Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


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domingo, 28 de setembro de 2014

Alice se arma em cena com hit do Abba, funk de Sullivan e um samba inédito

Música lançada pelo grupo sueco ABBA em seu sétimo álbum, Super trouper (Polar Music, 1980), Lay all your love on me (Benny Andersson Björn Ulvaeus) foi uma das boas surpresas apresentadas em 26 de setembro de 2014 pela cantora e compositora carioca Alice Caymmi na estreia nacional do show Rainha dos raios, no Bottle's Bar, uma das boates do revitalizado Beco das Garrafas, lendário point de shows no Rio de Janeiro (RJ) dos anos 1960. Indo além das nove músicas de seu recém-lançado segundo álbum, Rainha dos rádios (Joia Moderna, 2014), já cultuado pelas tribos mais antenadas, Alice - em foto de Rodrigo Goffredo - também apresentou samba inédito de sua autoria (Sangria), cantou funk pop da dupla Michael Sullivan & Paulo Massadas (Joga fora, sucesso nacional em 1986 na voz de Sandra de Sá), exercitou seu francês ao dar voz a uma chanson lançada em 1967 pela cantora e atriz Marie Laforêt (Mon amour, mon ami, de autoria dos compositores André Popp e Eddy Marney) e mostrou a capella a versão em português de Gloomy sunday (1936) que fez na noite anterior ao show. Propagada a partir de 1941 na voz da cantora norte-americana Billie Holiday (1915 - 1959), Gloomy sunday é a versão em inglês - escrita pelo letrista norte-americano Sam M. Lewis (1885 - 1959) - de sombria canção Szomorú vasárnap, composta em 1933 pelo pianista húngaro Rezső Seress (1899-1968). A versão de Alice preserva o sombrio tom original do tema. Alicerçada pelo toque do baixo e dos computadores do homem-orquestra Diogo Strausz (produtor do disco Rainha dos raios), da guitarra de Gabriel Mayall e da bateria de Thiago Silva, Alice Caymmi reiterou em cena a forte personalidade musical posta em seu segundo consagrador álbum. Explorando todos os tons de sua voz quente, sobretudo ao entoar a valsa Antes de tudo (Alice Caymmi, 2014), a cantora mostrou toda a força que jazia na canção do Tono Como vês (Domenico Lancellotti e Bruno Di Lullo, 2013), evocou Xuxa ao entrar na nave tecnopop dos anos 1980 que conduz Sou rebelde (Manuel Alejandro e Ana Magdalena, 1971, em versão em português de Paulo Coelho, 1978), expôs todo o soul que há no baladão romântico Meu recado (Michael Sullivan e Alice Caymmi, 2014), realçou a sedutora melodia do funk melody Princesa -  lançado pelo compositor carioca MC Marcinho no álbum Sempre solitário (Independente, 1998) - e simulou virilidade ao encarar Homem (Caetano Veloso, 2006) entre sons de dubstep e êxtases femininos. Eis o eclético roteiro seguido por Alice Caymmi em 26 de setembro de 2014, na estreia do show  Rainha dos raios, no Bottle's Bar,  na cidade do Rio de Janeiro (RJ):

1. Como vês (Domenico Lancellotti e Bruno Di Lullo, 2013)
2. Homem (Caetano Veloso, 2006)
3. Sou rebelde (Soy rebelde) (Manuel Alejandro e Ana Magdalena, 1971)
    (Versão em português de Paulo Coelho, 1978)
4. Meu recado (Michael Sullivan e Alice Caymmi, 2014)
5. Princesa (MC Marcinho, 1998)
6. Speak softly love (Nino Rota e Larry Kusik, 1972)
7. Meu mundo caiu (Maysa, 1958)
8. Mon amour, mon ami (André Popp e Eddy Marney, 1967)
9. Antes de tudo (Alice Caymmi, 2014)
10. Sangria (Alice Caymmi, 2014) - samba inédito em disco
11. Joga fora (Michael Sullivan & Paulo Massadas, 1986)
12. Lay all your love on me (Benny Andersson Björn Ulvaeus, 1980)
13. Jasper (Caetano Veloso, Arto Lindsay e Peter Sheerer, 1989)
14. Domingo sombrio (Gloomy sunday) (Szomorú vasárnap) (Rezső Seress, 1933)
      (Versão em inglês de Sam M. Lewis, 1936) (Versão em português de Alice Caymmi, 2014)
15. Iansã (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1972)
Bis:
16. Sou rebelde (Soy rebelde) (Manuel Alejandro e Ana Magdalena, 1971)
      (Versão em português de Paulo Coelho, 1978)
17. Joga fora (Michael Sullivan & Paulo Massadas, 1986)

domingo, 6 de julho de 2014

Biografia do ABBA tem o mérito de detalhar a pré-história do grupo sueco

Resenha de livro
Título: ABBA - A biografia
Autor: Carl Magnus Palm
Editora: BestSeller
Cotação: * * * *

O pesquisador sueco Carl Magnus Palm conhece tão a fundo a história e a discografia do ABBA que se tornou consultor da Polar Music, sendo acionado quando a gravadora sueca - herdeira de toda a obra fonográfica do quarteto sueco - produz coletâneas do grupo. A credencial do autor torna crível a narrativa de ABBA - A biografia, livro recém-lançado no Brasil pela editora BestSeller. O maior mérito da biografia é detalhar, para leitores e fãs do ABBA que nasceram fora da Suécia, a pré-história do grupo. É fato que o quarteto se formou oficialmente no fim de 1972 e que alcançou o sucesso mundial em 1974 quando a música-título de seu segundo álbum, Waterloo (Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Stikkan Anderson, 1974), se sagrou vitoriosa no festival Eurovision song contest, abrindo as portas de todo o mercado europeu (e até do norte-americano) para o ABBA. Só que a pré-história do grupo - formado pelos casais Benny Andersson & Agnetha Fältskog e Björn Ulvaeus & Anni-Frid Lyngstad (Frida) - começa bem antes, remontando ao início dos anos 1960. Todos os quatro integrantes do ABBA trilharam caminhos musicais na Suécia dos anos 1960 antes de esses caminhos se cruzarem, gerando o grupo, figura fácil nas paradas mundiais de 1974 a 1982 com hits instantâneos como Fernando (Benny Andersson, Björn Ulvaeus, 1975) e Dancing queen (Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Stikkan Anderson, 1976). Com exceção de Frida, que batalhou sem ter sucesso, os outros três integrantes já eram nomes conhecidos nas paradas suecas antes da formação do ABBA. Benny e Björn sempre se destacaram como compositores e produtores, com afinidades que resultaram numa das parcerias mais afinadas do universo pop. Agnetha já era cantora de sucesso. Apenas a norueguesa Frida - que tivera infância difícil, tendo sido rejeitada por ter sido fruto do envolvimento de sua mãe com soldado alemão que integrava as tropas nazistas - sentiu pela primeira vez o gosto do sucesso já unida profissionalmente aos três colegas. Com escrita objetiva, sem a preocupação de mostrar estilo na construção de seu texto meramente correto, Carl Magnus Palm detalha a gênese de cada integrante do grupo e seus caminhos na música antes, durante e depois do ABBA. Admirador do pop do quarteto, a ponto de apontar corretamente as músicas mais sedutoras de cada álbum do grupo, o autor revela na biografia como a desarmonia dos dois casais resultou no fim do ABBA. Boa em si, a história rende um livro envolvente, cuja narrativa se inicia em 2005, na estreia do musical Mamma mia! em Estocolmo, na Suécia. Ao relatar o frisson do público dentro e fora do teatro pelo simples fato de os quatro integrantes do ABBA estarem presentes no mesmo espaço, 23 anos após o fim do grupo, Magnus Palm já inicia sua história sinalizando que, a rigor, ela não chegou ao fim com a dissolução do quarteto. Quarenta anos após sua explosão, o ABBA ainda mobiliza fãs e cifras.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Gravação ao vivo do ABBA sai em setembro com a inédita 'I'm still alive'

No embalo das comemorações pelos 40 anos de sucesso do desativado grupo sueco ABBA, a gravadora Polar Music vai lançar em setembro de 2014 - nos formatos de CD duplo e LP triplo - o primeiro registro integral de show do quarteto formado por Agnetha Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad. Com distribuição mundial da Universal Music, ABBA Live at Wembley Arena vai reproduzir os 25 números do show feito pelo grupo em 10 de setembro de 1979 na arena situada em Londres, na Inglaterra. O repertório inclui I'm still alive, música inédita na discografia do ABBA. Embora cantada em shows, I'm still alive nunca foi gravada pela quarteto em seus álbuns. ABBA Live at Wembley Arena é o segundo título ao vivo da discografia do grupo. O primeiro, ABBA live, foi lançado em 1986 e é coletânea de números ao vivo captados em shows feitos em 1977 e 1979. Eis as faixas do CD duplo e LP triplo Abba Live at Wembley Arena, que vai chegar ao mercado 35 anos após a gravação ao vivo do show:

1. Gammal fäbodpsalm
2. Voulez-vous
3. If it wasn’t for the nights
4. As good as new
5. Knowing me, knowing you
6. Rock me
7. Chiquitita
8. Money, money, money
9. I have a dream
10. Gimme! Gimme! Gimme! (A man after midnight)
11. SOS
12. Fernando
13. The name of the game
14. Eagle
15. Thank you for the music
16. Why did it have to be me
17. Intermezzo no. 1
18. I’m still alive - Música inédita em disco do ABBA
19. Summer night city
20. Take a chance on me
21. Does your mother know
22. Hole in your soul
23. The way old friends do
24. Dancing queen
25. Waterloo

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Edição expandida de 'Waterloo' celebra os 40 anos de sucesso do ABBA

Embora formado em 1972, o grupo sueco ABBA começou sua escalada para o sucesso no universo pop a partir de 6 de abril de 1974, data em que venceu o festival Eurovision com Waterloo, música escolhida para batizar o então recém-editado segundo álbum de estúdio do quarteto formado por Agnetha Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad. Gravado em 1973, mas lançado em março daquele de ano de 1974, Waterloo é o marco inicial do sucesso internacional do ABBA. Por isso, uma edição expandida do álbum foi escolhida para dar início às comemorações dos 40 anos de sucesso do grupo. Com libreto de 20 páginas, a Deluxe edition de Waterloo é dupla e - além do álbum original (aditivado com oito faixas-bônus) - inclui DVD que exibe números musicais feitos pelo ABBA em programas de TV e em festivais da Europa. O material adicional em áudio inclui versões em sueco de músicas como Honey, honey e da faixa-título Waterloo, ouvida também em alemão e em francês. Já Hasta mañana pode ser conferida na versão em espanhol. Há também dois remixes de Ring ring, música que batizou o primeiro álbum do ABBA, lançado em 1973. Já o conteúdo audiovisual do DVD - mais raro - destaca a aparição do ABBA no Eurovision, o festival exibido pela BBC no qual o quarteto se projetou além das fronteiras suecas. em todas as aparições na TV, o ABBA toca Waterloo e / ou Honey, honey, os hits deste álbum que, mesmo sem ser o melhor do grupo, pavimentou a estrada de sucesso que seria trilhada pelo ABBA até 1982. Irresistível para fãs que cultuam o grupo, até pela oportunidade de descobrir Dance (While the music still goes on), joia do álbum, a Deluxe edition de Waterloo acaba de sair no Brasil pela Universal Music.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Sucesso há 40 anos, música do ABBA é celebrada em CD por André Rieu

Há 40 anos, o quarteto sueco ABBA começava a ganhar projeção mundial no universo pop com sua música. Waterloo (Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Stig Anderson) foi a música que deu, em 1974, o ponto de partida na escalada do grupo. Talvez por ter essa dimensão histórica na trajetória do ABBA, Waterloo figure entre as 11 músicas selecionadas pelo violinista holandês André Rieu para o CD André Rieu celebrates ABBA (2013), lançado no Brasil pela gravadora Universal Music em edição dupla que o junta a outro CD do músico popstar, Music of the night (2013). Rieu celebra a obra do ABBA com registros melodiosos e melosos de músicas como Chiquitita (Benny Andersson e Björn Ulvaeus, 1979), Fernando (Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Stig Anderson, 1976) e The winner takes it all (Benny Andersson e Björn Ulvaeus, 1980). Entre hits, André Rieu celebrates ABBA traz lado B do repertório do grupo - The way old friends do (Benny Andersson e Björn Ulvaeus), do álbum Super trouper (1980) - e música, Arrival  (Benny Andersson e Björn Ulvaeus, 1976), ideal para o estilo pop clássico do violinista. 

domingo, 10 de novembro de 2013

Grupo ABBA cogita se reunir em 2014 para festejar 40 anos de sucesso

O quarteto sueco ABBA cogita se reunir em 2014 para festejar seus 40 anos de sucesso. A possibilidade de reunião foi noticiada por uma das duas cantoras do grupo, Agnetha Faltskog, em entrevista a um jornal alemão. Embora formado em 1972, o ABBA conseguiu sucesso internacional somente a partir de 1974, ano em que o quarteto venceu o concurso Eurovision Song Contest - com a música Waterloo (Benny Andersson, Björn Ulvaeus e Stig Anderson) - e ganhou projeção na Europa e, na sequência, no mundo todo. Se a reunião do ABBA for mesmo concretizada, o universo pop certamente vai se agitar, pois Agnetha Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Andersson e Anni-Frid Lyngstad deixaram fãs saudosos em todo o planeta terra por conta de músicas como Honey honey (1974), Mamma mia (1975), Fernando (1976) e Dancing queen (1976), um hit das discotecas que, como outras músicas do ABBA, atravessou gerações.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Gottsha vai de ABBA a Trammps, passando por White, em 'Discotheque'

Em 1993, a carioca Sandra Maria Braga Gottlieb debutou na carreira de cantora com show em que dava voz a sucessos dos anos 70. Decorridas duas décadas, a já experiente cantora - conhecida no circuito de musicais como Gottsha, nome artístico adotado em 1994 - volta ao (seu) começo com o show Discotheque, em cartaz às terças-feiras deste mês de outubro de 2013 no Teatro das Artes, no Rio de Janeiro (RJ). No show, que estreou em junho no Sesc Copacabana (RJ), Gottsha - vista em cena na foto de Rodrigo Amaral - rebobina sucessos dos embalos noturnos dos sábados da segunda metade década de 70, quase todos propagados por cantoras de vozes potentes como a dela. Em roteiro que enfileira hits irresistíveis do grupo sueco ABBA (Dancing queen), da cantora norte-americana Donna Summer (MacArthur Park, Could it be magic e Last dance - os três linkados em medley), da Love Unlimited Orchestra do maestro Barry White (1944 - 2003) (Love's theme) e do grupo norte-americano The Trammps (Disco inferno), Gottsha se permite licenças musicais ao cantar três baladas - Goodbye yellow brick road (Elton John e Bernie Taupin, 1973), Ben (Don Black e Walter Scharf, 1972) e My cherie amour (Stevie Wonder, Henry Cosby e Sylvia Moy, 1969) - que fogem do universo e até da época da disco music. Eis o roteiro essencialmente dançante seguido por Gottsha na atual temporada carioca de Discotheque, o (bom) show comemorativo de seus 20 anos de carreira:

1. Disco inferno (Leroy Green e Ron Kersey, 1976) 
    - The Trammps
2. Dancing queen (Benny Anderson, Björn Ulvaeus e Stig Anderson, 1976)
    - ABBA
3. If I can't have you (Barry Gibb, Maurice Gibb e Robin Gibb, 1977)
    - Bee Gees e Yvonne Elliman
4. Don't leave me this way (Kenneth Gamble, Leon Huff e Cary Gilbert, 1975)
    - Harold Melvin & The Blue Notes e Thelma Houston (em gravação de 1976)
5. Young hearts run free (David Crawford, 1976)
    - Candi Staton
6. Goodbye yelow brick road (Elton John e Bernie Taupin, 1976)
     - Elton John
7.  Ben (Don Black e Walter Scharf, 1972)
     - Michael Jackson
8.  My cherie amour (Stevie Wonder, Henry Cosby e Sylvia Moy, 1969)
     - Stevie Wonder
9. More than a woman (Barry Gibb, Maurice Gibb e Robin Gibb, 1977)
    - Bee Gees e Tavares
10. Zodiacs (Giorgio Moroder e Pete Bellotte, 1977)
      - Roberta Kelly
11. Love's theme (Barry White, 1973) - instrumental sem a letra de Aaron Schroeder
      - Love Unlimited Orchestra
12. MacArthur Park (Jimmy Webb, 1968) /
      - Donna Summer (em gravação de 1978)
13. Could it be magic (Barry Manilow e Adrienne Anderson, 1975) /
      - Barry Manilow e Donna Summer (em gravação de 1976)
14. Last dance (Paul Jabara, 1978)
      - Donna Summer
15. The Boss (Nickolas Ashford e Valerie Simpson, 1979)
      - Diana Ross
16. I love the nightlife (Disco 'round) (Alicia Bridges e Susan Hutcheson, 1978)
      - Alicia Bridges
17. I will survive (Freddie Perren e Dino Fekaris, 1978)
      - Gloria Gaynor
18. Never can say goodbye (Clifton Davis, 1971)
      - The Jackson 5 e Gloria Gaynor (em gravação feita em 1974 e lançada em 1975)
Bis:
19. Dancing queen (Benny Anderson, Björn Ulvaeus e Stig Anderson, 1976)
    - ABBA

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Grupo suíço de metal, Ghost grava tema do ABBA com adesão de Grohl

O grupo sueco de metal Ghost gravou música do ABBA - quarteto também originário da Suécia que seduziu o universo pop nos anos 70 - com a adesão da bateria do cantor, compositor e músico norte-americano Dave Grohl, da banda Foo Fighters. Produzido pelo próprio Grohl, o cover de I'm a marionette - música de Björn Ulvaeus e Benny Andersson, lançada pelo ABBA em seu quinto álbum, ABBA - The Album (1977) - foi feito pelo Ghost para o lado B do single Secular Haze, cujo lançamento está agendado para 17 de abril de 2013. Secular Haze é uma das 10 músicas do segundo álbum do Ghost, Infestissumam, que será editado neste semestre.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Vaccines regrava Abba e Lowe em EP já disponibilizado para download

Balada lançada em julho de 1980 pelo extinto grupo sueco ABBA, em single que antecipou a gravação feita para o álbum Super Trouper (1980), The Winner Takes It All ganha registro do grupo inglês The Vaccines. A gravação figura no EP de covers Please, Please Do Not Disturb, disponibilizado pela banda para download gratuito neste mês de agosto de 2012. O EP apresenta quatro covers registrados pelo Vaccines em quartos de hotéis. O repertório inclui The Beast in Me - música do cantor e compositor inglês Nick Lowe, lançada pelo cantor norte-americano Johnny Cash (1932 - 2003) em álbum de 1994 - e Mannequin, tema de 1977 do repertório da banda inglesa Wire. Completa o EP o cover de That Summer Feeling, música de 1984, da lavra do cantor, compositor e guitarrista norte-americano Jonathan Richman. Baixe!!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

ABBA relança álbum 'The Visitors' com 'demo' de música inédita e DVD

Oitavo e derradeiro álbum de estúdio do ABBA, The Visitors (1981) vai ser relançado em abril de 2012 em edição turbinada com faixas-bônus e DVD com inédito conteúdo audiovisual. O bônus mais importante é a demo de From a Twinkling Star To a Passing Angel, música inédita guardada no baú do extinto grupo sueco. É a primeira vez desde a caixa Thank You For the Music (1994) que o ABBA lança registros inéditos. A reedição do álbum The Visitors chega ao mercado fonográfico no momento em que o musical Mamma Mia! - transformado em filme de sucesso - renovou o interesse do público pela (deliciosa) música do quarteto formado por Agnetha Faltskog, Anna-Frid Lyngstad, Benny Andersson e Bjorn Ulvaeus no início dos anos 70.