Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


Mostrando postagens com marcador Maria Alcina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maria Alcina. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Alcina procura repertório carnavalesco para EP com quatro músicas inéditas

Maria Alcina está buscando músicas carnavalescas. A cantora mineira planeja gravar no segundo semestre deste ano de 2016 um EP com quatro inéditas músicas do gênero. Arquitetado com a intenção de animar a folia de 2017, o disco - a ser produzido por Thiago Marques Luiz - está em fase de seleção de repertório. Alcina já está ouvindo músicas recebidas de todo o Brasil, mas ainda procura mais composições de espirito folião para fechar o repertório do disco. Compositores interessados em enviar músicas para Maria Alcina devem fazê-lo através de e-mail (producaomariaalcina@gmail.com).

sábado, 3 de outubro de 2015

Eis a capa do primeiro DVD de Maria Alcina, gravado com Ney e Karina Buhr

Esta é a capa do primeiro DVD da cantora Maria Alcina, De normal bastam os outros, batizado com o mesmo título do álbum lançado em janeiro de 2014. Dirigido por Rafael Saar e Thiago Brito, o DVD exibe - em tom documental - o show produzido por Thiago Marques Luiz e gravado em 6 de julho de 2014 em apresentação da artista mineira no Auditório Ibirapuera, em São Paulo (SP). Com distribuição da Eldorado, o DVD será lançado pela gravadora Nova Estação em novembro de 2015 - mês em que o Canal Brasil (braço da produção erguida em parceria com a Dilúvio Produções, empresa de Saar, e com a Nova Estação) exibirá o DVD. Karina Buhr figura no DVD em Cocadinha de sal (2014), música de sua autoria, feita para o CD de Alcina. Felipe Cordeiro entra em cena em Fogo da morena (2011), composição de sua lavra. Já Anastácia participa de Concurso de bicho, parceria sua com Liane, lançada por Alcina no CD De normal bastam os outros. Já o dueto com Ney Matogrosso em Bigorrilho (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil, 1963) - sucesso do cantor carioca Jorge Veiga (1910 - 1969) no Carnaval de 1964 - vai ser visto no DVD em meio aos números do show,  embora o clipe com Ney tenha sido gravado em estúdio,  sob a direção de Saar.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Sapeca, Alcina mostra no Rio que, aos 65, ainda é uma menina em cena

Resenha de show
Título: De normal bastam os outros
Artista: Maria Alcina (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Theatro Net Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 10 de junho de 2014
Cotação: * * * *

O fogo da morena Maria Alcina no palco do Theatro Net Rio foi tanto que, aos poucos, a cantora mineira esquentou o público que assistiu à estreia carioca de seu arretado show De normal bastam os outros em 10 de junho de 2014. Os grooves contemporâneos reproduzidos pela banda - com base na direção musical dada pelo (ausente) guitarrista Rovilson Pascoal ao disco homônimo do show - criaram um som dançante que pedia uma pista para o público tirar mais proveito da apresentação. Só que ela - a cantora - é Alcina. Uma sapeca, uma moleca, uma menina de 65 anos que driblou as adversidades - como o cancelamento da anunciada participação de Ney Matogrosso horas antes da apresentação (por conta de resistente rouquidão que abafou a voz do cantor) - e ganhou a plateia, fazendo jus aos versos de Zeca Baleiro em Eu sou Alcina (2014), música que abriu o show assim como abre o disco De normal bastam os outros (Nova Estação, 2014), produzido por Thiago Marques Luiz. Alcina sempre foi Alcina. Tanto que lançou álbuns arrojados como Agora (Outros Discos, 2003 - com o grupo Bojo) e Maria Alcina, confete e serpentina (Outros Discos, 2009). Contudo, nenhum deles teve a força do atual De normal bastam os outros, álbum que revigorou a carreira da artista e a recolocou na pista - e na mídia - com mix azeitado de regravações sagazes e inéditas de nomes da cena pop contemporânea (como Arnaldo Antunes, Karina Buhr e o já mencionado Zeca Baleiro) - tudo envolvido em sonoridade moderna que, na medida certa, combina arrojo sem deixar de ser popular. O show é fiel à estética do disco, soando contemporâneo, mas não hermético. Alcina, afinal, joga para a galera desde que surgiu em 1972 com a bela defesa de Fio maravilha (Jorge Ben Jor, 1972) - lance genial do craque Zé Pretinho - no campo de batalha do VII e último Festival Internacional da Canção (FIC). Fio maravilha, claro, está no roteiro do show, com suingue, cacos, divisões novas e a certeza de que Alcina não está apegada ao passado no show De normal bastam os outros. Em sua maioria, as músicas do disco são inéditas em sua voz - caso de O chefão (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), que impõe em cena toda sua força metafórica, mesmo com a ausência sentida do trompete de Guizado, convidado da gravação. Aliás, músicas como De normal bastam os outros (2014) - a inédita de Arnaldo Antunes que batiza disco e show - e Sem vergonha (Jorge Ben Jor, 1992) ganham vida e suingue no show. Assim como Nhém nhém nhém (Totonho, 2001), com seus ecos de Lenine e Zé Ramalho. Degustada no Rio com a adesão de sua compositora Karina Buhr, convidada extraoficial da apresentação carioca, Cocadinha de sal (2014) é enredada na segunda parte pela trama dos tambores da percussionista Michele Abu, evocando sons do Recife e arredores. A partir do carimbó Fogo da morena (Felipe Cordeiro, 2014), linkado espertamente com Bacurinha (tradicional tema sacana gravado por Alcina em compacto de 1980), o show tem elevadas a temperatura e a empatia popular. É quando a sapeca cantora repõe em cena, com histrionismo e boa dose de eletrônica, músicas de clima forrozeiro e de duplo sentido - gênero abraçado pela artista nos anos 1980, década do sucesso Prenda o Tadeu (Antônio Sima e Clemilda, 1985), alocado no roteiro ao lado de Concurso de bichos (2014), a inédita fornecida por Anastácia (com a parceira Liane) para o CD De normal bastam os outros. Ao fim de Concurso de bichos, a banda esboça batidão típico do funk carioca para Alcina saudar as cachorras dos bailes da pesada. Na sequência, Bigorrilho (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil, 1964) -  samba-coco que fez sucesso na voz do cantor carioca Jorge Veiga (1910 - 1979) - mantém o tom arretado, com Alcina usando e abusando do corpo em coreografias que tangenciam o exagero. No fim, as marchas Dionísio, Deus do vinho e do prazer (Péricles Cavalcanti, 2013) e Alô, alô (André Filho, 1934) carnavalizam a apresentação, preparando o clima para o bis em que Alcina cai no samba e na farra com Karina Buhr ao reviver seu sucesso Kid Cavaquinho (João Bosco e Aldir Blanc, 1974). Altiva, montada com figurino em sintonia com sua figura espevitada, Alcina mostra no show De normal bastam os outros - assim como no CD homônimo - que a alegria é sua sina. Aos 65 anos, Maria Alcina é uma menina em cena.

Em fogoso show no Rio, Alcina cai no samba e na farra com Karina Buhr

O convidado oficial da estreia carioca do show De normal bastam os outros, de Maria Alcina, era Ney Matogrosso. Só que, rouco, o cantor foi obrigado a cancelar horas antes sua participação na apresentação feita pela cantora mineira no Theatro Net Rio na noite de ontem, 10 de junho de 2014. Embora seu nome nunca tivesse sido anunciado no material promocional do show, Karina Buhr - que tinha vindo ao Rio de Janeiro (RJ) participar de programa de televisão - já ia mesmo participar em caráter extraoficial da apresentação concebida, como disse Alcina ao público, para "fazer farra". Pois Buhr caiu na farra e no samba com Alcina no efusivo show que contagiou a plateia. De início, a cantora e compositora baiana de criação pernambucana entrou em cena para cantar com Alcina Cocadinha de sal, a música que fez para o CD De normal bastam os outros (Nova Estação, 2014) - o disco produzido por Thiago Marques Luiz que gerou o show e que revigorou a carreira de Alcina neste primeiro semestre de 2014 com excelentes críticas e generosos espaços na mídia.  Mas Buhr voltou no bia e sambou como uma cabrocha enquanto dividia com a anfitriã a interpretação de Kid cavaquinho (João Bosco e Aldir Blanc, 1974), sucesso de Alcina na fase inicial da carreira fonográfica da artista mineira. Eis o roteiro seguido por Maria Alcina - com Karina Buhr na foto de Rodrigo Goffredo - na estreia carioca do (fogoso) show De normal bastam os outros:

1. Eu sou Alcina (Zeca Baleiro, 2014)
2. De normal bastam os outros (Arnaldo Antunes, 2014)
3. Sem vergonha (Jorge Ben Jor, 1992)
4. O chefão (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
5. Nhém nhém nhém (Totonho, 2001)
6. Segura esse samba, Ogunhê (Osvaldo Nunes, 1969) /
    Dondoca (Adoniran Barbosa e Hervê Cordovil, 1972)

7. Não se avexe, não (Haydée de Paula e Chico Anysio, 1959)
8. Fio maravilha (Jorge Ben Jor, 1972)
9. Cocadinha de sal (Karina Buhr, 2014) - com Karina Buhr
10. Fogo da morena (Felipe Cordeiro, 2011) /
      Bacurinha (tema tradicional gravado por Alcina em 1980)

11. Concurso de bichos (Anastácia e Liane, 2014)
12. Prenda o Tadeu (Antônio Sima e Clemilda, 1985)
12. Bigorrilho (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil, 1964)
14. Dionísio, Deus do vinho e do prazer (Péricles Cavalcanti, 2013)
15. Alô, alô (André Filho, 1934)
Bis:
16. Kid cavaquinho (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Alcina vai gravar DVD com participações de Anastácia, Felipe e Guizado

♪ A cantora mineira Maria Alcina - em foto de Jardiel Carvalho - vai gravar seu primeiro DVD, no embalo da excelente repercussão do álbum De normal bastam os outros (Nova Estação, 2014), produzido por Thiago Marques Luiz. O registro audiovisual do show De normal bastam os outros vai ser feito sob a direção de Rafael Saar em apresentação agendada para 6 de julho de 2014 no Auditório Ibirapuera, em São Paulo (SP). Já estão confirmadas as participações de Anastácia, Felipe Cordeiro e Guizado. Marques Luiz articula a participação de Ney Matogrosso em número adicional que será alocado nos extras do DVD. Gravação também gera CD ao vivo.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

CD 'De normal bastam os outros' reitera a alegria e a sina de Maria Alcina

Resenha de CD
Título: De normal bastam os outros
Artista: Maria Alcina
Gravadora: Nova Estação / Eldorado / NovoDisc
Cotação: * * * * 1/2

A dose de loucura sugerida pelo título De normal bastam os outros poderia ser maior para que o disco ficasse em total sintonia com seu nome, mas ainda assim o oitavo álbum de Maria Alcina está à altura do talento, da importância e do potencial dessa cantora mineira que irrompeu na música brasileira em 1972 como as lavas de um vulcão em erupção, defendendo no seu tom carnavalizante Fio maravilha (1972) - música de Jorge Ben em fase áurea - na sétima e última edição do Festival Internacional da Canção (FIC). É bem verdade que, há cinco anos, a cantora já tinha reposto seu bloco na rua com o brilhante álbum Maria Alcina, confete e serpentina (Outros discos, 2009), gravado pela artista sem nostalgia de sua modernidade tropicalista, mas também sem a merecida visibilidade já alcançada por este atual CD, idealizado em fevereiro de 2012 pelo produtor Thiago Marques Luiz para celebrar os 40 anos de carreira da artista. Foram dois anos entre a ideia do álbum e a efetiva distribuição do CD nas lojas, na segunda quinzena deste mês de fevereiro de 2014, pela Eldorado / NovoDisc. Ao longo desse dois anos, a edição do disco migrou da Lua Music (gravadora para a qual foi idealizado em 2012) para a Joia Moderna (a gravadora do DJ Zé Pedro) e terminou sendo editado via Nova Estação, o selo paulista aberto, em 2013, pelo produtor Thiago Marques Luiz. 

Os 40 anos de carreira de Maria Alcina já são obviamente 42. Mas o acréscimo de dois anos é irrelevante, pois De normal bastam os outros se desvia da linha retrospectiva, ainda que, das 13 músicas de seu repertório, somente quatro sejam inéditas. É cantando a capella, em tom que remete aos cantadores nordestinos, que a intérprete dá voz a uma dessas inéditas, Eu sou Alcina, na abertura do disco. Presente do compositor maranhense Zeca Baleiro, Eu sou Alcina molda o autorretrato da cantora com melodia sapeca como seus versos, tradutores do espírito moleque da artista. Na sequência, De normal - outra inédita, esta composta por Arnaldo Antunes para a cantora - sugere em sua introdução anarquia dissonante que não se desenvolve ao longo do arranjo de clima indie roqueiro do guitarrista Rovilson Pascoal, diretor do disco. O palavrão solto ao fim da faixa insinua que havia uma loucura represada na gravação. Detalhes que não embaçam o brilho do álbum, pois é justamente por trilhar o caminho da normalidade em tom popular - ainda que à margem desse caminho - que De normal bastam os outros se impõe como o disco que mais remete aos dois primeiros álbuns da artista, ambos intitulados Maria Alcina e lançados em 1973 e em 1974 via Continental. Destaque do CD, o toque sonoro do trompete de Guizado é o traço mais marcante - e o que imprime contemporaneidade - à regravação de Sem vergonha, música de Jorge Ben Jor lançada por Alcina em Bucaneira, pouco ouvido CD lançado em 1992 por via independente. O trompete de Guizado, aliás, volta a aparecer - ainda com mais força - numa das regravações mais bem sacadas do disco, O chefão, música obscura de João Bosco e Aldir Blanc, lançada pela cantora paulista Marlene no álbum de 1974 que registrou seu show Te pego pela palavra.

Mineira arretada, Alcina encarna a Leoa do Norte ao dar voz a Nhém nhem nhém (Totonho, 2001) em gravação de arranjo limpo que evidencia a ótima forma da voz grave da cantora, prestes a fazer 65 anos, em abril de 2014. É com essa voz enérgica, serelepe, que Alcina cai no suingue de Segura esse samba, Ogunhê (Osvaldo Nunes, 1969) em clima de samba-rock evidenciado pelo toque da guitarra cortante de Rovilson Pascoal. A faixa embute trecho do samba Dondoca (Adoniran Barbosa e Hervê Cordovil, 1972). É quase uma citação que deixa a sensação de que a música irreverente de Adoniran Barbosa (1910 - 1982) poderia render mais se tivesse merecido faixa exclusiva. Recorrente nos arranjos, o toque da guitarra de Rovilson sublinha o tom maroto de Não se avexe, não (Haydée de Paula e Chico Anysio, 1959), baião lançado na voz mais comportada de Dolores Duran (1930 - 1959). Alcina, aliás, sempre aproveitou bem as possibilidades dos temas nordestinos de ardis e duplo sentido. A cantora deita e rola com Ney Matogrosso nos versos maliciosos de Bigorrilho (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil, 1964), samba-coco que fez sucesso na voz do cantor carioca Jorge Veiga (1910 - 1979) nos anos 1960. Em linha similar, Concurso de bichos (Anastácia e Liane, 2014) - música inédita gravada com a participação da cantora e compositora pernambucana Anastácia, coautora do tema - investe em trocadilhos ("A ré ganha") típicos do gênero, evocando estilo adotado por Alcina em seu álbum de maior repercussão pós-anos 1970, Prenda o Tadeu (Copacabana, 1985). Em qualquer tom, como arranjador e diretor musical do disco, Rovilson Pascoal alcança seu grande momento em Cocadinha de sal, valorizando a razoável inédita de Karina Buhr com orquestração calcada nos dias de hoje. Em clima mais quente, o carimbó Fogo da morena (Felipe Cordeiro, 2011) eleva a temperatura do disco, finalizado quando a cantora repõe seu bloco na rua com a marchinha Dionísio, Deus do vinho e do prazer (Péricles Cavalcanti, 2013). Quase normal, popular na medida certa e esperada pelo público da cantora, De normal bastam os outros é belo CD que reitera a alegria e a sina de Maria Alcina.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Eis a capa do CD em que Alcina dá voz a Ben Jor e a Péricles Cavalcanti

Esta é a (expressiva) capa do disco comemorativo dos 40 anos de carreira de Maria Alcina, De normal bastam os outros. Nas lojas em janeiro de 2014, com distribuição da gravadora Eldorado, o CD é o segundo título do selo fonográfico Nova Estação, aberto pelo produtor Thiago Marques Luiz. Neste álbum, pilotado por Marques Luiz sob a direção musical do violonista Rovilson Pascoal, a cantora mineira dá voz à música obscura do compositor carioca Jorge Ben Jor - Sem vergonha, já gravada pela própria Alcina em álbum, Bucaneira (1992), de pouca visibilidade - e a tema do compositor carioca Péricles Cavalcanti, Dionísio, deus do vinho e do prazer, entre inéditas feitas para a artista por Arnaldo Antunes (a música-título De normal bastam os outros), Karina Buhr (Cocadinha de sal) e Zeca Baleiro (Eu sou Alcina). Eis as 13 músicas do disco De normal bastam os outros, que tem participação de Ney Matogrosso:

1. Eu sou Alcina (Zeca Baleiro, 2014)
2. De normal bastam os outros (Arnaldo Antunes, 2014)
3. Sem vergonha (Jorge Ben Jor, 1992)
4. Nhém nhém nhém (Totonho, 2001)
5. Segura esse samba, Ogunhê (Osvaldo Nunes, 1969) /

    Dondoca (Adoniran Barbosa e Hervê Cordovil, 1972)
6. Não se avexe, não (Haydée de Paula e Chico Anysio, 1959)
7. Bigorrilho (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil, 1964) - com Ney Matogrosso
8. O Chefão (João Bosco e Aldir Blanc, 1974)
9. Cocadinha de sal (Karina Buhr, 2014)
10. Fogo da morena (Felipe Cordeiro, 2011)
11. Concurso de bichos (Anastácia e Liane, 2014)
12. Dionísio, Deus do vinho e do prazer (Péricles Cavalcanti, 2013)

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Selo Nova Estação sintoniza mercado via CDs de Alcina, Ângela e Cauby

Mais um selo indie chega ao mercado fonográfico brasileiro. Produtor paulista já desvinculado da gravadora Lua Music, por onde editou nos últimos anos os discos que idealizou e formatou, Thiago Marques Luiz abriu na cidade de São Paulo (SP) seu selo Nova Estação. Os dois primeiros lançamentos do selo Nova Estação - os discos De normal bastam os outros (projeto criado para celebrar os 40 anos de carreira da cantora mineira Maria Alcina) e Reencontro (terceiro álbum gravado por Ângela Maria com Cauby Peixoto) - vão chegar às lojas com distribuição da reativada gravadora Eldorado. Os álbuns de Maria Alcina e de Ângela Maria com Cauby Peixoto - vistos em foto de Jardiel Carvalho - serão lançados neste mês de dezembro de 2013, que terá shows de Ângela & Cauby, mas estarão efetivamente nas lojas a partir de janeiro de 2014.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Alcina grava sucesso de Jorge Veiga com Ney para CD de seus 40 anos

Sucesso do cantor carioca Jorge Veiga (1910 - 1979) em 1964, o samba-coco Bigorrilho (Paquito, Sebastião Gomes e Romeu Gentil) ganhou as vozes de Maria Alcina e Ney Matogrosso (em foto de Rafael Saar). O dueto foi gravado no Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 7 de outubro de 2013, para o disco comemorativo dos 40 anos de carreira da cantora mineira. Produzido por Thiago Marques Luiz, o disco iria se chamar Eu sou Alcina - nome da música inédita composta por Zeca Baleiro para a artista - mas teve seu título trocado para De normal bastam os outros, nome da também inédita música dada por Arnaldo Antunes para Alcina. O repertório inclui Cocadinha de sal (inédita de Karina Buhr), Fogo da morena (Felipe Cordeiro, 2011), Galo garnizé (Luiz Gonzaga e Antonio Almeida, 1943), O chefão (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) e Não se avexe, não (Haydée de Paula e Chico Anysio, 1959), entre outros temas. A intenção do produtor Thiago Marques Luiz é lançar o CD de Alcina ainda neste ano de 2013.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Joia Moderna vai editar CD em que Alcina canta Arnaldo, Buhr e Baleiro

Caberá ao DJ Zé Pedro editar por sua antenada gravadora Joia Moderna o disco Eu sou Alcina, idealizado em 2012 para festejar os 40 anos de carreira de  Maria Alcina. Com a saída do produtor Thiago Marques Luiz da Lua Music, a gravadora liberou o CD da cantora mineira para a Joia Moderna. Gravado neste primeiro semestre de 2013, com direção musical do violonista Rovilson Pascoal, Eu sou Alcina alinha no repertório músicas inéditas de Arnaldo Antunes (De normal bastam os outros), Karina Buhr (Cocadinha de sal) e Zeca Baleiro (Eu sou Alcina, a composição que dá título ao CD produzido por Thiago Marques Luiz) - todas feitas para Alcina.

P.S. de 1º de setembro de 2013: por questões de ordem pessoal, o DJ Zé Pedro desistiu de editar por sua gravadora Joia Moderna o CD dos 40 anos de carreira de Maria Alcina. 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

CD dos 40 anos de carreira de Alcina tem inédita de Buhr e duo com Ney

Previsto de início para ser gravado e lançado neste ano de 2012, a tempo de comemorar os 40 anos de carreira de Maria Alcina, o disco Eu Sou Alcina vai ser efetivamente gravado no primeiro semestre de 2013. A previsão é de que a intérprete entre em fevereiro no estúdio da gravadora paulista Lua Music. Cantora mineira projetada em escala nacional em 1972 ao defender música de Jorge Ben Jor, Fio Maravilha, na sétima edição do Festival Internacional da Canção, a artista ganhou música inédita de Karina Buhr, Cocadinha de sal, para o CD. A música de Buhr se junta às inéditas já enviadas por Arnaldo Antunes (De Normal Bastam Os Outros) e Zeca Baleiro (Eu Sou Alcina, música que dá título ao álbum idealizado pelo produtor Thiago Marques Luiz). Está previsto um dueto de Alcina com Ney Matogrosso em Casamento da Pastora, um tema do folclore nordestino, recolhido pelo Pastoril do Velho Faceta. O repertório já selecionado para o álbum inclui Fogo da Morena (Felipe Cordeiro, 2011), Galo Garnizé (Luiz Gonzaga e Antonio Almeida, 1943), O Chefão (João Bosco e Aldir Blanc, 1974) e Vô Baté Pá Tu (Chico Anysio e Arnaud Rodrigues, 1974). O violonista Rovilson Pascoal assina a direção musical.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Alcina ganha inéditas de Arnaldo e Baleiro para CD de 40 anos de carreira

Em agosto de 2010, Maria Alcina deu voz a músicas de Arnaldo Antunes em show realizado em São Paulo (SP) dentro do projeto Palavra de Paulista. Dois anos depois, o compositor retribui o tributo e dá música inédita, De Normal Bastam Os Outros, para o disco comemorativo dos 40 anos de carreira da cantora mineira, projetada em escala nacional em 1972 ao defender a música Fio Maravilha (Jorge Ben Jor) na sétima e última edição do Festival Internacional da Canção (FIC), transmitida pela TV Globo. Em fase inicial de produção, o CD - idealizado e pilotado por Thiago Marques Luiz - vai se chamar Eu Sou Alcina, nome da música inédita composta por Zeca Baleiro para a intérprete. Com arranjos e direção musical do violonista Rovilson Pascoal, o disco vai trazer no repertório carimbó do cantor e compositor paraense Felipe Cordeiro, Fogo da Morena (2011), e música pouco conhecida da obra de João Bosco com Aldir Blanc, O Chefão, lançada por Marlene em 1974 no LP Te Pego Pela Palavra. De 1974 é também outra música do CD, Vô Baté Pá Tu, primeiro e maior sucesso da dupla Baiano e os Novos Caetanos, formada pelos humoristas Chico Anysio (1931 - 2012) e Arnaud Rodrigues (1942 - 2010). Alcina também vai regravar o choro Galo Garnizé (Luiz Gonzaga e Antônio Almeida), lançado por Luiz Gonzaga (1912-1989) em 1943. CD sai até o fim deste ano de 2012.

terça-feira, 20 de março de 2012

Alcina regrava 'Xamego' para disco que celebra os 100 anos de Gonzaga

A foto flagra Maria Alcina no estúdio da gravadora Lua Music - situado em Moema, bairro da cidade de São Paulo (SP) - durante o registro de Xamego para o disco duplo produzido por Thiago Marques Luiz para celebrar o centenário de nascimento de Luiz Gongaga (1912 - 1989). A gravação foi feita na noite de ontem, 19 de março de 2012. Parceria de Gonzaga e Miguel Lima, Xamego ganhou originalmente a voz da cantora Carmen Costa (1920 - 2007), em 1944.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Alcina grava Arantes e Luiz Gonzaga antes de celebrar 40 anos em disco

Maria Alcina gravou na tarde desta quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012, sua participação no CD A Voz da Mulher na Obra de Guilherme Arantes, produzido por Thiago Marques Luiz para a gravadora Joia Moderna. Alcina - vista no estúdio de São Paulo (SP) na foto tirada há cerca de uma hora - pôs voz em Aprendendo a Jogar (Guilherme Arantes), música lançada há 32 anos por Elis Regina (1945 - 1982) no álbum Elis (1980), o último da Pimentinha. Após o Carnaval, Alcina regrava Xamego (Luiz Gonzaga e Miguel Lima) - música lançada pela cantora Carmen Costa (1920 - 2007) em disco de abril de 1944 - para o CD duplo produzido por Marques Luiz para a Lua Music em tributo ao centenário de nascimento de Luiz Gonzaga (1912 - 1989). Na sequência, em maio, Alcina grava disco que celebra seus 40 anos de carreira.

domingo, 18 de setembro de 2011

Edy e Alcina celebram 100 anos de Assis em show que gera CD ao vivo

Enquanto aguarda o retorno ao catálogo de seu antológico primeiro álbum ...Sweet Edy... (1974), que chega às lojas ainda neste ano de 2011 em reedição luxuosa da gravadora Joia Moderna que vai ter libreto com texto de Rodrigo Faour, Edy Star se junta a Maria Alcina para saudar o centenário de nascimento do compositor Assis Valente (1911 - 1958) em show que vai virar disco ao vivo. A gravação acontece neste domingo, 18 de setembro, em apresentação única do show Salve o Prazer - 100 Anos de Assis Valente no Teatro Fecap, em São Paulo (SP). Concebido por Star sob a direção musical do guitarrista Fábio Oriente, o show estreou em maio na 5ª edição da Virada Cultural Paulista. Star e Alcina revivem os maiores sucessos do repertório vivaz de Assis, baiano de alma musical carioca. O roteiro inclui Minha Embaixada Chegou, Alegria, Maria Boa, Recenseamento, Uva de Caminhão, Cansado de Sambar, É Feio Mas É Bom, Pra Quem Sabe Dar Valor, Cansado de Sambar, Gosto Mais do Outro Lado, Pequena Endiabrada, ...E o Mundo Não se Acabou, Camisa Listrada, Fez Bobagem, Good Bye Boy, Tem Francesa no Morro, Brasil Pandeiro e Boas Festas. O disco deve sair ainda este ano.