Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


Mostrando postagens com marcador Madonna. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Madonna sugere no Instagram que seu 13º álbum tem a música 'Messiah'

Madonna continua dando provas de que é mestra em criar factoides nas redes sociais para mobilizar a mídia ávida por informações sobre seu 13º álbum de estúdio. Uma foto postada pela artista norte-americana em sua conta oficial no Instagram sugere que o disco teria uma música intitulada Messiah. A postagem de curto vídeo com imagens de uma orquestra tocando num estúdio - feita por Madonna na sequência da exibição da partitura de Messiah - indica que a suposta faixa do álbum já teria sido gravada com orquestração de cordas à moda clássica... 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

'Único cantor que fazia Madonna chorar', Jimmy Scott sai de cena aos 88

Tem sido recorrente nos obituários de Jimmy Scott (17 de julho de 1925 - 12 de junho de 2014) a informação de que o intérprete norte-americano de jazz era o único cantor que fazia Madonna chorar, como confidenciado publicamente pela própria estrela norte-americana do universo pop. Valorizadas em excesso, as lágrimas de Madonna são meros indícios do poder de sedução de Scott, que saiu de cena na quinta-feira passada em Las Vegas (EUA), a pouco mais de um mês de completar 89 anos, vítima de ataque cardíaco. O raro registro de contralto de Scott - efeito de uma doença genética, síndrome de Kallmann, que afetou o desenvolvimento de seu corpo e, por extensão, suas cordas vocais - foi mesmo comovente para o reduzido séquito de admiradores deste cantor que iniciou suas atividades profissionais em 1945. Na sequência desse início solo, no fim da década de 1940, quando já era conhecido no universo jazzístico como Little Jimmy Scott, o cantor integrou a Lionel Hampton Band. Nos anos 1950, Scott voltou à carreira solo, gravando álbuns como Very truly yours (1955) e If you only knew (1956) pela gravadora Savoy Records. Mas, contrariando todas as expectativas, a carreira fonográfica do cantor entrou em progressiva hibernação nas décadas seguintes. Foi somente a partir dos anos 1990 que Jimmy Scott voltou a ficar sob os holofotes, gravando álbuns pelo selo Sire e comovendo sua pequena, mas fiel, legião de fãs - à qual pertenceu uma certa Madonna.

terça-feira, 27 de maio de 2014

'Unapologetic bitch' pode ser o primeiro 'single' do 13º álbum de Madonna

Não há informações oficiais, mas tudo indica que Unapologetic bitch é o primeiro single do 13º álbum de estúdio de Madonna, supostamente intitulado Rebel heart. A capa acima foi postada pela artista norte-americana no seu perfil no Instagram, mas parece ser obra de fã. De todo modo, há rumores de que Unapologetic bitch - música assinada por Madonna com Katy Perry e Natalia Kills - é mesmo o single do álbum. Perry inclusive participaria da gravação.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Foto postada no Instagram sugere que 13º álbum de Madonna está pronto

Postada hoje na conta da dupla de fotógrafos Mert & Marcus no Instagram, a foto inédita de Madonna sugere que o 13º álbum de estúdio da cantora e compositora norte-americana está pronto, já em fase de produção de capa. A legenda da foto dizia que o esperado sucessor de MDNA (2012) estava sendo ouvido pelos fotógrafos, requisitados para fazer a capa e o ensaio fotográfico do disco sob a direção de arte de Giovanni Bianco. O fato é que Madonna vem preparando há semanas o disco, gravado com colaborações dos produtores Avicii (o DJ sueco que vem causando sensação nas pistas), MoZella (nome artístico da produtora norte-americana Maureen Anne McDonald) e Symbolyc One (nome artístico do produtor norte-americano Larry Griffin Jr.), entre outros nomes. A suposta parceria de Madonna com Adele não é confirmada.

sábado, 8 de março de 2014

Madonna revela que seu 13º álbum tem a colaboração do produtor Avicii

Ao legendar foto doméstica postada em sua página no Instagram, Madonna revelou que iria ao estúdio trabalhar com Avicii, DJ e produtor sueco que se tornou um dos nomes mais influentes da cena dance ao longo de 2013. Atenta ao sucesso do remix de Girl gone wild (música de seu álbum anterior, MDNA, de 2012) feito por Avicii, a cantora e compositora norte-americana recrutou o DJ produtor para colaborar com seu 13º álbum de estúdio. Em fase de gravação e previsto para ser lançado neste ano de 2014, o CD traria suposta parceria de Adele e Madonna.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Ana referencia Madonna no erotizado clipe de 'Libido', feito com requinte

Resenha de clipe
Música: Libido (Ana Carolina e Edu Krieger, 2013)
Artista: Ana Carolina
Direção e edição: Ana Carolina
Produção: Santa Therezinha Filmes
Cotação: * * * 1/2

Ana Carolina pode não ter comido (ainda) a Madonna, mas deglutiu influências da cantora e compositora norte-americana no clipe da música Libido (Ana Carolina e Edu Krieger), posto esta semana em rotação na internet. Ana referencia Lady Madonna - hábil na manipulação de códigos eróticos por entender que sexo está ligado à música desde que o pop é pop - neste vídeo de clima erotizado, filmado com apuro. Música de #AC (Armazém / Sony Music, 2013), álbum pautado por groove que diminuiu a dose de baladas no cancioneiro popular da artista mineira, Libido já tem entranhada nos versos uma alta dose de erotismo que se harmonizou com as imagens elegantes do clipe. Sob chuva de purpurina, a cantora e sete atores se beijam e se acariciam em várias partes do corpo enquanto o refrão martela a sentença da letra: "a libido está em toda parte". Sim, está - inclusive na obra pregressa de Ana, que já havia tocado em pontos g com a exibição no show Dois quartos (2007) de cenas de amor lésbico extraídas de filme feito pela modelo norte-americana Bettie Page (1923 - 2008). Embalada em imagens de beleza plástica, a liberação do desejo e das convenções sociais é a mensagem subliminar ouvida ao longo dos três minutos e 20 segundos do clipe de Libido. Sem ultrapassar a barreira da vulgaridade pornográfica, o clipe atiça questões ainda em voga em sociedade marcada por conservadorismo encoberto por capa de liberalidade. Nada que Madonna e que outros artistas já não tenham feito desde os anos 1980, década da MTV em que som e imagem passaram a ser indissociáveis, só que o clipe de Libido trata o assunto (sempre pertinente) com bom gosto.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Adele e Madonna podem vir a fazer conexões em seus próximos álbuns

Tudo pode não passar de especulação, já que a notícia não foi confirmada por fontes oficiais das duas artistas, mas existem rumores de que Adele e Madonna podem fazer conexões em seus próximos álbuns, ambos previstos para serem lançados neste ano de 2014. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, Madonna teria contatado Adele com a intenção de solicitar a colaboração da cantora e compositora inglesa para seu 13º álbum de estúdio, sucessor de MDNA (2012). Em contrapartida, a artista norte-americana teria prometido colaborar com a produção de uma música do terceiro álbum de Adele, o sucessor do aclamado 21 (2011). Do encontro, que teria ocorrido em Londres, teria surgido o plano de uma sessão de composição.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

DVD 'MDNA world tour' perpetua ambiciosa ópera pop de 'lady' Madonna

Resenha de kit de CD duplo e DVD
Título: MDNA world tour
Artista: Madonna
Gravadora: Universal Music
Cotação: * * * * 1/2

A imagem de Madonna pode resultar estourada - para os padrões habituais da videografia - quando o DVD MDNA world tour exibe as primeiras tomadas do nono show feito pela artista norte-americana em escala nacional. Contudo, feita a regulagem no contraste, de acordo com o gosto e os olhos do espectador, o que se vê e ouve no DVD - recém-lançado no Brasil pela Universal Music em combo triplo que inclui dois CDs com a íntegra da gravação ao vivo - é o registro perpétuo de um dos espetáculos mais ambiciosos de Lady Madonna. O show da MDNA tour é ópera pop em que Madonna vai do céu ao inferno, remexendo em temas como sexo e religião, pilares de sua obra desde a década de 80. Nessa ópera pop, a artista arma jogo de cena em que as coreografias e os vídeos desempenham, no palco, papéis tão importantes quanto a música. Revisto no DVD, com roteiro que inclui a versão desossada de Like a virgin (Billy Steinberg e Tom Kelly, 1984), intitulada Like a virgin waltz, o show da MDNA tour conserva seu impacto, sombras e luzes, tal como visto pelos brasileiros em dezembro de 2012 (clique aqui para ler a resenha do espetáculo, feita na passagem do show pelo Rio de Janeiro). Aos 55 anos, Madonna mostra que ainda reina no universo pop com a gravação de show em que revira seus sucessos do avesso - sim, ninguém espere ouvir Hung up (Madonna, Stuart Price, Benny Anderson e Björn Ulvaeus) com arranjo próximo do registro original apresentado no dançante álbum Confessions on a dance floor (2005)! - e recicla com vitalidade receita inventada pela própria Madonna e seguida por sucessoras como a megalomaníaca Lady Gaga. Para os súditos, o DVD MDNA world tour assegura que, sim, a coroa ainda é de Lady Madonna.

sábado, 5 de outubro de 2013

Gravadora diz que segunda tiragem de 'MDNA' corrige defeito da primeira

Além de admitir o defeito do DVD MDNA world tour na primeira tiragem posta no mercado brasileiro, por causa de problemas na masterização, a gravadora Universal Music afirma que a segunda tiragem do DVD - lançado por Madonna em setembro de 2013 com o registro ao vivo do show da The MDNA tour - está perfeita, já tendo sido feitas as correções das distorções de áudio e imagem detectadas nas primeiras cópias. Fãs de Madonna, fiquem atentos às tiragens!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Gaga remete à Madonna dos anos 80 em 'Applause', single de 'ARTPOP'

Resenha de CD
Título: Applause
Artista: Lady Gaga
Gravadora: Interscope Records
Cotação: * * *

Applause - primeiro single do quarto disco de estúdio de Lady Gaga, ARTPOP, agendado para 11 de novembro - (res)suscita comparações com Madonna, eterno fantasma que persegue a cantora e compositora norte-americana. Música composta por Gaga em parceria com Paul Blair, Applause remete à produção de Madonna nos anos 80. Aliás, toda a camada de sintetizadores evoca o tecnopop que reinou naquela década. Produzido por Gaga com DJ White Shadow, o single é dançante e acena para as pistas com sua batida de house, estando mais em sintonia com a Gaga do álbum The fame (2008) do que com a artista mais pretensiosa de Born this way (2011). De todo modo, Applause está longe de empolgar como Bad romance e outros singles anteriores de Gaga. Há certa teatralidade na letra e há também atmosfera de nostalgia, mas nada que faça crescer a expectativa por ARTPOP. Ao contrário: com sua batida pop danceApplause - single lançado hoje, 12 de agosto, uma semana antes do previsto por ter vazado - reitera a sensação de que a inspiração de Gaga permanece em curva descendente.

domingo, 17 de março de 2013

Madonna agenda para maio o registro ao vivo audiovisual da 'MDNA Tour'

Filmado em novembro de 2012, em Miami (EUA), o show da MDNA Tour tem seu registro ao vivo audiovisual previsto para ser lançado na segunda quinzena de maio de 2013. Madonna - vista em foto de Rodrigo Amaral durante a passagem da turnê pelo Rio de Janeiro (RJ) - confiou a direção e edição do DVD/blu-ray da MDNA Tour a Stéphane Sennour e a Danny Tull.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Do inferno ao céu, MDNA mostra que os sinos ainda dobram por Madonna

Resenha de show
Título: MDNA
Artista: Madonna (em foto de Rodrigo Amaral)
Local: Parque dos Atletas (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 2 de dezembro de 2012
Cotação: * * * * *
Agenda da MDNA Tour no Brasil:
4 e 5 de dezembro de 2012 - Estádio Morumbi (São Paulo, SP)
9 de dezembro de 2012 - Estádio Olímpico (Porto Alegre, RS)

O badalar dos sinos na introdução do show da MDNA Tour - ora de passagem pelo Brasil neste mês de dezembro de 2012, já na reta final de rota mundial iniciada em maio - é a senha para que um trio francês de música basca entre em cena e entoe cânticos religiosos na abertura do espetáculo de Madonna inspirado no 12º álbum de estúdio da popstar, MDNA (2012). Duas horas depois, quando a festiva Celebration encerra a ópera pop em que Madonna vai do  inferno ao céu, não há dúvidas de que os sinos ainda dobram pela proclamada Rainha do Pop - e de que o público fiel se dobra perante sua popstora, hábil na pregação de sua religião pop. Analisado em perspectiva, dentro de contexto que inclui oito anteriores turnês mundiais de Madonna, o show da MDNA Tour se impõe como um dos mais ambiciosos e bem-realizados da artista norte-americana. Longe da atmosfera burlesca que ambientou The Girlie Show (primoroso espetáculo visto pelos brasileiros em 1993) e da diversidade colorida do show da Sticky & Sweet Tour (apresentado no Brasil em dezembro de 2008), o show da MDNA Tour resulta mais denso ao revolver questões centradas na religião e no sexo, pilares da obra controversa de Madonna. O show soa até mesmo sombrio no bloco inicial, quando Madonna pega em armas e, evocando filmes do cineasta norte-americano Quentin Tarantino, vai literalmente à luta ao som de Girl Gone Wild, Revolver e Gang Bang. É quando o revólver vira símbolo fálico, indício de poder. A rigor, o jogo de cena - armado em cenário imponente com o auxílio de bailarinos e trocas de figurinos - já parece ter sido jogado por todos, artista e público, mas ainda fascina. Na luta entre o céu e o inferno, a orgulhosa pecadora dialoga com seu Deus em Papa Don't Preach, adensa Hung Up ao tirar este hit da pista da disco music, estapeia com luva de pelica a rival Lady Gaga (entremeando Express Yourself com trechos de Born This Way em número que culmina com citação de She's Not Me para demarcar um território que, afinal, nunca deixou de ser de Madonna) e se assume periguete ao fim de Candy Shop (número encorpado com trechos de Erotika). Musicalmente, o baticum eletrônico - tom de números como o tecno I'm Addicted - sustenta o pop de Madonna sem grandes inventividades e pontua o show até nos interlúdios como o feito ao som de Best Friend. Alguns números acústicos, como a balada Masterpiece, parecem estar alocados no roteiro para lembrar que toda a mise-en-scène se origina, afinal, da música. Apresentada após Turning Up The Hits, número que gira o dial das emissoras de rádio para sintonizar trechos pré-gravados de sucessos de Madonna nos anos 80, Turn Up The Radio lembra que essa música é, em essência, pop simples, feito para massas e pistas. Mas com elegância à moda de Vogue, reiterada em cena em momento chique do espetáculo. Sem perder a pose, a eterna material girl comercializa até o sexo numa Like a Virgin desossada, estrategicamente posicionada entre Human Nature e Love Spent. Perto do fim, o último interlúdio exibe o polêmico vídeo de Nobody Knows me e I'm a Sinner - cantada por Madonna em cima de um ônibus, com belas imagens, em número que culmina com mantras indianos - prepara o clima para a redenção dos fiéis na apoteótica Like a Prayer. Sim, com sua fervorosa oração pop, feita com o auxílio de playback e de projeções expostas em telões de altíssima definição, Madonna ainda converte fiéis aos 54 anos de idade e 30 de carreira. Impossível não rezar por sua cartilha pop ao longo das duas horas do show da MDNA Tour. É por Madonna que sinos e público ainda (se) dobram.

Madonna segue no Rio o roteiro do show 'MDNA', só que exclui 'Holiday'

Sucesso do primeiro álbum de Madonna (Madonna, 1983), Holiday (Curtis Hudson e Lisa Stevens) entrou oficialmente no roteiro do show da MDNA Tour na apresentação feita em Nova York (EUA) em 8 de setembro de 2012. Contudo, Holiday não foi ouvida pelas estimadas 67 mil pessoas que foram na noite de 2 de dezembro ao Parque dos Atletas, no Rio de Janeiro (RJ), assistir aos primeiro dos quatro shows da turnê agendados no Brasil. Fora a retirada de Holiday, Madonna - em foto de Rodrigo Amaral - seguiu fielmente o roteiro na apresentação carioca. Eis os 25 números do roteiro seguido pela artista na estreia nacional da MDNA Tour:

1. Cantos Gregorianos / Virgin Mary - com o trio francês Kalakan
2. Girl Gone Wild (Madonna, Jenson Vaughan, Alle Benassi e Benny Benassi, 2012)
    - Com citações de Material Girl (Peter Brown e Robert Rans, 1984) e Give It 2 me (Madonna e Pharrell Williams, 2008)
3. Revolver (Madonna, Carlos Battey, David Guetta, Steven Battey, Justin Franks, Dwayne Carter e Brandon Kitchen, 2009)
4. Gang Bang (Madonna, Mika, William Orbit, Keith Harris, Priscila Hamilton, Jean-Baptiste, Don Juan Casanova 
     e Stephen  Kozmeniuk, 2012)
5. Papa Don't Preach (Brian Elliott e Madonna, 1986)
6. Hung Up (Madonna, Stuart Price, Benny Anderson e Björn Ulvaeus, 2005)
7. I Don't Give A...  (Madonna, Nicki Minaj, Martin Solveig e Julien Jabre, 2012)
8. Best Friend (Madonna, Alle Benassi e Benny Benassi, 2012)
    - com citação de Heartbeat (Madonna e Pharrell Williams, 2008)
9. Express Yourself (Madonna e Stephen Bray, 1989)
    - com citações de Born This Way (Lady Gaga, 2011) e She's Not me (Madonna e Pharrell Williams, 2008)
10. Give me All Your Luvin' (Madonna, Nicki Minaj, Martin Solveig, Michael Tordjman e Maya Arulpragasam, 2012)
11. Turning Up The Hits 
      - Interlúdio com trechos de gravações de hits como Holiday, Into the Groove, Lucky Star e Like a Virgin)
12. Turn Up The Radio (Madonna, Martin Solveig, Michael Tordjman e Jade Williams, 2012)
13. Open Your Heart (Madonna, Gardner Cole e Peter Rafelson, 1986)
14. Masterpiece (Madonna, Julie Frost e Jimmy Harry, 2012)
15. Justify My Love (Lenny Kravitz, Ingrid Chavez e Madonna, 1990) - vídeo
16. Vogue (Madonna e Shep Pettibone, 1990)
17. Candy Shop (Madonna e Pharrell Williams, 2008)
18. Human Nature (Madonna, Dave Hall, Shawn McKenzie, Kevin McKenzie e Milo Deering, 1994)
19. Like a Virgin (Billy Steinberg e Tom Kelly, 1984)
20. Love Spent (Madonna, Orbit, Jean-Baptiste, Alan Whyte, Priscilla Hamilton, Ryan Buendia e Michael McHerry, 2012)
21. Nobody Knows me (Madonna e Mirvais Ahmadzaï, 2003) - vídeo
22. I'm Addicted (Madonna, Alle Benassi e Benny Benassi, 2012)
23. I'm a Sinner (Madonna, William Orbit e Jean-Baptiste, 2012)
24. Like a Prayer (Madonna e Patrick Leonard, 1986)
25. Celebration (Madonna, Paul Oakenfold, Ian Green e Ciaran Gribbin, 2009)
        - com citações de Give It 2 me (Madonna e Pharrell Williams, 2008) e Girl Gone Wild (Madonna, Jenson Vaughan, Alle
        Benassi e Benny Benassi, 2012)

domingo, 28 de outubro de 2012

Madonna é a cantora que mais vendeu singles na história do Reino Unido

Madonna é a cantora que mais vendeu singles na história da indústria do disco no Reino Unido. Aos 30 anos de carreira fonográfica, a artista norte-americana lidera a lista das 10 cantoras divulgada pela empresa que há 60 anos monitora as vendas de discos no Reino Unido, The Official Charts Company. Desde 1984, ano em que lançou seu primeiro single no Reino Unido (Holiday), Madonna já vendeu 17,8 milhões de singles. Contudo, cantoras com menor tempo de carreira - como Rihanna e Lady Gaga, por exemplo - venderam comparativamente mais singles ao longo de suas trajetórias. Eis a lista com as 10 campeãs de vendas do Reino Unido:

1. Madonna (17,8 milhões)
2. Rihanna (11,4 milhões)
3. Kylie Minogue (10,2 milhões)
4. Whitney Houston (8,5 milhões)
5. Lady Gaga (7,329 milhões)
6. Britney Spears (7,324 milhões)
7. Beyoncé (6,9 milhões)
8. Celine Dion (6,7 milhões)
9. Mariah Carey (6,62 milhões)
10. Olivia Newton-John (6,61 milhões)

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Warner embala cinco CDs de Madonna em box da 'Original Album Series'

Em vez de editar no Brasil Madonna - The Complete Studio Albums (1983 - 2008), a luxuosa caixa recém-lançada nos Estados Unidos e Europa com os 11 álbuns de estúdio editados por Madonna pelos selos Sire e Maverick entre 1983 e 2008, a Warner Music optou por distribuir no mercado nacional um box da Original Album Series com meros cinco títulos da discografia da cantora. Nas lojas do Brasil a partir de 8 de maio de 2012, o box agrega cinco CDs na forma de miniaturas de LPs. True Blue (1986), Like a Prayer (1989), Ray of Light (1998), Music (2000) e Confessions on a Dance Floor (2005) são os cinco (bons) álbuns encaixotados no box.

Na página de Notas Musicais no Facebook, 'Warner Music erra ao não lançar no Brasil a caixa com obra completa de Madonna'

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Em 'MDNA', Madonna expressa na pista a dor e a delícia de ser Madonna

Resenha de CD
Título: MDNA
Artista: Madonna
Gravadora: Interscope Records / Universal Music
Cotação: * * * 1/2

Após flerte controvertido com o hip-hop em Hard Candy (2008), álbum no qual seguiu os padrões da música norte-americana para reconquistar o terreno perdido nas rádios dos Estados Unidos, Madonna volta a se jogar na pista com MDNA, seu recém-lançado 12º álbum de estúdio, o primeiro previsto no contrato milionário assinado com a Interscope Records. Mas Madonna se joga novamente na pista sem todo o brilho e poder de sedução de Confessions on a Dance Floor (2005), como mostram faixas como Beautiful Killer e  Some Girls e como já sinalizara o single Girl Gone Wild, cuja letra cita o título de hit da outrora rival Cyndi Lauper. Para formatar MDNA, Madonna recrutou hypado exército de produtores capitaneado por William Orbit (piloto do aclamado Ray of Light, álbum de 1998), Martin Solveig, The Demolition Crew e os irmãos Benny & Alle Benassi. Esse time leva Madonna a oscilar entre a experimentação e a manutenção de sua fórmula dance. Em Give Me All  Your Luvin', Madonna consegue até conectar MDNA a Hard Candy pela presença das rappers M.I.A. e Nicky Minaj. Contudo, MDNA se revela interessante sem de fato contagiar. O momento mais inspirador e arrojado é Gang Bang, faixa em que uma antenada Madonna recorre ao dubstep - atual tendência nas pistas europeias - em clima de Kill Bill. Contudo, é no refrão irresistivelmente pop de Superstar - faixa urdida com vocais de Lourdes Maria, a filha adolescente da estrela e musa da faixa - que Madonna mostra que continua sendo Madonna. A batida house de Turn Up the Radio também é capaz de fazer ferver a písta, mais até do que I'm Addicted, tema quente cuja letra provoca a associação do título MDNA com a droga conhecida como MDMA. Em I Don't Give A, o flerte com o hip hop se refaz através da conexão com a rapper Nicki Minaj. Nesta música, Madonna faz suas confissões na pista de dança ao se referir ao fracasso de seu casamento com o cineasta inglês Guy Ritchie, de quem se divorciou em 2008 após oito anos de união e dois filhos. A falência afetiva é também o assunto de Love Spent (tema de arquitetura mais inusitada que mostra que, quando quer, Madonna sabe experimentar e até ousar dentro do universo dance) e da balada confessional I Fucked Up, faixa da Deluxe Edition de MDNA em que Madonna assume sua parcela de culpa no divórcio. De todo modo, a estrela exorciza na pista eventuais culpas - inclusive a católica - na batida de I'm a Sinner. No fim, Masterpiece - a melodiosa balada composta por Madonna para turbinar a trilha sonora de seu filme W.E. - e a melancólica Falling Free encerram MDNA em clima de chill out, mas com o diferencial de a climática Falling Free flagrar Madonna em introspectivo momento de revisão de vida e de exposição de perdas, ganhos e valores. É fecho coerente para um álbum igualmente coerente porque, em essência, em MDNA Madonna expressa na pista a dor e a delícia de ser...Madonna.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Sem edição no Brasil, caixa de Madonna embala os 11 álbuns da Warner

Na carona do lançamento mundial do 12º álbum de estúdio de Madonna, MDNA (o primeiro álbum da artista pela Interscope Records, gravadora vinculada à Universal Music), a Warner Music pôs esta semana nas lojas a caixa Madonna - The Complete Studio Albums (1983 - 2008). Como o título já explicita, a caixa embala os 11 álbuns de estúdio lançados pela estrela pelos selos Sire e Maverick entre 1983 e 2008, com distribuição da Warner. Os álbuns Madonna (1983), Like a Virgin (1984), True Blue (1986), Like a Prayer (1989), Erotica (1992), Bedtime Stories (1994), Ray of Light (1998), Music (2000), American Life (2003), Confessions on a Dance Floor (2005) e Hard Candy (2008) são reeditados na caixa em embalagens digipack com jeito de miniaturas de vinil. Já à venda nos Estados Unidos e Europa, a caixa Madonna - The Complete Studio Albums (1983 - 2008) não vai ser editada no Brasil. 

Trilha sonora orquestral de W.E. expõe tom clássico do filme de Madonna

Disponibilizada em CD no Brasil pela Warner Music em sincronia com a estreia do filme de Madonna nos cinemas do Brasil, a orquestral trilha sonora de W.E. - assinada pelo compositor polonês Abel Korzeniowski - expõe o tom clássico do longa-metragem que dividiu opiniões mais pelo fato de ser dirigido pela estrela do universo pop do que por seu conteúdo em si. Dominada pelos temas orquestrais de Korzeniowski, como Charms e Duchess of Windsor, a trilha de W.E. traz a gravação original de Masterpiece (Madonna, Julie Frost e Jimmy Harry), música inédita de Madonna também incluída pela artista em seu recém-lançado 12º álbum de estúdio, MDNA.

domingo, 4 de março de 2012

Madonna revela via Facebook a capa da edição 'standard' do CD 'MDNA'

Madonna revelou via Facebook a capa da edição standard de seu 12º álbum de estúdio, MDNA, nas lojas a partir de 26 de março de 2012 em edição da Interscope Records que vai ter distribuição mundial orquestrada pela Universal Music. A capa revelada pela artista em 31 de janeiro é a da Deluxe Edition, que totaliza 17 faixas, cinco a mais do que a Standard Edition.

LMFAO e Mika figuram na ficha técnica de 'MDNA', 12º álbum de Madonna

Com lançamento agendado para 26 de março de 2012, o 12º álbum de estúdio de Madonna, MDNA, traz músicas feitas pela estrela com a colaboração do duo de eletro hop LMFAO e do cantor Mika. Além dos singles Give me All Your Luvin' e Girl Gone Wild, o CD traz músicas como Gang Bang, I Don't Give A..., Turn Up the Radio, Superstar e Falling Free. A Deluxe Edition de MDNA adiciona mais cinco faixas às 12 da Standard Edition. Beautiful Killer, I Fucked Up e B-Day Song (música na qual figura M.I.A.) estão entre as faixas-bônus do álbum.