Mauro Ferreira no G1

Aviso aos navegantes: desde 6 de julho de 2016, o jornalista Mauro Ferreira atualiza diariamente uma coluna sobre o mercado fonográfico brasileiro no portal G1. Clique aqui para acessar a coluna. O endereço é http://g1.globo.com/musica/blog/mauro-ferreira/


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sexta-feira, 25 de abril de 2014

EP com quatro gravações inéditas de Bruce já está disponível no iTunes

Lançado originalmente no formato de vinil, produzido com tiragem limitada para o Record Store Day deste ano de 2014, o EP American beauty, de Bruce Springsteen, já está disponível para compra no Brasil em edição digital posta no iTunes. No disco, que tem produção assinada por Ron Aniello, o cantor e compositor norte-americano apresenta quatro gravações inéditas - American beauty, Mary Mary, Hurry up sundown e Hey blue eyes - limadas da seleção final do 18º álbum solo de estúdio de Bruce, High hopes, lançado em janeiro. Todas as quatro músicas também são inéditas. American beauty e Hurry up sundown são oriundas de demos gravadas pelo Boss com o produtor Brendan O' Brien. Mary Mary tem sua origem na sessão de gravação do álbum Magic (2007) enquanto Hey blue eyes nasceu nas sessões de estúdio que deram forma ao álbum Working on a dream (2009). O EP digital American beauty sai via Sony Music.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Registro do show em que Bruce rebobina 'Born in the U.S.A.' sai no Brasil

Lançado em escala mundial em janeiro deste ano de 2014, o 18º álbum solo de estúdio de Bruce Springsteen, High hopes, está sendo reposto em catálogo no Brasil pela gravadora Sony Music na especial edição dupla comercializada nos Estados Unidos pela loja virtual Amazon. O bônus da edição é o DVD Born in the U.S.A. live - London 2013, que exibe na íntegra o show em que o cantor e compositor norte-americano aborda com sua The E Street Band o repertório de seu antológico álbum Born in the U.S.A. (1984). Feita em alta definição, a gravação ao vivo foi feita em 30 de junho de 2013 em apresentação do artista e sua banda no festival Hard rock calling, realizado no parque olímpico Queen Elizabeth, em Londres, Inglaterra. Bruce e a E Street Band rebobinam - na ordem - as 12 músicas do célebre Born in the U.S.A.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

'High hopes' junta 'tijolos' do som do 'operário' Bruce sem constituir obra

Resenha de CD
Título: High hopes
Artista: Bruce Springsteen
Gravadora: Sony Music
Cotação: * * *

Lançado nos Estados Unidos nesta terça-feira, 14 de janeiro de 2014, High hopes é album fora do padrão de qualidade do operário Bruce Springsteen. Colagem de músicas compostas em diversas épocas, o CD junta tijolos do cancioneiro do cantor e compositor norte-americano - entre três covers - sem constituir obra conceitual nos moldes habituais do disco do artista. O traço mais sólido de união entre as músicas acaba sendo o toque distorcido da guitarra de Tom Morello, posto em boa parte dessas músicas, mais precisamente em oito das 12 faixas. A inclusão de Morello na E-street Band é notável já na abertura do 18º disco solo de estúdio do Chefe - quando se ouve o cover da música-título High hopes, composta por Tim Scott McConnell em 1987, gravada em 1990 pela banda de McConnell, a Havalinas, e já abordada por Bruce em EP de 1995  - e altera a dinâmica do som de Bruce, mas não a ponto de dar ao álbum a habitual solidez sonora e temática da discografia do artista. Bruce, afinal, atravessou os anos 2000 pavimentando grandes obras, como o álbum The rising (2002). Deste inventário emocional feito a partir dos escombros de 11 de setembro de 2011, aliás, High hopes recicla duas sobras, Down in the hole (Bruce Springsteen) e Harry's place (Bruce Sprigsteen). São sobras, mais adequadas para turbinar com material adicional coletâneas ou edições comemorativas daquele disco de 2002. Mas entram em High hopes com o status de músicas inéditas. Como a faixa-título, Dream baby dream (Martin Rev e Alan Vega) e Just like fire would (Chris J. Bailey) são (bons) covers. A primeira composição é do duo norte-americano Suicide, pioneiro ao cruzar o punk com a música eletrônica no início dos anos 1970. A segunda é da lavra da banda australiana The Saints, também associada ao punk e à década de 1970. Já Heaven’s wall e This is your sword são temas da lavra do próprio Bruce, criadas para álbum de gospel nunca concluído pelo artista. A primeira vai converter admiradores de artista. Mas a música no qual todo ouvinte de High hopes deve pôr mais fé é American skin (41 shots), o melhor momento do disco, a faixa na qual dá para identificar o velho Bruce de guerra. A música foi composta pelo Boss em 2000, um ano após um imigrante ganês ter sido morto em Nova York (EUA) om 41 tiros disparados por policiais à paisana. E por falar em Guerra, The wall é homenagem - menos tocante - de Bruce a um músico norte-americano que perdeu a vida ao lutar no Vietnã. Enfim, há em High hopes fragmentos sólidos da obra de Bruce Springsteen, mas nem tudo dá liga como a regravação de The ghost of Tom Joad (Bruce Springsteen), música que batizou álbum lançado pelo artista em 1995. Nesta faixa, High hopes reitera que a improvável união do Chefe com Tom Morello é o traço mais forte da arquitetura deste álbum pautado pela reciclagem, erguido fora do (rígido) padrão de qualidade do artista. 

domingo, 29 de dezembro de 2013

Álbum de Bruce vaza após ter venda digital antecipada pela loja Amazon

O cronograma da gravadora Columbia Records previa que o 18º álbum solo de estúdio de Bruce Springsteen, High hopes, começasse a ser vendido nos Estados Unidos somente a partir de 14 de janeiro de 2014, mas a oferta antecipada de faixas do disco em MP3 pela loja Amazon - não se sabe se intencional ou acidental - provocou o vazamento do CD em que o cantor e compositor norte-americano recicla repertório antigo na companhia dos músicos de sua E-Street Band e de Tom Morello, guitarrista da banda Rage Against the Machine. A venda digital de faixas avulsas de High hopes na Amazon teve início ontem, 28 de dezembro de 2013, e já foi interrompida - mas não a tempo de evitar o compartilhamento ilegal do álbum na internet.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Bruce lança em janeiro 'High hopes', disco em que recicla material antigo

O cantor e compositor norte-americano Bruce Springsteen anunciou em comunicado postado em seu site oficial nesta segunda-feira, 25 de novembro de 2013, que vai lançar seu 18º álbum solo de estúdio em 14 de janeiro de 2014 nos Estados Unidos. O álbum se chama High hopes, nome também do single lançado em 19 de novembro com a gravação inédita da música High hopes, composta por Tim Scott McConnell em 1987 e gravada em 1990 pela banda de McConnell, Havalinas. High hopes, o álbum, é composto de repertório antigo, reciclado por Springsteen na companhia dos músicos da E-Street Band e de Tom Morello, guitarrista da banda Rage Against the Machine, convidado a ocupar o posto de Steve Van Zandt durante turnê feita por Springsteen em março de 2013. Morello figura em oito das 12 gravações de High hopes. Gravado entre Austrália e Estados Unidos (em Atlanta, Los Angeles, New Jersey e NovaYork), o álbum tem faixas gravadas com o tecladista Danny Federici e com o saxofonista Clarence Clemons, mortos em 2008 e em 2011, respectivamente. A produção de High hopes é assinada por Ron Aniello com Bruce, mas quatro faixas - Down in the hole, Harry's place, Heaven's wall e Hunter of invisible game - foram formatadas por Brendan O' Brien. Eis as 12 músicas do CD, que será editado via Columbia Records com distribuição mundial da Sony Music:

1. High hopes (Tim Scott McConnell) – com Tom Morello
2. Harry’s place (Bruce Springsteen) – com Tom Morello
3. American skin (41 Shots) (Bruce Springsteen) – com Tom Morello
4. Just like fire would (Chris J. Bailey) – com Tom Morello
5. Down in the hole (Bruce Springsteen)
6. Heaven’s wall (Bruce Springsteen) – com Tom Morello
7. Frankie fell in love (Bruce Springsteen)
8. This is your sword (Bruce Springsteen)
9. Hunter of invisible Game (Bruce Springsteen) – com Tom Morello
10. The ghost of Tom Joad (Bruce Springsteen) – dueto com Tom Morello
11. The wall (Bruce Springsteen)
12. Dream baby dream (Martin Rev e Alan Vega) – com Tom Morello


High hopes nas palavras de Bruce Springsteen:

"I was working on a record of some of our best unreleased material from the past decade when Tom Morello (sitting in for Steve during the Australian leg of our tour) suggested we ought to add High Hopes to our live set. I had cut High Hopes, a song by Tim Scott McConnell of the LA based Havalinas, in the 90′s. We worked it up in our Aussie rehearsals and Tom then proceeded to burn the house down with it. We re-cut it mid tour at Studios 301 in Sydney along with “Just Like Fire Would”, a song from one of my favorite early Australian punk bands, The Saints (check out “I’m Stranded”). Tom and his guitar became my muse, pushing the rest of this project to another level. Thanks for the inspiration Tom.

Some of these songs, “American Skin” and “Ghost of Tom Joad,” you’ll be familiar with from our live versions. I felt they were among the best of my writing and deserved a proper studio recording. ”The Wall” is something I’d played on stage a few times and remains very close to my heart. The title and idea were Joe Grushecky’s, then the song appeared after Patti and I made a visit to the Vietnam Veterans Memorial in Washington. It was inspired by my memories of Walter Cichon. Walter was one of the great early Jersey Shore rockers, who along with his brother Ray (one of my early guitar mentors) led the ”Motifs”. The Motifs were a local rock band who were always a head above everybody else. Raw, sexy and rebellious, they were the heroes you aspired to be. But these were heroes you could touch, speak to, and go to with your musical inquiries. Cool, but always accessible, they were an inspiration to me, and many young working musicians in 1960′s central New Jersey. Though my character in “The Wall” is a Marine, Walter was actually in the Army, A Company, 3rd Battalion, 8th Infantry. He was the first person I ever stood in the presence of who was filled with the mystique of the true rock star. Walter went missing in action in Vietnam in March 1968. He still performs somewhat regularly in my mind, the way he stood, dressed, held the tambourine, the casual cool, the freeness. The man who by his attitude, his walk said “you can defy all this, all of what’s here, all of what you’ve been taught, taught to fear, to love and you’ll still be alright.” His was a terrible loss to us, his loved ones and the local music scene. I still miss him.

This is music I always felt needed to be released. From the gangsters of “Harry’s Place,” the ill-prepared roomies on “Frankie Fell In Love” (shades of Steve and I bumming together in our Asbury Park apartment) the travelers in the wasteland of “Hunter Of Invisible Game,” to the soldier and his visiting friend in “The Wall”, I felt they all deserved a home and a hearing.

Hope you enjoy it,
Bruce Springsteen".

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Bruce lança 'single' com música 'High hopes', 'cover' da banda Havalinas

O cantor e compositor norte-americano Bruce Springsteen vai lançar na próxima segunda-feira, 25 de novembro de 2013, o single High hopes - possível sinal de que um álbum do Boss por estar a caminho e chegar já no início de 2014. Música composta por Tim Scott McConnell em 1987 e gravada em 1990 pela banda de McConnell, Havalinas, High hopes já tinha sido abordada por Bruce em 1995 em registro feito com a E-Street Band e lançado no raro EP Blood brothers (1996). Inédita, a atual versão de High hopes foi gravada em março deste ano de 2013 em estúdio de Sidney durante turnê de Bruce pela Austrália. O guitarrista do grupo norte-americano Rage Against the Machine, Tom Morello, se uniu a E-Street Band na gravação.

domingo, 22 de setembro de 2013

Obreiro Bruce demole muro entre astro e plateia em grande show no Rio

Resenha de show - Rock in Rio 2013
Título: Wrecking ball tour
Artista: Bruce Springsteen
Local: Palco Mundo - Cidade do Rock (Rio de Janeiro, RJ)
Data: 22 de setembro de 2013
Foto: Divulgação Rock in Rio 2013 / Estácio - Marcus Vini
Cotação: * * * * *

Já passava das 2:30h da madrugada deste domingo, 22 de setembro de 2013, quando Bruce Springsteen, empapado de suor e (aparentemente) já exaurido, arremessou sua guitarra no fundo do Palco Mundo do Rock in Rio 2013 após cantar Born to run (1975), música que batizou seu terceiro álbum, marco inicial da conquista das massas por esse cantor, compositor e guitarrista norte-americano. Parecia que seu histórico show na quinta edição carioca do festival chegara ao fim. Mas era rebate falso. Bruce permaneceu firme no Palco Mundo e arremessou Tenth avenue freeze-out (1975), outra música do antológico álbum Born to run (1975). Na sequência, o Boss saiu de sua seara autoral e engatou Twist and shout (Phil Medley e Bert Russell, 1961), com direito à citação de La bamba (Ritchie Vallens, 1958, sobre tema do folclore mexicano). Disparados pela produção do festival, os fogos de artifício sinalizaram que, agora sim, a apresentação do Chefe chegava ao fim. Contudo, incansável, Bruce se rendeu aos chamados do público - que gritava em uníssono "Olê olê olê olê olê Brucê Brucê" - e ainda voltou para bis de tom acústico, dado com This hard land (1982). Canção composta nas sessões de gravação de Born in the U.S.A. (o álbum de 1984 que o cantor e sua E-Street Band reproduziram na íntegra no Palco Mundo, surpreendendo o público) e descartada na seleção final do disco, tendo sido efetivamente gravada pelo compositor em 1995, This hard land foi o fecho de show antológico, vibrante, enérgico - um show feito com tesão que vai ser lembrado quando se falar do Rock in Rio 2013. Um dia antes de completar 64 anos, Bruce mostrou vigor jovial. Ali estava um obreiro incansável, um operário da música que demoliu ao longo de duas horas e 40 minutos o muro imaginário que separa astros inalcançáveis - e Bruce é um deles por sua estatura e importância na música norte-americana - de simples mortais, trabalhadores que suaram para pagar um ingresso para ver seu ídolo. Com obra que serve de porta-voz para a classe trabalhadora dos Estados Unidos (e de certa forma para o proletariado de todo o mundo, pois a opressiva relação patrão-empregado pouco varia na órbita planetária), Bruce se deixou tocar literalmente por seu público ao se aproximar dos fãs espremidos nas primeiras filas, pôs alguns representantes desse público em cima do palco - em Dancing in the dark, uma das 12 músicas do álbum Born in the U.S.A. enfileiradas no improvisado roteiro do show - e quebrou barreiras, se comunicando em bom português e desconstruindo a imagem do mito. "Vocês estão sentindo o astral?", perguntou várias vezes ao cantar Spirit in the night (1973), música que se destacou no repertório de seu primeiro álbum, Greetings from Asbury Park, N.J., lançado nos Estados Unidos há 40 anos. Sim, todo mundo sentia o alto astral. A abertura do show com Sociedade alternativa (Raul Seixas e Paulo Coelho, 1974) - cantada em português carregado, mas sempre fluente - já sinalizou a intenção de se aproximar afetiva e musicalmente do público carioca. Foi um gesto simpático que contribuiu para engrandecer o primeiro show feito por Bruce Springsteen em palcos do Rio de Janeiro (RJ). Ideologias à parte, o rock do Boss continua competente e atravessa gerações sem perder seu poder de sedução. Tanto que um dos números mais bonitos do show foi Death to my hometown (2012), música de tom épico que traz elementos celtas para o universo roqueiro do Chefe e que integra o álbum mais recente de Bruce, Wrecking ball (2012), ponto de partida para a turnê. Mesmo quando dava a impressão de estar no limite de suas forças, Bruce Springsteen tirava mais coelhos e vigor da cartola, reanimando show que vai ficar na história do festival e do Rio.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Bruce expõe em 'Wrecking Ball' tensões e esperanças da terra de sonhos

Resenha de CD
Título: Wrecking Ball
Artista: Bruce Springsteen
Gravadora: Columbia / Sony Music
Cotação: * * * * 1/2

É bem sintomático que Bruce Springsteen tenha registrado Land of Home and Dreams - música grandiosa, já há anos recorrente nos roteiros de seus shows - em seu 17º álbum de estúdio, Wrecking Ball, lançado em escala mundial neste mês de março de 2012. Neste inspirado CD, um dos mais vigorosos da vasta discografia do Boss, o cantor e compositor norte-americano expõe tensões e esperanças de sua terra, ora com seu sonho esfacelado por crise econômica e social. Em sua obra, Springsteen sempre deu voz ao povo dos Estados Unidos. Wrecking Ball segue essa linha com alto teor de raiva e politização. Na excelente faixa que abre o disco, We Take Care of Our Own,  o artista investe contra o Governo dos EUA, inábil no trato com a população no entender do mestre. We Take Care of Our Own evoca a sonoridade da E-Street Band, mas o grupo - fiel escudeiro de Bruce - está ausente em Wrecking Ball. O que, de certa forma, deixa o Chefe livre para se bandear para o lado do folk irlandês em excelentes músicas inéditas como Easy Money - tema no qual Springteen dá voz a desempregado às voltas com a tentação do dinheiro fácil da marginalidade - e Shackled and Drawn. Sem se afastar do universo do rock, o artista flerta com o rap em Rocky Ground - a reboque do vocal de Michelle Moore - e usa dose calculada de eletrônica, guiado pela produção segura de Ron Aniello. O resultado é um disco quase perfeito por conta do repertório de alto quilate. Uma ou outra música menos inspirada - caso, em especial, de You've Got It - somente reitera a certeza de que a quase totalidade do repertório está entre as melhores safras autorais do artista. A balada Jack of All Trades - turbinada com lancinante solo de guitarra de Tom Morello - e Death to My Hometown (um quase hino que remete a My Hometown, música de Born in the U.S.A., emblemático álbum lançado por Springsteen em 1984) estão entre os petardos de CD empolgante e enérgico que vem reinando merecidamente nas paradas. Dez anos após revolver os escombros emocionais dos Estados Unidos pós-11 de setembro no álbum The Rising (2002), Springsteen consegue novamente captar o estado de espírito de sua terra de sonhos, deixando na faixa final, We Are Alive, um toque de esperança. Pelo repertório inspirado e pela energia que emana de suas faixas, Wrecking Ball é desde já um dos grandes discos deste ano de 2012.

sábado, 28 de janeiro de 2012

'Wrecking Ball', o 17º álbum de estúdio de Bruce, contabiliza 13 inéditas

Nas lojas dos Estados Unidos a partir de 6 de março de 2012, em edição da Sony Music, o 17º álbum de estúdio de Bruce Springsteen, Wrecking Ball, contabiliza 13 músicas inéditas em sua Special Edition. Algumas músicas do disco já vinham sendo tocadas pelo artista em shows feitos nos últimos anos. São os casos de American Land (apresentada na turnê do álbum We Shall Overcome: The Seeger Sessions, lançado em 2006) e de Land of Hope and Dreams, incluída no roteiro dos shows da turnê que reuniu The Boss com sua E-Street Band em 1999. Nessa turnê, aliás, Springsteen apresentou também a faixa-título de Wrecking Ball, que reúne nove músicas em sua edição simples  Eis as faixas do esperado disco produzido por Ron Aniello:

1. We Take Care of Our Own
2. Easy Money
3. Shackled and Drawn
4. Jack of All Trades
5. Death to My Hometown
6. This Depression
7. Wrecking Ball
8. You've Got It
9. Rocky Ground
10. Land of Hope and Dreams
11. We Are Alive
12. Swallowed Up (The Belly of the Whale)
13. American Land

sábado, 14 de janeiro de 2012

Springsteen adiciona eletrônica ao rock em álbum produzido por Aniello

Em seu 24º álbum, Bruce Springsteen adiciona alta dose de eletrônica ao seu rock. Com data de lançamento ainda não revelada, o sucessor do disco The Promisse (2010) tem produção assinada por Ron Aniello. Loops e percussão eletrônica adornam o repertório inédito e autoral.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

'The Promise' resgata sessões perdidas de disco feito por Bruce em 1978

Em novembro de 2010, a gravadora Columbia pôs nas lojas dos Estados Unidos a Deluxe Edition do álbum Darkness on the Edge of Town, lançado por Bruce Springsteen em 1978. Trata-se de caixa que embalou três CDs, três DVDs e livro sobre o disco. O supra-sumo do combo - as 21 músicas raras ou inéditas gravadas nas sessões de estúdio que originaram o álbum - foi reunido em CD duplo também vendido separadamente. Intitulado The Promise, este CD duplo acaba de ser lançado no Brasil pela Sony Music com as valiosas sobras das sessões de gravação de Darkness on the Edge of Town. Eis o repertório apresentado em The Promise:

CD 1
1. Racing in the Street ('78)
2. Gotta Get That Feeling

3. Outside Looking In
4. Someday (We'll Be Together)
5. One Way Street
6. Because the Night
7. Wrong Side of the Street
8. The Brokenhearted
9. Rendezvous
10. Candy's Boy
CD 2
1. Save my Love
2. Ain't Good Enough for You
3. Fire
4. Spanish Eyes
5. It's a Shame
6. Come on (Let's Go Tonight)
7. Talk to me
8. The Little Things (My Baby Does)
9. Breakaway
10. The Promise
11. City of Light