelinha eles x elas, lançada pela gravadora Universal Music neste mês de maio de 2014, no embalo da realização da Copa do Mundo no Brasil. O CD compila 15 duetos entre cantores e cantoras de gerações e estilos diversos, a maioria do universo da MPB. Eis a boa seleção da coletânea Tabelinha eles x elas:
1. Perdão, não tem - Pelé & Elis Regina (1969)
2. Noite dos mascarados - Gilberto Gil & Nara Leão (1967)
3. Sinal fechado (ao vivo) - Chico Buarque & Maria Bethânia (1975)
4. Que pena (Ela já não gosta mais de mim) - Caetano Veloso & Gal Costa (1969)
5. Águas de março - Antonio Carlos Jobim & Elis Regina (1974)
6. Tema de amor de Gabriela - MPB-4 & Nana Caymmi (1984)
7. Detalhes - Erasmo Carlos & Gal Costa (1980)
8. Você - Fagner & Nara Leão (1973)
9. Por causa de você, menina - Jorge Ben Jor & Ivete Sangalo (1999)
10. O gosto do amor - Luiz Gonzaga Jr. & Gal Costa (1978)
11. Vai levando (ao vivo) - Caetano Veloso & Maria Gadú (2011)
12. Pensando em nós dois - Seu Jorge & Ivete Sangalo (2010)
13. Relicário - Nando Reis & Cássia Eller (2001)
14. Vexamão - Pelé & Elis Regina (1969)
Faixa-bônus da edição digital do iTunes:
15. Coisa da antiga - Zeca Pagodinho & Mariene de Castro (2013)
domingo, 27 de abril de 2014
Maria Rita cita mainha Elis via Gil no roteiro feliz do show 'Coração a batucar'
♪ É de forma sutil, através de samba de Gilberto Gil, que Maria Rita evoca a mãe, Elis Regina (1945 - 1982), no roteiro de Coração a batucar, show que estreou oficialmente no Rio de Janeiro (RJ) em apresentação iniciada aos primeiros minutos deste domingo, 27 de abril de 2014, na Fundição Progresso. O samba de Gil é Ladeira da preguiça, lançado por Elis em 1973. No roteiro, Ladeira da preguiça é cantado por Maria Rita após Mainha me ensinou (Arlindo Cruz, Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2014), samba que sucede Cria (Serginho Meriti e César Belieny, 2007) em link sagaz que, sem discursos, expõe emoções da cantora como mãe de dois filhos e como filha, herdeira do legado imortal de Elis. Sem se desviar do samba em nenhuma das 24 músicas, o coeso roteiro de Coração a batucar ganhou um segundo bis na estreia carioca - com a reprise de É corpo, é alma, é religião (Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto, 2014) - mas foi rigorosamente o mesmo seguido por Maria Rita na pré-estreia de Coração a batucar em apresentação feita pela cantora em 12 de abril na Choperia do Gordo, situada na cidade de Lorena (SP). Eis o roteiro seguido em 27 de abril de 2014 por Maria Rita - em foto de Rodrigo Goffredo - na apresentação que eletrizou o público carioca que assistiu ao show na Fundição Progresso, situada na efervescente Lapa, o bairro boêmio do Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ):
1. É corpo, é alma, é religião (Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto, 2014)
2. Cara valente (Marcelo Camelo, 2003)
3. Maltratar não é direito (Arlindo Cruz e Franco, 2007)
4. Abre o peito e chora (Serginho Meriti, Rodrigo Leite e Cauíque, 2014)
5. Rumo ao infinito (Arlindo Cruz, Marcelinho Moreira e Fred Camacho, 2014)
6. O que é o amor (Arlindo Cruz, Maurição e Fred Camacho, 2007)
7. Fogo no paiol (Rodrigo Maranhão, 2010)
8. Bola pra frente (Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2014)
9. Saco cheio (Dona Fia e Marcos Antônio, 1981)
10. Comportamento geral (Gonzaguinha, 1972)
11. E vamos à luta (Gonzaguinha, 1980)
12. Maria do Socorro (Edu Krieger, 2007)
13. No meio do salão (Magnu Souza, Maurílio de Oliveira e Everson Pessoa, 2014)
14. Coração a batucar (Davi Moraes e Alvinho Lancellotti, 2011)
15. Cria (Serginho Meriti e César Belieny, 2007)
16. Mainha me ensinou (Arlindo Cruz, Xande de Pilares e Gilson Bernini, 2014)
17. Ladeira da preguiça (Gilberto Gil, 1973)
18. No mistério do samba (Joyce Moreno, 2014)
19. Num corpo só (Arlindo Cruz e Picolé, 2007)
20. Coração em desalinho (Mauro Diniz e Ratinho, 1986)
21. Meu samba, sim, senhor (Fred Camacho, Marcelinho Moreira e Leandro Fab, 2014)
22. Tá perdoado (Arlindo Cruz e Franco, 2007)
Bis:
23. Do fundo do nosso quintal (Jorge Aragão e Alberto Souza, 1987)
24. O homem falou (Gonzaguinha, 1985)
Bis 2:
25. É corpo, é alma, é religião (Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto, 2014)
sábado, 22 de março de 2014
Coleção 'O melhor de Elis Regina' põe nas bancas discos da fase Philips
Com lançamento programado para 23 de março de 2014, a Coleção Folha - O melhor de Elis Regina vai repor nas bancas reedições de 21 álbuns e quatro coletâneas da cantora gaúcha Elis Regina (1945 - 1982). Reapresentados fora de ordem cronológica na coleção organizada pelo jornalista Carlos Calado, os 25 discos - todos pertencentes ao catálogo da Universal Music, gravadora herdeira do acervo da Philips, companhia que editou os álbuns da intérprete de 1965 a 1978 - virão encartados em livros com arte padronizada. Tais livros apresentam inéditos textos que analisam cada disco e o contextualizam na vida e obra da cantora, além de reproduções de trechos de entrevistas de Elis. Nas bancas de 23 de março a 31 de agosto de 2014, os discos da coleção compreendem a parte mais expressiva da discografia de Elis, que começou a se transformar na maior cantora do Brasil a partir de seu ingresso na Philips. Quinto álbum de Elis, mas o primeiro gravado na companhia, Samba eu canto assim (1965) abre a coleção, sendo vendido juntamente - com preço promocional de R$ 16,90 - com Elis (1974), um dos títulos mais cultuados da discografia da cantora. Dos 21 álbuns, somente Elis especial - lançado em 1979 à revelia da cantora com sobras inéditas de discos anteriores - não integra a discografia oficial da artista, embora tenha sido editado na época como se fosse um LP inédito de Elis. Editor do blog Notas Musicais, Mauro Ferreira assina os textos dos álbuns Elis especial (1968), Elis, como e porquê (1969) e Elis in London (álbum de 1969, gravado e lançado na Inglaterra, tendo sido editado no Brasil somente em 1982), além dos textos dos dois volumes da compilação No céu da vibração, produzida pelo pesquisador Rodrigo Faour para ser embalada na caixa Elis anos 70, editada pela Universal Music em 2012 com reedições de álbuns de Elis. É possível adquirir a coleção completa com caixa (opcional) para abrigar os CDs.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Musical sobre Elis inspira coletânea dupla com 26 gravações da cantora
Musical sobre Elis Regina (1945 -1982) que tem estreia programada para 8 de novembro de 2013, no Rio de Janeiro (RJ), Elis A musical inspirou a gravadora Universal Music - detentora dos fonogramas gravados pela cantora gaúcha na Philips entre 1965 e 1978 - a lançar coletânea inédita da artista. Nas lojas a partir de 19 de novembro, Elis A musical rebobina 26 gravações escolhidas por João Marcello Bôscoli, filho da cantora, em seleção que abrange fonogramas das gravadoras Warner Music, EMI Music (companhia encampada pela Universal Music neste ano de 2013) e Som Livre. Em parceria com Carlos Freitas, do estúdio Classic Master, João Marcello cuidou das novas masterizações das 26 gravações, reprocessadas para essa compilação dupla a partir de suas masters originais. Eis - na ordem - as 26 músicas da compilação Elis A musical:
CD 1
1. Arrastão (1965)
2. Menino das laranjas (1965)
3. Upa, Neguinho (1967)
4. Wave (1969)
5. Vou deitar e rolar (1970)
6. Não tenha medo (1970)
7. Falei e disse (1971)
8. Madalena (1971)
9. Nada será como antes (1972)
10. Atrás da porta (1972)
11. Casa no campo (1972)
12. Dois pra lá, dois pra cá (1974)
13. Só tinha de ser com você (1974)
14. Águas de março (1974)
CD 2
1. Fascinação (1976)
2. Como nossos pais (1976)
3. Querelas do Brasil (1978)
4. O bêbado e a equilibrista (1979)
5. O trem azul (1980)
6. Alô, alô, Marciano (1980)
7. Maria, Maria (1980)
8. As aparências enganam (1980)
9. Aos nossos filhos (1980)
10. Canção da América (1980)
11. Redescobrir (1980)
12. Me deixas louca (1981)
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Vida de Elis é tema de novo musical que vai estrear em novembro no Rio
Onze anos após ter sido tema de controvertido musical protagonizado pela atriz Inez Viana sob a direção de Diogo Vilela, Elis - Estrela do Brasil (2002), a cantora gaúcha Elis Regina (1945 - 1982) vai ter novamente sua vida encenada nos palcos. Musical biográfico que tem estreia prevista para novembro de 2013 no Rio de Janeiro (RJ), Elis - A musical tem texto assinado pelo jornalista e compositor Nelson Motta com a roteirista Patrícia Andrade. A direção vai ser de Dennis Carvalho. Testes concorridos estão sendo feitos para a escolha do elenco, inclusive da atriz que vai interpretar a Pimentinha - vista aqui no traço de Caio Borges - no espetáculo.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Coletânea de Elis é vendida como álbum em box da Original album series
Produzido pela Rhino Records e lançado em escala mundial pela Warner Music neste ano de 2013, inclusive no Brasil, o box dedicado a Elis Regina (1945 - 1982) na coleção Original album series embala coletânea como se fosse álbum, traindo o conceito original da série criada pela Rhino. A compilação póstuma Elis por ela - lançada em 1992 pela gravadora Warner nos formatos de LP e CD - é vendida como se fosse um álbum somente para completar os cinco títulos exigidos pelo padrão da série, que já peca por omissões de informações essenciais em reedições de discos. Não há, por exemplo, os créditos dos compositores das músicas do álbum ao vivo póstumo Elis vive (1998), que traz a gravação (então inédita) do show feito por Elis em 1979 no Palácio do Anhembi, em São Paulo (SP), na turnê do álbum Essa mulher (1979).
terça-feira, 5 de março de 2013
CD de 'Guerra dos sexos' destaca Marisa, Elis e duo de Dussek com Elza
Já nas lojas, em edição da gravadora Som Livre, o CD com a trilha sonora nacional da novela Guerra dos sexos veicula a irregular seleção musical da novela exibida às 19h pela TV Globo. Mesmo aquém do padrão Globo de qualidade, a trilha do remake da trama de 1983 destaca gravações de Marisa Monte (Aquela velha canção, faixa mais popular do último álbum da cantora, O que você quer saber de verdade), Rita Lee (Rapaz, fonograma do álbum Reza), Célia (Nosso amor) e Elis Regina (1945 - 1982), presente no disco com Comigo é assim, sobra de seu álbum Elis, como e porque (1969), lançada em 2012. O CD Guerra dos sexos apresenta gravação inédita do ator e cantor Daniel Boaventura - São Paulo, São Paulo (Oswaldo Fagnani, Mario Manga e e Marcelo Galbetti), registrada para a novela - e traz dueto de Eduardo Dussek com Elza Soares em Vem que tem, tema da lavra bem-humorada de Dussek.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
'Elis por Eles' celebra Elis com time masculino que inclui Catto e Lenine
Arquitetado por Pedro Mariano com produção musical de Otávio de Moraes, o registro do tributo masculino a Elis Regina (1945 - 1982) - gravado ao vivo em show no Teatro Positivo, em Curitiba (PR), em 2 de agosto deste ano de 2012 - vai chegar às lojas em dezembro em CD e DVD distribuídos pela Microservice. Doze cantores, uma dupla sertaneja (Chitãozinho & Xororó) e um grupo vocal (Roupa Nova) dão vozes a músicas gravadas pela cantora, morta há 30 anos. Intitulado Elis por Eles, O tributo de Pedro Mariano - um dos três filhos de Elis - vem somar a Redescobrir, CD, DVD e blu-ray recém-lançados por Maria Rita com o registro ao vivo do show (originalmente) intitulado Viva Elis. Eis as músicas e os intérpretes de Elis por Eles:
1. Abertura - Otávio de Moraes
2. Upa Neguinho / Arrastão - Jair Rodrigues
3. Mestre Sala dos Mares - Jorge Vercillo
4. Nada Será Como Antes - Moska
5. Tatuagem - Filipe Catto
6. Só Tinha De Ser Com Você - Emílio Santiago
7. Dois Pra Lá Dois Pra Cá - Cauby Peixoto - Faixa gravada em estúdio
8. Casa No Campo - Roupa Nova
9. Atrás da Porta - Lenine
10. Amor Até o Fim - Diogo Nogueira
11. Cai Dentro - Seu Jorge
12. Madalena - Jair Oliveira
13. Aprendendo a Jogar - Rogério Flausino
14. Como Nossos Pais - Chitãozinho & Xororó
15. O Bêbado e a Equilibrista - Pedro Mariano
16. Redescobrir - Todos
Assinar:
Postagens (Atom)


















