♪ Cantor, compositor e violonista que integra o quinteto paulistano 5 a Seco, Tó Brandileone vai lançar o terceiro álbum sem o grupo no começo de 2016. Intitulado Eu sou outro, o disco foi gravado pelo artista paulistano - visto em foto de Dani Gurgel - com o percussionista Zé Luis Nascimento. O repertório autoral inclui parceria de Tó com Pedro Viáfora, Meu coração e o seu. Eu sou outro sucede os álbuns Tó Brandileone (Independente / Tratore, 2007) e Ontem hoje amanhã (Independente / Tratore, 2013) na discografia do artista sem o 5 a Seco. O CD já está na fábrica.
Guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias diárias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, sertanejo, soul, rap, blues, baião, música eletrônica e música erudita. Atualizado diariamente. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto deste site em veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem a prévia autorização do editor Mauro Ferreira.
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
5 a Seco costura referências da música pop brasileira no bom 'Policromo'
Resenha de CD
Título: Policromo
Artista: 5 a Seco
Gravadora: Edição independente do artista
Cotação: * * * 1/2
Título: Policromo
Artista: 5 a Seco
Gravadora: Edição independente do artista
Cotação: * * * 1/2
"No badauê / Tristan tzara / Pirou no dadá / Ou endoidou". Tirada de onda com os termos inventivos de algumas letras da música brasileira, a canção Eu amo Djavan (Tó Brandileone e Ricardo Teté) - uma das 14 músicas inéditas do primeiro álbum de estúdio do grupo paulistano 5 a Seco, Policromo - enfileira palavras estranhas ouvidas em hits de nomes com Caetano Veloso, Chico César, Maria Gadú e a dupla Toquinho & Vinicius ao mesmo tempo em que dá a pista das influências e referências utilizadas pelo quinteto na composição de seu repertório autoral. Álbum gravado em São Paulo (SP) de 25 de fevereiro a 12 de março de 2014, com patrocínio obtido no projeto Natural Musical, Policromo confirma a sintonia de Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni com o universo musical da MPB dos anos 1970 e - sobretudo - com a música pop brasileira mais contemporânea que também bebeu na fonte da MPB e que se impôs a partir dos anos 1990. É nítida, por exemplo, a influência da obra do compositor pernambucano Lenine na arquitetura da canção que abre o disco, Épocas (Pedro Viáfora), e em menor grau em Geografia sentimental (Leo Bianchini e Vinicius Calderoni). E não é por acaso que o 5 a Seco estabelece conexão com outro expressivo nome da geração de Lenine, Lula Queiroga, parceiro de Tó Brandileone na apaixonada e delicada canção Ninguém nem eu. Só que o 5 a Seco não reabre o pano do passado. Confiada a Alê Siqueira, a produção de Policromo recusa ares nostálgicos e cria sonoridade que se afina com os dias de hoje, embora distante da estética da cena contemporânea paulistana. De todo modo, uma canção como Você e eu (Pedro Altério e Rita Altério) ecoa referências de Caetano Veloso e Chico César. Já Nhem tchum sobressai pela engenhosa letra verborrágica de Celso Viáfora, parceiro de Leo Bianchini no tema que lista (im)possibilidades mais prováveis do que a morena mais difícil cair na rede do protagonista da canção. Também verborrágica, Fiat lux (Vinicius Calderoni) é música tensa que tangencia a forma do canto falado sem emular clichês do hip hop e que expõe a ligeira superioridade de Vinicius Calderoni sobre seus colegas na arte da composição. De todo modo, Policromo tem o mérito de ser um disco coeso que investe na canção. A sonoridade urdida pelo produtor Alê Siqueira com unidade contribui para o êxito do disco, mas parece posta sobretudo a serviço de canções como Vem e vai (Tó Brandileone e Vinicius Calderoni) e O sonho (Pedro Altério e Tó Brandileone). São músicas que, a exemplo da funkeada e sincopada Festa de rua (Leo Bianchini, Pedro Altério e Pedro Viáfora), reprocessam elementos da MPB e do pop nativo na busca de identidade artística própria, pessoal. "Escuto histórias das estrelas / Enquanto recolho ideias que / Repousam ao rés do chão", dizem versos de Não tem paz (Vinicius Calderoni), outra expressiva música de Calderoni calcada nas tensões contemporâneas. Mesmo sem impressionar, Policromo confirma a boa expectativa gerada por Ao vivo no Auditório Ibirapuera (Independente, 2012), o combo duplo de CD e DVD que apresentou o 5 a Seco ao mercado fonográfico há dois anos. O bom nível do repertório é o mesmo, sinalizando que o quinteto ama não somente Djavan, mas também Lenine, Chico César e outros nomes que pavimentaram a estrada da música brasileira trilhada pelo 5 a Seco.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Álbum do 5 a Seco traz música que cita Djavan e parceria com Queiroga
♪ Parceria de Tó Brandileone com Ricardo Teté, Eu amo Djavan é uma das das 13 músicas inéditas e autorais do primeiro álbum de estúdio do grupo paulista 5 a Seco, Policromo, lançado neste mês de julho de 2014. Gravado sob o patrocínio do projeto Natura Musical, o disco sucede o CD / DVD Ao vivo no Auditório Ibirapuera (Independente, 2012) na discografia do quinteto formado em 2010 por Dani Black, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni. O repertório do álbum Policromo inclui parceria de Tó Brandileone com o compositor pernambucano Lula Queiroga, Ninguém nem eu. Brandileone assina a produção musical do CD com Alê Siqueira. Eis as 13 músicas (e seus respectivos compositores) gravadas pelo 5 a Seco em Policromo, CD que vai ser promovido com turnê a partir de agosto de 2014:
2. Eu amo Djavan (Tó Brandileone e Ricardo Teté)
3. Você e eu (Pedro Altério e Rita Alterio)
4. Nem tchum (Leo Bianchini e Celso Viáfora)
5. Fiat lux (Vinicius Calderoni)
6. Veio pra ficar (Pedro Altério e Pedro Viáfora)
7. Vem e vai (Tó Brandileone e Vinicius Calderoni)
8. Geografia sentimental (Leo Bianchini e Vinicius Calderoni)
9. Festa de rua (Leo Bianchini, Pedro Alterio e Pedro Viáfora)
10. Não tem paz (Vinicius Calderoni)
11. Primeiro olhar (Leo Bianchini e Celso Viáfora)
12. Ninguém nem eu (Tó Brandileone e Lula Queiroga)
13. Passo a passo (Pedro Alterio e Pedro Viáfora)
quinta-feira, 19 de junho de 2014
'Geografia sentimental' anuncia 'Policromo', álbum de estúdio do 5 a Seco
♪ Já disponibilizado para download gratuito e legalizado no portal Natura Musical, o single Geografia sentimental anuncia o primeiro álbum de estúdio do grupo paulistano 5 a Seco, Policromo, cujo lançamento está previsto para agosto de 2014. Formado atualmente por Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni, o quinteto surgiu em 2010 e fez em junho de 2011 um registro de show perpetuado no CD e DVD Ao vivo no Auditório Ibirapuera (Independente, 2012). De autoria de Leo Bianchini e Vinicius Calderoni, Geografia sentimental é caracterizada pelo coletivo de compositores - em foto de Laura Del Rey - como "canção em plano sequência, um passeio pela cidade imaginária de nossos afetos".
domingo, 27 de maio de 2012
'Ao Vivo no Auditório Ibirapuera' documenta som promissor do 5 a Seco
Resenha de CD e DVD
Título: Ao Vivo no Auditório Ibirapuera
Artista: 5 a Seco
Gravadora: Edição independente do artista
Cotação: * * * 1/2
Título: Ao Vivo no Auditório Ibirapuera
Artista: 5 a Seco
Gravadora: Edição independente do artista
Cotação: * * * 1/2
Ao aceitar o convite para participar do CD A Voz da Mulher na Obra de Guilherme Arantes (Joia Moderna, 2012), Zizi Possi recrutou dois dos cinco violonistas do grupo 5 a Seco, Pedro Altério e Vinicius Calderoni, para a gravação da balada Meu Mundo e Nada Mais (Guilherme Arantes, 1976). A cantora não é a única a prestar atenção no quinteto formado pelos cantores, violonistas e músicos Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni. Primeiro registro fonográfico do 5 a Seco, Ao Vivo no Auditório Ibirapuera documenta - com requinte - o talento emergente do grupo. Literalmente, já que o DVD não se limita a exibir o show captado de 3 a 5 de junho de 2011 no auditório de São Paulo (SP), costurando em tom documental cenas de bastidores, flashes de viagens e entrevistas. Já o CD incluído no kit duplo - editado de forma independente - foca somente a música. As participações de Chico César, Lenine e Maria Gadú corroboram a visibilidade crescente do grupo na cena indie. É sintomática, aliás, a presença de Lenine em Ou Não (Vinicius Calderoni e Tó Brandileone) - tema cantado de início a capella. Afinal, salta aos ouvidos a influência da obra do compositor pernambucano nas músicas do 5 a Seco, notadamente em Feliz pra Cachorro (Pedro Viáfora e Celso Viáfora) e em Feito Nós (Pedro Viáfora). Destaque da safra autoral que seduz mais pela forma como é apresentada em cena do que pelas músicas em si, Gargalhadas (Pedro Altério e Pedro Viáfora) abre CD e DVD que traz a onipresente Maria Gadú numa das canções mais palatáveis do roteiro, Em Paz (Pedro Altério, Rafael Altério e Rita Altério), único hit em potencial de repertório que costura influências do universo pop com a MPB. Dentro desse sotaque globalizado, o tom nordestino de No Dia Que Você Chegou (Leo Bianchini e Celso Viáfora) se ajusta bem a Chico César, convidado da faixa, exemplo de como os arranjos valorizam as músicas do 5 a Seco - no caso, com a ajuda dos vocais agitados de Chico César. No todo, Ao Vivo no Auditório Ibirapuera deixa boa impressão do 5 a Seco, nome promissor da cena indie paulista, embora os músicos não se imponham como cantores.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
5 a Seco derrama o 'gai' de Gonzaga no CD que festeja 100 anos de 'Lua'
Grupo em ascensão na cena indie de São Paulo (SP) que vem despertando a atenção de nomes como Zizi Possi, 5 a Seco gravou na noite de hoje, 2 de abril de 2012, sua participação no tributo triplo produzido por Thiago Marques Luiz para a Lua Music para festejar os 100 anos de Luiz Gonzaga. Coube ao quinteto reviver Derramaro o Gai, coco da parceria de Gonzaga com Zé Dantas (1921 - 1962), lançado em 1950. A foto flagra o 5 a Seco em estúdio, na gravação.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Zizi grava balada de Arantes com violonistas do grupo paulista 5 a Seco
Clicada pelo produtor Thiago Marques Luiz no estúdio Parede e Meia, situado em São Paulo (SP), a foto acima flagra Zizi Possi ladeada por Pedro Altério e Vinicius Calderoni, integrantes do emergente grupo paulista 5 a Seco. A cantora recrutou os dois violonistas para acompanhá-la na gravação da balada Meu Mundo e Nada Mais, revisitada por Zizi para o CD A Voz da Mulher na Obra de Guilherme Arantes, idealizado pelo DJ Zé Pedro para sua gravadora Joia Moderna. A gravação - feita na tarde desta segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 - integra disco em que 12 cantoras, como Cida Moreira e Fabiana Cozza, dão vozes a temas de Arantes.
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