♪ Lançado em 1975 com o selo Polydor, braço popular da gravadora Philips, o primeiro álbum do cantor, compositor e músico baiano Hyldon, Na rua, na chuva, na fazenda..., faz jus ao status de clássico exposto no título da série Clássicos em vinil. É nessa série da Polysom que o álbum do soulman brasileiro está sendo reeditado no formato original de LP neste mês de junho de 2016. O repertório destacou a música-título Na rua, na chuva, na fazenda - canção popularmente conhecida pelo subtítulo Casinha de sapê e, a rigor, lançada por Hyldon dois anos antes em compacto editado em 1973 sem repercussão - e as baladas As dores do mundo e Na sombra de uma árvore. Hyldon assina sozinho dez das 12 músicas do repertório inteiramente autoral do álbum. As exceções são as músicas Balanço do violão e Sábado e domingo, parcerias com Beto Moura e com Neném, respectivamente. O álbum foi gravado por Hyldon com José Roberto Bertrami (teclados), Alex Malheiros (baixo) e Ivan Conti, o Mamão (bateria) - os músicos do grupo Azymuth - e com o reforço vocal de Sheila Wilkerson.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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sábado, 25 de junho de 2016
sábado, 30 de maio de 2015
Hyldon regrava primeiro álbum, lançado há 40 anos, apenas com voz e violão
♪ O soulman Hyldon continua na rua, na chuva e na fazenda. Por mais que venha tentando renovar seu repertório e abrir parcerias, como fez no ótimo disco de inéditas Romances urbanos (Sony Music, 2013), o cantor, compositor e músico baiano - radicado no Rio de Janeiro (RJ) - continua associado ao inspirado repertório autoral de seu primeiro álbum, Na rua, na chuva, na fazenda (Polydor, 1975). Repertório que gerou hits instantâneos como As dores do mundo e Na sombra de uma árvore. Tanto que, para lembrar os 40 anos de lançamento do LP, Hyldon decidiu regravar as 12 músicas do álbum no CD intitulado Na rua, na chuva, na fazenda - A origem. O subtítulo A origem alude ao fato de Hyldon estar revisitando as músicas tal como elas foram concebidas ao violão em gravação mixada por Cézar Delano. À venda no site oficial do artista, em edição da DPA Music, o remake do álbum Na rua, na chuva, na fazenda - cuja música-título foi previamente lançada em compacto, em 1973 - reapresenta as 12 músicas em ordem diversa da exposição das faixas no LP lançado em 1975. Eis a ordem das 12 músicas do disco lançado neste mês de maio de 2015 com capa que exibe Hyldon em foto de Daryan Dornelles e no projeto gráfico de Flávio Albino:
1. Na sombra de uma árvore (Hyldon)
2. Eleonora (Hyldon)
3. Na rua, na chuva, na fazenda (Hyldon)
4. Sábado e domingo (Hyldon e Nenem)
5. As dores do mundo (Hyldon)
6. Quando a noite vem (Hyldon)
7. Acontecimento (Hyldon)
8. Vamos passear de bicicleta? (Hyldon)
9. Guitarras, violinos e instrumentos de samba (Hyldon)
10. Vida engraçada (Hyldon)
11. Meu patuá (Hyldon)
12. Balanço do violão (Hyldon e Beto Moura)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Jeneci passeia pela obra inicial de Hyldon no roteiro do show 'De graça'
A música é de Hyldon, tendo sido lançada pelo soulman baiano em seu primeiro álbum, Na rua, na chuva, na fazenda (Polydor, 1975), mas os ensolarados versos de Vamos passear de bicicleta? são tão leves que se ajustaram perfeitamente ao tom pop e feliz do repertório reunido por Marcelo Jeneci no roteiro do show De graça, que chegou ao Rio de Janeiro (RJ) - em apresentação iniciada no Circo Voador já na madrugada de domingo, 1º de dezembro de 2013 - após passar por Belo Horizonte (MG). A composição de Hyldon foi a única música apresentada pelo cantor e compositor paulista fora de seu universo autoral. O artista cantou dez das 13 músicas de seu recém-lançado segundo álbum, De graça (Slap, 2013), e relembrou cinco do primeiro CD, Feito pra acabar (Slap, 2010). Eis o roteiro seguido por Marcelo Jeneci - visto em cena na foto de Rodrigo Amaral - na estreia carioca do (excelente) show De graça:
1. Alento (Marcelo Jeneci, Isabel Lenza e Arnaldo Antunes, 2013)
2. Nada a ver (Marcelo Jeneci, 2013)
3. A vida é bélica (Marcelo Jeneci e Isabel Lenza, 2013)
- com citação de Alguém cantando (Caetano Veloso, 1977)
4. Tudo bem, tudo faz (Marcelo Jeneci, Laura Lavieri e Arnaldo Antunes, 2013)
5. Pra sonhar (Marcelo Jeneci, 2010)
6. O melhor da vida (Marcelo Jeneci e Isabel Lenza, 2013)
7. Um de nós (Marcelo Jeneci, 2013)
8. Pra gente se desprender (Marcelo Jeneci e Isabel Lenza, 2013)
9. Temporal (Marcelo Jeneci e Isabel Lenza, 2013)
10. Dar-te-ei (Marcelo Jeneci, Helder Lopes, José Miguel Wisnik e Verônica Pessoa, 2010)
11. Vamos passear de bicicleta? (Hyldon, 1975)
12. Pense duas vezes antes de esquecer (Marcelo Jeneci, Arnaldo Antunes e Ortinho, 2010)
13. Sorriso madeira (Marcelo Jeneci, 2013)
Bis:
14. Feito pra acabar (Marcelo Jeneci, 2010)
15. Felicidade (Marcelo Jeneci e Chico César, 2010)
16. De graça (Marcelo Jeneci e Isabel Lenza)
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Abertura de parcerias revigora soul de Hyldon em álbum de baladas urbanas
Título: Romances urbanos
Artista: Hyldon
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * * *
♪ Disco editado somente em formato digital e já disponível para compra no iTunes
♪ Há 40 anos, o soulman Hyldon começou a pavimentar carreira solo com a edição de compacto com a canção Na rua, na chuva, na fazenda (Hyldon), música de 1973 que se tornaria o carro-chefe de seu repertório, a ponto de batizar, dois anos depois, o primeiro álbum solo do cantor e compositor baiano. Após breve fase de sucesso popular, Hyldon - assim como todos os artistas brasileiros que fazem som enraizado na black music - se deparou com obstáculos na indústria fonográfica para trilhar o caminho do soul, gênero de prestígio mais alto do que as vendagens dos discos. Aliado à insensibilidade de diretores da indústria do disco em relação ao som black, o temperamento forte do artista contribuiu para que ele logo fosse jogado à margem do mercado. Hyldon então ficou para sempre associado aos sucessos dos anos 70. Há cinco anos, o cantor tentou se reposicionar no mercado com a edição de Soul brasileiro (2008), álbum prejudicado pela irregularidade da safra de inéditas. Faltou a Soul brasileiro o ânimo detectado em Romances urbanos, disco lançado pela Sony Music neste mês de novembro de 2013 em formato exclusivamente digital. Ao abrir parcerias com nomes de diversas tribos e gerações (Arnaldo Antunes, Céu, Dexter, Jorge Vercillo, Leo Cavalcanti, Mano Brown, Pedro Luís e Zeca Baleiro, entre outros), Hyldon revigora sua produção autoral e apresenta disco relevante. Um álbum voltado para baladas românticas de tom urbano, ainda que tenha faixas animadas como Festa do Síndico (Hyldon e Andreia Santiago) - tema em que Hyldon e o convidado Serjão Loroza celebram Tim Maia (1942 - 1998) com a reprodução fiel do suingue metaleiro típico da obra do Síndico, cantor e compositor carioca que soube dar sotaque nacional à soul music norte-americana - e Foi no baile black (Hyldon, Mano Brown e Dexter), faixa que evoca a herança do movimento Black Rio que explodiu no Rio de Janeiro em meados dos anos 70. Romances urbanos trilha agradáveis caminhos melódicos em canções bacanas como No fim da estrada tem uma cidade (Hyldon e Zeca Baleiro), a derramada Lua nova (de Hyldon com Sérgio Natureza), a iluminada Meu sol (de Hyldon com Jorge Vercillo), Revanche (Hydon e Jorge Ailton, 2009) - a balada mais impregnada do espírito do soul, já tendo sido lançada pelo cantor Leo Maia no álbum Sopro do dragão (LGK Music / Som Livre, 2009) - e O velho e novo amor (Hyldon e Hanna Guerra), faixa gravada com a voz de Roberta Spindel e o clarinete de Rui Alvim. Capitaneada pelo próprio Hyldon, a produção não economizou na arregimentação de músicos convidados. Parceria de Hyldon com Arnaldo Antunes e Céu, O tombo cai para o lado nordestino, conduzida pelo acordeom de Marcelo Jeneci em gravação feita com a guitarra de Kassin (uma segunda parceria de Hyldon com Arnaldo, Tempo, tempinho, tempão, reitera a inspiração da safra de baladas). Já Pista perigosa (Hyldon e Leo Cavalcanti) se joga em levadas mais contemporâneas, com toques de rock. No fim do disco, Romance casual (Hyldon e Pedro Luís) repõe Hyldon no baile, sob o suingue dos metais orquestrados por Marlon Sette. Enfim, desde a década de 70, Hyldon não lançava um disco tão interessante, tão coeso e cheio de frescor.
domingo, 3 de novembro de 2013
Com Loroza, Hyldon exalta a festa de Tim Maia no disco 'Romances urbanos'
terça-feira, 7 de maio de 2013
Hyldon grava no Rio participação nos extras do DVD do parceiro Baleiro
A foto - postada por Hyldon em seu facebook - flagra o cantor de soul com Zeca Baleiro no estúdio do Rio de Janeiro (RJ) em que Hyldon dá forma a seu álbum de inéditas Romances urbanos. Mas Baleiro não participa do disco de Hyldon. É Hyldon quem gravou participação para os extras do próximo DVD de Baleiro, Calma aí, coração, nas lojas entre junho e julho de 2013 em edição da Som Livre. O reggae que dá título ao show captado em 23 de novembro de 2012 no Rio de Janeiro (RJ), Calma aí, coração, é composição de Zeca Baleiro com Hyldon.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Pedro Moraez lança no iTunes EP com hit de Hyldon e nova de Seu Jorge
Filho do golden boy Ronaldo Correa, o cantor e baixista Pedro Moraez lança seu primeiro disco - um EP com seis músicas, intitulado Pra dizer - em edição digital já disponibilizada no iTunes neste mês de março de 2013. Moraez segue a trilha da black music desbravada no Brasil, nos anos 70, por nomes como Cassiano, Hyldon e Tim Maia (1942 - 2008). Aliás, a única regravação do CD - que vai ganhar edição física no segundo semestre do ano - é um dos maiores sucessos de Hyldon, Na rua, na chuva, na fazenda, música-título do primeiro álbum solo do cantor e compositor baiano, rebobinada por Moraes com os Golden Boys. Moraez dá voz também a tema inédito de Seu Jorge, Porcelana. Eis as seis músicas incluídas no EP Pra dizer:
* Pra dizer (Pedro Moraez e Albert Salgado)
* Na rua, na chuva, na fazenda (Hyldon)
* Icarus (Pedro Moraez e Mário P.C.) - instrumental
* Não dá mais (Pedro Moraez e Albert Salgado)
* Soho e Vidigal (Dom Braga) - com participação de André Ramiro
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Sem intimidade com funk e soul, Fábio dilui hits de Tim e Hyldon ao vivo
Mesmo sem ter a menor intimidade com ritmos como funk e soul, Fábio Jr. se aventura a cantar um funk de Tim Maia (1942 - 1998) - Não Vou Ficar, o funkaço lançado por Roberto Carlos em álbum de 1969 - e uma balada de espírito soul da lavra de Hyldon, As Dores do Mundo, sucesso do primeiro disco solo do artista baiano, lançado em 1975. Diluídas na voz de Fábio, as duas músicas figuram no repertório do show registrado no CD e DVD Íntimo ao Vivo, captado em apresentação do show Íntimo, feita em 1º de setembro de 2011 no Credicard Hall, em São Paulo (SP). Além de arriscar covers de sucessos de Raul Seixas (1945 - 1989) (Tente Outra Vez) e Titãs (Epitáfio), o cantor requenta seus hits radiofônicos dos anos 80 e 90 entre duetos com Luiza Posssi (em Sorri e em Tudo Certo) e com os filhos Fiuk (em 20 e Poucos Anos e em Quero Toda Noite, música do primeiro disco solo de Fiuk) e Tainá (em Não Posso Reclamar de Nada). O show foi gerado pelo álbum de estúdio Íntimo, lançado em abril de 2011.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Hyldon recebe Spindel e abre parceria com Céu em 'Romances Urbanos'
A foto acima mostra Hyldon com Roberta Spindel em estúdio do Rio. A cantora carioca gravou participação em Romances Urbanos, álbum de inéditas que o cantor e compositor baiano prepara para lançar em 2013. Spindel canta na faixa O Velho e Novo Amor, parceria de Hyldon com a novata compositora Hanna Guerra. A faixa tem o toque do clarinete de Rui Alvim. Primeiro disco de inéditas de Hyldon desde Soul Brasileiro (2008), Romances Urbanos marca a abertura de parcerias do compositor com nomes como Arnaldo Antunes, Céu, Jorge Vercillo, Mano Brown (coautor com Hyldon e o rapper Dexter da festiva Foi no Baile Black) e Pedro Luís.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Hyldon retorna ao 'Baile Black' como parceiro de Dexter e Mano Brown
Hyldon prepara disco, Romances Urbanos, para lançar no primeiro semestre de 2013. Uma das músicas inéditas - Foi no Baile Black, tributo às festas de black music nos anos 70 - já está em rotação na internet. Foi no Baile Black abre a parceria de Hyldon com os rappers Dexter - ao centro na foto tirada em estúdio - e Mano Brown (do grupo paulista de rap Racionais MC's).
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Hyldon debuta no mercado infantil com o DVD 'Era Uma Vez Um Bebê'
Soulman brasileiro projetado em escala nacional em 1973, com o lançamento do compacto Na Rua, Na Chuva Na Fazenda, Hyldon debuta no mercado de música infantil com a edição do DVD Era Uma Vez Um Bebê. Com ilustrações da artista plástica Zoé Medina, o vídeo apresenta 11 temas infantis da lavra do cantor e compositor baiano. O repertório inclui músicas como Malhando com o Bebê, Passeio de Carrinho, É Hora do Banho, A Casa do Barulho e Cantiga do Bebê Dormir, entre outras. O libreto incluído no DVD traz histórias que aludem às canções.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Hyldon badala edição extra de 'Soul Brasileiro', álbum refeito e remixado
Hyldon está promovendo a Edição Extra de Soul Brasileiro, álbum de músicas inéditas lançado pelo cantor e compositor em 2008. O disco está sendo relançado em formato físico pelo selo do artista, DPA Music, e em edição digital viabilizada através de parceria entre a Warner Chapell e a Warner Music. As mudanças vão além do fato de uma regravação ao vivo de Estão Dizendo por Aí (Hyldon) - música lançada em 1977 por Hyldon no álbum Nossa História de Amor - ter sido acrescentada ao repertório e de o CD ter sido turbinado com o clipe da faixa Brazilian Samba Soul (Hyldon). Hyldon refez todas as vozes e, de quebra, acrescentou vocais e guitarras em algumas faixas. Na sequência, Soul Brasileiro passou por novo processo de mixagem e masterização, sob a batuta do engenheiro de som Ricardo Garcia. A capa e o projeto gráfico também foram modernizados. Detalhe: o registro ao vivo Estão Dizendo por Aí foi incluído na reedição sob licença da MTV, já que foi feito para o programa Grêmio Recreativo Arnaldo Antunes com intervenções de Arnaldo Antunes, Seu Jorge, Céu e Karina Buhr nos vocais - além da participação de músicos da banda Nação Zumbi.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Parceiro de Hyldon, Baleiro deixa público eleger a capa d'O Disco do Ano'
A capa do CD que Zeca Baleiro vai lançar em março de 2012 com distribuição da gravadora Som Livre - e com o maroto título de O Disco do Ano - vai ser escolhida pelo público por meio de enquete virtual. O artista vai apresentar três opções de capa em hotsite que entra no ar nesta segunda-feira, 30 de janeiro. A mais votada vai ser a capa do nono álbum de inéditas de Baleiro. Neste disco, o compositor maranhense apresenta parcerias com Hyldon (Calma Aí, Coração), Wado (Zás), Frejat (Nada Além, única regravação do repertório, música lançada por Frejat em 2008 em seu álbum Intimidade Entre Estranhos), Lúcia Santos (irmã de Baleiro, co-autora de Último Post) e com a compositora japonesa Kana. O Disco do Ano tem as vozes de Andreia Dias, Chorão e Margareth Menezes (na faixa Último Post). O CD reúne 15 produtores.
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