Mauro Ferreira no G1

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fora do Take That pela segunda vez, Robbie Williams prepara disco solo

Eram infundados os rumores de que Robbie Williams permaneceria no grupo Take That após a turnê de 2010 que marcou sua volta à boyband que lhe deu projeção entre 1990 e 1995. O cantor britânico já está fora do Take That - pela segunda vez - e prepara disco solo. Durante o retorno de Williams ao grupo, o Take That lançou álbum de inéditas, Progress (2010), que - como apregoa o título do CD - sinalizou evolução no som da banda. O grupo continua em cena.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Take That lança EP 'Progressed' com oito sobras de seu álbum 'Progress'

Chega às lojas do Reino Unido nesta segunda-feira, 13 de junho de 2011, Progressed, EP em que o grupo britânico Take That apresenta oito músicas que sobraram de seu sexto álbum, Progress (2010), trabalho que marcou a reintegração de Robbie Williams à boyband. O EP foi precedido pela edição em maio do single Love Love, tema propagado na trilha sonora do filme X-Men - Primeira Classe. (2011). Eis as oito músicas de Progressed, EP editado pela Polydor:

1. When We Weew Young (Robbie Williams e Gary Barlow)
2. Man (Gary Barlow)
3. Love Love (Gary Barlow e Mark Owen)
4. The Day the Work Is Done (Mark Owen e Gary Barlow)
5. Beautiful (Gary Barlow)
6. Don't Say Goodbye (Gary Barlow)
7. Aliens (Howard Donald)
8. Wonderful Orange (Mark Owen e Jason Orange)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Take That evolui em 'Progress', disco que reintegra Robbie à ex-boyband

Resenha de CD
Título: Progress
Artista: Take That
Gravadora: Polydor / Universal Music
Cotação: * * * 1/2

Campeão de vendas no Reino Unido, onde ultrapassou o milhão de cópias vendidas menos de um mês após sua chegada às lojas, o sexto álbum de estúdio do Take That, Progress, reintegra o desertor Robbie Williams ao grupo. Bem, se ouvido sem preconceito por se tratar do disco de uma ex-boyband que mobilizou multidões adolescentes nos anos 90, Progress atesta a evolução do Take That. Quase não há baladas no repertório formatado por Stuart Price, o produtor do cultuado Confessions on a Dance Floor  de Madonna. E, mesmo quando há, casos de Eight Letters e da bela Flowerbed (faixa escondida após as 10 músicas oficiais de Progress), elas já nada lembram o som idiotizante de Gary Barlow, Robbie Williams e Cia. quando eles eram garotos manipulados pela indústria da música. Houve progresso nas letras e nas músicas. Parceria de Barlow com Williams, eleita o primeiro single do álbum, The Flood é exemplo de pop perfeito. Mas o que marca Progress, de fato, é a investida do Take That no pop dance. What Do You Want for me? e SOS (provável segundo single) mostram que a associação com Stuart Price fez bem ao grupo. Faixas como Underground Machine fazem bom uso de sintetizadores e recursos eletrônicos. Enfim, o Take That evoluiu. Mas é preciso se distanciar da imagem clássica da boyband para poder avaliar Progress sem um (pré)conceito.