♪ Revelação do universo pop em 2013 por conta da sensação provocada por sua música Royals, single de seu EP The love club (Universal Music, 2013), a cantora e compositora neozelandesa Lorde vai assinar a trilha sonora do próximo filme da franquia Jogos vorazes, intitulado A esperança - Parte 1. Além de fazer a seleção das músicas, Lorde vai dar voz à inédita canção-título do longa-metragem, bisando sua colaboração com a franquia, já que a artista gravou Everybody wants to rule the world (Roland Orzabal, Ian Stanley e Chris Hughes), sucesso do grupo inglês Tears for Fears no ano de 1985, para o filme Jogos vorazes - Em chamas (2013). Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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sábado, 2 de agosto de 2014
Lorde assina trilha sonora do próximo filme da franquia 'Jogos vorazes'
♪ Revelação do universo pop em 2013 por conta da sensação provocada por sua música Royals, single de seu EP The love club (Universal Music, 2013), a cantora e compositora neozelandesa Lorde vai assinar a trilha sonora do próximo filme da franquia Jogos vorazes, intitulado A esperança - Parte 1. Além de fazer a seleção das músicas, Lorde vai dar voz à inédita canção-título do longa-metragem, bisando sua colaboração com a franquia, já que a artista gravou Everybody wants to rule the world (Roland Orzabal, Ian Stanley e Chris Hughes), sucesso do grupo inglês Tears for Fears no ano de 1985, para o filme Jogos vorazes - Em chamas (2013). sábado, 7 de junho de 2014
Lorde começa a criar sucessor de 'Pure heroine' e promete CD 'diferente'
♪ Sensação do universo pop no ano passado, por conta de seu superestimado álbum de estreia, a cantora e compositora neozelandesa Lorde já começa a trabalhar no sucessor de Pure heroine (Universal Music, 2013). A dona do viciante hit Royals promete um disco totalmente diferente de seu primeiro primeiro álbum. “Escrevi o último álbum baseada no subúrbio em que cresci, povoado por meus amigos e pessoas que eram familiares para mim. Agora estou em um lugar diferente a cada dia e com pessoas diferentes a cada dia, é uma vibe diferente”, relativizou Lorde em entrevista à rede BBC. Lorde ressaltou que o trabalho está bem no início.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Hit de Lorde é bônus de trilha de novela que junta Lenine, Marisa e Moska
Com muito atraso, uma vez que a novela já está na segunda metade, o CD com a trilha sonora nacional da novela Além do horizonte chega às lojas até o fim deste mês de março de 2014. Hit da cantora e compositora neozelandesa Lorde, uma das sensações do universo pop em 2013, Royals figura como faixa-bônus do disco, que reúne fonogramas de artistas como Lenine, Marisa Monte, Moska e Vanguart. Eis as 15 músicas reunidas no CD Além do horizonte:
1. O que eu só vejo em você - Nando Reis & Os Infernais
2. Além do horizonte - Erasmo Carlos
3. Zen - Anitta
4. Ilusão (Ilusión) - Marisa Monte
5. Imergir - Silva
6. Magra - Lenine
7. Felicidade - Roberta Campos
8. Meu sol - Vanguart
9. Carimbó da alegria - Gaby Amarantos
10. Dançando no salão - Gang do Eletro (com Felipe Cordeiro)
11. O amor verdadeiro não tem vista para o mar - Pullovers
12. Somente nela (ao vivo) - Paulinho Moska
13. Cada qualidade de homem - Tanga de Sereia
14. Take the money and run away to Rio - Brothers of Brazil
15. Royals - Lorde (faixa-bônus)
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Irmã de Lorde, India O'Connor se lança com 'cover' de A Great Big World
Irmã mais nova de Ella Maria Lani Yelich-O'Connor, adolescente neo-zelandesa que se tornou uma das sensações do universo pop em 2013 com o nome artístico de Lorde, India Yelich O'Connor segue os passos musicais da mana que se tornou instantaneamente famosa com o estouro da música Royals, incluída no EP The love club (gravado em 2012 e lançado em março de 2013) e rebobinada no álbum Pure heroine (2013). Tal como Lorde, que começou jogando na rede covers de hits de artistas como a cantora galesa Duffy, India se lança como cantora, aos 15 anos, com cover (simples, mas classudo) de Say something (Ian Axel, Chad Vaccarino e Mike Campbell), música do duo norte-americano A Great Big World, de 2011, mas popularizada em 2013 em regravação feita com a adesão da cantora norte-americana Christina Aguilera. A seminal gravação de India Yelich O'Connor está disponível para audição no portal SoundCloud.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
'Pure heroine' impõe Lorde no universo pop sem (chegar a) ser viciante
Resenha de CD
Título: Pure heroine
Artista: Lorde
Gravadora: Universal Music
Cotação: * * * 1/2
Título: Pure heroine
Artista: Lorde
Gravadora: Universal Music
Cotação: * * * 1/2
Houve um momento neste ano de 2013 em que o universo pop começou a falar de Lorde, apontando a adolescente da Nova Zelândia - de 17 anos completados em novembro - como a sensação do universo pop por conta de seu primeiro álbum, Pure heroine. É aquele momento em que jornais, revistas e blogs musicais começam a falar em bloco de determinado nome, reproduzindo elogios e expandindo culto não raro engendrado por ações do departamento de marketing de alguma gravadora - no caso, a Universal Music. Bastou uma música de Lorde virar viral na rede - Royals, originalmente lançada pela artista no EP The love club, gravado em 2012, mas lançado em março de 2013 - para que a cantora e compositora neozelandesa fosse apontada como a maior revelação pop de todos os tempos daquelas semanas. Incenso de aura mercadológica, desfeita por uma avaliação sensata de Pure heroine. Produzido por Joe Little, o disco é realmente bom sem chegar a ser viciante. A questão é que o art indie pop de Lorde - aditivado com coros em temas como Ribs - soa por vezes monocórdio ao longo das dez faixas do álbum. Há músicas realmente bacanas em Pure heroine, com menções honrosas para Glory and gore e para os singles Royals, Tennis court e Team (de tom tecnopop), mas outras (como White teeth teens e Still sane, por exemplo) passariam batidas não fossem suas letras. A ideologia exposta por Lorde em seus versos é o grande trunfo do disco. Pure heroine versa sobre os desajustes emocionais de uma adolescente face a um mundo consumista, cibernético, em que o próprio universo pop parece conspirar a favor da visão de que, ou você entra na moda e nas ondas, ou é um fracassado, um loser, para usar termo da língua inglesa. Lorde se sentia uma perdedora quando escreveu as letras de músicas como 400 lux e Buzzcut season (a faixa de contorno mais pop). Por isso, sim, Pure heroine impõe o nome de Lorde - cuja voz por ironia se parece com a de sua desafeta Lana Del Rey - como uma das gratas revelações do universo pop neste ano de 2013. Mas é preciso dimensionar o culto a Lorde, artista que expõe emoções e dilemas reais em suas músicas enquanto suas colegas parecem tomar atitudes fabricadas em série para se ajustarem às regras de jogo volátil e voraz - caso de Miley Cyrus. Resta saber se a fama e o triunfo vão alterar a visão de mundo de Lorde nas próximas músicas.
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