Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


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domingo, 5 de junho de 2016

Skank festeja 25 anos enquanto promove EP com remixes de música de 2014

Enquanto festeja hoje 25 anos de atividade profissional, já que o primeiro decisivo show foi feito na cidade de São Paulo (SP) em 5 de junho de 1991, o grupo mineiro Skank promove EP com quatro remixes da música Do mesmo jeito, parceria de Samuel Rosa com Lucas Silveira, lançada pelo quarteto no álbum Velocia (Sony Music, 2014). Já disponível nas plataformas digitais, o EP Do mesmo jeito - Remixes reformata a música com os toques de Jacques Monastier, de Leo Breanza (com Denílson Miller), do grupo mineiro Funky Fat e do veterano DJ Marcello Mansur, o Memê. Integrante da atual formação do grupo Sambô, Monastier produziu o Jacques Batera remix.  Leo Breanza de Denílson Miller remodelam a música no vibrante Leo Breanza & Miller remix (o melhor dos quatro remixes). Já o Funky Fat remix foi produzido por Thiago Guimarães e Gui Santoro. Por fim, o ótimo The EDM Club Mix tem a assinatura valorosa de Memê. Do mesmo jeito é uma das músicas com maior potencial para virar hit dentre as onze músicas reunidas pelo grupo em Velocia, bonito álbum, sem teor progressista.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Álbum que firmou o Skank, 'Calango' é reeditado em vinil de 180 gramas

Álbum que firmou a carreira fonográfica do grupo mineiro Skank, ao ser lançado em 1994 pelo selo Chaos (da gravadora Sony Music), Calango volta ao mercado no mês de março de 2015 em reedição em vinil de 180 gramas. Produzida pela fábrica Polysom dentro da série Clássicos em vinil, a reedição joga luz sobre um grande disco que projetou músicas então inéditas como Jackie Tequila, Pacato cidadão e Te ver - parcerias do vocalista e guitarrista do Skank, Samuel Rosa, com o letrista Chico Amaral, sendo que Te ver tem coautoria de Lelo Zaneti, baixista da banda. Mas o primeiro hit de Calango nas rádios foi a (sagaz) regravação de É proibido fumar (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1964), rock que, na época, havia sido lançado há 30 anos na voz do então emergente Roberto Carlos. Eis, na disposição do LP fabricado pela Polysom sob licença da Sony Music, a ordem das 11 músicas na reedição em vinil de Calango, álbum realmente clássico:

LADO A
1. Amolação (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
2. Jackie Tequila (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
3. Esmola (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
4. O beijo e a reza (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
5. A cerca (Samuel Rosa, Fernando Furtado e Chico Amaral, 1994)


LADO B
1. É proibido fumar (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1964)
2. Te ver (Samuel Rosa, Lelo Zaneti e Chico Amaral, 1994)
3. Chega disso! (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
4. Sam (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
5. Estivador (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
6. Pacato cidadão (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Retrô 2014: Skank gira na velocidade da própria luz na volta com 'Velocia'

Retrospectiva 2014 - Foram seis anos sem um álbum de inéditas. Nunca o Skank ficou tanto tempo sem renovar repertório. Mas a espera compensou os fãs do grupo mineiro. Nono disco de inéditas do quarteto, Velocia chegou ao mercado fonográfico em junho, via Sony Music, precedido em maio pelo single Ela me deixou (Samuel Rosa e Nando Reis). Aliás, como sinalizou este pop reggae com toques de rocksteady, o Skank girou na velocidade de sua própria luz ao voltar ao disco. Sem inventar moda, o grupo fez apurada síntese de sua obra no CD produzido por Dudu Marote com Renato Cipriano. Tal disco, tal show. Estreado em novembro no Rio de Janeiro (RJ), o show Velocia expôs todas as cores da aquarela do Skank - visto no traço de Oriol Angrill Jordà.

sábado, 8 de novembro de 2014

Energia positiva do Skank impulsiona show Velocia' em clima de celebração

Resenha de show
Título: Velocia
Artista: Skank (em foto de Rodrigo Goffredo)
Local: Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 7 de novembro de 2014
Cotação: * * * * 1/2

Primeiro álbum de inéditas do Skank em seis anos, Velocia (Sony Music, 2014) reiterou a habilidade do grupo mineiro para fazer seu carrossel pop girar em torno de sua própria luz. Sem inovar, mas tampouco sem decepcionar ao apresentar azeitado mix de reggaes, rocks e baladas, o CD Velocia chegou à cena na noite de ontem, 7 de novembro de 2014, em show impulsionado pela energia positiva do quarteto formado Haroldo Ferretti (bateria), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Samuel Rosa (voz e guitarra). As excelentes vibrações do show energizaram o público que encheu pista, mesas e camarotes da casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), para conferir a estreia nacional do show Velocia. À frente do belo e funcional cenário de Danilo Andrade e Henrique Ímpar, veículo para a exposição de projeções abstratas, o Skank tocou sete das 11 músicas do disco Velocia e rebobinou 19 sucessos de obra majestosa que já figura entre as mais inspiradas e robustas do cancioneiro pop nacional e que mantém Samuel Rosa e seus parceiros (Chico Amaral e Nando Reis são os mais frequentes) na linha de frente dessa ala pop brazuca. Foi nesse clima de festa que o Skank fez sua "celebração das coisas antigas", como Samuel Rosa se referiu já no início da apresentação aos números calcados em hits colecionados ao longo de 23 anos de carreira. Já na abertura do show, feita com A noite (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2014), ficou evidente que o som de Velocia era feito na pressão, com adição de trio de metais em brasa - formado por Paulo Márcio (trompete), Pedro Aristides (trombone) e Vinicius Augustus (saxofone) - e de um segundo guitarrista (Doca Rolim). Na sequência, É uma partida de futebol (Samuel Rosa e Nando Reis, 1996) mandou a bola redonda para a plateia e Uma canção é para isso (Samuel Rosa e Nando Reis, 2006) acendeu o sol que se manteve tinindo ao longo de toda a apresentação, requentando músicas antigas e aquecendo as novas, como Do mesmo jeito (Samuel Rosa e Lucas Silveira, 2014), hit pronto do álbum Velocia. A energia jovial dos "quatro velhinhos" - como Samuel se referiu, maroto, aos quatro músicos do grupo - contagiou público que aglutinava várias gerações em torno de um cancioneiro luminoso. Da geração pop surgida no Brasil dos anos 1990, a banda de Belo Horizonte (MG) é uma das poucas que conseguiu atravessar as décadas sem perder o viço e a pegada. Seja na eletricidade que moveu músicas dançantes como a infalível Três lados (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2000), seja no clima acústico em que foram ambientadas canções como Ainda gosto dela (Samuel Rosa e Nando Reis, 2008), o show Velocia somente pareceu perder o pique em Multidão (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014), tema que não incendiou a plateia, talvez por conta do tema pesado - os protestos que agitaram o Brasil em junho de 2013 - e nada condizente com a atmosfera leve e alto astral da apresentação. Se o mix de pop reggae e rocksteady Ela me deixou (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014) teve confirmada em cena sua vocação pop para single, a velhinha Jackie Tequila (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994) se renovou em clima de eletro jam(aican) session. Já a catarse provocada por Vou deixar (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2003) não abafou o momento guitar hero de Samuel Rosa. Cúmplice da banda em todos os momentos, inclusive nas músicas novas como o rocksteady Tudo isso (Samuel Rosa e Emicida, 2014), a plateia fez jus ao microfone direcionado para ela em blockbusters como Garota nacional (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1996), já que o público também fez a festa do Skank ficar animada. No bis, "território de recreação" na definição de Samuel por conta da flexibilidade do roteiro nessa parte final do show,  uma sequência de baladas matadoras - Balada do amor inabalável (Samuel Rosa e Fausto Fawcett, 2000) cheia de bossa carioca, Resposta (Samuel Rosa e Nando Reis, 1998) e Dois rios (Samuel Rosa, Lô Borges e Nando Reis, 2003) - corroborou o forte poder de sedução do cancioneiro do grupo. Como o disco que lhe dá nome, o show Velocia também gira na velocidade da luz do Skank, só que aditivado por uma energia tão positiva que irmana músicos e plateia na mesma corrente vibratória. Parece fácil, só que tal proeza é conseguida somente por grandes artistas como esses quatro velhinhos mineiros...

Ao estrear 'Velocia' no Rio, Skank festeja Erasmo em 'território de recreação'

Na estreia nacional do eletrizante show Velocia, apresentado pela primeira vez pelo Skank no Rio de Janeiro (RJ) na noite de ontem, 7 de novembro de 2014, o vocalista e guitarrista do grupo mineiro, Samuel Rosa, caracterizou o bis como um "território de recreação". Nessa parte em que o roteiro do show fica mais flexível, a banda (se) divertiu com tremenda homenagem ao cantor e compositor carioca Erasmo Carlos, presente na plateia da casa Vivo Rio. Além de reviver É proibido fumar (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1964), rock composto há 50 anos pelo pioneiro Tremendão e lançado na voz do parceiro Roberto Carlos, o Skank tocou a Balada do amor inabalável (Samuel Rosa e Fausto Fawcett, 2000), música do grupo eleita por Erasmo uma das preferidas do artista. Antes do bis, o Skank mostrou sete das 11 músicas do álbum Velocia (Sony Music, 2014) - primeiro álbum de inéditas em seis anos - e reviveu (quase) todos os hits em números definidos por Samuel Rosa como "celebração das coisas antigas". A energia positiva do show contagiou a plateia que encheu pistas, mesas e camarotes da casa Vivo Rio. Eis o roteiro seguido por Haroldo Ferretti (bateria), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Samuel Rosa - em foto de Rodrigo Goffredo - em 7 de novembro de 2014, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), na estreia nacional do (excelente) show Velocia:

1. A noite (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2014)
2. É uma partida de futebol (Samuel Rosa e Nando Reis, 1996)
3. Uma canção é pra isso (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2006)
4. Do mesmo jeito (Samuel Rosa e Lucas Silveira, 2014)
5. Saideira (Samuel Rosa e Rodrigo Leão, 1998)
6. Alexia (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014)
7. Ainda gosto dela (Samuel Rosa e Nando Reis, 2008)
8. Ela me deixou (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014)
9. Tudo isso (Samuel Rosa e Emicida, 2014)
10. Jackie Tequila (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
11. Multidão (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014)
12. Te ver (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
13. Acima do sol (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2001)
14. Três lados (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2000)
15. Vou deixar (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2003)
16. Garota nacional (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1996)
17. Esquecimento (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014)
18. Sutilmente (Samuel Rosa e Nando Reis, 2008)
19. Vamos fugir (Give me your love) (Gilberto Gil e Liminha, 1984)
       - Reggae gravado pelo Skank em fonograma incluído na coletânea Radiola (Sony Music, 2004)
Bis:
20. É proibido fumar (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1964)
21. Balada do amor inabalável (Samuel Rosa e Fausto Fawcett, 2000)
22. Resposta (Samuel Rosa e Nando Reis, 1998)
23. Dois rios (Samuel Rosa, Lô Borges e Nando Reis, 2003)
24. Esmola (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994)
25. Tão seu (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1996)
26. Ela me deixou (Samuel Rosa e Nando Reis, 2014)

terça-feira, 10 de junho de 2014

Síntese da obra do Skank, Velocia' expõe as cores da bela aquarela do grupo

Resenha de CD
Título: Velocia
Artista: Skank
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * * *

 Primeiro álbum de inéditas do Skank em seis anos, Velocia pode frustrar quem ansiava por salto estético na discografia do grupo mineiro - como os dados pelos álbuns Maquinarama (Sony Music, 2000) e Cosmotrom (Sony Music, 2003). Ao longo das onze músicas do sucessor de Estandarte (Sony Music), Samuel Rosa (voz e guitarra), Lelo Zaneti (baixo), Henrique Portugal (teclados) e Haroldo Ferretti (bateria) giram na velocidade na própria luz do Skank. Em Velocia, o quarteto mineiro reaparece no mercado fonográfico do mesmo jeito sedutor, sem inventar moda e sem tentativas de modernização de um som que continua contemporâneo, atual, com mix pop de reggae, rock e baladas. Do mesmo jeito, aliás, é o título da parceria de Samuel Rosa com Lucas Silveira - vocalista, guitarrista e compositor do ora revigorado grupo gaúcho Fresno - que se insinua como um dos prováveis hits de Velocia. A orquestração dos metais na faixa evoca o som do Skank nos anos 1990, mas seria equivocado conceituar Velocia como uma volta do grupo ao som daquela década de discos vendidos aos milhões - ainda que um dos produtores do disco atual, Dudu Marote, seja o mesmo de álbuns como Samba poconé (Sony Music, 1996). Também produzido por Renato Cipriano, nome provavelmente fundamental na engenharia do som tecnicamente perfeito, Velocia é mais a síntese da discografia do Skank do que um simulacro dos álbuns dos anos 1990. Até porque uma balada como Esquecimento - futuro clássico da profícua parceria de Samuel Rosa com Nando Reis - é lembrança da virada estética iniciada a rigor há 16 anos atrás com a escolha de outra balada de Samuel e Nando, Resposta, para promover o álbum Siderado (Sony Music, 1998). Balada de estrutura clássica, arranjada com cordas, Esquecimento se alimenta do contraste entre a delicadeza da melodia e a impetuosidade dos versos cheios de atitude no jogo do amor. Na batalha dos campos de futebol, Alexia (Samuel Rosa e Nando Reis) marca golaço na abertura do disco por perfilar a atacante do time feminino do Barcelona na primeira exaltação musical da atuação de uma mulher em esporte ainda associado ao universo masculino no imaginário mundial. Mesmo sem a vibração de É uma partida de futebol (Samuel Rosa e Nando Reis, 1996), lance genial da então iniciante parceria de Samuel com o titã, Alexia dribla a inevitável comparação com o empolgante tema anterior com suingue próprio, sutis beats eletrônicos e citações de versos de músicas de Jorge Ben Jor, craque na escrita de temas sobre futebol. Velocia, aliás, enfatiza no repertório autoral a parceria de Samuel Rosa com Nando Reis, que ocupa atualmente na obra de Samuel o posto de parceiro principal, lugar outrora ocupado pelo letrista Chico Amaral. O parceiro das antigas comparece somente em A noite, electro-rock orquestrado com metais e pulsação envolvente. Com o recorrente Nando, Samuel dá o recado político de Velocia em Multidão, reggae com toques de ragga e rock que versa sobre os protestos que incendiaram literalmente o Brasil em junho de 2013. O ritmo levado em fogo brando contrasta com a inflamação dos versos em temperatura que se eleva um pouco com a entrada do carioca BNegão, cujo rap é inserido entre a música, de forma quase incidental. Com vocação radiofônica, Aniversário é delícia synth-pop que abre a parceria de Samuel com a cantora e compositora paulista Lia Paris, convidada desta faixa solar, feliz. Já previamente apresentado como o primeiro single do álbum, o pop reggae Ela me deixou tem toques de rocksteady, gênero que dita o ritmo de Tudo isso, uma das duas parcerias de Samuel com o compositor e rapper paulistano Emicida, que se afasta do universo do hip hop em ambas as colaborações com o compositor do Skank. A outra parceria é Rio beautiful, que entranha belezas reveladas à medida em que se ouve repetidamente a faixa banhada nas águas do synth-pop. As sucessivas repetições também fazem bem a Galápagos e a Périplo, mais duas parcerias de Samuel Rosa com Nando Reis que reiteram a sintonia fina entre os dois compositores projetados em gerações distintas do pop rock brasileiro. Com capa que expõe (bela) arte feita a lápis pelo ilustrador espanhol Oriol Angrill Jordà, Velocia tem todas as cores da aquarela musical do Skank e, embora deixe a sensação de que a pintura já foi feita antes (com tons sutilmente diferentes), logo se impõe como mais um êxito da discografia da banda, sublinhando a identidade musical do grupo.

domingo, 25 de maio de 2014

Eis a capa de 'Velocia', o álbum de inéditas que o Skank lança em junho

Esta é a capa de Velocia, álbum de inéditas que o grupo mineiro Skank vai lançar em junho de 2014, via Sony Music. A capa é assinada pelo ilustrador espanhol Oriol Angrill Jordà. O disco está sendo promovido com o rocksteady Ela me deixou, cujo clipe já está em rotação na web.

sábado, 17 de maio de 2014

Já no iTunes, single 'Ela me deixou' promove 'Velocia', álbum do Skank

Single disponibilizado esta semana no iTunes e já veiculado nas rádios, o rocksteady Ela me deixou antecipa e promove Velocia, primeiro álbum de inéditas do grupo mineiro Skank desde Estandarte (2008). Produzido por Dudu Marote com Renato Cipriano, o álbum Velocia vai ser apresentado em junho de 2014, via Sony Music. Trata-se do 14º título da discografia da banda.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Lucas Silveira, do grupo Fresno, tem letra no álbum de inéditas do Skank

No álbum de inéditas que finaliza pela gravadora Sony Music, o quarteto mineiro Skank conta com a colaboração de Lucas Silveira, vocalista e guitarrista do grupo gaúcho Fresno, na letra do rock Do mesmo jeito, uma das onze músicas do disco, cuja ficha técnica também vai trazer o nome de Emicida. O rapper paulistano é coautor dos versos das faixas Rio beautifulTudo isso. Já o cantor e compositor paulista Nando Reis engrossa sua parceria com Samuel Rosa em músicas como Alexia (sobre atacante de futebol do time feminino do Barcelona), Ela me deixou (misto de pop reggae e rocksteady, já em rotação na web), EsquecimentoMultidão. A paulista Lia Paris é coautora e convidada de Aniversário. O CD está em fase de masterização.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Skank mixa e masteriza seu nono álbum de inéditas nos Estados Unidos

Postada na página oficial do Skank no Facebook, a foto acima flagra os quatro integrantes do grupo mineiro - Lelo Zaneti (à esquerda), Henrique Portugal, Haroldo Ferretti e Samuel Rosa - no estúdio Avatar, em Nova York (EUA), durante as sessões de mixagem do nono álbum de inéditas da banda. As mixagens já foram concluídas. O disco atualmente está em fase de masterização, no Sterling Sound, outro estúdio de Nova York. O engenheiro de som Chris Gehringer masteriza o disco gravado no estúdio Máquina, em Belo Horizonte (MG), com as participações do rapper carioca BNegão, da cantora paulista Lia Paris e do cantor e compositor paulista Nando Reis. Ela me deixou é o nome da primeira música do CD a ser divulgada. No caso, através de inédita ação de marketing desenvolvida em parceria com marca de chicletes.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Skank reúne BNegão, Lia Paris e Nando Reis no nono álbum de inéditas

"Não queremos sobreviver / Queremos viver", brada BNegão em rap posto numa das músicas inéditas do 14º álbum do Skank. Projetado no grupo Planet Hemp, o rapper carioca Bernardo Santos, o BNegão, é um dos convidados do nono álbum de inéditas do grupo mineiro. A foto acima flagra BNegão na gravação da faixa, ao lado do baterista Haroldo Ferretti (à esquerda) e do baterista Henrique Portugal, dois dos quatro músicos do Skank. Já em fase de mixagem no Estúdio Máquina, em Belo Horizonte (MG), o 14º CD do Skank também traz os cantores e compositores paulistas Lia Paris e Nando Reis, parceiro do vocalista e guitarrista Samuel Rosa em algumas músicas do repertório inteiramente inédito e autoral. Trata-se do primeiro álbum de inéditas do Skank em seis anos. O último, Estandarte, foi lançado em 2008 via Sony Music.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Skank adia para 2014 lançamento de seu nono disco de inéditas autorais

Embora esteja sendo gravado desde maio de 2013, em Belo Horizonte (MG), o nono álbum de inéditas autorais do grupo mineiro Skank vai ser lançado somente em 2014 - o que aumenta para seis anos a distância entre esse (esperado) novo disco e o último trabalho de inéditas do quarteto, Estandarte, lançado em 2008. O álbum vai ser lançado pela gravadora Sony Music.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Skank grava em BH o primeiro álbum de inéditas autorais em cinco anos

O grupo Skank grava em Belo Horizonte (MG), enfim, seu nono álbum de inéditas autorais. É o primeiro disco de inéditas do quarteto mineiro em cinco anos. Nunca o Skank - visto em foto de Weber Pádua - ficou tanto tempo sem registrar repertório inédito. O último álbum de estúdio da banda foi Estandarte (2008). O CD vai ser lançado no segundo semestre de 2013.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

CD e DVD registram show com que Skank ganhou Rock in Rio de goleada

Resenha de CD e DVD
Título: Skank ao Vivo - Rock in Rio
Artista: Skank
Gravadora: MZA Music / Sony Music
Cotação: * * * *

"Alô, Maracanã!", gritou um já elétrico Samuel Rosa diante das cerca de 100 mil pessoas que lotavam a Cidade do Rock, no Rio de Janeiro (RJ), e se esbaldavam ao som de É Uma Partida de Futebol (Samuel Rosa e Nando Reis), a segunda das 13 músicas tocadas pelo Skank em seu show na quarta edição carioca do festival Rock in Rio. O grito empolgado do vocalista e guitarrista do grupo mineiro fez todo sentido. Na noite de 1º de outubro de 2011, Samuel Rosa, Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria) ganharam de goleada a plateia do Rock in Rio com apresentação memorável de repercussão minimizada pela mídia, mais focada nos artistas internacionais recrutados para o festival. A edição do registro ao vivo do show em CD e DVD - ambos com as mesmas 13 músicas do roteiro iniciado com Mil Acasos (Samuel Rosa e Chico Amaral) e fechado com o reggae Vamos Fugir (Gilberto Gil e Liminha) - faz justiça a um momento especial na história do pop brasileiro. Craque, o Skank entrou em campo, driblou as baixas expectativas reservadas às atrações nacionais do Rock in Rio e mandou 13 bolas na rede, com direito aos habituais vocais de Negra Li em Ainda Gosto Dela (Samuel Rosa e Nando Reis). A torcida vibrou do primeiro ao último número, alterou o refrão de É Proibido Fumar (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) - com a adição da palavra "maconha!" a cada vez que Samuel repetia o título do hit seminal de Roberto na  fase pré-Jovem Guarda - e fez coro em baladas como Acima do Sol (Samuel Rosa e Chico Amaral) e Sutilmente (Samuel Rosa e Nando Reis), em tese inapropriadas para shows de megafestivais que juntam plateias heterogêneas. A excelente masterização do áudio - feito no estúdio Sterling Sound, em Nova York - valoriza o registro em CD. Já o DVD rebobina as imagens já exibidas pela TV Globo, mas com áudio 5.1. Em qualquer mídia, salta aos ouvidos o entusiasmo de Samuel Rosa, perceptíveis nas falas empolgadas do vocalista no meio das músicas. Aliás, o registro ao vivo do show do Skank no Rock in Rio resulta espontâneo, dando a impressão de não ter sido maquiado em estúdio. Melhor assim, pois o que aconteceu na Cidade do Rock na apresentação do quarteto no Rock in Rio já basta - por si só - para atestar a goleada do Skank.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

'Skank 91' ressalta que o som embrionário do grupo já tinha boa pegada

Resenha de CD
Título: Skank 91
Artista: Skank
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * * 

Vocalista e guitarrista do Skank, Samuel Rosa tem ressaltado em entrevistas que o CD Skank 91 não deve ser visto como um título oficial da discografia do grupo mineiro. Embora esteja sendo oficialmente lançado pela gravadora Sony Music neste mês de julho de 2012, o disco - que festeja com um ano de atraso as duas décadas de vida do quarteto - deve de fato ser encarado como item de colecionador. Trata-se de coletânea com as primeiras gravações do Skank, feitas em 1991. São dez registros de estúdio - captados no Studio Ferretti, em Belo Horizonte (MG) - e seis números ao vivo do primeiro show da banda, feito em 5 de junho de 1991 no projeto Disco Reggae Night, da casa Aeroanta, templo pop indie de São Paulo (SP) na época. Mesmo embrionário, o som do grupo já tinha pegada. A rigor, o Skank começou a dizer a que veio a partir do segundo álbum, Calango (1994), mas, analisadas com o benefício da retrospectiva, essas gravações seminais já sinalizavam um grupo hábil na fusão da linguagem da música brasileira com os ritmos jamaicanos. Pelo filtro do reggae, do ska, do raggamuffin' e do dancehall, Samuel Rosa, Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria) passavam músicas inéditas - ainda não tão ao ponto quanto as das safras posteriores, tanto que Amanhã (Samuel Rosa), Eterna Resposta (Samuel Rosa), Eu me Perdi (Samuel Rosa) e A Tela (Samuel Rosa) nem seriam aproveitadas pelo Skank no primeiro álbum - e temas alheios. Sucessos da banda Gang 90 e do cantor Frank Sinatra (1915 - 1998), Telefone (Júlio Barroso, 1983) e Let me Try Again (Paul Anka, Samuel Cahn, Caravelli e Michel Jourdan, 1973) resistem bem à passagem por tal filtro. Em contrapartida, Raça (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976) perde toda sua força e suingue - tanto que a releitura jamais ganhou registro na discografia oficial do Skank, ficando restrita a pré-história do grupo. Quanto às músicas então inéditas, os arranjos ouvidos em Skank 91 são diferentes dos perpetuados no primeiro álbum da banda, gravado em 1992. Sutilezas à parte, estes registros de alto valor documental já traziam a semente boa que iria germinar e dar frutos, gerando álbuns coesos. Embora nunca tenha se desapegado dos sons da Jamaica, o Skank começou a se agigantar quando começou a se afastar da praia do reggae em álbuns como Siderado (1998), a obra-prima Maquinarama (2000) e o também memorável Cosmotron (2003). Foi quando o grupo começou a se conectar com Lô Borges, frequentando outros clubes, já com discernimento para  valorizar as harmonias dos temas de Milton Nascimento e Cia. Seja como for, já passa da hora de o Skank apresentar álbum de inéditas. Previsto de início para 2012, o sucessor de Estandarte (2008) sairá somente em 2013, dando continuidade à luminosa história do Skank.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Shows de bandas nacionais no 'Rock in Rio' ganham edição em CD e DVD

As gravadoras MZA Music e Sony Music vão lançar, em julho de 2012, CDs e DVDs com registros ao vivo de shows feitos por bandas brasileiras na edição de 2011 do festival Rock in Rio. A seleção inclui CDs e DVDs com os shows dos grupos Capital Inicial, Jota Quest e Skank - cujos registros foram viabilizados graças a uma parceria da Sony Music, gravadora que detém os passes das três bandas, com a MZA. Sozinha, a MZA vai lançar CDs e DVDs com as gravações ao vivo dos shows do grupo carioca Detonautas e de Frejat (no caso, o primeiro DVD solo do artista), além da apresentação dividida pelos Titãs com a banda portuguesa Xutos & Pontapés. 

domingo, 24 de junho de 2012

CD 'Skank 91' traz abordagens de músicas de Gang 90, Mancini e Milton

Nas lojas a partir de 5 de julho de 2012, em edição distribuída pela Sony Music, o CD Skank 91 expõe a pré-história do grupo mineiro através da junção de números captados em fita cassete no primeiro show da banda - feito em 5 de junho de 1991 no projeto Disco Reggae Night da casa Aeroanta, em São Paulo (SP) - com os seminais registros de estúdio do Skank, também de 1991. Tais gravações são inéditas em disco. O repertório inclui Cadê o Penalty? (Jorge Ben Jor), tema lançado pelo cantor e compositor Jorge Ben no álbum A Banda do Zé Pretinho (Som Livre, 1978). Skank 91 apresenta também novas abordagens de músicas dos repertórios da banda Gang 90 (Telefone, 1983), do compositor Henry Mancini (Shot In The Dark, tema que deu título a um filme de 1964) e do cantor e compositor Milton Nascimento (Raça, 1976). 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Skank vai lançar CD com gravação ao vivo de show feito em 1991 em SP

Embora já arquite seu nono álbum de estúdio e inéditas, o primeiro desde Estandarte (2008), o Skank decidiu lançar antes um CD com o registro ao vivo de seu histórico primeiro show feito fora do eixo de Minas Gerais. Trata-se da apresentação que agitou a cena independente de São Paulo (SP), em 5 de junho de 1991, na já lendária casa Aeroanta. Com o lançamento da gravação ao vivo em compilação que incluirá também os primeiros registros do grupo em estúdio, feitos em 1991, o Skank - visto em foto de Weber Pádua - celebra 20 anos de carreira.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Skank filma em 3D o clipe de 'Presença', música gravada com Emicida

Segundo single promocional extraído do escasso repertório inédito registrado pelo Skank no CD, DVD e blu-ray Multishow ao Vivo - Skank no Mineirão (2010), Presença - parceria de Samuel Rosa com Nando Reis - mereceu clipe gravado em 3D esta semana em locações que incluem a Mansão Versalhes - situada no bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP) - e o deserto de Josua Tree na Califórnia (EUA). Oscar Rodrigues Alves, Alexandre Cruz e Marcelo Siqueira são os diretores do vídeo da música, captada ao vivo e também registrada em estúdio com a participação do rapper paulista Emicida, convidado do clipe. Na foto de Adriano Gobbi, o vocalista e guitarrista do Skank, Samuel Rosa, é visto na gravação do vídeo na mansão paulista.

terça-feira, 22 de março de 2011

Skank relança 'O Samba Poconé' com sobras e faixa gravada em inglês

Nos moldes da edição comemorativa dos 15 anos de Calango (1994), lançada com atraso em 2010 pela Sony Music, o Skank prepara a edição que celebra os 15 anos de seu terceiro álbum, O Samba Poconé. Lançado em 1996 com dois retumbantes sucessos, Garota Nacional e É Uma Partida de Futebol, O Samba Poconé se tornou o título mais vendido e popular da discografia do Skank.  Prevista para o segundo semestre deste ano de 2011, a edição vai adicionar ao repertório original sobras de estúdio, registros feitos em demo e a versão em inglês de É Uma Partida de Futebol, gravada para o disco oficial da Copa do Mundo de 1998, Alllez! Ola! Olé!.