Mauro Ferreira no G1

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Segundo CD solo de João Cavalcanti sai em 2016 com voz de Jorge Drexler

A IMAGEM DO SOM - A foto casual de Alice Venturi flagra João Cavalcanti (à esquerda), Tó Brandileone (ao centro) e Jorge Drexler no MiniStereo Studio, no Rio de Janeiro (RJ), durante a gravação de Consumido, música que figura no repertório autoral do segundo álbum solo de Cavalcanti - cantor e compositor carioca que desenvolve carreira solo paralelamente à atuação como integrante do grupo carioca Casuarina. Cantor e compositor uruguaio que tem feito conexões com artistas da música brasileira, Drexler pôs voz em Consumido, primeira parceria do artista com Cavalcanti. "No hay artista consumado que no haya sido consumido", sentencia o refrão em espanhol da composição. Cantor e compositor paulistano, integrante do grupo 5 a Seco, Tó Brandileone assina a produção da faixa. No disco, previsto de início para ter sido lançado neste ano de 2015 mas reprogramado para o primeiro semestre de 2016, Cavalcanti abre parceria com nomes como Cláudio Jorge (coautor de Pêndulo) e o próprio Drexler. O repertório inédito e autoral do disco inclui músicas como Não sós, Plágio e What about - feitas por João Cavalcanti sem parceiros.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Segundo álbum solo de João Cavalcanti tem música feita com Jorge Drexler

O segundo álbum solo do cantor e compositor carioca João Cavalcanti já está em fase de pré-produção, entre Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Inteiramente autoral, o repertório do sucessor de Placebo (Warner Music, 2012) vai apresentar a primeira parceria de Cavalcanti com o compositor uruguaio Jorge Drexler, intitulada Consumido. Previsto para ser lançado neste ano de 2015, o disco vai ter produção assinada por Tó Brandileone (do grupo paulistano 5 a Seco) e Bruno Giorgi. Cavalcanti - visto em foto de Alice Venturi - também abriu parceria com a cantora e compositora carioca Joyce Moreno, com quem compôs Dia lindo, mas esta música, em princípio, fica fora do repertório do disco. Com o compositor carioca Claudio Jorge (outro novo parceiro de Cavalcanti), o artista assina Pêndulo.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

'Bailar en la cueva' joga Drexler na pista com elegância, poesia e eco folk

Resenha de CD
Título: Bailar en la cueva
Artista: Jorge Drexler
Gravadora: Warner Music
Cotação: * * * 1/2

Jorge Drexler se joga na pista em Bailar la cueva, décimo álbum do cantautor uruguaio. Mas a dança do artista é elegante. No disco de inéditas gravado entre Bogotá (Colômbia) e Madrid (Espanha), Drexler cai na pista sem os clichês do pop dance e com sagazes conexões com ritmos da América do Sul. Se a cantora chilina Anite Tijoux insere rap em Universos paralelos (Jorge Drexler), Bolívia - faixa cantada por Drexler com o compositor brasileiro Caetano Veloso - celebra o único país que acolheu os avôs do artista, vindos da Europa em fuga do nazismo. De modo geral, as letras estão mais concisas e diretas, mas sem perda da poesia, como atestam os versos de La luna de rasquí (Jorge Drexler), a mais sedutora das faixas dançantes. Só que o baile na caverna não evita temas do cotidiano. Em Data data (Jorge Drexler, Bem Sidran e Leo Sidran) e em La plegaria del paparazzo (Jorge Drexler), o cantautor versa sobre a busca incessante do ser humano para ser e fazer notícia na web na era dos selfies e dos flashes invasivos. Acima dos versos, contudo, paira a inspiração melódica de Drexler, evidenciada em boas músicas como Todo cae  (Jorge Drexler) e La noche no es una ciencia exacta (Jorge Drexler), faixa cuja bela arquitetura desencava a raiz folk do cancioneiro desse compositor projetado mundialmente em 2005 quando sua canção Al otro lado del río - composta para a trilha sonora do filme Diários de motocicleta (2004) - foi laureada com o prêmio de Melhor canção original no Oscar de 2005. No fim, a delicadeza com Bailar en la cueva borda Organdí (Jorge Drexler) explicita que a dança também é romântica. 

terça-feira, 4 de março de 2014

'Universos paralelos' é o 'single' de 'Bailar en la cueva', álbum de Drexler

Com áudio em alta rotação no YouTube desde 25 de fevereiro de 2014, a música Universos paralelos é o single que promove Bailar en la cueva, primeiro álbum do cantor e compositor uruguaio Jorge Drexler desde Amar la trama (2010). Com participação de Caetano Veloso na faixa Bolívia, o CD tem lançamento mundial programado para 25 de março pela Warner Music.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Eis a capa de 'Bailar en la cueva', o álbum de Drexler que inclui Caetano

Com capa que expõe ilustração do artista plástico colombiano Mateo Rivano, Bailar en la cueva - primeiro CD de inéditas de Jorge Drexler desde Amar la trama (2010) - tem edição agendada para 25 de março de 2014 pela Warner Music. Gravado pelo cantor e compositor uruguaio entre Bogotá (Colômbia) e Madrid (Espanha), o autoral disco traz o nome do cantor e compositor brasileiro Caetano Veloso na música Bolívia. Décimo álbum de Drexler, Bailar en la cueva tem produção assinada por Carles Campón com Sebastián Merlín. O disco é dançante.

domingo, 25 de novembro de 2012

Em cena, João complementa poeticamente 'Placebo' com Drexler e Pitty

Já em circuito com seu primeiro show solo, João Cavalcanti - cantor e compositor carioca projetado no grupo de samba Casuarina - adiciona ao repertório de seu disco solo Placebo o que chama em cena de "complementações poéticas", inseridas no roteiro para que o álbum surta mais efeito no palco. São músicas de João Bosco & Aldir Blanc (o samba O Ronco da Cuíca, lançado por Bosco em 1976), Jorge Drexler (Eco, faixa-título do álbum editado pelo cantor e compositor uruguaio em 2004), Pitty (Me Adora, hit pop do terceiro álbum de estúdio da roqueira baiana, Chiaroscuro, de 2009) e Tom Zé (Morena, tema criado pelo compositor baiano em 1978 a partir de motivo de domínio público). Todas essas boas "complementações poéticas" incrementaram o roteiro do show feito pelo artista no teatro do Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), dentro da série Ouve.Aí, em 20 de novembro de 2012. De quebra, João Cavalcanti - visto em foto de Rodrigo Amaral - ainda apresentou a inédita Valsa do Baque Virado, composta com Mario Adnet. Eis o roteiro do show Placebo nessa apresentação carioca:

1. Cada Lugar na Sua Coisa (Sergio Sampaio, 1976) - citação
2. Luna (João Cavalcanti, 2012)
3. Você Alterego de Mim (João Cavalcanti e Diego Zangado, 2012)
4. Me Adora (Pitty, 2009)
5. Demônios (João Cavalcanti e Marcelo Caldi, 2012)
6. Em Tempo (João Cavalcanti, 2012)
7. Morena (Tom Zé sobre motivo de domínio público, 1978)
8. Binário (João Cavalcanti e Diego Zangado, 2012)
9. Criança (João Cavalcanti e Sílvia Nicolatto, 2012)
10. Eco (Jorge Drexler, 2004)
11. O Ronco da Cuíca (João Bosco e Aldir Blanc, 1976)
12. Placebo (João Cavalcanti, 2012)
13. Síndrome (João Cavalcanti, 2012)
14. Mulato (João Cavalcanti, 2012)
15. Frevo do Contra-Êxodo (João Cavalcanti, 2012)
16. Valsa do Baque Virado (João Cavalcanti e Mario Adnet, 2012) - música inédita
17. Inemurchecível (João Cavalcanti, 2012)
Bis:
18. Luna (João Cavalcanti, 2012)
19. Smells Like Teen Spirit (Kurt Cobain, Dave Grohl e Krist Novoselic, 1991)

sexta-feira, 25 de março de 2011

Dedicado a Andrucha, tema inédito de Drexler puxa trilha sonora de Lope

Em sintonia com o lançamento do filme Lope nos cinemas brasileiros, a Warner Music põe nas lojas do Brasil o CD com a trilha sonora do longa-metragem dirigido por Andrucha Waddington. A música do filme espanhol é assinada por Fernando Velásquez, autor de temas como Paquita e Madrid, mas o chamariz do disco é um tema inédito de Jorge Drexler, Que El Soneto nos Tome por Sorpresa, feito em maio de 2009 e dedicado pelo compositor uruguaio a Andrucha.